VOCÊS SABEM QUEM É KASSAB?

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Ele usa colarinho branco...

Não, não. Tem nome árabe e com certeza possui sangue daquele digno povo correndo nas veias. Mas é só. Kassab desmoraliza sua descendência e “cospe” nos brasileiros. Quem quiser comprovar o que digo visite o link http://www.estadao.com.br/. Vai “gostar muito” da informação veiculada pelo ESTADÃO. Veja você, leitor, como é fácil, para os de colarinho branco, manipular a Lei no Brasil. Sei que meu blog é lido no exterior, mas não sinto nenhuma vergonha de colocar às claras o que acontece aqui. Lá fora, também, há os polititicas. Só que eles se danam, quando são PEGADOS no flagra. Aqui, como aconteceu com o Kassab, tudo tem jeito. O processo é ignorado, o prazo vence, a Prefeitura tropeça nas pernas, o processo “desaparece” e quando “reaparece” Oh! Milagre! Está conforme a Lei! Não é uma coisa assombrosa? Por que processos similares pertencentes a gente do Zé Povinho não passam pelo mesmo túnel de milagres que, curiosamente, sempre protege o Zé Povão?

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O MARANHÃO, EM FRANGALHOS, PEDE SOCORRO

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Linda Praia Maranhense

Estado do Maranhão, graças ao Feudo Sarney, foi reduzido a extrato de pó de bosta do peido do cavalo do bandido que ainda não entrou em cena. É isso mesmo! Os cidadãos que são presos naquele Estado são jogados em JAULAS, como se fossem animais! Nem entre os prisioneiros de guerra se viu tão grande desumanidade; tanto desrespeito pela vida. Mulheres, enjauladas, urinam em um balde, meio de cócoras para não machucar as nádegas, e à vista de todos, prisioneiras ou não. Afinal, estão em jaulas! Aqueles seres humanos estão sendo tratados piores do que eram os escravos nas senzalas. E viva o Feudo Sarney!!!!

Gente, eu tinha decidido não mais escrever sobre nossa vergonhosa polititica. As monstruosidades acontecem no nosso país tão velozmente, por conta dos polititicas, que desanima. Não dá tempo de explorar um escândalo e em um só dia pipocam mais de vinte por hora. Além do mais, meu “eleitorado” é pequeno, diante do volume de pessoas que somos: 200.000.000 de habitantes, dos quais pelo menos 80% sabe ler e 40% tem acesso à internet, eu creio. Mesmo assim, só conto com minguados 2.986 leitores no Brasil. Sei que meu blog é considerado elitista porque não aceito baixaria de modo algum. Como nossa educação moral e cívica é nivelada por baixo, estou mais por fora que umbigo de cobra em matéria de audiência. Mas prefiro não descer a ladeira para chafurdar na lama. No entanto, gostaria que meus dois mil novecentos e oitenta e seis leitores incentivassem seus amigos a também me lerem. Gostaria de que, se entre eles há pais de famílias, fizessem publicidade de meu blog nas escolas e incentivassem os professores a solicitar de seus alunos que me lessem. Meu português é muito bom. Aqui não há baixaria nem qualquer incentivo ao crime de qualquer natureza. E procuro dar informações valiosas para todos os níveis sociais, desde que sejam sadios. Podemos formar uma corrente muito forte. Capaz de fazer tremer as estruturas da corrupção em todos os níveis. Vamos lá? Vamos juntos lutar pelo Brasil? Se você é universitário, divulgue meu blog entre seus colegas. Talvez os universitários sejam mais rápidos na reação. Afinal, as revoltas, no Brasil, sempre começaram pelos universitários… 

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PSICOSES – Considerações e Generalidades

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Uma Fantasia...

Definição de Psicose: “Estado anormal de funcionamento psíquico”. Mas o que é normalidade? Pode-se supor que é normal tudo o que está de conformidade com o proceder da maioria e que é aceito por ela. Bom, poder, pode. No entanto, se alguém se encontra sob um viaduto de qualquer cidade grande, onde centenas de drogadictos e prostituídos consomem crack naturalmente e amplamente, pode-se supor que o consumo de crack é normal? Para aquele grupo, sim. Em relação a nós, eles são maioria e aquele comportamento não somente é aceito como incentivado por todos. Então, ali, o consumo de crack é normal e não consumi-lo é que é anormal. Naquele estrato social o conceito de normalidade tem sentido oposto àquele que possui no estrato social mais refinado.

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PARA REFLETIR

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“O jogo, assim como o fogo, consome em poucas horas o trabalho de muitos anos de vida”. (Marquês de Maricá). Se você tem tendência ou, pior, já se tornou viciado em algum tipo de jogo, reflita nesta sábia sentença de um homem que ainda continua presente, mesmo que já morto.

E HÁ ANÕES EM TODAS AS PARTES DE NOSSA CULTURA…

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Disse o Marquês de Maricá: “O anão, quanto mais alto sobe, mais pequeno se afigura”. Olhe à sua volta e veja quantos anões agitam freneticamente seus minguados braços do alto de algum lugar, pensando que são gigantes…

A FORMAÇÃO DO SISTEMA SOLAR

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Nebulosa do Caranguejo – berçário de estrelas e planetas

A Geologia defende a teoria de que o Sistema Solar começou há 4,57 bilhões de anos solares, no éon denominado Hadeano. Aqui, há flagrante discordância com o que Mme Blavatsky diz na pg.82 de sua obra, intitulada A doutrina Secreta – Síntese da Ciência, da Religião e da Filosofia, pg. 82, Vol. III. No quadro que se encontra no referido livro, é dito que “desde o início da Evolução Cósmica até o ano hindu de Tarana (ou 1887) decorreram 1.955.884.687 anos lunares. No pé da página há uma nota: “Diz a Doutrina Esotérica que esta “evolução Cósmica” diz respeito somente ao nosso Sistema Solar, ao passo que no hinduísmo exotérico ela se refere, se não me engano, a todo o Sistema Universal”.

A diferença entre as datas oferecidas pela Ciência da Arqueologia e a Doutrina Secreta é gritante. Mas temos de considerar que as medições arqueológicas se tornam demasiadamente imprecisas e carecem de confiança quanto mais recuam no tempo. Bem mais próximo da datação arqueológica está o período considerado para um dia de Brahma, na Doutrina Secreta: 4.320.000.000, ou 4,32 bilhões de anos lunares. Se considerarmos que na Torá e na Bíblia se diz que Deus trabalhou Sete Dias para criar o Homem, então, talvez o período verdadeiro seja o de um dia de Brahma.

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A BELEZA DO ADJETIVO (II)

4 Comentários

Bom, vamos continuar a estudar esta classe de palavras de nossa gramática, que, como já vimos, empresta beleza à frase que construímos, desde que saibamos servir-nos das regras gramaticais.

Nós vimos a locução adjetiva. Ela é necessária à nossa língua porque nem sempre encontramos um vocábulo que expresse exatamente aquilo que desejamos representar oralmente. Por exemplo:

– Meu colega de turma;

– Teu companheiro de farra;

– Minha manga de camisa.

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