NÃO DEU. ELE VOLTOU AO NINHO DE VÍBORAS. QUE LÁSTIMA!

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ERREI! Ele parecia ter aquilo roxo, mas bastou uma conversa ao pé do ouvido e pronto: retornou ao ninho, murchinho, murchinho. Quanto terá custado isto aos nossos bolsos?

ERREI! Ele parecia ter aquilo roxo, mas bastou uma conversa ao pé do ouvido e pronto: retornou ao ninho, murchinho, murchinho. Quanto terá custado isto aos nossos bolsos?

Em preto para mostrar quanto é grande minha tristeza. O Vereador Tayrone di Martino, ao qual fiz grande elogio aqui, deu ré em sua decisão depois de uma conversa a portas fechadas com os manda-chuvas do PTzão em Goiás. Com a cara deslavada (aprendeu depressa), retornou ao ninho de víboras e renunciou à sua renúncia bombástica diante das câmeras de TV. É… Mais uma vez se comprova a força dos Partidos Políticos junto aos seus candidatos. Uma vez picado pela víbora da CORRUPÇÃO não há antídoto. Só fuzil.

E a Marina me decepcionou. Pelo celular (what’s up) recebo um vídeo de alguém que mostra a Marina falando em algum lugar que não sei onde é. Mas ela se perdeu no que desejava dizer (imitou a Vovozona) e enveredou por uma lenga-lenga sem pé nem cabeça, terminando por desembocar no jargão dos Evangélicos de carteirinha. E foi aí que a coisa ficou feia mesmo. Meu choque foi tão grande que esqueci de anotar onde aconteceu aquilo antes de apagar, revoltado, o tal vídeo, mas certamente um de meus leitores deve ter em seu celular o vexame que me desancou.

Hoje, a Míriam Leitão nos mostrou o quanto nosso navio faz água no campo da Economia. Se a Aloprada do Planalto ganhar dos Zé Nings idiotizados o direito de se manter mais quatro anos na Cadeira Quenta, vamos afundar mesmo. Preparem-se para retornar aos aterrorizadores tempos da inflação galopante, do FMI mandando e desmandando aqui dentro e, pior, uma Presidenta apelando para o Vladimir Putin, Presidente da Rússia, em busca de socorro. E é aí que os milicos vão espernear e pegar em armas novamente. Vai ser o diabo… Mais

TERMINA O TEMPO LEGAL DE MENTIRAS E CARADURISMO. AGORA, É COM VOCÊ.

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Desde que a República (ou seria ré-pública?) foi implantada entre os europeus que invadiram a tranqüila e pura Pindorama,

O único Vereador que demonstrou não ser escravo de seu partido.

O único Vereador que demonstrou não ser escravo de seu partido.

que os velhos costumes feudalistas foram tenazmente mantidos entre nós.

A hereditariedade do Poder é a principal herança feudalista que herdamos, infelizmente a pior herança de um país, visto que rapidamente se tornou um câncer social e político de difícil tratamento.
Filhos de reis herdavam sua coroa; filhos de barões herdavam o baronato; filhos de condes herdavam o condado; filhos de viscondes herdavam suas terras e posses e assim por diante. Hoje, no Brasil, filho de POLITITICA herda ou o Município, ou o Estado, ou o País. Nada mudou.
O arco e a flecha assim como o arcabuz foram substituídos por uma criação maquiavélica bem mais eficiente e muito mais mortal para o Brasil do que o vírus da AIDS. Eu me refiro aos Partidos Políticos (ou melhor, POLITITICAS).
O Partido Político transforma seu candidato em títere.

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XLII – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação 3)

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As noites de reunião levavam as mulheres a tomar conhecimento de coisas fantásticas...

As noites de reunião levavam as mulheres a tomar conhecimento de coisas fantásticas…

Uma semana transcorreu sem que Jeroboão se reunisse com suas pupilas, à noite, como de costume. É que ele havia viajado a Hemi a fim de se reunir com o Lama do mosteiro. Só no sábado à tardinha foi que retornou da viagem. Trazia notícias de Yehoshua. Ele estava chegando ao Sindh, onde pretendia embarcar para terras longínquas em companhia dos monges que tinha escolhido para o acompanhar. Sua viagem, ele dissera, duraria três anos, tempo durante o qual sua família permaneceria em Srinaggar, sob a orientação do Lama de Hemi. Yehoshua viajava ao encontro das tribos que integravam o grupo de Druidas-Liang, os que se dedicavam à pratica do curanderismo. Eram parte do povo Celta que tinha fama de ser de grandes guerreiros que davam enorme dor de cabeça a César. Só de ida Yehoshua levaria três meses viajando com pressa. O mesmo tempo para retornar a Srinaggar.

Naquela noite, quando chegou do trabalho, a família de Yehoshua encontrou Jeroboão sentado no chão, comendo sua janta. Elas o cumprimentaram reprimindo a satisfação de o ver de volta, pois aprenderam que demonstrações emotivas não eram permitidas. Mais

SE QUISEREM, VOCÊS TAMBÉM ME PODEM LER NO ENDEREÇO ABAIXO:

2 Comentários

Pedra que não rola cria limo, não é o que se diz?

Pedra que não rola cria limo, não é o que se diz?

É isto aí. Aceitei uma sugestão de um leitor amigo e fui para o WIX. Descobri que lá se cria páginas. Hesitei, hesitei, então, resolvi experimentar. Vocês, se estiverem curiosos, vão lá neste endereço: http://lavsiro1.wix.com/pensando-bem que poderão me ler ali também. Ainda não sei se vou prosseguir por lá, mas se não for, certamente que  não vou descontinuar a página. É mais fácil de fazer e tem melhor apresentação.

Claro que estou muito acostumado com o WORDPRESS. Afinal, são quase quatro anos escrevendo aqui, quase diariamente. E tenho centenas de leitores pelo mundo todo. Terminei, mesmo não desejando isto, me envolvendo com eles – principalmente com os  que seguem a saga de Yehoshua e riem com as tiradas de Orozimbo. E por falar neste velho bisbilhoteiro, que não me larga nem que a vaca tussa, ele também está por lá. É entrão. O que fazer?

Não mudei meu modo de encarar os “Polititicas” e continuo acre com eles. Mas estou na expectativa do novo público que vou alcançar. Vamos ver no que dá.

Um abraço.

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XLI – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação 2)

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"Um filho não é uma bênção, mas uma provação". E Yehoshua foi bem o exemplo disto.

“Um filho não é uma bênção, mas uma provação”. E Yehoshua foi bem o exemplo disto.

Depois daquele fracasso com a folha seca, por noventa dias Jeroboão não promoveu reunião com as parentas de Yehoshua. Inquietas, ora se sentindo culpadas, ora irritadas, elas esperavam com ansiedade o momento de novamente se verem diante do velho instrutor. Ainda não lhes era permitido conversar entre si e, assim, viviam a angústia do silêncio forçado. A primeira a ter a idéia foi Ruth, mas logo todas, individualmente, tinham uma folha seca dentro de um lenço cuidadosamente dobrado e escondido dentro do quarto em que dormiam. À noite, sozinhas, cada qual tentava sem sucesso rejuvenescê-la. A frustração fez que, aos poucos fossem desistindo, exceto Ruth que persistia com a mesma tenacidade com que começara.

Naquela noite a jovenzita sentou-se no chão, após orar sua bereka em agradecimento por tudo o que tinha vivenciado e aprendido em seu trabalho, para tentar pela milésima vez a ressurreição da folha morta. Mas quando tentou esvaziar sua mente veio-lhe o rostinho da criança, Timóteo, que morreu em seus braços. E com a lembrança também veio aquele pranto dorido de quem se sente impotente diante da Morte. A criança era a filha mais nova de seus patrões e era muito meiga e muito apegada a Ruth. A jovem se sentiu tomada de grande ternura e uma confusa mistura emocional de amor maternal e saudade do menininho que tanto rira com ela. 

E Ruth chorou pela criança a  quem amara de verdade. E aquele amor se estendeu para a folha seca e eis que súbito ela foi mudando de seca e feia para um verde brilhante, de folha nova. A moça não sabia, mas aquele amor intenso tomou a direção de seu pensamento intencional, que era ressuscitar a folha morta. A jovem custou a perceber o “milagre”, pois seus olhos ainda estavam embaçados pelas lágrimas do pranto. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XL – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação).

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Ela teve de se esforçar muito para finalmente despertar sua Natureza Búdica adormecida na Matéria.

Ela teve de se esforçar muito para finalmente despertar sua Natureza Búdica adormecida na Matéria.

O dia, para elas, arrastou-se como lesma. Estavam ansiosas para retornar e retomar a audiência da história fantástica que lhes contava Míriam, a mãe de quase todas. Míriam de Magdala rememorava cada palavra ouvida, principalmente as de Jeroboão, e tentava se ver enquadrada naquela história que lhe parecia além da compreensão e por demais fantasiosa. No entanto, só ela sabia o quão especial era o homem com quem se casara. Ao lado dele sentia-se protegida como se estivesse no meio de uma legião romana. No entanto, ele era pacífico, brincalhão e totalmente avesso à violência. Tratava a todos como iguais, embora, às vezes e até com muita freqüência, falasse duro com alguns. Principalmente com os arrogantes e egoístas. Embora não fosse adepto da espada, nem por isto condenava os guerreiros, fossem eles romanos ou de outra nacionalidade. Dizia que todos tinham um destino específico a cumprir e as guerras eram todas idealizadas pelo Criador, pois este sabia do que a raça dos homens precisava em dose de dor e sofrimento para quebrar a casa da prisão material em que se encontravam.

E quando estavam ao redor da fogueira, alimentadas e descansadas, todas esperavam que Míriam, a mãe, retomasse sua narrativa. Foi o que ela fez, ao ser incentivada por um gesto de cabeça de Jeroboão. Mais

COMISSÃO DA VERDADE… MAS A VERDADE DE QUEM?

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"E eu, que vivi por dentro toda a podridão do PT posso ratificar o que você diz e posso dizer muito mais..."

“E eu, que vivi por dentro toda a podridão do PT posso ratificar o que você diz e posso dizer muito mais…”

Nunca, antes, nosso país foi o país da MENTIRA, da DESFAÇATEZ, da POUCA-VERGONHA, do ASSASSINATO POR INTERESSES PARTIDÁRIOS espúrios e criminosos. Há, nestes anos de des-governos bandalhas e petralhas, uma piscina olímpica de sujeira e imundície no cenário político nacional brasileiro. E tudo começou, insisto, após o retorno dos que não deviam ter tido qualquer chance de retornar – os cassados de 1964 e anos seguintes.

Não vieram com a intenção de tomar o país das mãos dos que os tinham banido temporariamente do Brasil para dar continuidade às benfeitorias que eles haviam implantado aqui. Vieram com a intenção clara de desconstruir tudo o que os revoltosos haviam conseguido, pois, para qualquer político, o que seu antecessor fez é ato contrário ao engrandecimento do novo governo. Dar continuidade a obras de opositor? Nem pensar! O povo, a Nação, não interessa ao político. Interessa-lhes seu enorme EGO e seu partido político. Seu ego tem de ser inflado permanentemente. Por isto, não pode prosseguir de onde o antecessor e adversário parou. Se aquele fez algo muito bom, então, o novo governo deve pugnar por desconstruir aquilo ou será visto por seu partidão como calça frouxa e traidor.

O Brasil e a Nação de Brasileiros não é prioridade para qualquer partido político. Para eles, a prioridade é o dar-se bem para os que são filiados à sigla e nela e por ela atuam antolhados contra a Justiça e o sentimento de patriotismo. Para estes, sim, as benesses. Para o rebotalho que é toda a Nação de não filiados, o desprezo e o desrespeito. Mais

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