TEMAS URGENTES PARA SE PENSAR

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O carinha aí em cima aprontou o diabo. Agora, treme de medo de ir amargar um tempo junto com os aprendizes do crime.

O carinha aí em cima aprontou o diabo. Agora, treme de medo de ir amargar um tempo junto com os aprendizes do crime.

Tema 1: Diz respeito ao ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Os advogados do condenado no mensalão alegaram à Justiça italiana que as cadeias no Brasil apresentam condições “degradantes”, que violam o princípio da dignidade humana. A pena total de Pizzolato, no Mensalão, é de 12 anos e 7 meses, tendo sido condenado pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e lavagem de dinheiro.

Tema 2: Diz respeito a um assunto que uma grande parte da população brasileira ainda não entende a profundidade e a importância do tema. Dilma e Renan se colocam em posições opostas no delicado assunto da Reforma Política. Eles se colocam em lados opostos quanto a mexer com a Constituição. Dilma quer o plebiscito em primeiro lugar; Renan quer o referendo em primeiro lugar.  No referendo a população ratifica ou rejeita uma proposta depois de ela já ter sido aprovada pelo Legislativo ou pelo Executivo. No plebiscito, os eleitores opinam sobre se a lei deve ou não ser aprovada, antes mesmo de ela ser levada ao parlamento.

Tema 3: Nesta sexta, o Tesouro Nacional divulgou que as contas do governo central ficaram fortemente no vermelho. Houve déficit primário (despesas maiores que receitas, sem a inclusão de juros) de R$ 20,39 bilhões no mês passado – o pior resultado para todos os meses (G1.com). Mais

MEA CULPA, MEA CULPA, MEA MAXIMA CULPA…

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No próximo pleito, eis nossos respectivos Presidente e Vice-Presidente da República, com muito orgulho... Arre égua!

No próximo pleito, eis nossos respectivos Presidente e Vice-Presidente da República, com muito orgulho… Arre égua!

Eu disse que tínhamos rachado! As urnas mostraram isto de modo cruel. Somos, finalmente, nós contra eles. Nós, não-nordestinos, não-nortistas, contra eles, os nordestinos cabeças-chatas e os nortistas caras-de-lua-cheia (porque, se a gente puser um compasso com uma das pontas no nariz do infeliz e girar a outra ponta pela periferia da cara, resultará no círculo da Lua Cheia). Viramos uma grande “Arena”, um enorme Maracanã. E como é de disputa de qualquer natureza que os brasileiros gostam, estamos nadando de braçada. Afinal, entre o prato de merda e aquele de cocô, ficamos mesmo com a merda. É mais fácil de engulir, embora seja amargo como o diabo. O cocô, por ser duro e seco, muitas vezes dá um trabalho danado pra sair, a pessoa sua em bicas e se for macho, chega quase a desfalecer (as fêmeas, como são preparadas para o parto natural, são mais resistentes). Isto, esse esforço angustiante para botar para fora o que se comeu ontem, levou a nação a pensar que poderia dar aquele desespero para ser engulido – isto é, botar para dentro o que os vermelhos fizeram nestes doze últimos anos. 

Mas o amargor é sempre o mesmo, manés do brasil. Tudo fede. Tudo amarga. Tudo vem da cloaca da POLITITICA NACIONAL BRASILEIRA. Se a carroça do brasil (com letra minúscula mesmo, pois para mim, perdemos até o direito a ter um país com letra maiúscula) já estava atolando num lamaçal de corrupção vermelha, agora mesmo é que ela afundará de vez. E nos preparemos que isto não é o pior. Os “heróis” petistas estão saindo das grades (atrás das quais nunca estiveram de verdade) com o apoio irrestrito dos quadrilheiros do STF. No próximo pleito, teremos o “cumpãeiro” José Dirceu – “mais bunitim, bichim” – para Presidente; e Genoíno para Vice (na reeleição, vão inverter os papéis e a farra vermelha vai continuar, se os EUA não decidirem invadir este chiqueiro chamado brasil).

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QUAL É NOSSO FUTURO IMEDIATO?

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O povo brasileiro encontra-se em um combate de titãs. Quem será o Bruce Lee: o povo ou o PARTIDO POLÍTICO?

O povo brasileiro encontra-se em um combate de titãs. Quem será o Bruce Lee: o povo ou o PARTIDO POLÍTICO?

Uma pergunta que todos nós ou fazemos claramente aos nossos parentes, amigos e colegas, ou calamos angustiados em nosso peito. Estamos num ponto fulcral de nosso destino. Dele, deste ponto, podemos ir para qualquer lado, tudo dependendo de quem leve o butim das eleições para presidente. 

O cenário não é promissor para nós, povo. De um lado, um PARTIDO POLÍTICO que, quando esteve no Poder, esmagou a classe média e média baixa. Em compensação, até porque este mal dilacerava também suas economias, deixou que seu títere Presidente tomasse medidas que freavam o Monstro Verde da Inflação. E, desenvolvendo a idéia do mineiro Itamar Franco, o Presidente Títere do PSDB instituiu o Real, deu-lhe paridade com o dólar e derrubou de uma tacada só a ação do Monstro Verde. O Brasil viveu tempos de alegria e alívio. Mas não cresceu. A filosofia do PSDB era totalmente voltada para a GLOBALIZAÇÃO, que, em poucas palavras, queria dizer “a riqueza do mundo deve ser entregue aos grandes conglomerados econômico-financeiros internacionais mundiais”. E os êmulos do PSDB trataram de obedecer cegamente a esta filosofia e tudo o que vínhamos construindo em nosso país e para nosso povo, apesar da inflação, foi entregue de graça às mega-empresas devoradoras de países. Uma maravilha para elas. Uma droga, para nós.
Naquela época da “privataria tucana”, o PT se levantou em grita contra o desmantelamento do Brasil empreendedor e seu ajoelhamento diante dos investidores estrangeiros. Ele tomou para si a bandeira da defesa de nosso país. Era o representante do coração brasileiro que se acelerava diante do ataque virulento de que era vítima o país das “palmeiras onde canta o sabiá”.
Não adiantou de nada. Até porque o Povo, como maioria, entendia muito pouco ou quase nada de Política e, menos ainda, de “POLITITICA”, matéria em que os Partidos Políticos tinham PhD desde mesmo a época de Dom Pedro II. Continua em  (http://lavsiro1.wix.com/pensando-bem)

 

A PREOCUPAÇÃO DE OROZIMBO

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Ele sempre me apronta, mas desta vez fiquei preocupado.

Ele sempre me apronta, mas desta vez fiquei preocupado.

Ele chegou calado, sentou-se no seu toco, acendeu seu pito e ficou baforando sem dizer nada. Percebi que estava preocupado, mas não interferi. Não perguntei nada. Esperei que ele se resolvesse falar. Havia um acordo tácito entre nós. Se um queria desabafar alguma coisa e estava confuso, o outro esperava até que seu amigo pudesse falar. Então, aguardei.

- Home – decidiu-se, por fim -, vancê já observou cuma é qui as coisa tão isquisita no mundo?
 
Esquesitas como, Orozimbo? – Perguntei, voltando-me para ele e vindo sentar em sua frente. Queria demonstrar-lhe meu apoio e minha atenção. Ele pigarreou, olhou-me rapidamente e voltou sua atenção para o pito. Mexeu no fumo e levou o cachimbo à boca. Soltou aquela baforada e só então falou.
- Véio jogô os búzius. Não gostou do qui eles disserum. Entonce, abriu o Tarô e tombém num gostô do qui viu ali.
- E o que meu amigo viu?

E ESTAMOS Á BEIRA DA ESCOLHA. E AGORA?

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"E, amparando-me em Sua Fortaleza, vejo preocupado o jogo bruto que todos vivemos".

“E, amparando-me em Sua Fortaleza, vejo preocupado o jogo bruto que todos vivemos”.

Agora, não há como escapar. Ou vamos manter a Aloprada do Planalto e toda a gangue que ela traz como um rabo comprido que não tem fim e atinge os mais longíquos rincões deste nosso torrão, em que tínhamos palmeiras onde cantavam os sabiás, ou vamos colocar os fundilhos novos de um novo candidato, mas macaco velho na polititica nacional brasileira. 

Ela representa a continuidade de promessas que não são cumpridas; de manobras no mínimo escusas para blindar ladrões petistas; de mentiras instititucionalizadas para encobrir manobras anti-patrióticas, como as tais cartilhas sobre educação sexual gayista, com vista a “entortar” a formação da Identidade de nossas crianças, levando-as aos desvios abjetos das práticas combatidas e repudiadas por mais de 80% de nossa população sadia. Representa obras que nunca serão terminadas, ainda quando sejam de grande urgência para todos nós; representa a estagnação do crescimento porque sua filosofia política é travada e anda olhando para trás, isto é, anda de costas; representa a continuação do sucateamento da Saúde Pública, da Infraestrutura, da Segurança Nacional, da Educação Escolar e do Desenvolvimento Econômico.
Mas ela é a esperança, ao menos assim pensam milhões de brasileiros que vegetam no limite entre a miséria e a classe média-baixa. Suas bolsas-miséria sustentam e mantêm sem reação e na dependência sempre, os que desde muito tempo atrás não foram ajudados nem se viram objeto de interesse de Governos Elitistas, como foi com aquele PSDBISTA de Fernando Henrique Cardoso ((http://lavsiro1.wix.com/pensando-bem).

RACHAMOS. DE QUEM É A CULPA?

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http://www.youtube.com/watch?v=NauhvD1JZaw

O Brasil está dividido. De um lado, um mar vermelho. Do outro, um mar azul. Estas duas cores, misturadas, dão o roxo que, segundo ensina a Psicologia, é a cor psicologicamente preferida pelos de tendências homossexuais. É… Estamos mal, muito mal mesmo.

Eu não gosto de homossexuais e uma evangélica, Dra. DAMARE ALVES, mostrou bem claro, no YOUTUBE, o quanto a aberração gayista faz mal a uma nação como a nossa, imberbe ainda e já às voltas com o dilema do prazer desviado e doentio. Revirou-me as vísceras saber, ainda que tardiamente, pois me disseram que as tais cartilhas foram recolhidas GRAÇAS À GRITA DOS EVANGÉLICOS (vergonha para os padres e seus superiores que se fecham em seus dogmas arcaicos e fósseis e não lutam pelas “ovelhas” que dizem evangelizar e defender contra as tentações do Diabo. E o Diabo está bem aí, desmunhecando e envenenando nossas crianças) que, entrincheirados em suas igrejas e nas bancadas políticas, batalham pela defesa da MORAL e da ÉTICA em prol da FAMÍLIA BRASILEIRA. Mas não é só na questão sexual que estamos rachados. Pior que isto: é na filosofia polititica que nos assola desde quando PSDB E PT se assenhorearam do PODER e, agora, polarizam nosso povo dividindo-o perigosamente em “pobres X ricos” ou “nós contra eles”. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XLIV – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação 4)

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As noites estreladas são belas onde quer que estejamos.

As noites estreladas são belas onde quer que estejamos.

Era noite e, como de costume, elas se reuniram ao redor da fogueira à espera do ancião. Tinham muitas coisas a lhes queimar os miolos, principalmente Míriam, a mãe, cujas recordações estimuladas pelo relato que vinha fazendo sobre os acontecimentos estranhos que vivenciara com o nascimento de Yehoshua, estava, agora que era mais informada nos mistérios dos conhecimentos védicos, vivenciando estranhas sensações íntimas. Sensações que a perturbavam, como se precisasse com urgência lembrar-se de algo que, não obstante, não lhe assomava à consciência. Talvez Jeroboão, com sua fantástica sabedoria, pudesse-lhe explicar aquilo.

Mas vamos deixar as mulheres à espera do Yogue e vamos ver o que acontecia com Yehoshua, cuja viagem já se prolongava por mais de trinta dias. Naquela noite ele se encontrava acampado com seus guerreiros monges ao pé de uma grande montanha, no território pérsico, agora dominado pelas legiões romanas. Fazia frio, mas nosso viajor trajava somente um balandrau azul-escuro, com um cinto a lhe prender a vestimenta na cintura. No cinto uma pequena bolsa contendo objetos de uso pessoal – um par de sandálias, uma tesoura para aparar a barba, uma escova de cabelo e um pedaço de sabão para banho. Era só.

Era a terceira hora da noite e os seus acompanhantes, afastados dele, se concentravam em meditação. Ninguém tinha comida nada. Haviam andado o dia inteiro e ninguém, inclusive Yehoshua, tinha colocado qualquer alimento na boca. No entanto, não pareciam famintos nem casados. Mais

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