QUESTIONAMENTO DO POVO ELEITOR ÀS CASAS LEGISLATIVAS MUNICIPAIS E AOS ÓRGÃOS JURÍDICOS COMPETENTES

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Não sou advogado, por isto mesmo não uso o jargão pesado dos que são formados nesta Ciência.

O que os senhores legisladores eleitos por nós, povo, entende por Democracia? Será que sabem o que é a Democracia Direta e o que é a Democracia Indireta? Qual destas duas vertentes é a melhor para o povo eleitor e qual é a melhor para a Oligarquia Política Brasileira? Bom, vamos tergiversar um pouco sobre este assunto.Comecemos pela nossa Constituição.

Diz ela:   

Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de Direito e tem como Princípios Fundamentais:

I – a soberania;

II – a cidadania;

III – a dignidade da pessoa humana; 

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V – o pluralismo político.

 Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente,nos termos desta Constituição. 

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CXLVIII) – O MEDO DE TIBÉRIO, O IMPERADOR DE ROMA AO TEMPO DE YHEHOSHUA.

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Enquanto os dramas se desenrolavam nos palácios dos poderosos, Yehoshua viajava a pé da Judéia para a Galiléia, onde era seu território de pregação a gentios e hebreus.Caminhava com sua rapidez habitual, mas seguia por dentro de matas, sopés de montanhas e desertos, de modo a evitar encontrar qualquer tipo de vigilância romana em seu caminho.

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VINGANÇA COVARDE CONTRA NÓS.

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A toque de caixa os que vão morrer não saudaram seus empregadores com a dignidade dos antigos gladiadores. Ao contrário, perpetraram contra a população uma vingança sórdida e vil. Às pressas, aprovaram uma coisa absurda: a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal. Eles sabem que vão embora e terão de suar novamente a camisa para retornar à teta que estão sendo obrigado a largar.

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NOSSA BESTA DO APOCALIPSE ATRÁS DAS GRADES

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Esta “besta humanóide” ainda ousa escrever de dentro da cela privilegiada na Polícia Federal zurrando asneiras para os que, desmiolados e transformados em zumbis idiotizados, dão-lhe ouvido e se tornam um perigo para a nossa Pátria. 
  • O Jornal O GLOBO publica um alerta da sempre guerreira Senadora Ana Amélia para que atentemos à ação mais criminosa ainda levada a efeito pela Jararaca com chocalho mais conhecida como Lulapatife ou Luladrão ou Lulatraidor etc, etc, etc…
  • Como cidadão emocionalmente e socialmente saudável deste país, venho questionar às autoridades competentes: por qual razão se mantém o maior criminoso do Brasil, depois de Sérgio Cabral e seu Assecla-mor, é claro, ainda com privilégios aos quais NÃO FAZ JUS? Senhores da LEI; Senhores da JUSTIÇA, expliquem-nos esta aberração. O Brasil espera por vossos pronunciamentos a respeito desta excrescência. Mas pelo Amor de Deus, não aleguem a condição de ex-Presidente para que se tenha concedido a este monstro nacional brasileiro um privilégio que a nenhum outro cidadão criminoso foi dado.
  • Luladrão FOI por um tempo Presidente do Brasil. Um cargo eletivo e cuja ocupação tem prazo determinado. Findo este prazo, o cidadão VOLTA A SER SOMENTE ISTO: um cidadão comum, como outro qualquer. E se foi condenado TEM DE CUMPRIR A PENA NA PRISÃO, mesmo que esta seja a porta de entrada par o INFERNO na Terra. A responsabilidade de sua existência foi do Sr. cidadão quando exercia o Poder que nós lhe concedemos. Uma vez que permitiu que as prisões, sob seu Governo, seguissem um caminho para o abismo da Moral, da Civilidade, da Socialização e da Criminalidade sem freios nem limites, condenado ele deve ir provar das condições a que condenou seus compatriotas, quando gozava do Poder que jamais foi dele nem de qualquer outro Presidente eleito em regime democrático, como é o regime brasileiro.
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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – (CXLVII): PUBLIO LENTULUS E HERODES ANTIPAS

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O Senador Publio Lentulus caminhava a pé pelas movimentadas ruas de Jerusalém.Admirava o grande rebuliço da cidade, sua incrível mistura de vendedores e comerciantes de todas as partes do mundo conhecido. Camelos e cavalos misturavam-se a pessoas a pé e em ruas perto da Praça do Mercado era até difícil se movimentar. Uma decúria o acompanhava totalmente alerta, pois sabiam, todos aqueles legionários, que o Senador se arriscava demais andando como andava, com as roupas de Senador de Roma. Mas Publio Lentulus não parecia se preocupar com qualquer perigo. Dava a impressão de que sabia que não seria molestado. No entanto, o decurião comandante já havia observado alguns indivíduos de olhares furtivos e ameaçadores acompanhando o dignitário romano com o olhar por algum tempo. Estava certo que eram criminosos, possivelmente da seita dos sicários, mas não podiam fazer nada contra eles. A missão primeira era a proteção do Senador.

Publio  Lentulus tomou a direção do Palácio  de Herodes Antipas, o tetrarca entronado por força de Roma para reinar sobre uma parcela daquela gente esquisita. Começava a perceber a profundidade do poder religioso na vida dos hebreus. Todas as horas de seus dias eram controladas com algum ritual, com algum significado sagrado. Isto era absolutamente difícil para o Senador. Ele tinha ouvido alguns comentários entre seus legionários acampados nos arredores do Palácio de Pôncio Pilatos, que havia muita lenda sobre o nascimento de Yehoshua. Dizia-se que ele nascera sem a colaboração de um homem e que viera do além para ser o Rei dos Judeus. Também ouvira algo a respeito da matança de crianças levadas a efeito por Herodes, o Grande e que este o fizera por temor do tal Rei dos Judeus. Também ficara sabendo que há poucos meses o tetrarca havia mandado matar o primo de Yehoshua e ordenara a degola da cabeça desse primo, um tal de Yohanan que batizava as pessoas que aderiam à sua ideologia religiosa mergulhando-as nas águas do rio Jordão.Constava que até mesmo Yehoshua havia sido batizado por ele e que, no dia do batizado, muitos diziam ter visto uma pomba branca, toda de luz, descer sobre a cabeça de Yehoshua como sinal de que ele realmente era alguém sagrado, filho do Altíssimo. Ao mesmo tempo tais pessoas garantiam convictas terem ouvido uma voz misteriosa dizer que ali estava o Filho Predileto do Senhor e que Este afirmava que se comprazia nele. No entanto, legionários que tinham presenciado o tal batismo afirmavam que nada de extraordinário acontecera. Dois destes afirmavam que o reflexo do sol num escudo pousado no chão por seu dono havia ofuscado a visão de alguns dos presentes e que isto talvez tenha sido o motivo da lenda que, agora, adquirira foros de mitologia religiosa. Afinal de contas, Yehoshua já era conhecido e já despertava a curiosidade dos hebreus por milagres que vinha realizando desde cedo.

―Quem???

O espanto de Herodes Antipas era legítimo. O Senador de Roma estava dentro de seu palácio e desejava um encontro com ele. Isto era assustador. O que desejaria a autoridade máxima romana, depois da autoridade do Imperador, com ele? O que fizera de errado para que…?

―Majestade ― e a voz do criado trouxe-o à realidade. ― Mando o Senador de Roma entrar?

― Claro! Conduze-o até aqui, diante de mim.

Não demorou para que a imponente figura de Publio Lentulus surgisse ao fundo do grande e luxuoso salão de recepção do Tetrarca da Judéia. Este, era calvo,tinha uma barriga já bastante proeminente, devido à falta de exercícios e ao excesso de comilança, bebidas e alcova. Na face gorda exibia olhos muito próximos um do outro, o que lhe emprestava um aspecto repulsivo a quem o olhasse de frente, no rosto rotundo. Mas o olhar era penetrante, arguto e advertia ao seu interlocutor que Herodes não era um tolo nem fácil de ser enganado. Ele se pôs de pé e desceu os cinco degraus de mármore de seu trono para esperar o Senador no piso do solo do grande salão, onde várias mulheres,algumas secundadas por seus supostos maridos, se dispunham em duas filas ladeando um corredor humano por onde caminhava o Senador.

Publio Lentulus parou diante do tetrarca e o cumprimentou com um abaixar de cabeça. O tetrarca colocou a mão direita cheia de anéis no ombro do Senador e com a outra mão indicou-lhe a escadaria que levava aos tronos logo acima e, com excessiva amabilidade, convidou o dignitário romano a subir as escadas com ele e tomar assento ao seu lado e ao lado de sua esposa, de cuja história o Senador estava bem informado. Herodíade era filha de Berenice e de Aristóbulo IV, filho de Herodes, cognominado de O Grande. Teve como primeiro marido Herodes Filipe, também filho de Herodes,o Grande, com Mariana, filha do sumo-sacerdote Simão. Herodíade e Herodes Filipe tiveram uma filha, Salomé, uma jovem de incrível beleza e grande sensualidade. Entretanto,Herodíade não amava ao seu marido e dele se separou para casar-se com seu outro irmão, Herodes Antipas, que, naqueles idos, era um homem bonito, de corpo másculo, musculoso e muito viril. Antipas, para poder casar-se com Herodíade,teve que repudiar sua primeira esposa, Fasélia, filha do rei nabateu Aretas IV.A união de Antipas com Herodíade foi condenada por Yohanan, primo de Yehoshua,que invectivou acremente contra as manobras de Herodes Antipas para possuir a mulher de seu irmão e o libelo de Yohanan gerou animosidade entre o povo, que acusou o casal de incesto. O fogo da paixão de Antipas por Herodíade apagou-sena medida em que Salomé crescia e seu corpo tomava as formas de uma futura mulher de beleza extraordinária. A luxúria de Antipas se voltara para ela e,até onde sabia o Senador, este tinha sido o ponto fulcral para a morte de Yohanan.

Agora,Publio Lentulus estudava, curioso, a jovem Salomé que, de pé ao lado do trono onde se assentava sua mãe, Herodíade, também observava atentamente o espetacular romano abaixo do trono. O Senador concluiu que a jovem era mesmo uma tentação para quem fosse tão lúbrico quanto Herodes e se questionava a razão de Pôncio Pilatos não se ter envolvido numa perigosíssima disputa pela posse de Salomé. A lubricidade do romano era, talvez, superior à de Herodes e nisto o Senador acreditava piamente.

―Senador…?

A voz do Tetrarca trouxe Publio Lentulus à realidade. Ele suspirou fundo e olhou nos olhos atentos de Herodes.

― Quer, por favor, acompanhar-me até meu trono?

Com um leve aceno de cabeça o Senador de Roma assentiu e subiu, lado a lado, os cinco degraus que levavam ao luxuosíssimo trono do Tetrarca. Lá de cima voltou-se para os cortesãos que o estudavam atentamente e curiosos por melhor conhecê-lo. Herodíade havia-se erguido para ceder o seu trono, ao lado do de seu esposo, ao representante de Roma, mas o Senador declinou da oferta e dirigiu-se ao Tetrarca com voz forte, ouvida por quase todos que os observavam com expectativa.

―Não vim aqui como representante oficial do Imperador. Estou aqui como um homem que veio para falar com outro homem. Então, peço-vos que me destine um local reservado onde possa esperar por Vossa Excelência…

A atitude de Herodes mudou. Da servilidade ele passou para a arrogância e foi assim que agiu imprudentemente.

― Ora, o senhor bem poderia ter solicitado esta entrevista com antecedência para que eu pudesse ter aberto um tempo a lhe ser dedicado, senhor Senador…

Publio Lentulus fixou um olhar penetrante nos olhos de Herodes e este involuntariamente se remexeu incomodado em seu trono.

― Se desejais que assim seja, voltarei depois que conseguirdes um espaço em vosso precioso e ocupadíssimo tempo, senhor Tetrarca…

Num salto Herodes se pôs de pé e com desconcerto em gestos e expressões, pediu que o Senador não o interpretasse mal e disse que o atenderia já. Pedia licença somente para poder dispensar os cortesãos. Enquanto isto, batendo palmas, ele mandou que o seu mestre de cerimônias conduzisse o Senador para o belíssimo peristilo de seu palácio e o servisse com os melhores vinhos de sua adega.Também ordenou que as melhores dançarinas fossem mandadas para dançar e deleitar com suas belezas o dignitário de Roma. Publio Lentulus se deixou conduzir, mas antes de se afastar lançou mais um olhar de admiração em direção da jovem Salomé, o que não passou despercebido a Herodíade. Herodes também notou a olhada do Senador e se sentiu tomado por um acesso de ciúmes e raiva que teve de, a custo, controlar para não se denunciar.

Meia-hora depois o tetrarca adentrou o peristilo e encaminhou-se diretamente para o Senador, que se levantou para o esperar de pé. O tetrarca com exageros de gestos pediu que o Senador ficasse à vontade e que dispensasse os rapapés do cerimonial. Estavam ali dois homens para conversar, conforme o próprio Senador dissera há pouco. Publio Lentulus sentou-se e a mesma coisa fez o Tetrarca.Então, sem rodeios, o Senador de Roma falou.

― Creio que deve ter tomado conhecimento da razão de eu ter vindo até a Palestina, pois não?

― Sim, sim, tomei conhecimento, sim. Por que?

― Porque ontem conheci o homem que toda esta gente parece que não só admira, mas também adora. Seu nome é…

― Yehoshua, filho de um construtor que faleceu num acidente quando trabalhava para mim, em Cesaréia. Sei bem de quem o senhor fala.

― Ótimo! Isto me poupa tempo. Eu gostaria de ouvir de vossa boca o que aconteceu quando Yehoshua nasceu.

Herodes ficou sério e seus olhos escrutinaram a face do Senador. Estava desconfiado,mas não percebeu nada que lhe desse a entender que aquela pergunta escondia alguma armadilha contra si.

― Eu… Eu posso perguntar ao senhor a razão de seu interesse nisto? Afinal, já faz tempo…

― Para os que moram aqui, sim. Para mim, tudo é novo. É de ontem, se me entende.

― Já sabeis algo a respeito, não? ― Sondou Herodes, desconfiado.

― Quase nada, para dizer a verdade. Sei apenas que no seu batizado parece que houve um… um acontecimento insólito.

― Como assim?

 ― Ouvi dizer que uma pomba branca surgiu do nada, pousou sobre seu ombro e, depois, voou sobre sua cabeça enquanto uma voz misteriosa dizia que Yehoshua era o filho de Jeovah ou coisa que o valha e que nele este Deus se comprazia. Mas o que desejo saber não são detalhes como este,que ninguém, a bem da verdade, pode provar. Eis que soldados romanos, presentes ao acontecimento, negaram esta fábula e me disseram que só houve de extraordinário o brilho refletido da luz solar num escudo polido que alguém tinha pousado no solo e nele se apoiava para também observar o espetáculo. Eu me interesso verdadeiramente é pelo nascimento de Yehoshua, sobre o qual há murmúrios de acontecimentos extraordinários. Fiquei sabendo que o Senhor seu pai mandou passar a fio de espada toda criança judaica com idade até três anos, se não estou enganado. E fez isto por temer a realeza que se afirma que Yehoshua possui por ser descendente de um mítico rei David deste povo. Se é verdade que o senhor seu pai cometeu esta barbaridade, gostaria de saber qual foi a razão para tanto. Há, também, segundo me informou Pilatos, outra fábula sobre esse homem intrigante. Diz-se que um anjo teria anunciado seu nascimento e que ele não foi gerado por outro homem que tenha coabitado com sua mãe. Tudo isto me despertou grande curiosidade e como o senhor, na qualidade de Tetrarca da Judéia, tem o controle do que acontece em seu território, desejaria saber até onde as fábulas são realmente fábulas e até onde os boatos não passam disto: boatos de um povo altamente impressionável devido mesmo à estranha religião que praticam e seguem cegamente.

― Pilatos permaneceu calado, estudando atentamente a face do Senador.Perguntava-se, tenso, sobre a razão de o homem estar tão interessado na história de vida de um hebreu sem significância. Publio Lentulus notou a desconfiança na face do Tetrarca e foi direto ao que lhe interessava.

― Creio que sabe a razão de eu estar aqui, porque desconfio que até os mendigos desta cidade já conhecem isto, pois não?

― Sim, claro que sim…

― Conheci pessoalmente o homem Yehoshua e estou realmente impressionado com seus poderes. Então, decidi colher o máximo de informações sobre ele. Até agora não vi nada do que tenha feito ou dito que o torne um perigo para Roma, embora Pôncio Pilatos afirme o contrário. Se ele realmente é o Filho do Deus Hebreu eu gostaria de ter certeza disto.

― Eu não creio que ele seja tal coisa ― falou, finalmente, Herodes. ― Por estas terras há muitos curandeiros, alguns deles até já crucificado ou morto pelos legionários de Roma. Todos apregoam milagres e muita gente jura por Jeovah que realmente foram curados por eles. Mas não creio nisto. Então, esse Yehoshua,para mim, não passa de mais um agitador sem qualquer significância.

― Mesmo assim, eu gostaria de conhecer mais sobre ele e creio que o senhor me pode ajudar, não é?

Herodes permaneceu quieto por um tempo, mas decidiu que não havia mal nenhum em passar informações sobre Yehoshua para o Senador. Ao menos estreitaria uma amizade que lhe poderia ser valiosa no futuro. Quem sabe?

― Bom, esse… homem, esse Yehoshua, teve um nascimento muito confuso. Sim, ouvi boatos, mas friso que são boatos, nada concreto, de que ele foi gerado pelo Deus hebreu. Que Yoseph, o carpinteiro seu pai, não coabitou com a jovem Míriam para lhe dar vida. Já por aqui o senhor pode ver que se trata de um absurdo. Mas vamos em frente. Os pais de Yoseph são descendentes direto, diz-se, de um rei deste povo. Um rei famoso e que se chamou David. Nada sei sobre este homem,exceto que ele realmente existiu. Na crença dessa gente, só um descendente de  David tem direito a se sentar neste trono em que estou sentado, agora. Por isto é que sou odiado pela população da Palestina. Para eles, sou um usurpador. Não me importo. Tenho feito muitas construções em continuação ao trabalho magnífico que meu pai fez aqui nestas terras horríveis. Só que não pratico a religião deles e não me submeto aos ridículos mandamentos de seus rabis, uns espertalhões que…

― Preferia que se ativesse ao nascimento e à vida de Yehoshua, Herodes ― cortou o Senador com uma ponta de irritação na voz. Herodes compreendeu que estava fugindo ao assunto que trouxera o dignitário romano até ele e tratou de voltar ao assunto.

― Bom, não fujo ao tema. Apenas fiz uma pequena digressão. Na verdade, quem mais teve contato com o nascimento e a vida infantil desse hebreu foi meu pai. E ele estava tão impressionado com as fábulas sobre a criança que, quando os hebreus se assanharam com o seu nascimento, temendo que o menino fosse realmente o tão esperado Rei Salvador dos hebreus, meu pai mandou caçá-lo e a seus pais por toda a Judéia. Mas eles tinham fugido. Meu pai, então, mandou passar a fio de espada toda criança com idade até dois anos… Acreditava que, se a criança estivesse no território Palestino, ele o mataria e afastaria o perigo de uma futura rebelião do povo contra ele, capitaneada pelo tal Salvador. Acho que,hoje, Pilatos também sofre deste temor…

― Sei disto. Pilatos me contou esta história. Agora, responde-me: onde cresceu esse homem misterioso?

― Ah, isto todo mundo sabe! Ele foi levado por um rabi, acho que seu nome era Arimathéia ou coisa que o valha, para a Caxemira. Tinha 13 anos quando se foi para ser internado num mosteiro budhista. Retornou de lá com 29 anos e há um ano precisamente anda aprontando por aí. Por que o senhor se preocupa com ele?

― Não me preocupo com ele. Não lhe vejo perigo para o Império. Mas me interesso em saber o máximo que puder sobre sua existência. Obrigado pelo que me contou,Herodes, embora nada me tenhas acrescentado que eu já não tivesse sabido por outras pessoas.

E o Senador se levantou para se retirar. Herodes tentou dissuadi-lo e permanecer para lhe dar a honra de participar de uma festa em sua homenagem, mas Publio Lentulus não aceitou. De volta ao Palácio de Pilatos o Senador se manteve mudo como uma porta, apesar de o Prefeito tentar por todos os meios fazer que falasse sobre o que tinha ido fazer no palácio de Herodes. Um pensamento só estava na mente do Senador: “Yehoshua é um homem especial. Pode não ser filho de um Deus, não sei. Mas tem poderes que não são comuns aos homens normais. E se assim é, ele mesmo pode estar-me dificultando colher informações sobre sua vida. Por que?”

Yehoshua bar Yoseph
De repente o filho do construtor se tornou uma grande dor de cabeça para os rabis.

“NO PASSADO O MUNDO SE ACABOU PELA ÁGUA. NO FUTURO SERÁ PELO FOGO” – Nostradamus

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  • O clima está descontrolado e a raça humana, também. Investidores, empresas e bancos só pensam em LUCRO. Sobreviver é de somenos para eles. Tufões arrasam ilhas e países costeiros. Vendavais assolam países onde jamais tinham existido, como é o caso do Brasil. O gelo dos picos das montanhas e das terras de Papai Noel se acabou e o gelo dos polos vai pelo mesmo caminho. Os oceanos cada vez mais aumentam de volume. As estações do ano já não mais se diferenciam como era o natural no Planeta Terra. Agora, há apenas uma: VERÃO. Verão com um calorão cada vez pior, onde o ar refrigerado, invenção industrial do homem, dão lucros imensos às empresas e seus investidores, mas já não funcionam. O aparelho retira a água do ambiente e a secura apenas aumenta e intensifica o calor, sufocando as pessoas e lhes dando mal-estar pela falta de umidade no ar.
  • No Diário de Notícias eu leio: 
  • Hora H para a biodiversidade é agora. Ou, talvez, nunca 
  • A natureza regride à frente dos nossos olhos. Ainda há duas semanas, a diretora executiva da Convenção da Biodiversidade da ONU, Cristiana Pasca Palmer, alertava, em entrevista ao The Guardian, para números alarmantes: desde 1970, 60% dos mamíferos, aves, peixes e répteis desapareceram da face do planeta. A perda de biodiversidade, disse a diretora da convenção, “é um assassino silencioso”. Porquê? Porque as pessoas não se apercebem dessa realidade, ao contrário do que sucede com as alterações climáticas, que “são sentidas no dia-a-dia”, afirmou.
  • Mas no mundo todo só há preocupação com questões políticas que envolvem diretamente interesses mesquinhos religiosos, políticos econômico-financeiros, de guerra e besteiras que tais. O FIM está chegando. A MAGRA já bate às potas de todos nós e, no entanto, o ser humano pensa só em tolices que não levam a nada. Aonde foi que nós nos perdemos?
  • Nem mais sei se é possível consertar o que parece irretroagível, irremediável. Seria bom, ainda que tardiamente, os políticos, eleitos pela vontade dos povos e dos quais são MANDATÁRIOS e não SENHORES, voltassem realmente a atenção para a VIDA DAS PESSOAS, não somente para INTERESSES ECONÔMICO-FINANCEIROS. Isto não tem valor nenhum e logo, logo, todos veremos, impotentes, a NATUREZA nos mostrar sob grande terror o quanto tal coisa é absolutamente inútil e imprestável para a VIDA.
  • Este “post” é escrito por mim talvez pela última vez, aqui, no WORDPRESS. Tudo mudou de um modo que, para mim, foi desastroso. Não entendo INGLÊS e não gosto deste idioma, embora os brasileiros babem os sacos dos que o falam mundo afora. Não consigo compreender o que fizeram com o sistema BOM que havia aqui. As instruções vinham em português, como devia ser porque não somos uma nação subserviente dos de língua inglesa. A formatação também ficou uma droga. Meus leitores me perdoem, mas vou deixar de escrever aqui no WORDPRESS. Talvez eu consiga retomar minha página no WIX.COM, embora toda vez que tento o que aparece é um bando de espertalhões oferecendo-se para construir uma página a preços módicos mensais. Vão pro diabo que os carregue! Chega de se pagar até pelo vaso sanitário que se usa neste mundo de idiotas metidos a esperto. Ainda bem que, calculo eu, em menos de vinte anos as pessoas vão-se dar conta de que devem correr atrás do CLIMA. Mas será tarde. Aí, então, os espertalhões em todas as áreas onde se fareja LUCRO, vão danar de medo. Vão abandonar tudo e se desesperar. Mas será tarde, muito tarde… 

NÃO SOU OBRIGADO A LER EM INGLÊS. SOU BRASILEIRO E MEU IDIOMA É PORTUGUÊS.

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Está difícil publicar alguma coisa aqui. De repente passei a me sentir nos Estados Unidos. Tudo é em inglês e eu NÃO FALO NEM GOSTO deste idioma. Sugiro ao pessoal do WORDPRESS que coloque as instruções em PORTUGUÊS DO BRASIL. Afinal, temos de respeitar o que é nosso. Temos de exigir a nossa dignidade. Fico agradecido pela compreensão. Ah, sim, os comandos que eram fáceis de se acessar (negrito, justificado, cor da letra etc…) agora viraram um quebra-cabeça de lascar. Que tal retornar ao que era antes? Mais fácil e melhor de se trabalhar.

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