AÍ, LULÃO, FOI MAL. DESCULPE.

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O Brasil sem o bocão do Lulão não tem graça. Fora câncer!!! Deixa nosso bocudo em paz!

O Brasil sem o bocão do Lulão não tem graça. Fora câncer!!! Deixa nosso bocudo em paz!

Quando eu disse “Cala a boca, Lula!” não tinha em mente o desejo de que você fechasse a boca através de um mal tão ruim como esse que a Souza Cruz lhe deu de prêmio por sua fidelidade ao cigarro. No duro, no duro, cabe à Souza Cruz o peso de ter feito calar o maior bocudo do Brasil. E do modo mais cruel possível: pelo câncer. Esta doença, nascida da mente do “Vermelhão”, é terrível. Não há forma benigna. Todas elas fazem sofrer a quem tem a desdita de ser premiado com uma. Eu não a desejo para ninguém, nem mesmo para meus desafetos. Sou brasileiro e como tal, gosto de descer o malho no erro dos outros (e esconder os meus, que não sou besta, né mesmo?), mas quando o negócio descamba para algo tão ruim, aí eu deixo de ser cruel.

Nós, brasileiros, somos todos do Oba! Oba! Gostamos de corrigir os outros (principalmente), mas não somos chegados à violência (a não ser quando se chega ao subsolo do fundo do poço, como acontece com a turma do chamado “crime organizado”). Eu malho os que chamo de “polititicas”, mas reconheço que onde estão e com o pouco sentido de civismo que lhe deram, poucos são os que não atolam o pé na jaca, como fez “nosso” Orlandinho Não-Sei-de-Nada (aliás, a família dos “Não-Sei-de-Nada” é enoooorrrrmmmmeeeeeee no nosso ‘Brazil’. Nosso próprio bocudo faz parte da dita cuja, lembram-se?).

Aqui, no verdadeiro Brasil, tudo termina em samba. E dos bons. Mas o Lulão não deixou por menos e isto me alegra. Ele, quando soube que estava com câncer, tratou logo de mandar que o hospital fizesse o maior alarde, com boletins televisivos e jornalísticos para todo o mundo. Afinal, nosso bocudo não vai mesmo deixar as luzes da ribalta. Vai brilhar custe o que custar. É isso aí, metalúrgico!!! Até o fim esteja sob os holofotes. Não se diz na política que “quem não é visto, não é lembrado”? Então, não sossegue. Dê exemplo de como driblar o ostracismo. Esta sua atitude foi de Mestre, mesmo que você jamais tenha pisado numa sala de Mestrado. Mas para tanto, basta ter orientadores e você os teve às carradas, não foi? E vamos cantar:

“Pra frente Lulão, Lulão! Salvem o bocudão!”

E O NEOLIBERALISMO TRABALHA À SORRELFA PARA NOS COLOCAR SOB SEU DOMÍNIO.

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Se o "salão" do Narigão dele representa a Sociedade Brasileira, ei-lo que faz a limpeza que o Neoliberalismo quer em nossa Sociedade.

Se o "salão" do Narigão dele representa a Sociedade Brasileira, ei-lo que faz a limpeza que o Neoliberalismo quer em nossa Sociedade.

Gente, quase todos os brasileiros sabem o que são as ONG’s, Organizações Não Governamentais. Criadas para agir paralelamente ao Serviço Público incompetente, prestando à população os serviços que seriam de competência deste, as ONG’s se transformaram em mais um instrumento de assalto aos cofres públicos, haja vista o exemplo de “nosso” Orlandinho Parada Dura.

Mas será que os brasileiros, mesmo os mais bem informados, sabem o que são as Organizações Sociais? Não creio. Eu mesmo só tomei conhecimento de suas existências quando vi pela TV os funcionários dos hospitais goianos em passeata para defender o SUS, em detrimento das OS. O Governador Marconi Perillo, seguindo a filosofia básica do PSDB de que faz parte, está entregando a administração dos hospitais estaduais às tais OS, inclusive àquelas com sede no exterior. Em outras palavras, ele está privatizando a saúde no Estado.

Alerta, povão! O PSDB e seu cupincha, o PSDB, não vão largar nossos ossos, não. Vão privatizar o Brazil ainda que à força. Esta filosofia está inserida no que eles chamam de “Reforma Administrativa do Estado”. Esta Reforma, na verdade,  é uma pequena fatia do universo neoliberal em que  vivemos à força e que se assenhoreou da vida nacional. O que se pretende com ela é a adaptação da Gestão do Estado à concepção de “Estado Mínimo”, onde suas funções se circunscrevem àquelas ligadas aos negócios jurídicos, de segurança e administrações próprias do governo (licitações, administrações contratuais, burocracia ministerial, conchavos internacionais etc…). A Reforma Administrativa para a Área da Saúde, conclui-se, não brotou de algum crânio privilegiado entre os burocratas de plantão no palácio do Governo; em realidade ela é a materialização da proposta neoliberal que se tem para o país, dirigida para a mercantilização dos serviços de Saúde Pública, de Educação, deTransporte terrestre, ferroviário, aeroviário, fluvial etc… Mais

CALA A ABOCA, LULA!!!

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Fecha essas asas, Lulão!

Fecha essas asas, Lulão!

E o Lulão continua firme e forte achando que ainda é o Rei da Cocada Preta. Ontem, li no MSN seu pronunciamento diante dos grandões do Poder Mundial. Um vexame. O homem quando abre a boca é bom que se tape os ouvidos. Que é isso, Lulão! Na Ribalta, há um tempo de luzes e aplausos e um tempo de silêncio e quietude. Neste último, o ator sai do palco e se recolhe à sua insignificância social, dentro do nível em que está inserido. Você já brilhou na ribalta, Lulão. Mas a peça terminou. O teatro apagou as luzes. A platéia já saiu em busca de outro teatro, de outra peça. Então, é hora de você se recolher à sua insignificância, arre! Pare de ficar dando vexame em nome do Brasil, mundo a fora. Como diz a juventude de agora, “a fila andou”. O Brasil que você deixou há dois anos já não é mais o mesmo de agora. O mundo todo mudou, Lulão. Você já colheu troféus de sobra para si mesmo e para seu PT de maracutaias homéricas. Até conseguiu guarda permanente para defender sua imunidade pessoal e de sua família! Quer mais? É pecado mortal exercitar a Gula, Lulão. Seu adorado PT encheu a burra quando você estava no Poder. Basta que se vejam os tremendos escândalos que estouraram em seu tempo de Governo. Os ministros deram dinheiro a mais não poder ao Partido dos Trabalhadores (???). Agora é a vez do PC do B, Lulão. O partidinho de m… quer sua mamada e o Orlandinho estava indo muito bem, obrigado, quando um peste sem mãe tratou de entornar o caldo. Vocês, do PT ou não, têm que fazer um treinamento na MÁFIA ou na COSA NOSTRA italianas. Aquele pessoal sabe muito bem como cometer crimes. Aqui, os Deputados, quando se vêm sentados na cadeira de Ministro perdem as estribeiras e vão com sede demais ao pote. O que dá é o que se vê desde FHC. Os Ministros sangram o erário público e o INSS paga a despesa da operação tapa buraco. Vai lá, Lulão. Se manca e sai de fininho que já estás fazendo besteira grossa…

CARAMBA… LI E FIQUEI ARREPIADO. VEJAM QUE BELA DESPEDIDA…

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Agora, Hugo, não tem mais volta. Espero que teu desespero seja breve. Afinal, tu te equivocaste com uma filosofia morta...

Agora, Hugo, não tem mais volta. Espero que teu desespero seja breve. Afinal, tu te equivocaste com uma filosofia morta...

Ninguém pode estar esquecido de Hugo Chavez, amiguinho de nosso Ex-presidente Lulão. Este, nunca deixou de fazer rasgados elogios ao troglodita venezuelano. Mas rapaz, se  o sujeito leu esta missiva deve ter chorado lágrimas de sangue…

Leia a carta de despedida da ex-esposa do Ditador.

Impressionante, muito profunda a despedida precoce de Nancy Iriarte Díaz (sua ex-esposa) a Hugo Chávez; que foi publicada em 9 de agosto de 2011 num dos jornais venezuelanos de maior circulação: o “El Universal”.

        Hugo, algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:

          Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguistes sem quartel, os aprisionastes em cubículos indignos até para animais, os insultastes, os humilhastes, os enganastes, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal… Porque o fim dos tempos não te alcançaria.

Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu “ciclo vital” se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que das teu último alento, te vás desta vida cheio de angustia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguistes e insultastes, os representantes dessa Igreja que ultrajastes por prazer, claro que te vão dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabem que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tu alma ante o momento que tudo define.

Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, uma a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.

Diga-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado… Diga-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aparecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.

Podes escutar o povo do teu país lá fora do teu quarto?… Deve ser tua imaginação ou os efeitos da morfina, não estás na tua pátria, estás em outro lado, muito distante, entre gente que não conheces… Sim, estás morrendo em teu próprio exílio, entre um bando de moleques a quem confiou entregar teu próprio país, teus últimos momentos serão passados entre cafetões e vigaristas, entre a tua corte de aduladores que só te mostram afeto porque lhes davas dinheiro e poder; todos te olham preocupados e com raiva, nunca deixastes que nenhum deles pudesse ter a oportunidade de te suceder; agora os deixas ao desabrigo e teu país à beira de uma guerra civil… Era isso o que querias? Foi essa a tua missão nesta vida? Esquece-te da quantidade de pobres, agora há mais pobres do que quando chegastes ao poder; esquece-te da justiça e da igualdade quando praticamente lhe entregastes o país a uma força estrangeira que agora teremos de desalojar à força e ao custo de mais vidas.

Tenho a leve impressão que agora sabes que te equivocastes; acreditastes num conto de passagem e te julgastes revolucionário, e por ser revolucionário… imortal; convocastes para o teu lado os mortos, teus heróis, esses fantasmas que também julgavas ter vida, Bolívar, Che Guevara, Fidel, e Marx que nunca conhecestes e que recomendavas a sua leitura… Andar com mortos te levou à magia e aos babalaôs, te metestes a violar sepulturas, e a fazer oferendas a uma corte de demônios e espíritos maus que agora te acompanham… Sentes a presença deles no quarto? Estão vindo te cobrar, recolher a única coisa que deverias valorizar em tua vida e que tão sinistramente atirastes na obscuridade e no mal, a tua alma.

Bem, me despeço; só queria que soubesses que passarás para a história do teu país como um traidor e um covarde, por não teres retificado tua conduta quando pudestes e te deixastes levar por tua soberba, por teus ideais equivocados, por tua ideologia sinistra renunciando aos valores mais apreciados, a tua liberdade e à liberdade dos outros, e a liberdade nos torna mais humanos.

“O socialismo só funciona em dois lugares: no céu, onde não precisam dele, e no inferno onde é a regra dos que sofrem”.

Nancy Iriarte Díaz

 

Carta da Dra. MARIA ISABEL LEPSCH AO GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO – SERGIO CABRAL

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Não pude deixar de exultar com o excelente recado desta médica que me passaram por e-mail. Sei que ela gostará de saber que o mundo todo vai tomar conhecimento de sua revolta, como vem tomando conhecimento da minha. Por isto, tomei a decisão de transcrever aqui sua missiva ao polititica do Rio de Janeiro. Esta cidade, com a saúde capengando como um diabo coxo, vai receber os visitantes que virão de outros países realmente politicamente civilizados para hospedá-los durante a Copa do Mundo. Eta, que vexame!

Sabe, governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes.Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo. Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também.

Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual. Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue. Parece-me que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul…

Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado. Ao final do curso nova seleção, agora para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo. Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo.
Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor.

No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro’. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi abandonar este cargo.

Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói, como mãe de quatro filhos, ver outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho.

Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar “cara-a-cara” com o paciente como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração.

Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção
e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.

É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de ”lenga-lenga” para salvar vidas. Que vidas, senhor governador ? Nas UPAS? tudo de fachada para
engabelar o povão!!!!

Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico ?
Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos.

A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências…

Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico.

E aí vem o senhor com a história do “lenga-lenga”. Acorde governador ! Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão. Faça a mudança. Execute.

“Lenga-lenga” é não mudar os hospitais e os salários. Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico. Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo. A responsabilidade é sua, governador. Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador ?

Dra. Ma. Isabel Lepsch

ICARAÍ Rua Miguel de Frias 51 sala 303 Tel: 2704-4104/9986- 2514

NITERÓI Av. Amaral Peixoto 60 sala 316 Tel: 2613-2248/2704- 4104/9982- 8995
SÃO GONÇALO Rua Dr. Francisco Portela 2385 Parada 40 Tel:2605-0193/3713-0879

Aproveite e dê uma vista d’olhos neste site: http://www.youtube.com/watch?v=t0JJPFruhAA.

DESCOBRI A CURA INSTANTÂNEA PARA QUALQUER DOENÇA DE APOSENTADO DO INSS!!!

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A estátua mais repudiada por mim, desde minha meninice. Atualmente o roxo foi trocado pelo vermelho.

A estátua mais repudiada por mim, desde minha meninice. Atualmente o roxo foi trocado pelo vermelho.

Este artigo é escrito com letra roxa porque o roxo, aprendi desde cedo na Religião Católica Apostólica Romana, é a cor da dor do Cristo. Quando eu era criança, na semana santa, em Teresina, na Igreja de São Benedito, um Cristo de barro, deitado e representando o Senhor recém-descido do madeiro, coberto de cicatrizes e de sangue, tinha seu cubículo todo recoberto com panos roxos. Aliás, toda a igreja era coalhada com tecido roxo. No meu íntimo nasceu um medo absurdo ao roxo. Medo e aversão a esta cor, pois, desgraçadamente, os carros fúnebres teresinenses também tinham estas cores em seus reboques onde iam os caixões dos defuntos. Eu associei o roxo à morte repulsiva pregada pelo catolicismo e temia intensamente esta passagem, pois em meus tenros anos de meninice já tinha plena consciência de que eu era um pecador inveterado, principalmente no quesito meninas. Pois bem, com 71 anos completinhos, finalmente estou em paz com o roxo. Afinal, descobri que esta é a cor de Mestre Saint Germain e, também, a cor do Espiritismo Elevado e dos Grandes Devas. É a cor do alimento espiritual que, no mundo dos “mortos”, alivia as dores das almas sofredoras (como a de muitos polititicas brasileiros que estão acendendo velas desesperadamente para “São Soubesse”, lá nos mundos infernais. “São Soubesse” é o santo que só chega depois do milagre feito). Enfim… Mais

É… O ORLANDINHO ENFIOU O PÉ NO PINICO DO PC do B

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É... Não adianta rezar, Orlandinho. O bicho pegou mesmo... Mas não chora não. Você ainda vai continuar Deputado, ora.

É... Não adianta rezar, Orlandinho. O bicho pegou mesmo... Mas não chora não. Você ainda vai continuar Deputado, ora.

E o Partido Comunista do Brasil, PC do B, rebola como pode para se livrar da caca que espirrou do pinico, quando o pezão do Orlandinho Parada Dura se enterrou lá dentro. Sabe, gente, quando leio as notícias sobre o Ministro dos Esportes, fico lembrando de outro, um Ministraço de Aço, Delfim Netto. Este, de tanto roubar, era conhecido como O Ministro Dez Por Cento. Toda e qualquer negociação que fazia no exterior, acho que no FMI e Bancos Internacionais, para conseguir os vergonhosos empréstimos para o Brasil mendigo da época, cobrava invariavelmente 10% para si (em dólar, que ele não era besta). Não é à-toa que é um dos mais ricos polititicas da atualidade. NINGUÉM jamais conseguiu meter o Ministraço na cadeia, o qual, atualmente, é Deputado ouvidíssimo nos Governos que se sucedem no “Brazil”. Até um Coronel Adido Militar Brasileiro na França, no Governo Geisel, devido aos escândalos que “Delfinzinho” aprontou, tentou conseguir retirá-lo do Poder. Resultado? Foi parar na reserva para deixar de ser intrometido (se você desejar ler alguma coisa mais a respeito do figuraça, vá ao blog http://www.tribunadaimprensa.com.br). É, gente, nosso “Brazil” tem peças únicas. Tão únicas na polititica nacional que, ao morrerem, deviam ser mumificados para que suas almas danadas não continuassem nos ameaçando com uma reencarnação futura.

Por que emprego o diminutivo que, em português, indica tratamento carinhoso? Ora, essa. Porque sou brasileiro, gente. E no Brasil temos a mania de tratar a todos indistintamente com carinho. Como é que o povo chamava os bandidões do Rio de Janeiro? Vou dar um exemplo: Fernando Beira-Mar era chamado de Fernandinho. Você pode-se recordar de pelo menos outros dez. Tente!. Mais

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