PREFEITURAS JÁ ENCONTRAM UM MEIO DE SE LIVRAR DE DESPESA COM SAÚDE

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"Viu como eu estava certa? O que atrapalha são os baderneiros que nada entendem de Governabilidade!"

“Viu como eu estava certa? O que atrapalha são os baderneiros que nada entendem de Governabilidade!”

Leio nos jornais que as prefeituras do interior já estão dispensando médicos brasileiros que trabalhavam lá e recebiam pelos cofres do município para substituí-los pelos médicos estrangeiros, pagos pelo Governo Federal. Um meio que encontraram de aliviar as despesas em seus cofres. Vamos pensar?

A partir de 2000 houve uma explosão de Municípios pelo Brasil. Isto significou uma carga bem pesada que desabou sobre os ombros do Governo Federal. Também significou a abertura de mais espaço para os eternos pretendentes a polititicas de carteirinha. A roubalheira, os trambiques, a corrupção explodiu por todos os lados. Criaram-se os municípios sob a alegação de que era o meio mais certo para se solucionar o eterno dilema da carência dos serviços públicos básicos. Mas na verdade eles rapidamente se transformaram em terrível dor de cabeça para o Governo Central. Mais

DESABAFO

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Mesmo tendo sido surrado à exaustão pelo chicote da vida, ainda assim gosto dos raros momentos de alegria que ela me dá.

Mesmo tendo sido surrado à exaustão pelo chicote da vida, ainda assim gosto dos raros momentos de alegria que ela me dá.

Jesus de Deus chegou acompanhado de um homem forte, já entrado em anos, moreno e de olhar duro, penetrante. Sentaram-se em minha sala e Jesus de Deus sem preâmbulos, me disse:

— Ouça a história de vida deste homem. É importante. É rica e tem muito que ensinar.

Olhei para o homem. Nenhum dos dois me dissera seu nome. Ele inspirou profundamente e me olhando com aquele olhar penetrante começou a narrar uma história impressionante. Eis o que me contou:

— Tenho cinco filhos. Três vivem no Rio de Janeiro e com eles quase não tenho contato. Por isto, não sei como vivem, como sentem o viver e como são seus conflitos emocionais e suas angústias, pois todos as temos. Eu não os vi crescer nem acompanhei o desenvolvimento psicoemocional deles. Sei que são boas pessoas e agradeço à mãe deles que, em que pese ter enfrentado uma vida duríssima, enfrentando um desequilíbrio psicoemocional da qual poucas mulheres conseguem sair ainda que com auxílio psicológico, venceu a batalha sozinha e conseguiu dar-lhes meios de formar Identidades bonitas. Eu a admiro muito, por isto. Ela mostrou que realmente a pernambucana é “muié macho, sim sinhô”. Os outros dois eu acompanhei desde o nascimento até hoje. Eu os vi crescer, individualizarem-se e “criar penas para voar”. A propósito do que venho observando em um destes dois filhos, a moça, meu coração se entristece profundamente. Principalmente porque não sei como ajudar, em que pese ser psicólogo. Mas é como diz o ditado: santo de casa não obra milagre. E este aforisma eu vivi intensamente em várias épocas de minha existência, portanto, sei que ele é verdadeiro. Aliás, como todo “dito popular”.

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STF X CÂMARA. E O BRASIL, ONDE FICA? E NÓS? O QUE FAREMOS?

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E este povo? Não se respeita?

E este povo? Não se respeita?

“Câmara Afronta Decisão do STF e Livra Deputado-presidiário da Cassação”. Esta é a chamada de um artigo inflamado na Folha de São Paulo. É para refletir cuidadosamente. Será que os Deputados enlouqueceram de vez? Será que decidiram peitar as ruas no grito e na raça? Será que perderam totalmente o respeito pelos eleitores e pelo Brasil? Será que decidiram mostrar às claras que são uma quadrilha bem organizada e que nada, nem mesmo o SUPREMO, vai derrotá-los? Será que rixinhas de comadre entre um punhado de ladrões contra o SUPREMO colocou todos os Deputados no mesmo saco? Será que o PT aliado à Banda Podre do PSDB/PMDB decidiram mostrar de vez as garras aos brasileiros? Será, enfim, que vamos caminhando firmemente para uma Ditadura verdadeira em nosso país? Mais

ATENÇÃO, MÃES E PESSOAS DE TODO O MUNDO: CUIDADO COM O PLÁSTICO.

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O Ford K e o Celta são automóveis populares feitos de plástico até na carroceria.

O Ford K e o Celta são automóveis populares feitos de plástico até na carroceria.

Você já atentou para o fato de que nosso mundo está totalmente fundamentado no PLÁSTICO? Em seu automóvel o painel é totalmente de plástico, assim como nos assentos há 85% de plástico. Atualmente, mesmo no motor dos automóveis há plástico substituindo peças que, antes, eram de metal. Em sua casa quase tudo contém plástico, desde seu computador até à sua geladeira. Todos os baldes de que você se serve são de plásticos. Todas as garrafas são de plásticos, com raríssimas exceções. Sua máquina de lavar roupa ou louça, assim como seu microondas, tudo é feito em 95% de plástico. Tudo o que você compra em um supermercado vem acondicionado em plástico. Nós vivemos mergulhados totalmente em um mundo de plástico. Na Medicina há uso de plástico em tudo o que diga respeito não somente às salas de intervenções cirúrgicas, como também nas partes sintéticas que se colocam no corpo em substituição a órgãos danificados por nossa própria incúria. As cadeiras que você usa, em casa ou no escritório, são, quase totalmente confeccionadas em plástico. O plástico se tornou fundamental em nossa vida. Praticamente não há mais espaço para um existência sem a dependência do plástico. Mas isto é bom? Mais

REMORSO – VOCÊ TEM ALGUM?

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Às vezes eu me distraio fazendo fotos de coisas das quais gostei.

Às vezes eu me distraio fazendo fotos de coisas das quais gostei.

Orozimbo voltou á tarde, depois do desabafo sobre a enrascada que seu netinho o havia metido. Vinha acompanhado de Vera, a namorada de Felício. Este, viajara para Roma. Sentaram-se e papeamos aleatoriamente. Em dado momento, Vera disse que se sentia mal consigo mesma porque não conseguia evitar a consciência de que tinha medo da morte, do desencarne, como dizem os espíritas. Orozimbo olhou para ela com cara de gozador. Questionado pela moça, riu e disse que era pura besteira alguém ter medo de morrer, pois a morte é a única coisa certa que se tem na vida, desde mesmo quando se é gerado no ventre materno. Vera concordou com ele, mas disse que ainda assim, tinha medo do momento de sua morte. Virando-se para mim ela me perguntou se eu também sentia este medo que lhe parecia arraigado no âmago mesmo da alma da gente. Eu estava atento ao papo dos dois, pois era um assunto sobre o qual eu vinha pensando e repensando há muito tempo, mas com mais intensidade desde o final de semana em Caldas Novas. Mais

FILOSOFIA DE OROZIMBO

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Falar com os pés para convencer ou defender nossos direitos não é o melhor caminho.

Falar com os pés para convencer ou defender nossos direitos não é o melhor caminho.

Orozimbo chegou, entrou, sentou-se, acendeu seu cachimbo e tudo isto sem nem mesmo me dizer “bom-dia”. Escrutei-lhe a expressão da face em busca de alguma pista que me dissesse qual era seu humor, mas não consegui nada. Sua expressão era de pedra. Seus movimentos lentos, estudados. Depois de aceitar o café amargo que lhe servi e bebê-lo todo, falou.

— Meu netim me meteu numa imbruiada do capeta, home.

Sentei-me a seu lado e permaneci quieto, esperando que continuasse sua história. Não acreditei que o Edu tivesse feito alguma coisa de ruim, visto ser um garoto alegre, brincalhão, de boa índole e muito camarada. Mas era uma criança, portanto…

— Vancê qué sabê o qui foi qui o pestinha aprontô? Mais

DESPERDIÇO DE DINHEIRO PÚBLICO CONTINUA MAIS FORTE QUE NUNCA!

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A transposição das águas do São Francisco. Parte concluída pelas forças armadas desde 2011.

A transposição das águas do São Francisco. Parte concluída pelas forças armadas desde 2011.

Será que algum leitor ainda se recorda da celeuma que foi o tal “transporte das águas do São Francisco” para o Nordeste assolado pela seca? Poucos. Muito poucos, eu tenho certeza. Um em mil, talvez. A construção está paralisada e totalmente abandonada. A parte que tocou ao Exército realizar ficou pronta, mas como a parte que devia ser concluída pelos POLITITICAS nunca foi adiante, aquela já pronta está-se deteriorando a céu aberto, sem que UM ÚNICO BRASILEIRO grite contra este crime de lesa-pátria.

Os sulistas e os sudestinos brasileiros perguntarão, com total ignorância: “E o que nós temos com o Nordeste seco?” Isto é próprio do brasileiro mesquinho de nascimento. Tendemos a enxergar apenas o dilema que nos toca de imediato. Os dilemas macros “não fazem parte de nosso interesse imediato. É questão para político”. Ledo engano. Leio em VEJA que:

Eis a foto que a VEJA colocou em seu artigo. Barragem Cupira - desperdício de dinheiro público.

Eis a foto que a VEJA colocou em seu artigo. Barragem Cupira – desperdício de dinheiro público.

“No agreste de Pernambuco, a cidade de Cupira é cenário da confluência de duas forças políticas que não conseguiram somar resultados. Em 30 de agosto de 2011, a presidente Dilma Rousseff e o governador do estado, Eduardo Campos (PSB), visitaram a cidade para a assinatura da ordem de serviço de duas barragens que deveriam ter ficado prontas no ano passado. Até hoje, os projetos mal saíram do papel.” Mais

MAIS MÉDICOS. MAIS FALTA DE VERGONHA DO PT E MAIS AJUDA IMORAL A CUBA

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Gritaram não por mais médicos, mas por um Serviço Público de Saúde com a qualidade com que se fizeram as famosas "arenas" para o futebol dos cartolas.

Gritaram não por mais médicos, mas por um Serviço Público de Saúde com a qualidade com que se fizeram as famosas “arenas” para o futebol dos cartolas.

Estamos realmente precisando de mais médicos no Brasil? Sim, é claro que sim. Não porque não haja estudantes de segundo grau interessados em cursar a Faculdade de Medicina, mas porque o curso se tornou elitista e o jogo das faculdades e universidades no tocante a vagas é ridículo. Eu entrei em uma sala de aula de médicos, aqui, em Goiânia, na U.F.G., e encontrei 8 alunos apenas. Havia 18 carteiras vazias. Mas verificando as alegações da não chamada dos alunos que tinham passado no vestibular, a desculpa era de que não havia vagas para mais alunos. Como não havia vagas se nas salas de aula pude constatar um número impressionante de carteiras vazias?

Achei que se eu fosse ao anfiteatro onde se ministram as aulas encontraria mais estudantes. Não encontrei. Uns quinze gatos pingados. Mesmo que um número maior estivesse fazendo pesquisa ou em laboratório, ainda assim há mais vagas em aberto e ociosas do que estudantes matriculados. Não pude encontrar nem uma única sala com todas as carteiras preenchidas, naquela tarde de segunda-feira, mesmo naquelas de calouros. Mais

ESTAMOS FRITANDO E OS APEGADOS AO DÓLAR NÃO VÊEM O PERIGO

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Cercada por mangueiras, jaqueiras, tamarindeiros e outras árvores de grande porte, no verão ela não difere muito das outras casas.

Cercada por mangueiras, jaqueiras, tamarindeiros e outras árvores de grande porte, no verão ela não difere muito das outras casas.

Três horas da madrugada de domingo, 25/08/2013. Caldas Novas. Acordo zonzo, com dificuldade de respirar. Tórax pesado como se sobre meu peito tivesse uma chapa de chumbo. Cabeça parecendo ter sido substituída por uma bola de ferro. Dor nas têmporas. Nariz ressequido, com a sensação de queimação nas mucosas nasais. Garganta tão seca que tenho dificuldade de engolir, embora minha boca não tenha quase nenhuma saliva. Tento me levantar e vejo que não tenho controle de meus movimentos. O corpo parece não ser meu. Caio com a cabeça batendo contra a parede. Esforço-me e me ponho de pé com um esfôrço titânico. Apoiando-me com as mãos na parede, tento inspirar fundo, mas meu tórax teimosamente não quer obedecer. A sensação de sufocação é muito desconfortante. Retiro-me de meu corpo, psicologicamente, a fim de não me deixar tomar pelo pânico. Onde tenho minha casa não há qualquer mínimo resquício de socorro imediato.

A varando de nossa casa é uma delícia, quando é época de chuva. O barulho do vento ou da chuva nas folhas é verdadeira música aos nosso ouvidos.

A varando de nossa casa é uma delícia, quando é época de chuva. O barulho do vento ou da chuva nas folhas é verdadeira música aos nosso ouvidos.

A cidadezinha de Caldas Novas, em que pese a megalomania dos seus governantes, tem uma assistência médico-hospitalar totalmente ineficiente. A farmácia mais próxima fica a quatro quilômetros e àquela hora está mais fechada que túmulo. Estou entregue a mim e à minha companheira, que dorme ainda.

O bairro onde estamos foi o último a ser tomado pela “civilização”. Até há dois anos, tudo ali era natural, com árvores típicas do serrado, temperatura amena e, mesmo no verão, em nossa casa a gente sentia bem a diferença. Mas vieram as construtoras. Adquiriram os lotes por uma bagatela e construíram casas que são verdadeiras mansões. Lindas e grandes. E a especulação desembestou sem freio. Agora, o bairro está todo asfaltado, há casas e mais casas grandes e belíssimas e o sossego e a paz se foram para sempre.

Uma lástima. Eu preferia continuar vivendo cercado de beija-flores, tucanos, corujinhas do campo, carcarás, araras, papagaios, rolinhas, joões-de-barro,  bem-ti-vis, pica-paus coroados etc… do que cercado de mansões calorentas e gente com seus super-rádios espalhando ruído estúpido pela atmosfera a torto e a direito. Mais

SÉRGIO CAPADO… DESCULPEM, CABRAL, ESTÁ NO SAL…

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Reflexões de Orozimbo.

Reflexões de Orozimbo.

Tadim… O bixim tá danadim, né não? Acho inté qui ele num consegui nem drumi dereito… E apois num é qui a revista fofoqueira VEJA andou fuçando a vida da muié do home? E adiscubriu qui ela tombém levô vantage im tudo, cuma dizia aquele jogadô de futebór. Mas i num é pra levá, xente? Se o maridão dela tava nadando de braçada na dinheirama qui eles, antes de sentá as bundonas de pobretão lá in riba nunca tinha visto, pru qui é qui ela num ia tombém deitá e rolá no saco de lixo? Inté eu, ora!

Esse povo num tem jeito, né não? Todo mundo se diz cristão, mas acho qui é só da boca pra fora… Sabe pru quê? Pruque tão todos ele, pronto pra jogá a premera preda, ora. Se vancê se metê a besta de arribá a cabeça acima dos otro vai sê apredejado, ora se vai! Mas num foi o fio de Deus qui dixe qui num se deve atirá a premera preda? A num sê qui o atiradô nunca tenha pecado… Coisa impossíve, né não? Mais

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