Ele me foi simpático. Nenhum outro conquistou minha simpatia. Mas há um senão...

Ele me foi simpático. Nenhum outro conquistou minha simpatia. Mas há um senão…

Para finalizar, o Papa pediu que os fiéis vivam na alegria e ressaltou a importância de Maria, a quem fez questão de visitar em Aparecida, para pedir pelo sucesso da Jornada Mundial da Juventude que começou ontem no Rio. “O cristão não pode ser pessimista! Não pode ter uma cara de quem parece em constante estado de luto”,”

Pedir a proteção de Maria, a mãe terrena de Jesus. Quem foi ela? Eis uma pergunta mais difícil que a que se faz a respeito de seu excelso filho.

Em 9/07/12  e 13/07/12 escrevi sobre estas fantasias. É tempo de dar mais um empurrãozinho naquela história. Perdoem-me os meus leitores, mas é que no blog não posso deixar exposto para consulta todos os temas que escrevo. Assim, se estou abordando um assunto e vejo que é tempo de dar mais um “empurrão” em outro, o tema que eu estava abordando “desaparece” no “arquivo” mensal do blog. Neste momento, deixo a política e o pontífice de lado para mergulhar no tempo-espaço e retornar às conjecturas sobre a Mãe Celeste.

A fim de refrescar a memória dos interessados, eu estava dissertando sobre o tremendo condicionamento milenar levado a cabo pelos Profetas e pelos Rabis do Templo de Jerusalém sobre as Mentes dos hebreus. Tentava mostrar como este condicionamento se tornou crônico e como é dificílimo alguém quebrar esta corrente psicológica, de modo a levar o leitor a compreender a luta do Cristo feito homem, quando aqui “desceu” para dar seu recado…

Eles passam a vida cantando: "Daqui não saio, daqui ninguém me tira!" É que não abandonam nem a pau a esperança sobre a vinda do tal Messias Quebrador de Dentes...

Eles pensam apenas dentro das Leis da Torá. Fora dali, são obnubilados.

Os judeus pensavam pela Torá; cantavam os salmos contidos na Torá; discursavam segundo o que os profetas tinham deixado na Torá; conversavam segundo os ensinamentos da Torá; estruturavam a família segundo os preceitos da Torá; estruturavam o Governo segundo os mandamentos da Torá; defecavam e se limpavam (e não é simbolismo, não), segundo os mandamentos a este respeito contidos na Torá; comiam somente o que a Torá lhes indicasse como puro; evitavam contato com qualquer goim (estrangeiro) porque todos eram impuros segundo a Torá; trabalhavam somente nos dias permitidos pela Torá; apedrejavam os que cometiam crimes segundo os mandamentos e juízos da Torá; e votavam ódio irracional a todos os que não fossem judeus, pois, segundo a Torá, todos eram impuros aos olhos de Jeovah e deveriam ser conquistados, dobrados e escravizados ao povo eleito.

A pureza da raça judaica é uma obsessão para os judeus de todos os tempos. Yevé também é um Deus que exige peremptoriamente tal pureza. Racista, misógino, aguerrido, Yevé aparece nos escritos da Torá (e da Bíblia cristã, no Antigo Testamento) como um horrível arremedo de todos os Deuses maus do passado. É rancoroso, vingativo, sanguinário, exigente e aterrorizador. Os judeus jamais aprenderam a AMAR a Yevé. Temê-lo e agradá-lo sempre, eis a Lei na Torá. Obedecer suas ordens sem questioná-las jamais era imprescindível para ser um bom judeu. Se você ler com atenção o Deuteronômio verá de seu conteúdo surgir um Deus horroroso, amedrontador, terrífico. E se se atirar com espírito crítico a ler Isaías e os demais profetas, com certeza seus cabelos ficarão de pé.

O que mais O desrespeita e amealha tesouros que não poderá levar consigo, quando partir.

O que mais O desrespeita e amealha tesouros que não poderá levar consigo, quando partir.

Mas é em Deuteronômio que você descobrirá que YEVÉ não é o Verdadeiro Criador de Todas as Coisas. Ele é uma entidade que ganhou uma parte da humanidade para dela cuidar — e eu já abordei este tema em outro artigo. E para Seu azar, a parte que lhe tocou foi justamente os judeus e seus rabis inescrupulosos, manipuladores, mentirosos, gananciosos e corruptos até os limites possíveis e impossíveis da corrupção. Acho que foram aqueles empedernidos que renasceram  aqui, no Brasil, vindo a ocupar as funções de POLÍTICOS e, alguns, de PASTORES.  

Durante milênios após milênios o povo hebreu foi massacrado pelos Rabis do Templo a se curvarem e cumprirem rigorosamente os preceitos absurdos da Torá. E para complicar as coisas, eles, os Rabis, criaram uma Torá oral, paralela àquela escrita nos livros dos profetas que compunham a Torá sagrada. E os mais estúpidos absurdos foram tornados leis que deviam ser cumpridas à risca, sob pena de castigos terríficos, que podiam chegar à morte do desgraçado que infringisse qualquer daqueles ditames abusivos e paranóicas.

A terrível forma de cogumelo causada por uma explosão atômica.

O resultado de uma “cacetada” atômica.

David é a pedra de toque das crenças judaicas. Ele teria deixado sua descendência da qual viria o Ungido de Abraão e de Yevé (Jeová, Javé etc…) e este descendente sentaria novamente no trono de seu antepassado, tomaria da espada (atualmente “cacete atômico”), reuniria os exércitos judaicos num só e com ele marcharia sobre todas as demais nações, dobrando-as à servilidade e à obediência aos hebreus e seus mandos, pois eles, os hebreus, são o povo escolhido de Yevé e todos os demais povos devem-lhe servilidade e obediência. Esta crença vige até nossos dias, em pleno Século XXI cristão, em que pese toda a evolução tecnológica, social, educacional e científica que a humanidade atingiu desde aquela época. Por isto é que ISRAEL é uma ameaça constante à humanidade — e não sou antissemita, não (sou radicalmente agnóstico em matéria de religião exotérica). É uma realidade que não se pode deixar passar em branco. Afinal de contas, a Religião Cristã, uma das maiores em número de adeptos no mundo todo, prega, ainda, a santidade do povo judaico; tem-no como o “povo eleito” de Deus; endeusa o rei David; e para completar, mantém alguns fortes traços do terrífico Yevé no Deus em que acredita.

Os Mestres ou Rabinos Fariseus permanecem tal e qual eram nos tempos de Jesus. E pregam a mesma lengalenga de antanho.

Fariseus. Existem até hoje e pensam como antigamente.

A mudança na orientação papal em relação ao povo judeu foi radical e perigosíssima. Eu me lembro que até 1950 a Igreja taxava os judeus de deicidas, porque partiu deles toda a trama para a crucificação de um Deus, Jesus, o Cristo que se tinha feito carne para vir até nós. Mas veio o tresloucado Hitler e após a hecatombe (onde se pode encontrar os dedinhos de certos papas), a Igreja teve de mudar sua radicalidade e aceitar o povo judeu como aquele escolhido por Deus. Tudo exatamente ao contrário do que Jesus pregou durante Sua vida.E esta situação certamente agrada sobremodo os radicais do judaísmo, pois é uma preparação dos povos à submissão das nações à nação judaica. Por isto é que Israel aceita de bom grado as igrejas cristãs em seu território. O papa e todos os seus subordinados no mundo todo trabalham em função das crenças da supremacia judia sobre todos os povos. Isto, para mim, é um perigo terrível! Esta adoração da falsa supremacia judaica aos olhos do Pai Celestial tinha de ter sido combatida tenazmente por todos os cristãos, principalmente pelos cegos evangélicos.

Por que?

Barão Guy de Rothschild, judeu poderosíssimo, cuja família é tradicional dona de bancos poderosos nos EUA e na França.

Barão Guy de Rothschild, judeu poderosíssimo, cuja família é tradicional dona de bancos poderosos nos EUA e na França.

Ora, se o leitor for uma pessoa atenta, verá que os Judeus já puseram os americanos do norte sob seu total domínio. Eles são obrigados a defender os desvarios judaicos, seus assassinatos em massa, seus crimes contra a humanidade, a qualquer preço e sob as defesas mais esfarrapadas possíveis. Os bancos norte-americanos estão, todos, sob o domínio de famílias judaicas radicalistas, farisaicas. As grandes empresas norte-americanas estão todas nas mãos de investidores judaicos. A América do Norte é a primeira nação escravizada pelo judaísmo radicalista e a humanidade toda ainda não se deu conta disto.

Planejou e comandou a guerra chamada de Tempestade no Deserto. Num comunicado da Casa Branca, o Presidente Barack Obama referiu-se a Schwarzkopf como um "americano genuíno" cujo "legado vai perdurar numa nação que é mais segura graças ao seu serviço patriótico”.

Planejou e comandou a guerra chamada de Tempestade no Deserto. Num comunicado da Casa Branca, o Presidente Barack Obama referiu-se a Schwarzkopf como um “americano genuíno” cujo “legado vai perdurar numa nação que é mais segura graças ao seu serviço patriótico”. Era judeu de descendência.

O sonho judaico de dominação do mundo vai-se concretizando tenazmente, embora eles ainda continuem firmemente à espera do Messias Libertador, aquele que sentará no trono de David, empunhará a espada (diga-se, mais presentemente, “o cacete atômico”) e fará cair de joelhos diante de Israel todos os povos do mundo. Por se ter insurgido contra esta esperança judaica, Jesus foi entregue aos romanos para ser crucificado. Não se pode assacar este crime a toda a nação hebraica, mas foram seus líderes religiosos que assumiram a responsabilidade pelo assassinato frio d’Aquele que tinha as mãos limpas e o coração puro. Disto, a nação hebraica não pode fugir. E pelo que consta na história escamoteada, insuflado por um punhado de esbirros do Templo, muitos do povo judeu que estavam presentes ao julgamento de Jesus bradaram histéricos por sua crucificação. Disto também a nação hebraica não pode fugir.

E o que tem tudo isto com a “Virgem” Maria mãe de Jesus? A resposta é T U D O!!! Tem tudo haver.

Primeiramente é preciso que católicos e não católicos coloquem Maria em seu verdadeiro lugar dentro da sociedade judaica de sua época. Ela era mulher e mulher não tinha qualquer privilégio, nem qualquer regalia naquela sociedade machista até o impossível. As mulheres nem mesmo podiam entrar no Templo, exceto no recinto a elas reservado e que era distante do ambiente em que os homens podiam freqüentar e oficiar. Quanto à Torá, era-lhes terminantemente proibido lê-la ou nela estudar. O que desejassem aprender deveriam perguntar a seus maridos (casavam-se aos 13 anos e seis meses) e só com ele aprenderiam o que a elas fosse autorizado ensinar. 

As mulheres, e Maria com elas, acreditavam piamente no Messias Guerreiro. Ansiavam pela sua vinda para a libertação do povo judeu do maldito tacão dos kittin (romanos). Desejavam o reino de David sobre toda a humanidade e sonhavam com os goins as servindo como escravos. Ela não podia fugir ao condicionamento social. Era uma mulher comum. Criada de modo comum e de conformidade com os padrões judaicos para a educação feminina. E isto é atestado por quaisquer livros de pesquisa histórica ou antropológica.

Então, você pergunta, por que Deus enviou o Arcanjo Gabriel para anunciar a ela que seria mãe de um menino especial, que viria redimir a humanidade?

Humildade e Realeza em uma só pessoa.

Humildade e Realeza em uma só pessoa.

Bom, em primeiro lugar, nunca houve esta história de um menino especial que veio redimir coisa nenhuma. Jesus não veio redimir NADA. O próprio Jesus jamais deu a entender que tenha vindo fazer outra coisa que não consertar a Lei de Moisés. Ele foi anunciado como o produto de uma gravidez especial; um filho que deveria ser chamado de Yeshua (ou Yoshua) e só. Gabriel embolou tudo porque disse que aquela criança viria inaugurar o reino dos céus na Terra e entre os homens. Maria traduziu suas palavras segundo as profecias de centenas de profetas de seu povo: o descendente de David chegaria através dela. Ele era o Messias guerreiro tão ansiosamente esperado. E, piorando as coisas, Gabriel lhe informou que tinha aparecido também para Isabel, prima de Zacarias, a qual daria à luz um menino cujo nome seria Yehohanan (João Batista, para os cristãos). Gabriel ainda diz que a casa de Maria foi escolhida como morada terrestre deste filho do Destino.

Como Maria teria interpretado esta palavra “Destino”? Logicamente ela o fez dentro do padrão de pensamento geral hebraico: o destino do Messias era conquistar o Mundo para os judeus.

Ela é imaginada assim: etérea, inumana, irreal. No entanto, foi uma mulher de mãos calejadas, pés de sola grossa como toda mulher de sua época.

Ela é imaginada assim: etérea, inumana, irreal. No entanto, foi uma mulher de mãos calejadas, pés de sola grossa como toda mulher de sua época.

Esta mensagem é Benítez quem a coloca em seu volume 7 da saga Cavalo de Tróia, pg. 274. Eu a prefiro àquela que consta na Bíblia, embora não a aceite como uma verdade sólida e absoluta. Mas ela é mais coerente e muito melhor do que a inventada pelos escritores “sagrados”. Sei que Benítez é um romancista e, como tal, baseia seus livros em pesquisas para traçar a trama do conto. Ainda assim, prefiro sua versão. E convido o leitor a refletir no que acima eu disse. Não me baseei somente no trabalho de Benítez. Os pesquisadores P. Grelot, R. A. Hosley, J. S. Hanson e outros foram consultados por mim para ter o máximo de informação sobre como era a verdadeira Maria.

Vamos refletir um pouco sobre Izabel, a sexagenária que gestou um filho em idade tão provecta. Todos os livros sobre o passado dos hebreus indicam que as pessoas daquela época tinham a média de vida em 40 anos. Mas Izabel chegou além dos sessenta e seu marido, Zacarias, foi além dos setenta. Isto, por si só, é um assombro para um povo que vivia tão pouco.

O arcanjo Gabriel visita Maria para lhe anunciar sua gravidez. A auréola é invenção cristã.

O arcanjo Gabriel visita Maria para lhe anunciar sua gravidez. A auréola é invenção cristã.

O casal, no período normal de engravidamento das mulheres, não teve filhos. O tempo se foi, os corpos murcharam, a impulso sexual arrefeceu e eles ficaram sozinhos. Zacarias era rabi em um templo de um vilarejo sem qualquer importância, a não ser a de que se situava próximo do local onde se dizia que David tinha matado Golias. Mas nas festividades maiores o casal, como bons religiosos que eram, viajava até Jerusalém para participar das cerimônias religiosas, quando, então, milhares de animais perdiam suas vidas sob as facas afiadas dos açougueiros templários. Era durante estas viagens que Isabel se encontrava com seu primo, Joaquim, o pai de Maria de Nazaré, cuja mãe se chamava Ana. Isabel e Zacarias assistiam o desenvolvimento de Míriam (Maria) com tristeza por não terem sido agraciados com  pelo menos um filho. Naqueles tempos, as famílias judaicas ansiavam por que suas mulheres parissem muitos filhos homens, pois filhas não eram bem-vindas. A prole numerosa e com predominância de filhos trazia distinção à família perante a comunidade. Um casal como Zacarias e Isabel era olhado com dó e desprezo. O fato de não terem sido abençoados com filhos indicava que não eram agraciados aos olhos de Yevé. Eles não sofriam tão fortemente a discriminação porque em primeiro lugar, Zacarias era um rabi do Templo; e em segundo, viviam longe da agitada Jerusalém.

E eis que vem a complicação. Em uma das viagens que fizeram ao Templo de Jerusalém, enquanto Isabel esperava pelo marido no átrio do templo, no lugar reservado às mulheres e além do qual não lhes era permitido ir, Zacarias, com dificuldade devido ao reumatismo de que padecia, subiu em direção ao interior do Templo. Lá dentro, devagar para minorar suas dores, paramentou-se para ir oficiar junto com seus pares. Não está bem claro o que aconteceu com ele, pois há diversas versões a respeito de seu comportamento naquele dia. Uma destas versões diz que ele entrou na câmara dos candelabros de ouro maciço, dali só retirados em festividades de destaque, para apanhar o incensório. Demorou um pouco lá dentro e quando saiu o fez correndo, destrambelhado e apontando para a boca aberta, de onde não saía nenhum som. Acompanhado pela assustada anciã que era Isabel, voltaram para casa. Lá, em um óstraco (pedaço de barro queimado que servia para nele se escrever), Zacarias contou o que lhe havia acontecido.Escrevendo, ele relatou que o Arcanjo Gabriel lhe tinha dito “Não temas, Zacarias. Tua oração encontrou graça junto ao Senhor e tua mulher te dará um filho ao qual vós poreis o nome de Yehohanan (João). Ele será grande aos olhos do Senhor e nunca beberá vinho nem bebida fermentada e será cheio do Espírito”. E porque tinha duvidado das palavras do Arcanjo, visto que eram idosos, Gabriel lhe tinha retirado a voz que só voltaria depois do nascimento do menino.

E apesar da velhice, Isabel engravidou, gestou a criança saudavelmente e a pariu sem complicações. E ela era um menino.

O pior negócio que pode acontecer a alguém é ser entronado como um "anjo salvador".

Eles pululavam na História Judaica. Por que sumiram neste presente?

Em toda a História de Zacarias e Isabel há a presença do sobrenatural. Para falar a verdade, ela foi a primeira a sofrer a partenogênese, e, não Maria. Ou então, Gabriel fez que Zacarias ficasse fértil por um tempo, rejuvenesceu seus espermatozóides e todo o seu sistema reprodutivo e lhe devolveu o impulso sexual para que sentisse desejo novamente e copulasse com sua mulher. Do mesmo modo, teria feito que Isabel voltasse a sentir o aguilhão do desejo carnal, tivesse trompas, úteros e ovócitos rejuvenescidos, feito que ovulasse novamente e, com isto, fez acontecer a gravidez. Gabriel mexeu profundamente com a ordem das coisas para que se cumprissem as profecias. e AÍ eu pegunto: por que só naqueles tempos o Arcanjo teve permissão de violar as Leis da Natureza? Por que hoje, quando a corrupção grassa tão ou mais poderosa do que naqueles tempos, um acontecimento de igual magnitude não acontece? Sim, Jesus não voltará aqui novamente, apesar de que haja milhares que acreditam no contrário. Ele já veio e já deu Seu recado. Sendo um Deus, Ele não se repete. Mas bem que podia ter deixado para vir nos tempos atuais, quando, então, poderia mostrar Seu Poder muito mais explicitamente e muito mais objetivamente. As nações pensariam duas vezes se se vissem diante de alguém que fosse capaz de operar milagres como o da ressurreição, por exemplo. E mesmo que Ele se tornasse objeto de disputa das redes de agências de inteligência, que certamente tentariam seqüestrá-lo para o manter aprisionado a fim de trabalhar em prol dos interesses mesquinhos de gente como Obama ou outros quaisquer, Ele teria um séquito de anjos e arcanjos que poderiam ser chamados a se revelarem e mostrar que todo o poderio bélico dos homens é absolutamente nada contra tal Poder. Jesus dobraria a humanidade, mesmo os renitentes judeus radicais, ao Seu comando e isto nos pouparia de grandes sofrimentos e de grandes dores. Até hoje não atino a razão de Ele ter vindo cedo demais à raça humana.

Míriam, dizem as escrituras, também foi visitada por Gabriel e nela ele teria feito novamente o milagre da partenogênese. Por que? Há uma centena de hipóteses mais ou menos plausíveis, mas todas fortemente inverossímeis. 

Agora, pensemos juntos. Maria, em todos os livros nascidos de pesquisas sérias, é descrita como uma judia comum. Nela, nada havia de especial e foi criada e educada segundo o sistema machista judaico. Então, ela foi um ser humano comum. Mas foi escolhida pelo PAI para receber em seu ventre Aquele que jamais foi igualado em sua Humanidade Divina. Ela é realmente um dilema sem solução, até hoje. Talvez, naquela época, não houvesse nenhuma mulher melhor que ela para tal evento. Mas se era judia e esperava, como todos os judeus, que um rei guerreiro viesse libertar seu povo, seria a melhor dentre todas? Benítez mostra que ela e seu filho não se deram bem até quando Ele foi preso. Só então é que Maria se deu conta de quem Ele realmente era e o que pretendia. Durante todo o tempo esteve em campo contrário ao em que Ele jogava…

Este assunto ainda vai continuar em próximos artigos. Enquanto isto, pense o leitor ou a leitora no que leu. Afirma a Religião Católica que Maria se tornou a Mãe do Mundo e dos homens. Que devemos recorrer à sua divina intercessão junto ao Pai para obter favores d’Ele em nosso benefício. Mas eu, particularmente, continuo não crendo que este seja um caminho válido. Cada qual recebe conforme seu merecimento e nisto não há exceção. Ou haverá? Pode-se negociar com o Supremo? O que temos a Lhe oferecer para que mude seus planos, quer seja em relação a um indivíduo, quer seja em relação a toda a humanidade? Temos a retificação de nossa maldade interior, é certo. Mas Ele já sabe disto antes que tomemos consciência do que padecemos. Quem perdoa? Deus perdoa aos homens ou o próprio homem perdoa a si mesmo e ao seu próximo?

Carismático e simpático. Mas...

Carismático e simpático. Mas…

O Papa Francisco é carismático e muito, muito simpático. Mas quando se mantém inflexível na filosofia da “mendicância dos favores de Deus através de um milhar de intercessores”, ele deixa de me ser simpático. Posso estar errado, mas não encontro em nenhum lugar que Jesus tenha dito que este procedimento seja válido. Ao contrário, Ele disse de modo bem claro, que devemos orar em silêncio ao Pai que Ele nos dará conforme nosso merecimento. Nem um til a mais ou a menos. Poderá a Igreja que centenas de Papas e padres criaram em Seu nome mudar esta Lei? Eu tenho cá minhas dúvidas.