TEOSOFIA – UM APRENDER PERENE, MAS QUE NÃO ABRE A PORTA QUE SE PROCURA.

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OM-AUM - Sede. Rua Isidro de Figueiredo, nº 21. Maracanã - Rio de Janeiro. Aqui comecei na Teosofia.

OM-AUM – Sede. Rua Isidro de Figueiredo, nº 21. Maracanã – Rio de Janeiro. Aqui comecei na Teosofia.

Costuma-se ouvir ou ler o vocábulo Teosofia, mas poucos são os que conhecem seu significado. Teosofia quer dizer sabedoria divina ou o conhecimento de Deus e das Leis do Universo pela revelação mística, manifestada pelo Espírito do próprio indivíduo. Estou na Teosofia há tanto tempo que já me esqueci de quando, pela primeira vez, tive contato com a primeira seita dos praticantes desta doutrina. A sede da OM-AUM é no Rio de Janeiro e há alguns anos eu mostrei aqui até a foto do prédio, que, agora, repito. Ali, na OM-AUM (Ordem Mística de Aspiração Universal ao Mestrado) dei os meus primeiros passos nesta senda que, descobri depois, ainda está em permanente construção. Sim, a Teosofia não está pronta e acabada, como querem os que estudam os escritos de Madame Blavatsky. Ali se contém uma parte substantiva do conhecimento teosófico, mas nem mesmo ela afirmou que o Mestre Koot-Humi, ao qual denominava de Mestre K.H., tenha revelado tudo o que há para ser desvelado aos olhos dos “homens de boa fé”. Mais

PMDB TENTA VARRER OS ESTRAGOS DO PT, MAS SEUS SANTOS TAMBÉM SÃO DE BARRO.

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Eu sorrindo

E vamos que vamos!

Estou assistindo a uma peça bufa mais do que conhecida. Um bando de doidos ladrões foi defenestrado do Poder do Povo Brasileiro. Se alguém pensava que tudo estaria terminado com o varrer a “Doida do Planalto” para longe da nossa Cadeira Quente, enganou-se redondamente. Agora é que o povo bom, o não-doutrinado pelo PT, vai ver com quantos paus se faz uma cangalha. Eles têm uma “força danada” nos redutos dos trabalhadores mais estúpidos do país: os SINDICATOS. Este mal é absolutamente necessário para se frear a ganância desmesurada dos Empresários e seus demônios, os INVESTIDORES. No entanto, já nasceu estragado e se expulsa os velhos corruptos entreguistas, por seu lado também nos trai e nos apunhala pelas costas. Haja vista o que a Polícia Federal vem pondo às claras, contrariando os esperneios dos asseclas do “partidão”. Sim, o Castelo de Ali Babá construído pelos traidores petistas (não falo aqui das massas de manobra, pois o povão é somente isto: massa de manobra. Quando esta massa não mais é necessária, é deixada de lado ou varrida para debaixo do tapete e pronto). Mas como eu dizia, o Castelo de Ali Babá Petista está ruindo lá no Olimpo dos Ladrões de Colarinho Branco. Um horror para Lula, sua família, seus capangas coroados e sua afilhada abilolada. Desde quando João Figueiredo fez sua profecia dizendo que, já que era a vontade do povo, aceitava fazer “disso aí” um partido político, mas advertia que o povo brasileiro ia ter de derramar sangue quando quisesse se livrar deles, desde aqueles tempos proféticos, eu dizia, que Lulaça Cachaça vem batalhando renhidamente para se colocar no pináculo da glória brasileira: a NOSSA Cadeira Quente da Presidência da República. Claro que o homem Luis Inácio da Silva já era o produto LULA criado, doutrinado e hipnotizado por Fidel Castro, logo, já era um traidor enrustido. Quem esperava encontrar nele a salvação do Brasil, que tinha caído nas garras do PSDB e estava indo pro brejo de mala e cuia, enganava-se redondamente. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CXIII): A ASCENSÃO ESPIRITUAL DOS DEZ APÓSTOLOS

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Quem era Ele? O Budha Maitreya, o Senhor do Mundo? Ou outra entidade ainda não conhecida? Uma coisa é certa: Ele não era deste mundo. Ou, ao menos, não mais.

Quem era Ele? O Budha Maitreya, o Senhor do Mundo? Ou outra entidade ainda não conhecida? Uma coisa é certa: Ele não era deste mundo. Ou, ao menos, não mais.

Ninguém jamais soube nem jamais saberá o que foi pregado pelo Cristo Cósmico aos dez homens escolhidos para serem seus emissários entre os encarnados. Onde estavam não havia som de palavras. Imagens à velocidade de relâmpagos surgiam e sumiam e se sucediam numa confusão incompreensível para quem não estivesse entre os dez. Quanto tempo aquilo durou? Eles nunca souberam. O que tinham aprendido? Eles também jamais chegaram a sequer mencionar de leve. Aliás, seis meses depois do sacrifício de Yehoshua os dez homens ainda não tinham nenhuma lembrança do que haviam visto naqueles momentos fabulosos. As idéias, traduzidas para a dimensão tacanha dos homens daquele passado através de mensagens religiosas, foram toscos arremedos do que lhes havia sido gravado na memória espiritual. Por isto, aqueles espíritos determinaram-se a retornar em épocas diversas, sempre na condição de líderes mundiais voltados para a Ordem e o Progresso dos povos entre os quais nasciam. E em várias nações do mundo, pelos três séculos que se seguiram àquele da sagração da Cruz do Sacrifício pelo sangue do inocente derramado em luta justa pela Verdade, pelo Caminho e pela Vida, os apóstolos escolhidos têm encarnado sucessivamente, sempre buscando redimir a Mensagem do Mensageiro dos Mensageiros. Mas o progresso da condição humana no animal humano é tão lento quanto o crescimento de uma montanha e eles são obrigados a fazer esforços inauditos no sentido de recuperar as Almas que a cada geração mais e mais se perdem no tecnicismo que mata em quase todos a idéia de Deus, o Criador e o Senhor Sempiterno e Onipotente. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CXII ): YEHOSHUA PROSSEGUE EM SUAS PREGAÇÕES

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Judas sempre viveu em conflito entre a Paz do Cristo e a Guerra dos homens.

Judas (Qeryoth) sempre viveu em conflito entre a Paz do Cristo e a Guerra dos homens.

Yehudhah ish Qeryoth [era este o nome hebraico (transliterado em portuguêsque Judas possuía entre seus companheiros] seguiu Yehoshua, dispersando seus comparsas com um aceno imperioso de mão e sem lhes dirigir a palavra. Os outros sicários permaneceram ali, ainda sob a hipnose das palavras que tinham ouvido. Alguma coisa se revirava dentro deles e os inquietava. Alguma coisa que faria que a quase totalidade não mais continuasse na vida de crimes e assassinatos que vinha levando até aquele momento mágico. A figura autoritária de Yehoshua os tinha impressionado profundamente e mesmo quando todos já se haviam dispersados, eles permaneceram ali, parados, cada qual mergulhado em si mesmo. Aos poucos foram-se sentando no chão, silenciosos. Alguns rabiscando com o dedo um desenho qualquer na areia e nenhum conversando com um companheiro. Cada qual estava profundamente recolhido aos seus próprios pensamentos.

Yehoshua caminhou em silêncio, trazendo atrás de si, também silencioso, seu discípulo insubordinado. Quando chegaram perto da rua mais movimentada da cidadezinha, o Mestre se desviou e tomou a senda que levava à estrada de pedra construída pelos romanos. Andaram por ela em direção a Cafarnaum, mas não chegaram àquela cidade. Yehoshua retirou-se para a mata que ladeava a estrada, movimentada àquela hora do dia, e se embrenhou ali, sempre seguido pelo seu discípulo silencioso. Finalmente, à margem de um córrego de águas cristalinas, o Mestre tomou assento numa pedra e fechou os olhos, tomando a posição padmasambava. Judas sempre tentara imitá-lo, sem resultado. Tinha as juntas do corpo muito duras e, por isto, desistira de o fazer. Mais

OROZIMBO E A SAUDADE

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Orozimbo gosta de me provocar.

Orozimbo gosta de me provocar.

Eu me preparava para continuar a saga desconhecida de Yehoshua quando a campainha tocou. Fui atender ao portão e era Orozimbo. Cumprimentou-me como de costume, com um aceno de cabeça, e sem mais aquela entrou pelo meu gramado e foi direto para a varanda, subindo os poucos degraus da escada que levam a ela. Sentou-se em seu toco, acendeu seu pito e ficou ali, baforando e olhando o vazio. Fui buscar seu café amargo e lho dei, perguntando se desejava conversar sobre algum assunto. Se não, então eu voltaria ao que ia fazer quando ele chegou. Respondeu-me que sim, que queria conversar. Puxei uma cadeira e me sentei ao seu lado. O sol já começava a incomodar, mas raramente ele aceitava entrar em casa. Gostava de ficar ali devido ao toco que lhe servia de cadeira. Na verdade era mesmo um toco. Um tronco de mangueira, grosso, com a altura mais ou menos do joelho de uma pessoa. Eu o colocara ali por gozação, mas para minha surpresa, ele adotou o tronco como se “toco” de assento e não largou mais.

— E então, do que vamos falar, hoje? — Instiguei, curioso. Quando meu amigo vinha aqui é porque queria conversar ou estava “incafinfado” como ele dizia.

— De vancê — respondeu-me ele, desconcertando-me. Mais

OROZIMBO E O FIM DO BRASIL

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Meu amigo me deixou preocupado.

Meu amigo me deixou preocupado.

Eu estava às voltas com a secura do ar. Nesta época do ano, quando, no passado, o clima do Centro-Oeste brasileiro era super agradável, o ar atualmente fica quase sem água. O calor, então, é estranho. O ar está quente e seco. Não há umidade suficiente e nossa pele, nossos olhos, nossas fossas nasais, tudo arde como se estivesse sendo assado em fogo brando. A cabeça dói uma dor constante, latejante e que perturba o sentido de equilíbrio. Ao menos nos velhos, como eu. Para aliviar a secura, de duas em duas horas molho os  121 m2 de meu “jardim” diante da varanda de casa. Pois bem, estava eu fazendo isto, já às 6:30 h, quando, para minha surpresa, Orozimbo me surge no portão. Abri-o e ele entrou lépido. Como sempre não perguntou o que eu fazia. Era olhar e ver, portanto, meu velho não desperdiçava palavras. Simplesmente me deu um tapa doloroso no ombro esquerdo e foi-se sentar em seu toco, entregando-se ao seu costume de sempre: colocar fumo dentro do pito. Continuei molhando o gramado, a jaqueira ainda em crescimento (tem mais ou menos 1,75 m de altura e 9 meses de idade), o limoeiro (mesma altura e mesma idade), a laranjeira (um metro mais ou menos e mesma idade que as duas outras) e o preguiçoso pé de jabuticaba (cinco anos e mais ou menos 80 cm de altura). Junto deles, um pé de mirra, um arbusto que está espalhando galhos para todos os lados. Quando acabei meu trabalho, entrei e peguei o café preto e sem açúcar para Orozimbo. Então, sentei-me a seu lado e esperei que falasse. E ele falou. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO (CXI ): O QUE FEZ JUDAS ANTES DE SALVAR SEU MESTRE

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Iscariotes não gostava dos romanos, mas começa a a também não gostar dos rabis de Jerusalém.

Iscariotes não gostava dos romanos, mas começava a também não gostar dos rabis de Jerusalém.

Judas deixou Matilde com uma caravana que se dirigia a Jerusalém e foi-se encontrar com os outros discípulos do Mestre. Instruiu-os sobre onde encontrar Yehoshua e sem dizer para onde ia, apartou-se deles. Também de carona em uma caravana de sírios, foi para Jerusalém. Na cidade movimentada, onde todos os povos se encontravam, foi direto ao Templo onde se encontrou com Caifás. Mas este lhe ordenou que fosse à noite à sua casa. Precisavam de discrição. Afinal, a fama de Iscariotes não era nada edificante para um dignitário de Templo. Judas retirou-se do Templo e perambulou pelos arredores do palácio de Herodes, observando tudo e procurando ouvir o que se comentava. Falava-se muito de uma possível guerra entre romanos e os povos do Levante, mas Judas não viu grande agitação entre os soldados de roma. Talvez, como sempre acontecia, a boataria era somente isto: boato. O que lhe interessava não eram guerras entre estrangeiros, mas sim o que se podia falar sobre seu Mestre Yehoshua. Tinha presenciado os milagres dele e sabia que suas ações desagradariam profundamente os rabis do Templo de Jerusalém, visto que suas pregações iam frontalmente contra e até agrediam claramente as autoridades máximas do governo teocrata da cidade.

Judas buscara chegar a Jerusalém antes dos rabis que viriam com certeza de Cafarnaum e iriam direto envenenar os dignitários do Templo. Sabia que Yehoshua não era bem-quisto por eles porque toda vez que entrava numa sinagoga, até mesmo no Templo, para fazer pregação, não poupava ninguém e seus prediletos eram justamente os que mais tinham poder sobre todos: Caifás e Anás. O discípulo, a cada vez que presenciava um feito extraordinário de seu Mestre, mais convencido ficava de que ele poderia convocar milhares de arcanjos para lutar pelo povo de Israel. Era seu maior sonho. Era seu maior desejo: ver seu povo livre para sempre do poder romano. Mais

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