"Eita! Lá vem você falar mal de mim, de novo!"

“Eita! Lá vem você falar mal de mim, de novo!”

Todos os brasileiros estão, mais ou menos intensamente, voltados para a “isca” que o Governo Dilma colocou na ponta da linha para continuar com o “peixe” chamado eleitor fisgado no anzol da Eleição que se aproxima. O negócio é discutir dois assuntos “polêmicos”: a) o plebiscito; b) a importação de médicos para trabalhar no interior do Brasil ou nas periferias das grandes cidades, sem que o Governo ofereça quaisquer mínimas condições de trabalho. Apenas um salário mais ou menos razoável, mais pra menos que pra mais.

Dizem os fofoqueiros de plantão que a Lei da Ficha limpa está na berlinda. Uns afirmam que os parlamentares discutem meios de fazer que ela vigore a partir deste ano; outros asseveram que há um movimento intenso dos ladrões de colarinho branco para “suavizar” a Lei do Povo. Eis aqui um excerto que retirei do http://saraivareporter.com

"Meus eleitores do Brasil. Se a curra é inevitável, relaxa e goza..."

“Meus eleitores do Brasil. Se a curra é inevitável, relaxa e goza…”

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coelho, se posicionou contra as ‘suavizações’ no projeto de Lei da Ficha Limpa, em discussão dentro de um Grupo de Trabalho designado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB). 

O Grupo é liderado por um deputado do PT, Cândido Vaccarreza, eleito por São Paulo.  Em declarações já prestadas a jornalistas, Marcus Vinícius deixou claro que a Lei Complementar 135 “é uma conquista da sociedade brasileira, não podendo ser relativizada ou atenuada”. Ainda segundo ele, a Lei do Ficha Limpa deve, ao invés de alterada, ser “aplicada com rigor, buscando uma mudança nos costumes políticos do Brasil”.

"Lixeiro, eu??? Vejam meu  status! Vejam onde estou! Eu sou um articulista, idiota!"

“Lixeiro, eu??? Vejam meu status! Vejam onde estou! Eu sou um articulista, idiota!”

Olha aí o Vacarezza em ação de novo. Ele é o lixeiro e o arrumador das bagunças que os apaniguados do PT armam no des-Governo Dilma. É certo que enquanto houver Ladrão de Colarinho Branco empoleirado no alto das vantagens “pétreas” (segundo a Constituição) que lhes outorgamos, a Lei do Povo vai ser atacada sem dó nem piedade. Vai haver, SEMPRE, a exigência deles no sentido de ou banir de vez a tal leizinha altamente incomodativa, ou escangalhá-la de tal modo que se torne ridicularmente inútil. E tudo isto em função da CORRUPÇÃO e da IMPUNIDADE que reinam absolutas entre os incompetentes polititicas nacionais brasileiros.

E por falar em corrupção, vejam este excerto interessante que pesquei na “CARTA CAPITAL”, em artigo de Luciana Ballestrin publicado ontem, 08/07/2013: “A corrupção não é um fenômeno exclusivo de um determinado tempo histórico, regime político, sistema econômico, ideologia e partido político. Não é um fenômeno exclusivo do Estado brasileiro. Justamente por isso, o combate à corrupção envolve práticas institucionais, culturais, coletivas e individuais muito complexas. Ele está associado com uma noção forte de cidadania e com a reversão na hierarquia de valores que implica no triunfo do republicanismo do interesse público sobre o individualismo do interesse privado. A ação contra a corrupção não deve ser restringida a uma questão criminal e moral, caso queira sair do campo discursivo vazio”.

"Eu não entendi bem o que a dona disse no seu artigo, mas creio que se não mexe com a arraia graúda, tá legal!"

“Eu não entendi bem o que a dona disse no seu artigo, mas creio que se não mexe com a arraia graúda, tá legal!”

“NOÇÃO FORTE DE CIDADANIA”. Quero ressaltar esta colocação muito feliz de Luciana. E quero perguntar aos leitores: vocês sabem o que é exercer a cidadania? Isto é coisa que há pouco tempo estava na boca de todo político, de todo polititica e de toda a Mídia Nacional. Acho que em 100 pessoas, UMA e somente UMA poderá dizer alguma coisa sobre o exercício da cidadania.

E por que perdemos este sentido tão vital para a afirmação de uma Nação?

A coisa vem do final dos anos 60, quando o ensino nas escolas de primeiro e segundo graus foi totalmente escangalhado em favor da “liberdade” sem regras nem peias. Até final dos anos 50 e por quase toda da década dos 60, os alunos das escolas de primeiro e segundo graus:

a) eram obrigados a vestir o uniforme da escola e aprendiam a sentir orgulho dele;

"Ih, cara. Isto aí caducou faz tempo ah! ah! ah! O negócio agora é soltar a franga e os frangos no campo ah! ah! ah!"

“Ih, cara. Isto aí caducou faz tempo ah! ah! ah! O negócio agora é soltar a franga e os frangos no campo ah! ah! ah!”

b) eram obrigados a respeitar seus professores e quando estes entravam em sala de aula recebiam-no de pé, em silêncio e com a mão direita sobre o coração, numa saudação ao valor cívico do Mestre.

c) eram ensinados a não dizer palavrões e a se comportar comedidamente em sala de aula, visto que em todas elas havia uma bandeira do Brasil e diante deste símbolo da pátria ninguém podia se comportar de modo aviltante e insultuoso;

d) eram treinados nos valores dos hinos nacionais – Hino à Bandeira; Hino Nacional etc… – e os entoavam antes de entrarem em suas salas de aula;

e) eram reprimidos na expansão de seus impulsos agressivos com castigos que ninguém questionava. Até mesmo a palmatória se usava nas salas de aula, nos colégios de padres, por exemplo, onde o rigor era muito mais forte que nos colégios públicos ou particulares;

f) tinham sobre os ombros o peso da responsabilidade de estudar para serem aprovados; não havia leis esdrúxulas mandando que os professores os passassem de ano letivo com ou sem conhecimento suficiente para merecer a aprovação.

Este era o princípio da aprendizagem da CIDADANIA. Mas tudo isto foi para o lixo a partir dos anos 60 e mais intensamente a partir do tristemente famoso Woodstock. Sexo, Drogas e Rock, eis o lema dos que em 1969 compareceram à festa do início do desencontro da humanidade. A partir dali a CORRUPÇÃO ganhou força e se firmou no mundo todo. E no Brasil vicejou com uma força avassaladora e logo tomou conta do PODER. Daí porque teremos de envidar esforços dignos dos TITÃS da Mitologia, se quisermos alijar este aleijão de cima de nós.

Eles mostravam como queriam ver a mulher: oferecidas como comida pura e simplesmente.

Eles mostravam como queriam ver a mulher: oferecidas como “comida sexual” pura e simplesmente.

A filosofia dos drogadictos era “quebrar paradigmas” que escravizavam o direito de liberdade das pessoas. Eu diria que não se tratava de defender a LIBERDADE, mas sim a LIBERTINAGEM, coisa que é muito diferente. As menininhas ainda nem bem saída das fraldas tinham todo o direito de vestir a mini-saia e mostrar, aos meninos totalmente desinformados e tocados somente pelo impulso sexual intenso, as suas calcinhas ao se sentar nos bancos de escola. Isto, sim, era o correto interpretado pelo desejo impulsivo dos jovens da época. Nada de se masturbar “no escurinho do cinema”. O negócio era ter o direito de escancarar de vez. Até que a mulher se tornou isso que aí está: objeto de consumo sem qualquer valor que não este. E as drogas deram conta do que sobrou do sentido de Cidadania. Além do sexo e das drogas, os EUA contribuíram à grande para a revolta acéfala dos jovens nos idos de 69, e fizeram isto com a famosa e tristemente desastrosa GUERRA DO VIETNÃ. Os jovens americanos, principalmente os pobres e os negros, eram pegados quase à força e mandados morrer em nome de uma pátria que não os privilegiava de modo algum. Os que de lá retornavam totalmente traumatizados e perdidos emocionalmente, simplesmente eram ignorados e deixados a morrer pelas esquinas mais inferiores das esfuziantes cidades americanas. Por que mostrar a derrota amparando e exibindo os trapos humanos que resultavam daquela guerra estúpida provocada pelo Senhor das Armas, os EUA?

Profissão: assassinos a serviço do TIO SAM.

Profissão: assassinos a serviço do TIO SAM.

Até hoje ex-combatentes gritam inutilmente contra as guerras. Os políticos e os militares não têm ouvidos para eles. Apenas olhos para os “catar” nas ruas das cidades e os enviar para matar, morrer ou retornar neurotizados dos “teatros de guerra”. Este crime, dos políticos e dos militares, tem de ser cobrado de alguma forma, por entidades cósmicas que devem existir e que zelam pela Evolução do Espírito Humano. Senão, tudo é em vão e o que vale é a burrice militar, a desorganização civil e o sofrimento. Nada além disto.

No nosso Brasil vivemos com um pé na ponta da baioneta e os olhos ardendo pelo gás lacrimogênio porque não fazemos a mínima idéia do que seja CIDADANIA. Irresponsavelmente elegemos para nosso comando gente sem qualquer preparo que, depois de eleitos, se entregam à orgia da corrupção, amparados que são pela CONSTITUIÇÃO até em suas cláusulas pétreas.

"Daqui não saio, daqui ninguém nos tira! A Ficha Limpa é somente uma mentira!"

“Daqui não saio, daqui ninguém nos tira!
A Ficha Limpa é somente uma mentira! Onde é que vamos roubar? Vocês tenham paciência de atura, mas cair na Ficha Limpa é melhor nem se sonhar!”

E é por isto que a Lei do Povo está dando briga no Alto Comando do Brasil. Vejam este excerto que retirei de publicação em http://www.portalaz.com.br:Outro a se manifestar contra alterações no Projeto da Ficha Limpa foi o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), aposentado recentemente, ministro Carlos Ayres Britto. Ele contestou a constitucionalidade do projeto e classificou as intenções de ‘suavizá-lo’ como um “desastroso retrocesso”.  Ayres Britto foi o relator do primeiro processo que obrigou o Supremo a se posicionar a respeito da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, reconhecida em 2010. O projeto, que está previsto para ser levado à votação no plenário da Câmara próxima semana, abranda a legislação que pune os fichas sujas.  A Lei da Ficha Limpa prevê que a Justiça Eleitoral deve declarar inelegíveis pelo prazo de oito anos os gestores públicos que tenham contas reprovadas pelas respectivas Cortes de contas“. E tudo isto está acontecendo porque “Os deputados que integram o grupo de trabalho criado para estudar mudanças nas regras eleitorais se articulam para fazer mudanças na Lei Complementar 135, de 2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa. Para isso, um anteprojeto de lei já foi esboçado e, caso tenha apoio das lideranças, pode ser apresentado e votado ainda neste ano. A proposta será assunto da reunião de líderes desta terça-feira”.“O projeto do Grupo exclui dessa regra os chefes dos Executivos municipais, estaduais e federal quando condenados por Tribunais de Contas. Alega-se que, nos casos que envolvem o julgamento da escrituração dos governos, cabe às Casas legislativas dar a palavra final sobre a regularidade das contas”. “Na versão a ser apresentada por deputados, prefeitos, governadores e presidentes só poderiam ser impedidos de disputar eleições se eventuais “pareceres” técnicos pela rejeição das contas de seus governos fossem aprovados pelos plenários das respectivas câmaras de vereadores e Assembléias Legislativas; ou pelo Congresso Nacional, no caso dos presidentes”. Em outras palavras: os cabeças das trambicagens ficarão de fora da foice da Justiça. No final, quem vai pagar a conta são os arraia-miúdas, os funcionários públicos concursados para os quais eles já transferiram antecipadamente a responsabilidade pelos seus atos deploráveis, aprovando a extensão da validade da Lei para eles. Ora, as licitações são o grande salão da Corrupção. E são os Prefeitos, os Governadores e os senhores Presidentes – da República, do Senado e da Câmara – os que MANDAM que se faça deste ou daquele modo. São eles que DIZEM ANTECIPADAMENTE que empresa deve ou não, ganhar a licitação. Há prefeitos que até anulam uma licitação se a empresa que lhe pagou a propina erradamente não for a ganhadora. Depois, esta licitação é refeita e a empresa GANHA no peito e na raça. ISTO É CIDADANIA? Não. Então, como combater a CORRUPÇÃO se a AUTORIDADE É DESTITUÍDA DE CIDADANIA?

Isto que está acontecendo no Legislativo é prova de que nem os que elegemos para nos Governar sabem o que é CIDADANIA. Eles, por ignorarem o conhecimento básico de um verdadeiro país, cometem crime de lesa-pátria diariamente. E se forem perguntados se sabem o que é isso, todos ou quase todos ficarão atrapalhados. Vão desconversar e, em se tratando de uma grita nacional, vão correr atrás de iscas que desviem a atenção do POVO, o único e legítimo DONO DO BRASIL, pois é o POVO que faz este país andar e existir.

É por isto que digo que a população jovem (e os maduros também), devem-se manter nas ruas gritando contra os patifes encolarinhados que estão saltando miudinho para sair da enorme entaladela em que eles mesmos se meteram.