NÃO REAJA. ENTREGUE TUDO AO BANDIDO…

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Morreu porqe não tinha a menor noção de defesa pessoal.Entregue sua paz, entregue seu sossego, entregue a revolta de se ter sentido impotente, sem saber como reagir… Enfim, entregue-se ao sentimento de derrota e, depois, gaste tempo e dinheiro indo ao psicólogo em busca de paz e de equilíbrio, coisa que jamais lhe advirá pois o estímulo, o perigo, está constantemente na rua, ao seu lado onde quer que você esteja.

Entretanto, ninguém entrega aquilo que integra seu sentido de território psicológico (como sua carteira) sem se desequilibrar profundamente. Ninguém entrega aquilo que aprendeu ser sua identidade, sua afirmação de cidadania, como documentos pessoais, sem se sentir profundamente chocado e emocionalmente desequilibrado. Ninguém foi  gerado e educado para ser um permanente candidato a estupro. O estupro SEMPRE causa trauma profundo e uma situação como a da foto é um estupro. 

Eu sou absolutamente contra esta pregação das autoridades em doutrinamento do cidadão comum para a aceitação do estupro e a favor do meliante estuprador. O bandido também OUVE A TELEVISÃO. Ele ouve as autoridades aconselhando o cidadão a entregar de mão beijada tudo o que tenha, ao ladrão. O que você acha que acontece no psiquismo do criminoso que vê e ouve as autoridades todas a seu favor e contra o cidadão?

Quem é assaltado, no Brasil pelo menos, e tem seus documentos também levados, sabe que vai enfrentar perigos bem maiores que aquele. Os bandidos assenhoreiam-se dos documentos pessoais de sua vítima para cometer mais crimes utilizando-se deles e fica por conta do violentado provar, junto às autoridades e aos órgãos governamentais, que não é o responsável pelo que andam fazendo acobertados pelos documentos que lhe foram levados. O cidadão pode, inclusive, ir parar atrás das grades como criminoso e ter sua vida estragada, porque, uma vez passado o dia em que foi assaltado, nenhuma autoridade dará mais importância nem à sua palavra, nem a qualquer documento que tenha em mãos que comprove que realmente sofreu aquela violência social. No Brasil, o cidadão de bem tem de provar até que está vivo, o que é um absurdo. E aqui, também, se você é um cidadão de bem, perante as autoridades “in”competentes terá de provar tudo o que disser, mormente se estiver alegando algo que obrigue o funcionário público a trabalhar para solucionar um dilema que lhe foi imposto pelo desregramento individual e pela falta de Educação Social. Além disto, somos o país do Controle. Aqui em Goiás, o Governador está programando controlar os funcionários públicos, mormente nas OS, como a OVG, Organização das Voluntárias de Goiás, até quando vão ao banheiro. É a ganância do Poder sobre o outro. Controlar, controlar, controlar… Até onde? O vício do controlismo não leva ao bom desempenho funcional de ninguém. Quem é incompetente ou quem é ruim porque sofre de desequilíbrio psicoemocional não se concerta somente porque se sente vigiado ou controlado. Ao contrário, torna-se mais resistente e mais ardiloso, e isto é sabido desde quando o Diabo era bebê. E a resistência do controlado, no trabalho público, volta-se justamente contra aqueles que pagam os tributos que suprem seus proventos. Assim, se você sofre um “estupro social” e vai reclamar junto à Lei, não vai encontrar a Justiça trabalhando a seu favor. Todo o ônus das conseqüências do estupro social sofrido por você cairá sobre seus ombros, futuramente. Mais

TRÊS FILMES QUE VOCÊ DEVIA VER

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Mestre em fazer filmes bobos.

Mestre em fazer filmes bobos.

O primeiro você não deve assistir, a não ser que deseje sentir tanta raiva de si mesmo a ponto de cometer suicídio. É o filme de nome GENTE GRANDE, estrelado por Adam Sandler. Um filme de idiotas para imbecis. Eu não sei se o que eles pensam ser comédia é do agrado do público norte-americano, mas não creio que seja, pois seria um insulto a qualquer pessoa aceitar tal filme como divertido.


Rachel Weisz, sou fã de carteirinha desta moça.

Rachel Weisz, sou fã de carteirinha desta moça.

O segundo chama-se A INFORMANTE. Um filme baseado em fatos reais que nos deixa uma grande sensação de impotência e de revolta. Eu me peguei questionando a Bondade de Deus. Por que Ele permite tanta crueldade? Mesmo que se alegue que é karma daquela gente, das mulheres principalmente, é revoltante o que padecem sob o domínio do tráfico de escravas brancas. Mas o pior é que mostra que as entidades internacionais que deviam praticar a JUSTIÇA estão envolvidas até a alma naquela sujeira toda. Corrupção, assassinato, sexo coital sujo, imundo, imposto à força. Mostra com toda a crueza o quanto a alma humana pode descer em maldade e desvio moral. Enfim, o filme nos revira as entranhas e põe a bondade de Deus em xeque. Karma ou não, o Senhor da Justiça e do Perdão, com o incomensurável poder que possui sobre todas as coisas; que domina tempo-espaço completamente, bem poderia interferir diretamente com as almas humanas e insuflar nelas um mínimo de sua Justiça e de sua Caridade (o que já seria o máximo para nós), de modo que a humanidade não tivesse de descer tão profundamente nos negros abismos desta terrível Terceira Dimensão em que caiu. Talvez, a aceitar a tese da Teosofia e de outros ramos do Ocultismo, sejamos o restolho de outras humanidades que foram mais felizes e passaram adiante sem necessitar de ter que provar deste poço de misérias. Mas será que fomos tão terrivelmente ruins em nossa história pregressa? A Teosofia diz que só ficaram para trás os que não conseguiram chegar ao Sétimo Glóbulo da última Cadeia Setenária Planetária, no caso, a finada Cadeia Planetária Setenária Lunar. Então, pergunto eu, quem chegou ao quinto Glóbulo não obteve a Caridade de Deus? E aos coitados que não passaram do 4º glóbulo, nossa atual Lua, o que lhes coube? Seremos nós, aqueles coitados? Se somos, o Supremo Criador nos odeia tanto a ponto de nos castigar com o mais amargo que nossas almas têm em si? Por que? Há um escritor religioso que diz que o verdadeiro Inominado é cruel e não está nem aí para Sua criação humana, nós. Jeová é o Deus bom, enquanto o Criador verdadeiro é um Deus mau. Mas Jeová é o Deus hebreu. Quem é o Deus brasileiro?

 Não sou aquilo que se chama de religioso.Sou eminentemente crítico da Religião. Aceito uma teoria até que outra surja e me pareça melhor. Devo confessar que esta minha falta de Fé às vezes me incomoda, pois não me permite crer por crer em um Deus estranho, antropomórfico, que mora algures no Espaço. Até agora, a Teosofia é a minha bola da vez. Tomei conhecimento do Tao e entrei para um grupo liderado por chineses. O que ensinam não varia em quase nada daquilo que a OM-AUM (Ordem Mística de Aspiração Universal ao Mestrado) ensina no Rio de Janeiro. De meu ponto de vista, é até mais singelo no quesito conhecimento. Eles buscam chegar ao Mestrado seguindo à risca determinados costumes que julgam ser o correto. Eu creio que estão certos, dentro da cultura de onde vieram. Mas fazer que pessoas que estão neste caldo borbulhante que é o Brasil, cuja população ainda não tem nem mesmo uma radícula de cultura própria formada, sigam à risca os ditames de crenças alienígenas, é difícil. Por exemplo: o Tao manda que pratiquemos a gentileza. Jesus também ensinava este comportamento como um excelente caminho a ser palmilhado por aqueles que desejam sair da Roda do Samsara. Não é suficiente, mas adianta muito o avanço neste sentido. Mas gentileza, para o brasileiro, não é nada fácil de ser praticado. Até porque pouquíssimos compreendem o que seja objetivamente este conceito. A maioria o confunde com salamaleques sociais, rapapés falsos de etiqueta. O sorriso do chinês, em todas as situações que vivencia, é natural, pois é cultural. Exprime realmente uma satisfação por servir ao seu semelhante (isto, quando não traduz um sarcasmo amargo e ferino, como vi em alguns compatriotas de Mestre Wu). Eu vi o sorriso gentil na face de Mestre e Dr. Wu Chao-hsiang, e sempre estranhava que vivesse sorrindo. Ele tinha alegria em poder servir aos seus sidais. Humildemente tomava da vassoura e varria o mokoon, preparando-o para os alunos que iam chegar para a aula. Algumas vezes abaixava-se para limpar a sapatilha de alguém que a trazia com algum pó preso ao tecido e este gesto nunca o diminuía diante de nossos olhos, pois sua altivez era inerente ao seu comportamento. Acendia reverentemente os palitos de incenso e colocava as plantas em lugares especiais, de modo a que emanassem de si eflúvios energéticos benéficos ao grupo. Este, chegava totalmente ignorante do cuidado que o Sitaigong tinha tido com o local do treino e seus membrosnão se comportavam respeitosamente para com o ambiente por ele preparado. Eram indisciplinados, contavam piadas impróprias para aquele ambiente de respeito e se comportavam como macacos em um mercado. Mestre Wu mansamente ensinava sua cultura tradicional,através de seu comportamento, isto é, dando exemplo, sem se incomodar em que ela fosse absorvida ou não, pelos seus sidais. Já o japonês, com quem pratiquei aiki-dô à mesma época, não fazia isto. Competia aos seus cohai cuidar da limpeza e proporcionar ao Shidoshi todo o conforto possível, caso contrário todos éramos punidos com um “aquecimento” de estourar. Sua autoridade estava presente o tempo todo, lembrando-nos que lhe éramos inferiores no quesito combate. Quando fora do dojô, porém, era tão manso e gentil quando o chinês.

 O sorriso do brasileiro em situações que exigem a prática da gentileza é somente uma máscara. Não sorrimos de satisfação íntima pela oportunidade que o outro nos dá de servi-lo; nem pelaoportunidade que nos criam através de situações angustiosas, sofridas, mas que nos permitem a prática da paciência e da humildade, não. Há, em nosso íntimo, uma tendência perversa de sempre julgar nosso semelhante com certo azedume e desconfiança. Ainda somos arrogantes e infantis e esperamos, sempre, que o outro nos sirva. Não aprendemos que nascemos para servir e, não, para sermos servidos. E isto porque servindo somos obrigados a aprender e aprendendo tornamo-nos criadores, tal e qual o Inominado.

Eu creio firmemente que, em matéria de Religião, nosso caminho pode ser melhorado, mas com certeza não é o mesmo caminho que aquele dos chineses. Também não é o mesmo caminho que aquele dos negros africanos de onde nos veio o Candomblé e de onde derivou o ramo da Umbanda (mescla de Candomblé e dogmas cristãos de mistura com a doutrina kardecista), um espiritismo mais ao gosto brasileiro; nem aquele dos hebreus, de onde nos veio o Cristianismo, cujas regras foram entortadas por Papas, Cardeais, Bispos e Arcebispos europeus e codificadas na Bíblia católica; nem aquele do Kardecismo, espiritismo de origem européia e atualmente inserida e mesclada com a Umbanda derivada do Candomblé dos negros africanos; nem aqueloutro dos europeus de onde nos veio o Protestantismo (ramo do Cristianismo hoje totalmente deturpado pelos pastores gananciosos e sem qualquer ligação religiosa com o Cristo Verdadeiro); nem aquele que nos chegou a partir da Índia e denominada de Budismo. Estas quatro Religiões (o Espiritismo, o Candomblé, o Budismo e o Cristianismo) e esta derivação secundária (o Protestantismo) podem-nos dar as direções e o material necessário para formarmos nosso próprio caminho, nossa própria fé, mas não são, elas mesmas, o caminho certo para nós, brasileiros. Não significa que não possamos seguir os passos que indicam e alcançar a Libertação, ao final, mas o que desejo frisar é que acredito que nenhuma delas é a Religiãoque o brasileiro deverá cultivar num futuro distante. Jeová não é o Inominado, mas um eloha (singular de elohim) a serviço d’Ele. E este eloha, a crer no Deuteronômio, recebeu para seu cuidado o povo hebreu e não toda a humanidade, da qual faz parte o incipiente povo brasileiro. E aqui, volto ao filme. Ele nos conta uma história que se passa entre descendentes de três povos europeus, violentos, tradicionalmente aguerridos, guerreiros, a crer na História Oficial, coisa que a realidade tem, muitas vezes, desmentido. Falo da Sérvia, da Bósnia e, também, da Croácia. Segundo a História que a História não conta, tais povos derivam de tribos chamadas “bárbaras” que tinham por costume serem pacíficas e hospitaleiras, mas que terminaram por aprender a violência com os conquistadores, principalmente os romanos. E são os remanescentes destes que levaram para aqueles povos contemporâneos o vício da exploração das assim chamadas “escravas brancas”. O filme, baseado em fatos reais, é mil vezes mais chocante que qualquer outro baseado em ficção a respeito do mesmo assunto, como aquele intitulado BUSCA IMPLACÁVEL.

Cuba Gooding Jr, um ator que faz excelentes filmes.
Cuba Gooding Jr, um ator que faz excelentes filmes.

Finalmente, há o terceiro filme intitulado MÃOS TALENTOSAS. É a história verídica de um negro norte-americano chamado BEN CARSON, vivido no filme por Cuba Gooding Jr. Humano, drasticamente poético, o filme nos mostra a verdade do adágio popular que diz que por detrás de um grande homem há sempre uma grande mulher. No caso de Ben Carson, esta mulher foi sua mãe. Pobre, analfabeta, faxineira, negra em uma terra de esnobes brancos, ela, porém, tinha sempre a frase certa e o incentivo correto para seu filho. De um negrinho tido e havido como burro entre seus colegas brancos e que também acreditava em si como tal, ele chegou a ser expoente em uma das mais rígidas e difíceis Universidades americanas. E mais: tornou-se neurocirurgião e realizou a primeira separação de gêmeos ligados pelos crânios sem que um deles morresse. E operou centenas de outras crianças que os adeptos do karma afirmam que este determinara viessem assim dependentes. E suas mãos jamais selecionaram seus pacientes pela cor da pele, uma lição que os brancões racistas americanos jamais aprenderam. Cuba Jr é o negro que faz o papel de Ben Carson e seu trabalho, como sempre, é excelente.

O filme me tocou, entretanto, não pela história do médico em si, mas sim pela história de sua mãe. Em dado momento eu me peguei chorando com inveja do americano negro que teve uma senhora mãe. Percebi a crueza que foi minha vida sem a presença de minha mãe. Sem uma mulher-mãe que fosse minha companheira; que me incentivasse daquele jeito fantástico e carinhoso que só as mães têm para com seus filhos. E vi, enquanto assistia ao filme, minha infância seca de carinho, seca de amor, seca de incentivo positivo. Ninguém acreditou de verdade em mim, senão eu mesmo. Eu queria ser médico, mas me impuseram que fosse militar naval ou nada. E me atrapalharam, e me confundiram, e me tiraram o tapete de sob os pés. E por isto fiquei à deriva, entrando e saindo de faculdades sem me sentir integrado a nenhuma delas. E foi por qualquer coisa que não sei definir – destino, acaso etc… –que com 33 anos, idade em que geralmente as pessoas já estão formadas e militando nas profissões que escolheram, que fui dar com os costados na Universidade Gama Filho, no curso superior de Psicologia. E aqui eu me encontrei. Mas se tivesse contado com uma mãe de verdade, que tivesse estado ao meu lado me incentivado e me apoiando, talvez eu me tivesse formado médico (possivelmente neurocirurgião e psiquiatra) e tivesse realizado muito mais do que consegui realizar sozinho. A mãe de Ben Carson lhe dizia que ele podia tudo o que quisesse. Só um meu parente me disse isto e o fez em meus tenros anos de criança: meu pai, do qual me separei aos 13 anos incompletos e só vim a reencontrar aos 19, quando já estava como recruta no Exército. E suas palavras me acompanharam por toda a vida, principalmente quando eu me via diante de dilemas cruciais. Dilemas que a outros teriam sido impossíveis. “Posso tudo o que eu quiser” eu me dizia em tais situações angustiosas e difíceis. E podia. E realizava o milagre em que ninguém acreditava. Minha puberdade, minha pré-adolescência e minha adolescência eu as passei como quem se encontra no meio de uma tempestade de areia: tonto, desnorteado e, muitas vezes, desesperado e descrente de Deus e de qualquer coisa que fosse boa. Mas venci.

Mãe. Que condição sublime adentra a jovem que se torna mulher pelo sexo do homem e por ele também se torna mãe. Algo que lhe vem latente desde mesmo antes de assumir o corpo físico e que explode em seu ser com o fenômeno da gravidez e a torna capaz de ver onde ninguém mais vê; de enxergar o que ninguém mais enxerga; de acreditar em quem ninguém mais acredita; e de transformar em herói mesmo aquele fruto de seu ventre que se percebe fraco, vencido e derrotado diante dos que, cruelmente, os humilham e detratam. Ben Carson teve uma verdadeira mãe. Eu, não. Eu tive uma mulher que me pariu. Ela não teve a oportunidade de ser minha mãe. Acho que sofreu muito por isto, pois meus irmãos me dizem que ela jamais me esqueceu. Creio nisto. Mesmo tendo convivido com ela por pouco tempo e, neste pouco tempo, nosso relacionamento ter sido demasiadamente conturbado por terceiros, sei que ela me amava. Só não teve oportunidade de me mostrar isto. E sua ausência em minha vida jamais foi preenchida e jamais o será, até meu último suspiro. Novamente aqui posso lançar ao karma tal punição cruel. Eu a mereci? Jamais saberei com certeza. Talvez, se for verdade o que dizem, quando chegar ao outro lado de onde vim parar aqui em baixo, finalmente possa conhecer o que diabos fiz de tão mau para que o impiedoso karma me tenha punido assim, tão duramente. Fui pai de três filhos que não gerei e o fui com muito pouca idade. Eram meus irmãos. E me saí bem, para minha surpresa. Por minha vez gerei três filhos dos quais não tive tempo de ser pai integralmente, pois a mãe deles entrou em puerpério e nós nos separamos cedo demais. Mas tal e qual meu pai fez comigo, fiz com eles, ou seja, marquei-lhes fortemente as vidas e hoje há, neles, quando os vejo agindo e falando, uma parte substancial de mim. Eu acredito que a Psicologia tem toda a razão quando diz que a psique da criança introjeta determinantemente a figura paterna e a ela termina por se fundir e desta fusão nasce um híbrido muito interessante. Alguém que, sem ser nós, não o deixa de sê-lo. 

MININO, SUNCÊ TÁ MAIS ENROLADO QUE PAPEL HIGIÊNICO.

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"Ih, agora me lembrei que viajei, sim, no tal jatinho! É que eu estava ansioso, desculpem-me!"

"Ih, agora me lembrei que viajei, sim, no tal jatinho! É que eu estava ansioso, desculpem-me!"

Ih, Orlandim vortô a ter memória de novo, é? Óia aí, minino, um conseio de preto véio: cala a boca, disgraçado. Suncê tá mais na bosta que papel higiênico usado, né não? Óia qui eu tô quetim aqui nas Minas Gerais, nos fundo duma fazendinha donde o dono me dá um pedacim de terra pru mode eu esperar quetim pela morte e  vem gente me aporrinhar a paciência querendo sabê o qui penso de vassuncê. Num digo pra não piorá sua situação, Orlandim, pois suncê tá mais pra coxo cego querendo correr a maratona do que pra outra coisa. Óia, home, um cabra, quando se mete numa enrascada, fica de pé e não dá bobeira. Quem anda pra frente e pra trás dizem que é caranguejo, mas nunca vi isso naquela coisa quaje redonda e cheín de pernas. Na verdade, o bicho anda de lado. Véio aquerdita qui suncê devia fazê qui nem ele: sair de lado, pelas isquerda qui é o camim mais adequado pra mentiroso enrolado, né não?

Entregue logo a tar pasta e dê o fora daí. Vorte pra Casa Grande, onde o povão burrão lhe botô, home. Afinar, vosmicê já tá gordim de rico, né mermo? Tá tão bochechudo qui deve inté duer da força qui tem de fazê pra abrir a boca. Qui suncê já abriu o bico de cansaço, o mundo todo já sabe. Aliás, Orlandim, suncê devia fazê uns exercíçus… Qui tar vir cortar cana na fazenda? Cansa, sim, véio sabe disto, mas é munto bom exercíçu pra emagrecê. Até pruque a cumida de marmita num tem munta coisa qui faça ingordar, nhor não. Vem exprimentá, Orlandim. Eu agaranto qui, pelo menos, suncê num vai empacotar pru causa do coração intupido de gurdura podre. E tem mais: suncê se livra dessa enrascada em que a Ganância lhe meteu, né não? Ou será que foi o partido onde suncê milita? Pois Ministru, nu Brasil, tem de encontrá meio de engordar a burra de seus partidos, senão fica a descoberto, né não? O tar de PDT já está sartando de banda pra escapá da merdaça qui suncê tá aprontando toda vez qui abre o bico… Mais

AI, JISUS! ME LIVRA DESTA, QUE O BICHO ESTÁ FEIO PRA VALER!!!

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Vó Cambinda! Pelo Amor de Deus, segura essa merda aí em cima que eu não consigo sair daqui debaixo!!!

Vó Cambinda! Pelo Amor de Deus, segura essa merda aí em cima que eu não consigo sair daqui debaixo!!!

Hummm…. Véio tá cum munta reiva de suncê, Ministo. Suncê mintiu!!! E na Casa Grande do povão brasileiro! Óia só, seu cumportamentu, Ministo, adispertou a mininada e eles tudo forum pra rua gritá contra vancês, os corruptos… Sabe, eu inté gostei deste nomão feio. No meu tempo discravu, num sabe, num se falava munto nele, nhor não. Qui tinha, tinha. Mas se se falsse o pau cumia no lombo da gente. E se fosse arguém alforriado ou de pele branca, ia pra forca. Cá pra nóis, Orlandim, lastimo tanto que tenham abolido enforcamento de bandidão em plena praça púbrica! Era mermo bunitim pra danar ver as pernas do safado dançando a dança da morte dependurado pelo cangote na corda da forca… A gente ficava sabendo qui, pelo menos aquele, numca mais ia dar dor de cabeça pro povo… Cuma será qui suncê ia ficá dependurado, hein Orlandim? Gorducho cuma vancê é, ia dançá bem pouco, eu acho. Inté nisto suncê ia decepcionar o povão, Orlandim. É… Corrupto num presta nem pra morrer…

Suncê bem qui pudia ter nascido lá naqueles tempo, né Orlandim.

Naqueles tempo, fio, os ladrão de colarinho duro (eles não tinham colarinho branco, não. Era tudo de colarinho duro de goma de passar roupa) faziam a farra. Naqueles tempo, suncê roubava sem peso na consciência e sem aperreio de gente gritando contra suncê. Óia, Orlandim, tem inté um pontim de macumba qui diz assim:

“Ó mô fio do jeito qui suncê tá,

Só o home é qui pode te ajudá!

Suncê pega u’a garrafa de marafo,

Marafo qui vou dizê o nome.

Leva tudo pra uma encruziada,

Lá chegando arreia e chama o home.

O galo vai cantá, suncê assunta,

Reia tudo no chão qui tá na hora,

E se guarda noturno vim chegando

Suncê óia pra ele qu’ele vai andando..” 

É… Mas vai por preto véio, Orlandim. O home tá correndo às légua pra bem longe de suncê. O home num protege babaca, não, sô Ministo. Cum ele, pra fazê merda, tem de fazer bem feito, iscutô? Cuma é que posando ao lado do tar avião, ao lado do home que lhe deu carona no bichão qui voa, suncê se esqueceu disto e negou na cara de pau aquela verdade qui munta gente viu? Sei, sei. Foi tudo pur conta do aperreio em que suncê se incontrava naquela hora angustiada, né mermo? Mas nesta hora, Orlandim, discurpa cuma essa num pega, nhor não. Mais

IH, TÃO ARROCHANDO PRA CACHORRO!

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Arre! Não há ar condicionado que esfrie a PF? Tá ficando quente pra burro, meu!

Arre! Não há ar condicionado que esfrie a PF? Tá ficando quente pra burro, meu!

Aí, sinhô, num lhe disse pra num pedi chumbo grosso? Pois é. Agora, os home tão danado fuçando seu passado. E pelo que se vê, sinhô, ele num é nada limpim, não, né mermo? O sinhô foi pegado na maior mintira. Das mais besta, diga-se de passagem, nhor sim. Cuma é que tendo toda aquela dinheirama o sinhô foi aceitar viajar de jatim particular, home? Outros maracutaieiros já escorregaram nesta bosta, nhor sim. Eu agaranto. E óia qui nem sou instruído coma suncês, doutô. Mas é o diabo da ganância, né mermo? O sinhô pensou na economia de uns trocadins  se viajasse pras terras do Coroné Sarney de carona. Qui coisa, sinhô! Agora, pru causa de umas merrecas de tostões, eis que vosmicê ‘tá engasgado e suando feito cuscuz na panela. Usura, sinhô, nunca foi boa conselheira, num sabe? A usura é burrona. Ela num pensa no amenhã, não. Ela só vê o aqui-e-agora. Tocado por ela, o sinhô preferiu ir de graça ao feudo dos Sarneys e agora ‘tá no istrume, ora se ‘tá. E óia aí, num dianta usá prefume francês, nhor não. A inhaca da suadeira de medo dá um cecê dos diabos. Mantenha a compostura e o braço arriado. Não levanta ele, não, doutô, qui o pessoal vai torcê o nariz. Suvaqueira de medo é uma merda, ora se é. Preto véio sabe, sinhô. E cuma sabe… Mais

IXI, SINHÔ, MECÊ NUM TÁ EXAGERANUM, NÃO?

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Ih, tadin dele, moço! Ficou cum a culuna fraquinha, fraquinha, né mermo?

Ih, tadin dele, moço! Ficou cum a culuna fraquinha, fraquinha, né mermo?

Hummm… Num dá pra manerá, não, doutô? Esse capachismo, sinhô, é de dá imbruio nos istômbo da gente, nhor sim. Óia, nem eu qui sô iscravo do sistema faço isso aí, nhor não. Nóis, iscravos do sistema democrátu qui os sinhô inventarum, se satisfazemo com um simpre “cuma vai, sô!” A gente sabe, né doutô, qui a ganância pelo dinheirim púbrico é danadinha de ruim. Corrói as intranhas dos que, cuma o sinhô, tão lá in riba. E parece que amulece tombém a espinha de suncês, né não? Basta chegar perto de arguém qui tem mais puder e aí, a danada se enfraquece, né mermo? E o qui dá é isso aí… Acho inté que Dona Izabé nunca teve tamanho puxasaquismo in vorta dela, nhor não. Mais

DEXANFETAMINA, A NOVA DROGA DESEJADA PELOS ELEMENTAIS FÍSICOS DESCONTROLADOS EM BUSCA DE SEXO.

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Um copinho de anfetamina. A visão desta droga já coloca em extrema excitação o Elemental Físico viciado.

Um copinho de anfetamina. A visão desta droga já coloca em extrema excitação o Elemental Físico viciado.

Anfetamina, droga farmacológica que está sendo procurada com sofreguidão pelas pessoas que vivem ativamente o mundo dos Elementais Físicos. E o que faz a família anfetamina no nosso corpo? Por que ela exerce uma atração tão poderosa nos que são escravos de seus Elementais Físicos? Bom, para iniciar vamos aprender que as anfetaminas são Drogas Estimulantes do nosso Sistema Nervoso Central. Hum, agora já está mais clara a razão pela qual os escravos dos Elementais Físicos buscam tão avidamente as anfetaminas, não é?

Ah, desculpe. Você não sabe o que seja o Elemental Físico. Bom, vamos recordar. Nós somos constituídos de três corpos importantíssimos para nossa existência nesta Terceira Dimensão em que estamos encerrados enquanto seres orgânicos. O primeiro corpo é este que todos vemos, tocamos, exibimos com orgulho ou com vergonha e através do qual sentimos tudo através de nossos cinco sentidos. O segundo corpo nós não vemos, mas é de uma importância transcendental para nossa existência. Trata-se de nosso Corpo Emocional. Sem ele o Elemental Físico ou corpo orgânico não existiria. O terceiro corpo é o Mental, no qual uma pequena parcela, conhecida como Psique, é de total destaque para nosso viver ativo e interativo. Pronto. Agora você não tem razão para estranhar eu falar como falo. Mais

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