QUESTÕES QUE PARECEM IMPORTANTES…

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A Mente Humana é pura energia. Mas onde está esta energia e o que é ela, afinal?

A Mente Humana é pura energia. Mas onde está esta energia e o que é ela, afinal?

CARTA CAPITAL, em número já bem passado, apresenta a seus leitores 20 perguntas, das quais retirei as abaixo para lucubrações.

 O que nos torna humanos?

Apenas olhando seu DNA, você não saberá — o genoma humano é 99% idêntico ao de um chimpanzé e 50% ao de uma banana. No entanto, temos um cérebro maior que a maioria dos animais – não o maior, mas com três vezes mais neurônios que o de um gorila (86 bilhões para ser exato). Muitas coisas que antes considerávamos características nossas – a linguagem, o uso de ferramentas, reconhecer-se no espelho – são encontradas em outros animais. Talvez seja a nossa cultura – e suas consequências em nossos genes (e vice-versa) – que faça a diferença. Os cientistas acreditam que cozinhar e dominar o fogo podem ter nos ajudado a desenvolver cérebros maiores. Mas é possível que nossa capacidade de cooperação e troca de habilidades seja o que realmente faz da Terra um planeta de humanos, e não de macacos. Mais

LIBERDADE, LIBERDADE, ABRE AS ASAS SOBRE NÓS…

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Eles começam assim: bonitões, fortões, machões e... descompromissadões até consigo mesmos. Depois, transformam-se em trapos humanos, graças aos empreendedores do Crime.

Eles começam assim: bonitões, fortões, machões e… descompromissadões até consigo mesmos. Depois, transformam-se em trapos humanos, graças aos empreendedores do Crime.

Denis Rosenfield, catedrático de Filosofia da UFRGS, escreve para a revista ÉPOCA. Em seu último artigo, intitulado AINDA MAIS NOCIVO QUE O CIGARRO (Época, nº 802, de 07/10/2013), ele me deixou pensativo e seriamente preocupado.

Sempre tive a impressão de que os Filósofos vivem no “mundo da Lua”; pensam em Utopias e pairam acima da dureza do nosso dia-a-dia. No citado artigo o Dr. Rosenfiel inicia dizendo que “Sem dúvida, o Brasil padece de um excesso de regulamentação que atinge fortemente a livre-iniciativa, o empreendedorismo e até a própria arrecadação de impostos”. Em seqüência a considerações muito bem forçadas e costuradas sobre as dificuldades que empresários e empreendedores enfrentam na criação, manutenção e desenvolvimento de suas empresas, graças ao infinito e emaranhado sistema de determinações, avisos, Leis, sub-leis etc… conclui que “”é como se houvesse um tipo de lei do seguinte tipo: ‘toda desburocratização deverá ser seguida por outra forma de burocratização'”. 

Sim, burocratizar e burrocratizar nosso país é o Galardão dos POLITITICAS e dos Servidores Públicos de Primeiro, Segundo e Terceiro Escalões. Contra este vício entranhado no próprio Ser do brasileiro já se aprovaram várias Leis que, atualmente, encontram-se sepultadas em algum lugar. Não perderam o valor, visto que não foram revogadas, mas nós somos campeões mundiais em ignorar as Leis que “nossos representantes” fazem com vistas ao regulamento de nosso comportamento tendenciosamente voltado para o Erro, a Corrupção e o lesa-pátria. Mais

“BREAK DOWN” PSICÓTICO É UM DILEMA DURO PARA UMA FAMÍLIA

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Eis uma de minhas filhas. Ela é linda e me faz lembrar muito de sua mãe, quando jovem.

Eis uma de minhas filhas. Ela é linda e me faz lembrar muito de sua mãe, quando jovem.

Eu estava profundamente cismador, mergulhado em um passado distante, quando ouvi o toque da campainha. Fui ver quem era. Era Felício. Vinha acompanhado de  Jesus de Deus e de Orozimbo.

— Podemos entrar?

— Vocês são muito bem-vindos. A que devo a visita?

Felício apontou com o polegar para Jesus de Deus e respondeu.

— Ele apareceu lá em casa com um casal que está em crise. Conversamos muito e, finalmente, tomamos a decisão de vir até aqui pedir conselhos ao senhor.

— Entrem, entrem. Eu estava mesmo de bobeira. Do que se trata?

Depois que todos estavam sentados e eu lhes tinha servido biscoitos salgados e guaraná — Jesus não bebia Coca-Cola — este mesmo deu início à conversa.

— Eu creio que o senhor tem condições de explicar ao nosso amigo o que está acontecendo em sua casa. Ele anda à beira de um colapso de nervos. Poderia ouvi-lo? Mais

E NÃO SOU EU SÓ QUE PREVEJO UM DESASTRE

1 Comentário

Reproduzo na íntegra, pois o perigo recai justamente sobre os ombros dos jovens desavisados de hoje. Leiam com atenção e, se puderem e quiserem, indiquem a seus amigos, jovens ou idosos. O assunto é seriíssimo.

“Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
 
O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.


Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.
A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:
 
— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.


Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.
Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.
A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista
A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de “uma grande nação” indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
 
O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.
O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:
 
— Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.


Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.
O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.
Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola
 
A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram “quilombolas”. No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: “O senhor mora aqui?” “Moro.” “Desde 1988?” (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). “Sim”. “Quem morava aqui?” “Meu avô.” “Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?” “Sim” “Até onde?” “Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha.” “Tudo é seu.” E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.


 
Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.
Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.
Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir
O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma “zona livre”, uma “república do MST” na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.
É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: “O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará.”
Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.
O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira
Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.
Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.
No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de “terra devastada” àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.
A três passos da guerra civil
 
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:


 
— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.


Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.
 
Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que Deus guarde a todos vocês.


O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.
Qual é a sua posição a respeito das declarações do autor? Tratar-se-ia de uma postura alarmista e exagerada ou condizente com a realidade do país? Manifeste sua opinião e contribua para o diálogo democrático.
 
Paulo Camponi.

Com informações de Blitz Digital e CBR.

PODE-SE VIVER SEM POLÍTICA?

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"Faz-me rir o que pensas tolinho. Sem política eu não estaria aqui..." (Canta a dondoca da Globo)

“Faz-me rir o que pensas tolinho. Sem política eu não estaria aqui…” (Canta a dondoca da Globo)

Esta é uma pergunta que muitos brasileiros se fazem. Considerando que a classe política de nosso país é a maior vergonha que o Mundo já viu nestes dois últimos séculos, onde nenhum país jamais nem mesmo se aproximou da desfaçatez dos que se entronizam para sempre no Poder Brasileiro, tenho ouvido jovens questionando a necessidade da Política em nossas vidas. Argumentos contra a Política nos vêm às carradas através dos que gentilmente chamamos de “maus políticos”, eufemismo que esconde a vontade de gritar BANDIDOS POLÍTICOS. Tomemos, por exemplo, a notícia que é veiculada na Folha de São Paulo, hoje, 29/10/2013: Para garantir a aprovação do reajuste do IPTU, interlocutores do prefeito Fernando Haddad (PT) negociam com partidos da base mais espaço político na administração. Insatisfeitos, vereadores do PSD e do PMDB estão entre os que exigem contrapartida. Eles pleiteiam cargos em subprefeituras e secretarias”. Mais

SERÁ QUE AGORA O MARANHÃO CONSEGUE SEU GRITO DE INDEPENDÊNCIA?

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"Tô safa! A maquiagem me disfarça e eu engano a Magra!"

“Tô safa! A maquiagem me disfarça e eu engano a Magra!”

O Último Segundo traz uma reportagem sobre o enfraquecimento, por velhice, do Clã Sarney no Maranhão. Mas o Líder do Governo Roseana, na Assembléia Legislativa Maranhense, diz que ” quem detém o poder, detém votos”,

Estranho, não? Quem devia DETER O PODER era o povo maranhense, não um “cabeça coroada” qualquer. Mas isto é a POLITITICA no Brasil Maravilha. 

Bom, que o clã está caquético isto é patente. O Sarneyzão Penacova só não anda de bengala porque os puxa-sacos o amparam por todos os lados. Sua filha também anda namorando os sete palmos abaixo das raízes do capim. É, como disse um amigo meu nos idos de 1970: “os crápulas também envelhecem”.  Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – V A INSTRUÇÃO AOS APÓSTOLOS

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Quando Yehoshua pregava, não eram somente os homens que o ouviam.

Quando Yehoshua pregava, não eram somente os homens que o ouviam.

Era manhã cedinho quando João se levantou e, pé-ante-pé, saiu de manso para não perturbar o sono dos outros. A mata ainda estava escura e a neblina adensava o frio por entre as folhagens úmidas. João buscou uma pedra acima da entrada da gruta e ali se sentou para meditar. Quase não pregara olho a noite toda. As palavras de seu irmão o tinham impressionado muito. “Minha espada é a palavra”. Então, Ele veio para nos trazer a palavra. De quem? Só pode ser a palavra de Yevé. Não há outro Deus acima ou mais poderoso que Yevé. Então, meu irmão tem de estar falando de Sua palavra. Só que há um contra-senso nisto. A palavra de Yevé está nas escrituras e é totalmente oposta às que Yehoshua transmite. E como Yevé não pode se contradizer, ou não seria O Supremo Criador, meu irmão fala de outro Deus… Mas que Deus é esse?” Mais

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