AULA Nº 2 DE PSICOLOGIA DA ANTROPIATRIA SINCRÔNICA RESSONANTE – P.A.S.R.

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Só os  bons vão ler e compreender estes artigos.

Só os bons vão ler e compreender estes artigos.

Vamos começar esta aula recordando os dados mais pregnantes para nossa Teoria, citados na aula anterior:

a) Somos formados mais por Espaço do que por Matéria, o que, no mínimo, significa que somos Um com o Todo;

b) Vivemos em uma realidade energética e a energia nos envolve e nos penetra na forma de fótons;

c) Nosso Cérebro Pré-frontal é um tremendo gerador de energia na forma pensamento, imaginação ou fantasia.

d) Podemos influir nos fótons energéticos polarizando-os ou magnetizando-os negativamente ou positivamente, mudando, deste modo, seu fluir natural no Espaço;

e) Trazemos em nosso Cerebelo todo o registro arquetípico de nossa Evolução desde quando ainda evoluíamos na Cadeia Planetária Setenária Lunar. Mais

AULA Nº 1 DE PSICOLOGIA DA ANTROPIATRIA SINCRÔNICA RESSONANTE – P.A.S.R.

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A gigantesca Antares. Diante dela nós somos poeira de vírus.

A gigantesca Antares. Diante dela nós somos poeira de vírus.

Quero lembrar, primeiro, do que já escrevi sobre nossa insignificância na dimensão espaço-tempo. No artigo mostro como o Sistema Solar, diante de estrelas como a gigantesca Antares, por exemplo, simplesmente deixa de existir. E pergunto: e nós, nesta dimensão cósmica, o que somos? Muitos leitores se assustaram ao tomar consciência de sua pequenez, menor, como eu digo jocosamente, que a unha de um vírus, se vírus tivesse unha. O belíssimo Sol não ultrapassa um pixel.

Em artigos recentes sobre Dilemas, de passagem citei algumas coisas da Teoria da Antropiatria Sincrônica Ressonante, quando discorri sobre os Dilemas em nossa vida.

Este artigo pretende dar algumas informações a mais sobre minha teoria. E para começar vou-lhe causar outro choque: informo que você e eu e todos os seres humanos somos feitos de 0,000.000.000.000… 1% de Matéria e 0,000.000.000.000…9% de Espaço. Por mais que isto lhe espante a verdade é o que afirmo: Espaço. Não é a água que predomina em nossa constituição, mas o Espaço. Engraçado, não? Mais

AGORA FALANDO SÉRIO…

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O Cantareira está locando seu leito para invasão de sem-terras. Quem se habilita?

O Cantareira está locando seu leito para invasão de sem-terras. Quem se habilita?

Comecemos pela seca no Brasil. Há menos de 20 anos atrás ninguém acreditaria que nosso país, riquíssimo em águas, colocaria São Paulo em apuros porque o regime de chuvas birrentamente mudou de modo drástico (é claro que a eliminação da Mata Atlântica não tem nada haver com isto). E eis que, neste terceiro milênio, estamos na seguinte situação: a) Chove a cântaros no Estado de São Paulo e em estados do Nordeste brasileiro. As capitais destas regiões viram verdadeiros lagos, com peixe entrando nas casas e nas lojas e, com eles, urina de ratos, muita urina de muitos ratos. Mas no campo mesmo, nadica de nada. É seca de rachar. Por isto, os açudes nordestinos estão em petição de miséria, o cantareira está permanentemente na UTI e o São Francisco morre devagarinho. Mais

POIS É, CUNHA. AQUI SE FAZ, AQUI SE FODE…

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"Eu disse: sou fichinha. Me deixem em paz e corram atrás do tucanaço. Mas ninguém me ouviu. Agora, olha ele aí, olha! E é tucanaço mesmo. Vejam o narigão dele!"

“Eu disse: sou fichinha. Me deixem em paz e corram atrás do tucanaço. Mas ninguém me ouviu. Agora, olha ele aí, olha! E é tucanaço mesmo. Vejam o narigão dele!”

Cunhão (não é culhão, é Cunhão mesmo. É que “Cuninha” não cabe no sujeito de nariz tão grande quanto bico de Anu e cabeça tão descomunal quanto uma melancia), mas como comecei a dizer, Cunhão anda doido varrido. Está espadanando água suja pra todo lado e enlameando o Brasil de Norte a Sul. É que seu in-digno “nomão”, apesar de todo o rebuliço que fez na Câmara e das cacetadas que desceu sem dó nem piedade no lombo da Socorro-Que-Já-Não-Sei-Mais-O-Que-Fazer e, por extensão, no lombo de todos os brasileiros (ele não respeitou nem limites nem Leis nem nada que preste), não escapou do dedo-duro Júlio Camargo que, sem qualquer dó, disse que o Patifaço levou uma gorja de apenas cinco milhõezinhos de dólares, uma ninharia diante da roubalheira da famíla do Nove Dedos. Mais

O DILEMA NO CONCEITO DA FAMÍLIA (V) – É POSSÍVEL EVITAR OS DILEMAS?

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Você só pode apreender a complexidade dos Campos Dilemáticos se o observar a partir da posição da Psicologia Sincrônica Ressonante.

Você só pode apreender a complexidade dos Campos Dilemáticos se o observar a partir da posição da Psicologia Sincrônica Ressonante.

Um amigo, depois de me ler sobre a Teoria dos Dilemas em Nossa Vida, ficou espantado. Segundo ele, é tão simples a idéia e, no entanto, ainda que sendo formado em Filosofia, jamais lhe passara pela cabeça pensar a vida a partir dos dilemas. Então, em telefonema, me fez a pergunta acima. Eu lhe perguntei de volta: “É possível sobreviver sem água?”

Nós podemos perfeitamente viver sem problemas. Até porque os problemas são proposições matemáticas objetivas, com fórmulas que nos proporcionam chegar a uma ou mais respostas invariáveis para eles. Mas um Dilema, qualquer que seja, não tem resposta ou respostas. Um Dilema tem opções que podem ser adequadas ou inadequadas para uma melhor saída de sua teia.  Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – LXIV – ISSA ENSINA AOS CELTAS

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Ao surgir no horizonte, ele muda toda a paisagem.

Ao surgir no horizonte, ele muda toda a paisagem.

Aquele dia amanhecera com um sol brilhante como se a luz estivesse em festa. Os pássaros piavam com força e espargiam alegria pelo ar perfumado do olor das flores silvestres e daquele forte que o carvalho emanava de si. Issa estava sentado sob a grande árvore, olhos fechados, quieto, como se alheio àquilo tudo. Com certa reverência, Bryan e Allan vieram sentar-se ao seu lado. Ambos também mantiveram o silêncio e também fecharam os olhos, cada qual tentando compreender qual a razão de se manter assim. E logo uma paz desceu sobre eles. Os sons e a claridade da luz solar invadiram-lhe os poros e seus corpos foram tomados por uma energia que eles desconheciam até aquele momento. Então, quando já não mais se percebiam integrando um mundo objetivo, ouviram a voz de Issa que falava com um tom de riso.

— Com quê, então, os bravos guerreiros celtas também se renderam à Paz do Pai? Mais

CAP. XI – A OUTRA FACE DA REALIDADE QUE NÃO VEMOS (Continuação)

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Capítulo IV – O Ritual (Parte III)

O belo chalé onde ninguém esperava o que estava por vir.

O belo chalé onde ninguém esperava o que estava por vir.

          Milena não se deitou. Tomou demorado banho de imersão, enxugou­-se, penteou-se e sentou-se em confortável sofá, lado oposto à cama e de costas para a janela. Tinha uma xícara de chá de tília que preparara para si mesma na elegante chaleira de prata sobre a cômoda de pau-brasil e cedro-do-líbano. A bebida quente lhe revigorava o corpo. Em sua cabeça turbilhonavam as memórias daquele dia atabalhoado e sinistro. Sua vida, a ilha, tudo fora virado pelo avesso desde que aquela estranha repórter viera com ela. Milena meditou em como se haviam encontrado. Nas conversas e nos acontecimentos insólitos que lhes tinham acontecido durante o dia. A corcova no mar ainda lhe trazia forte emoção.  O que teria sido aquilo? A milionária começava a achar que não fora uma boa idéia ter convidado Ma­ra a vir até a ilha. Aquele seu cantinho paradisíaco nunca mais seria o mesmo depois daquela tarde macabra. Pobre e querido amigo Khamal, que fim trágico. Mais

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