E ESTAMOS Á BEIRA DA ESCOLHA. E AGORA?

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"E, amparando-me em Sua Fortaleza, vejo preocupado o jogo bruto que todos vivemos".

“E, amparando-me em Sua Fortaleza, vejo preocupado o jogo bruto que todos vivemos”.

Agora, não há como escapar. Ou vamos manter a Aloprada do Planalto e toda a gangue que ela traz como um rabo comprido que não tem fim e atinge os mais longíquos rincões deste nosso torrão, em que tínhamos palmeiras onde cantavam os sabiás, ou vamos colocar os fundilhos novos de um novo candidato, mas macaco velho na polititica nacional brasileira. 

Ela representa a continuidade de promessas que não são cumpridas; de manobras no mínimo escusas para blindar ladrões petistas; de mentiras instititucionalizadas para encobrir manobras anti-patrióticas, como as tais cartilhas sobre educação sexual gayista, com vista a “entortar” a formação da Identidade de nossas crianças, levando-as aos desvios abjetos das práticas combatidas e repudiadas por mais de 80% de nossa população sadia. Representa obras que nunca serão terminadas, ainda quando sejam de grande urgência para todos nós; representa a estagnação do crescimento porque sua filosofia política é travada e anda olhando para trás, isto é, anda de costas; representa a continuação do sucateamento da Saúde Pública, da Infraestrutura, da Segurança Nacional, da Educação Escolar e do Desenvolvimento Econômico.
Mas ela é a esperança, ao menos assim pensam milhões de brasileiros que vegetam no limite entre a miséria e a classe média-baixa. Suas bolsas-miséria sustentam e mantêm sem reação e na dependência sempre, os que desde muito tempo atrás não foram ajudados nem se viram objeto de interesse de Governos Elitistas, como foi com aquele PSDBISTA de Fernando Henrique Cardoso ((http://lavsiro1.wix.com/pensando-bem).

RACHAMOS. DE QUEM É A CULPA?

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http://www.youtube.com/watch?v=NauhvD1JZaw

O Brasil está dividido. De um lado, um mar vermelho. Do outro, um mar azul. Estas duas cores, misturadas, dão o roxo que, segundo ensina a Psicologia, é a cor psicologicamente preferida pelos de tendências homossexuais. É… Estamos mal, muito mal mesmo.

Eu não gosto de homossexuais e uma evangélica, Dra. DAMARE ALVES, mostrou bem claro, no YOUTUBE, o quanto a aberração gayista faz mal a uma nação como a nossa, imberbe ainda e já às voltas com o dilema do prazer desviado e doentio. Revirou-me as vísceras saber, ainda que tardiamente, pois me disseram que as tais cartilhas foram recolhidas GRAÇAS À GRITA DOS EVANGÉLICOS (vergonha para os padres e seus superiores que se fecham em seus dogmas arcaicos e fósseis e não lutam pelas “ovelhas” que dizem evangelizar e defender contra as tentações do Diabo. E o Diabo está bem aí, desmunhecando e envenenando nossas crianças) que, entrincheirados em suas igrejas e nas bancadas políticas, batalham pela defesa da MORAL e da ÉTICA em prol da FAMÍLIA BRASILEIRA. Mas não é só na questão sexual que estamos rachados. Pior que isto: é na filosofia polititica que nos assola desde quando PSDB E PT se assenhorearam do PODER e, agora, polarizam nosso povo dividindo-o perigosamente em “pobres X ricos” ou “nós contra eles”. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XLIV – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação 4)

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As noites estreladas são belas onde quer que estejamos.

As noites estreladas são belas onde quer que estejamos.

Era noite e, como de costume, elas se reuniram ao redor da fogueira à espera do ancião. Tinham muitas coisas a lhes queimar os miolos, principalmente Míriam, a mãe, cujas recordações estimuladas pelo relato que vinha fazendo sobre os acontecimentos estranhos que vivenciara com o nascimento de Yehoshua, estava, agora que era mais informada nos mistérios dos conhecimentos védicos, vivenciando estranhas sensações íntimas. Sensações que a perturbavam, como se precisasse com urgência lembrar-se de algo que, não obstante, não lhe assomava à consciência. Talvez Jeroboão, com sua fantástica sabedoria, pudesse-lhe explicar aquilo.

Mas vamos deixar as mulheres à espera do Yogue e vamos ver o que acontecia com Yehoshua, cuja viagem já se prolongava por mais de trinta dias. Naquela noite ele se encontrava acampado com seus guerreiros monges ao pé de uma grande montanha, no território pérsico, agora dominado pelas legiões romanas. Fazia frio, mas nosso viajor trajava somente um balandrau azul-escuro, com um cinto a lhe prender a vestimenta na cintura. No cinto uma pequena bolsa contendo objetos de uso pessoal – um par de sandálias, uma tesoura para aparar a barba, uma escova de cabelo e um pedaço de sabão para banho. Era só.

Era a terceira hora da noite e os seus acompanhantes, afastados dele, se concentravam em meditação. Ninguém tinha comida nada. Haviam andado o dia inteiro e ninguém, inclusive Yehoshua, tinha colocado qualquer alimento na boca. No entanto, não pareciam famintos nem casados. Mais

SAÚVAS HUMANAS DESTROEM NOSSA RIQUEZA VERDE.

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Eis a cratera da vergonha. Onde, antes, havia floresta exuberante, restou um buraco negro e feio. Motivo? Ouro!

Eis a cratera da vergonha. Onde, antes, havia floresta exuberante, restou um buraco negro e feio. Motivo? Ouro!

Saúvas Bípedes, eis como podemos chamar os que, enfronhados na mata amazônica, dedicam-se a derrubar árvores e abrir clareiras na floresta que vão levar quase cem anos para se recompor, e isto se houver alguém que freie esta praga humana.

Por que existem pessoas que, aparentando inconscientes do perigo mortal que acarretam para toda a humanidade, matam a floresta? Dizer que não sabem do mal que causam é mentira. Hoje, a informação chega até às tabas dos índios, que dirá nos acampamentos dos madeireiros. Por que, então, prosseguem teimosamente derrubando a Amazônia brasileira?

A resposta é: “polititicagem” amoral e criminosa.

E a maior parte dele, senão todo ele, foi parar em cofres estrangeiros...

E a maior parte dele, senão todo ele, foi parar em cofres estrangeiros…

São os Polititicas os maiores responsáveis pelo crime contra a humanidade. Mesmo a maior cidade brasileira, outrora rica de água, já se encontrando no desespero da falta d’água nas torneiras; mesmo os polititicas paulistas já começando a sentir a escassez de água batendo às suas portas, coisa impensável para eles há uma década, ainda assim nenhum dos “novos” e velhos candidatos, e também os já eleitos para os cargos públicos eletivos, toca em uma sílaba sequer sobre este assunto de prioridade máxima para nós.

Por que? Mais

FORA DILMA. E LEVA JUNTO O PT. VEM AÉCIO E TRAZ CONTIGO FHC, O PESTE NEGRA DOS APOSENTADOS.

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Eis o adesivo que mostra toda a raiva e frustração dos que ainda pensam no Brasil.

Eis o adesivo que mostra toda a raiva e frustração dos que ainda pensam no Brasil.

Por quase todo o Brasil as classes mais favorecidas, fora das faixas dos pobres miseráveis que só sobrevivem graças às bolsas-miséria, bolsas-esmolas e bolsas que tais, pregou no vidro traseiro de seus automóveis um adesivo com sua repulsa e sua revolta exarada na expressão FORA DILMA. E LEVA O PT JUNTO. Bom, pelo andar da carruagem, Vovozona está por um fio. Está com um pé na sepultura.

Será isto bom para nós?

Eis uma pergunta terrível. Quem vem aí pregando maravilhas é AÉCIO NEVES. Quem é o distinto? O Brasil não sabia, em sua maioria, quem era o sujeito. Membro militante do PSDB, ele fez e aconteceu em Minas Gerais. O que fez? Como aconteceu? Só ficamos sabendo através da propaganda eleitoral e esta, convenhamos, não merece crédito nenhum seja qual seja o candidato a que se refira. Antes, nem se ouvia falar de Aécio Neves. Agora, seu nome é conhecido de norte a sul e de leste a oeste do país. Vem como o Salvador da Pátria.

"Tchau, PT! Eis que trago de volta o PSDB dos Tucanos. Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo?"

“Tchau, PT! Eis que trago de volta o PSDB dos Tucanos. Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo?”

Será?

Eu tenho 99,99 pés atrás com a dupla satânica PMDB/PSDB. E há um mau agouro que aparece nas nossas televisões todas as vezes que o Aécio surge na telinha botando falação para cima da Nação. Falo do Urubu do Inferno, mais conhecido aqui em baixo como José Serra. Toda vez que o Aécio aparece na TV lá está o Urubu do Inferno cafungando em seu cangote. Desgraçadamente, os paulistas (parece que em São Paulo só mora masoquistas) elegeram o peste para o Senado Federal. Mas ele, no íntimo, quer mesmo é a Cadeira Quente e, podem crer, enquanto respirar vai batalhar com denodo para conseguir fazer como fez seu antecessor lá no passado, o pobretão judeu conhecido como José do Egito (filho de Jacó), traído por seus irmãos, vendido como escravo a mercadores ismaelitas e que chegou a ter grande influência no reino Egípcio, tornando-se o protetor de seu povo manobrando as rédeas do Poder egípcio através dos conhecimentos que adquirira entre os budistas e do que a Bíblia não fala. Isto, este desejo oculto do Urubu dos Infernos, é terrível. Serra é judeu convicto e não devemos colocar no nosso “trono” quem é separatista racista arraigado como soem ser todos os judeus praticantes (se você não sabia fique sabendo: os que usam ainda as trancinhas ridículas não falam com goins, não lhes apertam as mãos e não lhes dirigem o olhar, porque os consideram de raça inferior. E os brasileiros são goins. O Urubu do Inferno não pode usar as trancinhas ridículas porque é careca de doer, mas isto não impede que seja do partido dos extremistas). Dou Dilma por José Serra e vice-versa e não quero um tostão pela troca. Ou seja: vejo os dois como duas pestes para o Brasil. Ao menos a Dilma veio montada nas costas do Lulaça, brasileiro da gema, que, bem ou mal, tirou nosso país das garras dos bancos estrangeiros e das multinacionais que já se sentiam com as unhas fincadas em nossa carne… quero dizer, em nosso torrão natal. Mas Lulaça foi traído pelo seu amado PT e teve de dançar conforme a música que o Partidão tocava… Mais

GOIÂNIA TEM SEU SERIAL KILLER. TERÁ MESMO?

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Eis o retrato falado do serial killer goianiense. O fato de alguém se parecer com ele não constitui prova cabal de sua culpabilidade. Tem de haver provas mais contundentes até mesmo que a de uma confissão "nos porões" de nossas polícias.

Eis o retrato falado do serial killer goianiense. O fato de alguém se parecer com ele não constitui prova cabal de sua culpabilidade. Tem de haver provas mais contundentes até mesmo que a de uma confissão “nos porões” de nossas polícias.

Eu tenho assistido com bastante atenção crítica os “debates” dos candidatos a presidente da república e a governador de Goiás. Uma vergonha. Um insulto a quantos têm um mínimo de Q.I. (Quociente Intelectual e, não, Coeficiente de Inteligência, como dizem alguns desavisados). No que tange aos candidatos estaduais, a coisa é macabra. Iris Rezende mendiga votos afirmando que este será seu último mandato e, por isto, fará o melhor Governo de sua vida. Enquanto isto, “Marconinho”, desde há oito meses, entrou em frenética atividade de construção de rodovias por todo o Estado. Levou quatro anos remendando o que podia. Agora, num frenesi admirável, danou a construir e terminar rodovias lindíssimas de se ver através da TV. Mas, ao menos eu, sei que tais construções a toque de caixa desmontará nas primeiras chuvas ou, então, o que é pior, sob o peso exagerado dos bitrens com cargas acima dos limites permitidos. Mas o que fazer? Afinal, esta é a “música padrão” de todo candidato em todas as épocas em ano eleitoral. Aqui, em Goiás, dificilmente Iris Rezende levará o butim. Marconinho está danado correndo na frente. A arma de Iris, que era explorar a insegurança na capital, levou uma tremenda rasteira. Milagrosamente e repentinamente eis que a Polícia Civil apresenta o assassino em série que vinha aterrorizando a capital há quase um ano. Um rapaz bem vestido, classe média, é apresentado como o sujeito que matou gente à granel. Começou com miseráveis moradores de rua. Não ficou satisfeito. Então, passou a furiosamente atacar os do terceiro e quarto sexos (?). Também não ficou satisfeito e, descobrindo que era brocha convicto, danou a matar mocinhas só porque elas tinham aquele negócio pelo qual a rapaziada anda fazendo o diabo. Mais

ANSIEDADE? FRUSTRAÇÃO? IMPULSO SUBLIMINAR SUICIDA?

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No Hotel Parque das Primaveras.

No Hotel Parque das Primaveras.

Somos produto de uma série de processos psíquicos profundos, que acontecem abaixo de nosso limiar de percepção e, logicamente, de compreensão e controle. Mesmo que todos os que vivem nas grandes cidades saibam disto, poucos são os que se voltam para analisar a si mesmos sob esta óptica. Os estímulos ambientes imediatos que nos cercam e nos exigem imperiosamente respostas adequadas às suas características tacitamente aceitas como “corretas” e “aceitáveis”  nos lançam para o mundo exterior, enganoso, mutável e caleidoscópico.

Os estímulos aos quais respondemos consciente e volitivamente ou incosciente e involuntariamente, tanto vêm do exterior (e são objetivos) quanto vêm do nosso interior (e são subjetivos), pois somos uma entidade complexa, talvez a mais complexa que já foi criada sobre o planeta Terra. 
Quando jovem, nós não prestamos atenção ao nosso próprio comportramento e se e quando o fazemos, tendemos a ser demasiadamente indulgentes com nossos erros e nossas “culpas” (responsabilidades, para ser mais objetivo). Temos sempre pronta uma explicação (desculpa) para nossos erros e infrações. No entanto, se alguém comete tais erros ou tais infrações que nos atingem e nos aborrecem, como as nossas os atingiram e aborreceram, não o perdoamos e fazemos aquele escarcéu. Exigimos nossos direitos, acusamos veementemente o infrator e podemos, até, chegar a vias de fato.
Temos visão de águia para as faltas de nossos semelhantes, mas somos tremendamente míopes para com nossas próprias falhas. Por que isto? Eis uma pergunta que tem dado ensejo a um milhão de discursos em templos, em reuniões de psicólogos, de psiquiatras, de educadores e de palestrantes por todas as partes do mundo.
Então, este não é um tema superficial nem leviano e devemos voltar nossa atenção para ele. Longe de mim a pretensão de esgotá-lo. Mas creio que tenho alguma coisa a oferecer ao acervo grandioso que outros já construíram a respeito disto.
Os budhistas têm um símbolo que utilizam para mostrar que todos estamos ligados num único nó, ao qual denominam Bel-beu (ver orisval.wordpress.com – A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XXXIX – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE). E, embora este símbolo tenha mais de cinco mil anos e seu conhecimento entre os budistas também, ele nos diz tudo: somos interligados a tudo e a todos. E nesta interligação estão os impulsos ocultos de nosso psiquismo.
Minha observação para os comentários que pretendo fazer centra-se no comportamento do motorista, do motoqueiro, enfim, do condutor de veículo motorizado. Não há no mundo, não somente no nosso país, uma cidade onde não trafegue um veículo destes. Então, eles nos unem num comportamento social estereotipado e se pode dizer que é um dos liames de Bel-beu. Sua utilização desperta impulsos os mais profundos e diversos em nós, mas as exigências sociais de nosso dia-a-dia não nos deixam perceber o quanto somos dirigidos por estas forças ocultas.
Tenho observado, e não é de agora, que todo motorista tem um impulso assasino ou suicida, ou ambos simultaneamente, que o empurra para o perigo. Não que ele não tenha consciência de que na dimesão da velocidade um segundo pode ser decisivo para o escape ou o prejuízo; para a invalidez ou a higidez,para a vida ou a morte.
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