A Corrente do Mal? Ou pior que isto: a corrente do Crime?

A Corrente do Mal? Ou pior que isto: a corrente do Crime?

O Brasil continua em ebulição. Desde junho que ele sofre de “dor de barriga”, mas agora a dor chegou ao estágio da diarréia. Na verdade, o Brasil sempre sofreu de dor de barriga. E ela sempre lhe foi causada pela indigestão política, ou melhor, polititica, pois é esta classe de sujeito que empesta o Poder Público brasileiro.

Mas ao ir para as ruas protestar contra o abuso descarado dos polititicas, o povo, como sempre ordeiro e pacífico, pensava que tudo correria dentro do esperado: eles protestariam, o Planalto e suas derivações estaduais ouviriam e alguma coisa boa redundaria daí.

Ledo engano. O Planalto ouviu, sim. Suas derivações estaduais, também. Mas acontece que mentes sujas, trabalhando na escuridão do Crime e do Pensamento Negro Polititica, trataram de tomar para si a iniciativa popular. E o que o povo estarrecido viu foi que seu movimento ordeiro e pacífico se transformou na capa que abriga a ação de agitadores, baderneiros, guerrilheiros, bandidos pé-de-chinelo, contrabandistas de drogas e armas, agentes de facções políticas, inocentes úteis… Enfim, o movimento legítimo do povo passou a servir de disfarce para que várias facções criminosas agissem diante da Polícia manietada pelo medo e pelas ordens absurdas recebidas de seus superiores.

A Polícia se perdeu e voltou ao velho costume: matar inocentes e dizer que  são criminosos...

A Polícia se perdeu e voltou ao velho costume: matar inocentes e dizer que são criminosos…

No meio da desordem que se instalava como sarampo por todo o território brasileiro entregue ao des-Governo petista da Vovozona e sua fada madrinha, o “Ratão do Banhado” (mais conhecido como Lulão Safadão), a própria polícia deu de cavar sua sepultura. Nas malfadadas UPP”s Cariocas, inicialmente recebida com festa pelos favelados transvestidos de cidadãos de comunidades, assassinatos frios e dantescos passaram a ser cometidos. Inicialmente sob extremo cuidado e, quando descoberto, logo abafados pelos coronéis-comandantes. Mas como tudo o que sobe tem de cair, a PM carioca ficou relaxada. O Poder que tinha conseguido sobre a ralé criminosa foi sendo minado e eles pareceram não perceber ou, pior, parece que foram cedendo ao suborno. Uma propina aqui, outra ali, e os criminosos foram-se chegando devagarinho e construindo novamente seus búnqueres nas “comunidades”. Uma vez fincado o pé na localidade, entraram em ação como antigamente. Tiroteio, coação, medo e drogas. A Policia instalada nas UPP’s foi-se encolhendo. De quê? Medo? Por quê, se contam com o apoio comunitário e do Estado? Não, não medo. PROPINA. Rapidamente o velho esquema voltou a se desenvolver entre os PMs. Pegar um inocente, torturar, massacrar a família com ameaças, matar o inocente e jogá-lo em algum lugar tétrico, para ser descoberto por alguém. Então, “investigar” o “bandido” executado pela facção rival e… terminar tudo em uma pizza estragada, pois policial não é pizzaiolo. Mas se danaram logo na primeira tentativa desajeitada, prematura e inconveniente. Pegaram um pobre ajudante de pedreiro, torturaram, mataram e esconderam o corpo. Por que realmente fizeram esta barbaridade? Ninguém sabe, só o Criador. Amarildo, este o nome do infeliz, entrou para a história dos mártires da PM carioca como símbolo da desorganização do Estado e da vitória dos criminosos.

Por que ele se tornou um assassino fardado? Eis a pergunta que ninguém fez.

Por que ele se tornou um assassino fardado? Eis a pergunta que ninguém fez.

O Comandante foi afastado do cargo e preso com uma caterva espantosa de PMs assassinos ou coartados pelo medo, o que os fez não interferir no crime que ouviam ser cometido friamente na calada da noite. Mas o povo, sabendo do desaparecimento do mártir, botou a boca no trombone e o “escondidinho de PM” foi descoberto. Deu trabalho, mas foi.

O prejuízo para o Estado do Rio foi muito maior do que se avaliou. A PM se desmoralizou. O Governador se desmoralizou. O Estado se enlameou. E os êmulos do “Lado Negro da Força”, escondidos entre os inocentes úteis, bobocas que agiram sob máscaras, se soltaram.

A baderna alastrou-se pelo país e não mais parou. Agora, toda semana, o Brasil corre para o vaso sanitário da vergonha, onde descarrega o resultado da baderna coordenada por “forças ocultas” de todas as vertentes.

"Olha aqui, cara. Neste momento, quando as urnas já estão se agitando, é melhor andar de fininho..."

“Olha aqui, cara. Neste momento, quando as urnas já estão se agitando, é melhor andar de fininho…”

É o caos.

E o Governo Federal? Está em silêncio tumular. Vovozona, estranhamente, está caladona. Parece até que lhe colocaram mordaça na boca. Por que? Mistério. O assunto já transcende a esfera Estadual e Municipal. O quebra-quebra já é uma orquestração maliciosa, que ataca em todo o território nacional.

A Polícia se desmantela, se desorienta, se enfraquece e fica à mercê dos baderneiros, que, protegidos por um sistema legal pífio e imoral, deita e rola no crime.

Mas o Governo Federal está indiferente às ruas… Ou não? Ninguém parece atentar para o fato e isto me põe pulgas atrás das orelhas. Onde anda mesmo a Vovozona? O que está fazendo, ou, melhor dizendo, o que está tramando? Será que só pensa na reeleição ou pensa em movimentos escusos que certamente tem orquestrado ou permitido aos êmulos do partidão orquestrar? No início, no susto, ela se movimentou e fez pronunciamentos quase bombásticos. Foram pífios, mesmo. Mas fez. Agora, saiu de cena sem qualquer explicação. Sei não…

"Nas Alagoas eu mando! Escreveu e não leu pau comeu!"

“Vê lá se vou-me rebaixar a almoçar na companhia de um operário ignorantão! Eu, hein!”

Leio uma denúncia de Guilherme Fiuza, em ÉPOCA nº 806, que o “Ratão do Banhado” não está desaparecido, como eu pensava. Ele flana ativamente no Covil dos Alibabás brasileiros. No dia da comemoração dos 25 anos de promulgação da Constituição, o “Ratão do Banhado” discursou no Senado Federal. e desceu a lenha na Imprensa, segundo o Fiuza.

Depois, cobriu José Sarney de elogios (tem que ter estômago). Satisfeito com ter malhado a Imprensa e bajulado o Imperador do Maranhão, o Ratão do Banhado convidou o “Furioso” para almoçarem juntos. Logo quem!

Quando operário, o Ratão do Banhado, ainda simplesmente Lula, gritava liderando seus apaniguados: “Fora Collor!” Pois bem, agora, já “Ratão do Banhado”, ele convida o sujeitinho ruim para almoçarem juntos. Tem ou não tem algo podre fedendo aí?

Sei que é bem difícil sentir podridão no ar se a gente se encontra dentro do “Covil dos Alibabás” brasileiros. Ali, até as paredes fedem. Mas mesmo lá dentro, um convite “amigável” feito ao representante dos sionistas no nosso país para almoçar na companhia de um antigo opositor e justamente por este… Sei não!

Pensa, Lulão, pensa mesmo. Um dia, quem sabe? Você vai conseguir ir além da lenga-lenga marxista-leninista que por toda sua vida lhe dirigiu passos, emoções e pensamentos...

“Ai meu Deus! Ele me arranjou novo apelido. Quando é que vai ficar com um só?”

Claro está que o” Furioso” não se rebaixou a ir almoçar na companhia de um operariozinho ignorante que foi eleito Presidente por um povo desprezível aos olhos do sionismo. “O Ratão do Banhado” teve mesmo de se contentar com outra podridão produzida no “Covil dos Alibabás” brasileiros. Segundo Fiúza, ele foi degustar a comida em companhia de outro “compãeiro” de maracutaias, o Senador Gim Argello, êmulo do PTB do DF, sujeito que tem um excelente currículo para os padrões petistas. Responde a vários inquéritos no STF por apropriação indébita, peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva (deduração do Fiuza). Mas com este currículo, o Senador está perfeitamente dentro dos padrões Petistas e, logicamente, é excelente companhia para o almoço com o “Ratão do Banhado”. Mas a pergunta é: onde está a cavilha que liga a carruagem desgovernada da bagunça social às perambulações esconsas do “Ratão” pelos corredores fétidos do “Covil dos Alibabás” brasileiros? Eu ainda não atinei. Espero que o Fiuza o faça. E logo, senão a vaca brasileira, que já está no brejo, vai afundar de vez.

E os brasileiros com ela.