“NÃO SE PODE SERVIR A DOIS SENHORES”

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"Caraca, meu, dei uma bobeirada feia..."

“Caraca, meu, dei uma bobeirada feia…”

Infelizmente não assisti à falha de Marina no assunto altamente espinhoso do grupo LGBT etc e tal. Parece que o PSB colocou uma pedra de tropeço no caminho de sua candidata, levando-a a endossar plenamente o que supostamente era defendido pelo falecido. Li no site http://www.valor.com.br, uma reportagem (da qual não posso reproduzir aqui nenhum excerto porque o site é cioso do que publica), que me colocou a pulga atrás da orelha. Trata-se, em suma, do espinhoso tema que toca na liberdade plena, irrestrita e absoluta desejada ardentemente pelos integrantes desse grupo minoritário que tem força de Hércules e está encostando na parede todos os homens machos e mulheres fêmeas do grupo dos héteros normais que integram a “grande maioria coartada”. Em outros sites menos ciumentos, como é o caso do brasil.247.com o leitor pode, se quiser, tomar conhecimento da camisa de onze varas em que o PSB meteu sua candidata. A coisa vai pegar fogo para o lado dela e pode fazer que perca sensível quantidade de votos para a Aloprada do Planalto, que, a esta altura, deve estar tomando a “branquinha” em companhia de seu padrinho, o Lulaça Cachaça.  Mais

“O BRASIL DÁ LIÇÃO DE DEMOCRACIA”.

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Gente como esta "Múmia paralítica" exerce a Democracia? Duvido!

Gente como esta “Múmia paralítica” exerce a Democracia? Duvido!

Li isto em algum lugar, acho que numa revista num consultório de dentista. Na ocasião, não dei maior atenção àquela afirmativa, pois sou tão negativista no que diz respeito ao meu país que me tornei imune às opiniões positivas com respeito ao seu modus vivendi. E para dizer a verdade, minha verdade, claro, jamais pensei detidamente neste conceito. No entanto, ontem, conversando com algumas pessoas, entre elas surgiu um questionamento: vivemos realmente em uma Democracia? O debate se fez e cresceu de intensidade emocional. Uns, politizados, defendendo ferrenhamente a idéia de que sim, vivemos uma Democracia e a tolerância com os desgovernos petistas seria a comprovação disto. Outro, também defensor de que vivemos numa excelente Democracia, dava como exemplo a recepção calorosa com que os brasileiros, mesmo tendo levado aquela sova dos alemães na única atividade em que eram reconhecidos como bons, dispensaram aos “gringos” europeus.

Diante de meu silêncio as pessoas se voltaram para mim com curiosidade. “Não vai dizer nada?” Perguntaram e eu meneei a cabeça negativamente, confirmando que não queria dizer nada. Eles insistiram, mas eu continuei a me negar a falar.

Por que? Simples: conceitos amplos são armadilhas para qualquer um e o conceito de Democracia é demasiadamente amplo para caber numa definição, inda mais se ela se embasa na política. Mais

QUAIS SÃO OS LIMITES DA LIBERDADE?

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Tem amigos que são como este...

Tem amigos que são como este…

Primeiramente vamos entender o que é Liberdade. Segundo o Michaellis, Liberdade é alguém poder exercer livremente sua vontade; é a condição de não ser sujeito, como indivíduo ou comunidade, a controle ou arbitrariedades políticas estrangeiras; estado de pessoa livre e isenta de restrição externa ou coação física ou moral. Condição do ser que não vive em cativeiro, escravidão ou servidão. E mais uma centena de outras definições que são citadas no dicionário, particularizadas por áreas de Estudo, como a área do Direito, por exemplo. Vamos ficar com estas aqui citadas, que são mais amplas em seus significados e alcance.

A pergunta me foi feita por um amigo e me deixou a pensar no assunto. Eu não lhe respondi de pronto, pois quanto mais pensava em seu questionamento, mais sentia que ele me era totalmente desconhecido. Pedi-lhe um tempo para pesquisar e pensar a respeito. E aqui vão minhas lucubrações. Mais

QUE HORROR!

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Desta gangue só uma pode ser a esperança para o brasileiro. Uma fraca esperança.

Desta gangue só uma pode ser a esperança para o brasileiro. Uma fraca esperança.

Fala sério. Ouvi, um dia destes as teses malucas de alguns candidatos a Aloprados do Planalto. Era um dia em que, cansado, refestelava-me na “cadeira do papai” (último presente de meu filho, antes de atolar o pé na jaca), diante da TV de 50 polegadas em 3D e da aparelhagem de som sofisticado, home theater, que transforma instantaneamente minha sala de estar em uma sala de cinema, sem o incômodo dos mal-educados que colocam os tênis sujos ao lado de nossas cabeças, visto que ou seus “sacos” são enooooorrrrrmmmmmeeeesssss, ou suas pererecas estão dando saltos doidas pra encontrar um perereco para se juntar a elas num rala-e-rola tocado a drogas. Um dos candidatos, doidão, quer dar o calote nos bancos; outro, totalmente desnorteado, que privatizar tudo; outro, retrógrado até não mais poder, quer estatizar tudo. Ninguém quer propor nada viável, sério, objetivo. E aí pensei: “A gente compra um equipamento deste, tão sofisticado que é preciso fazer um curso especial para aprender como lidar com a coisa, para ouvir tamanhos disparates em nome da Liberdade Constitucional. Que merda!”

Quando mais jovem ia ao cinema, eu criava um caso danado com os “sacudos” e algumas vezes até coloquei grupos de mal-educados para fora da sala de projeção. Além de esquentado, eu era muito bom de porrada. Mas agora, vésperas dos 74, já não tenho mais ânimo para me rebelar, além do que é esta a nova educação social que a juventude leva para os espaços comuns e eu não aceito isto nem a pau.

Eu sonhava poder montar uma sala de cinema dentro de  casa e ver os filmes em 3D sem ter de me aporrinhar com a nova educação desta juventude transviada e tresmalhada, mas os preços eram proibitivos e os juros imorais. Vai daí que uma certa noite em que o sono tinha tirado folga e eu me vi pelas quebradas da noite vagando ao léu no mundo cibernético, dei de cara com uma oferta que me espantou. Uma TV de 50 polegas, 3D, PHILIPS, ao inacreditável preço de R$ 1.230,00 em 12 prestações sem juros. Li e reli o anúncio do Wall Mart. Antes de ir confirmar o que eu já sabia — os preços estavam acima dos dois mil em qualquer outra loja, em algumas até passavam dos três mil —, comprei a dita cuja. Cinco minutos depois, o preço subiu para R$ 2.650,00. E não encontrei nada por menos, mas em muitas por mais. Foi assim que descobri que algumas lojas, entre elas a WALL MART, fazem liquidações relâmpagos ou ofertas relâmpagos, não sei bem, mas sempre pelas quebradas da noite. E foi assim que também comprei meu home theater por R$ 1.350,00, também na WALL MART, em 9 prestações sem juros. Agora, eu dou noites de licença ao sono e fico perambulando pelo Mundo Virtual atrás de outras ofertas do mesmo quilate.   Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XXXVIII – A VIAGEM DE VOLTA DE YEHOSHUA.

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Esta é a velha cidade de Srinaggar, como Yehoshua e sua família a viram.

Esta é a velha cidade de Srinaggar, como Yehoshua e sua família a viram.

As mulheres da família carnal de Yehoshua estavam descendo a montanha de retorno a Srinagar. Tinham sido enviadas para lá, juntamente com as demais postulantes, para executarem tarefas de serviçais. Deveriam prestar todo e qualquer trabalho junto às famílias que seriam indicadas mês a mês pelo Lama de Hemi. Nenhuma trabalharia junto com outra na mesma casa, mas poderiam trabalhar em casas vizinhas, de modo que bem podiam, nas horas das refeições, conversarem entre si. Durante a viagem de descida, Míriam, a esposa, aproximou sua montaria da de Míriam, a mãe, para conversar. Disfarçadamente, falando muito baixo, ela perguntou à sogra.

— A senhora soube do que eles me disseram?

Também falando sussurrando e sem se voltar, a mãe de Yehoshua respondeu que não. Ninguém lhe dirigira a palavra desde que seu filho dissera que daquele momento em diante eles não mais se comunicariam. Míriam, a nora, narrou sobre sua maior preocupação: retornar a Israel e não deixar claro que era a esposa legítima de Yehoshua. Ela não podia aceitar esta ordem absurda. E se ele viesse a se tornar o Rei de seu povo, como é que ela ficaria?

Míriam, a sogra, olhou-a de soslaio e com o semblante interrogativo. Não entendera bem aquela história e ardia de vontade de sustar a montaria e falar francamente com sua nora, mas seus olhos vislumbraram, pelos cantos, que um monge vinha apressado em direção a ambas. Calou-se e espicaçou sua montaria, adiantando-se à outra. O monge, contudo, sustou sua marcha e segurando a alimária pelas rédeas fê-la emparelhar com a da nora.

— Sabeis que não tendes permissão para conversar entre vós. Por esta desobediência perdereis a voz até que o Lama a devolva. Só o monge que vos recebeu quando aqui chegastes, Jeroboão, poderá dirigir-se a vós e só então podereis falar. Mas com ele. Nunca entre vós.

O monge se afastou e Míriam, a esposa, horrorizada viu que tinha ficado muda. Míriam, a sogra, apenas abaixou a cabeça resignadamente e não fez nenhum esforço para verificar se tinha ou não, voz. Mais

TRÊS ASSUNTOS IMPRESSIONANTES.

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1) VOTO DE CABRESTO

"Porra! Que merda! Esse Zé Povinho não tem gratidão. Dei emprego à metade desta população de mendigos e, agora, estão nos meus calos..."

“Porra! Que merda! Esse Zé Povinho não tem gratidão. Dei emprego à metade desta população de mendigos e, agora, estão nos meus calos…”

O que é isto? Bom, já falei aqui a respeito, mas é sempre bom repetir. Espalhou-se pelo Brasil, talvez desde o primeiro dia em que se diz que a República foi implantada entre nós, o vício horrível de a “Classe Política”, elitizada desde o início, desde mesmo o primeiro dia republicano, escravizar o eleitor por meio de um artifício totalmente anti-patriótico. E este meio é o que chamo de “voto de cabresto” e que se faz do seguinte modo: por obrigação legal, Municípios e Estados realizam concursos, mas procrastinam até o limite máximo a chamada dos aprovados. Neste meio-tempo, alegando falta de pessoal, Prefeituras e Estados tratam de consultar seus partidos e as respectivas “Lideranças” de bairros — e no Centro-Oeste isto é destacado nas Associações de Bairros — para assegurar para o Partido o maior número de votos possíveis. Tal manobra é garantida através da admissão de “indicados” para Contratação pela CLT a fim de preencher as vagas que, por Lei, deveriam ser dos aprovados em concursos. A escala é mais ou menos esta: salários maiores e comissões “gordas” são destinados àqueles indicados que com certeza podem garantir um determinado número mínimo, mas significativo, de votos para o candidato eleito pelo partido; salários altos, mas não comissionados ou com comissões “minguadas” são destinados aos que são “lideranças de bairros”, onde também o candidato pode conseguir respeitável número de votos (embora a ingerência política nas Associações de Bairro seja terminantemente proibida por Lei). O restante das vagas, geralmente de menos importância na hierarquia administrativa Municipal ou Estadual, como a de Assistente Administrativo, por exemplo, são destinadas às “massas de manobra”, gente sem títulos universitários, mas que precisa sobreviver, preferentemente “dependurada” num cabide de emprego municipal ou estadual. Estes são os puxa-sacos indispensáveis ao polititica. São obrigados a comparecer a todo evento em que o patife esteja presente e formar uma claque repulsiva, aplaudindo-o nas besteiras que vomite como se ele estivesse dizendo alguma coisa que preste. São constantemente ameaçados com a demissão caso não faça as piores e mais perigosas manobras destinadas a desviar o dinheiro do Erário Público para os bolsos dos polititicas seus senhores, para o Caixa Dois do partidão e para os cofres das eternas sugadoras de nosso sangue, as empresas sempre “clientes” das viciadíssimas “licitações públicas”.

"Mas o que eu posso fazer, gente? É o Sistema! Eu tenho de obedecer, senão eles me tiram minhas fazendinhas, que comprei com muito esforço (e muita maracutaia pública)..."

“Mas o que eu posso fazer, gente? É o Sistema! Eu tenho de obedecer, senão eles me tiram minhas fazendinhas, que comprei com muito esforço (e muita maracutaia pública)…”

 A propósito. Um exemplo tétrico e que todo o Brasil devia tomar conhecimento está aqui, em Goiânia. O atual Prefeito, PMDBISTA de carteirinha, PAULO GARCIA, “herdeiro” de Iris Rezende, inchou tanto a Prefeitura Municipal com “votos de cabresto” que, pasmem, a despesa com pessoal ultrapassa a receita municipal. Resultado: a Prefeitura não tem dinheiro nem para tapar os incontáveis buracos que se encontra em uma única quadra de qualquer rua da cidade. Coleta de lixo? Nem pensar!Recuperação das Escolas Municipais? Deus nos livre! Pagar as contas de luz? Para quê? A CELG que corte (como está fazendo) a energia de todos os órgãos municipais. Que importância tem isto? E o caos é quem faz a festa na administração goianiense. E o Paulão? Vai muito bem, obrigado. Afinal, ele é êmulo PMDBISTA e com esta raça de víboras ninguém é besta de mexer. Certamente que no próximo pleito ele será eleito GOVERNADOR DO ESTADO DE GOIÁS  e aí… Mais

MESMO NÃO QUERENDO, TENHO DE DAR MEU PITACO.

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E o Palhaço Maior veio para posar na foto de mentira.

E o Palhaço Maior veio para posar na foto de mentira.

Eu me recuso terminantemente a ouvir o horário de propaganda eleitoral OBRIGATÓRIO. É impossível agüentar aquelas caras empapuçadas ou aquelas Marias Redondas, ou, ainda, aquelas bruxas mal-enjambradas falando coisas que foram escritas para elas porque não têm nem tempo de TV nem capacidade de falar algo por si mesmas. E não tenho saco para agüentar os desgraçados redondos como elefantes gordos, falando mal e se expressando mal, tentando convencer aos que os ouvem ou por incompetência ou por cegueira psicológica, sobre coisas que já deviam ter feito, mas que, agora, garantem que, em sendo eleitos, fá-las-ão com certeza. Muitos dos redondos estão há mais de vinte anos polititicando e nunca fizeram nada que prestasse. Mas agora, garantem com a maior cara limpa, que vão trabalhar pelos Zé Nings. Arre diabo! Quem é imbecil suficiente para acreditar neles? Você, leitor, é que não é, pois não? Mais

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