Ele representa o Espírito do Senhor das Armas, que encarna em todo aquele que se elege Presidente dos Estados Unidos da América.

“Olhaí, gente, não há o que temer. Eles vão ter a bombinha, mas é coisa à-toa, eu garanto!”

Você decide. Segundo Obama, “o acordo fechado em Genebra sobre o programa nuclear iraniano torna o mundo mais seguro”. No entanto, esta não é a opinião dos judeus, cujo líder, contrariado, assevera que “o que se estipulou em Genebra não é um acordo histórico, mas um erro histórico. Hoje o mundo se transformou em um lugar muito mais perigoso” (Benjamin Netaniahy). 

Diria novamente Shakespeare: “Top be or not to be?”  E nós podemos ecoar com ele: “To be shit or not to be shit?”

Que o mundo atual anda todo “shit” é do conhecimento até do tabaréu brasileiro, quanto mais dos letrados que pululam por aí e não vivem voltados somente para o “deus” crack e a “deusa” cocaína. O assunto, tema de reportagem da Folha, vai passar totalmente em branco para muita gente, no Brasil. Mas não devia…

Faravar - o ícone mais conhecido do desconhecido Mazdeísmo.

Faravar – o ícone mais conhecido do desconhecido Mazdeísmo.

Dureza, gente. Os iranianos de hoje têm um passado histórico extremamente relevante para os destinos da humanidade.  A Dinastia Persa Aquemênidas foi responsável pelo nascimento de um dos primeiros estados multi-nacionais na Terra. Os nômadas Citas e Sármatas foram os povos que dominaram, durante séculos, grande parte do território do que constitui atualmente a Rússia e a parte Ocidental da Sibéria. Ali se desenvolveu e fez história um grupo de mulheres guerreiras sármatas que talvez tenha inspirado o mito das Amazonas. E como se não bastasse, muitas religiões dos povos iranianos, incluindo o Zoroastrismo e o Maniqueísmo, tiveram grande influência na formação e no desenvolvimento do pensar religioso judaico-cristão. As primitivas tribos iranianas originaram vários povos, como os Persas, Os Curdos e os Pachtuns, entre outros grupos de menor representatividade. Os povos iranianos meridionais mantiveram sua identidade, mesmo diante das conquistas de Alexandre Magno, e das tentativas islâmicas de domínio cultural, assim como perante as investidas devastadoras dos Mongóis,  enquanto que os Iranianos do Norte foram, na sua maioria, assimilados pelos povos eslavos e outros. A propósito deste assunto, lê-se na Wikipédia que:

Helena Petrovna Blavatsky, a discutida médium que escreveu a Doutrina Secreta.

Helena Petrovna Blavatsky, a discutida médium que escreveu a Doutrina Secreta.

O zoroastrismo, também chamado de masdaísmo (pode-se escrever também masdeísmo) ou parsismo, é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta ZARATUSTRA, a quem os gregos chamavam de ZOROASTRO. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um MESSIAS, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo, mas sua influencia foi filosófica e não religiosa, como alguns relatam; não houve sincretismo religioso entre essas crenças e sim um compartilhamento filosófico entre alguns pontos do Zoroastrismo. Não existem provas e nenhuma ligação distinta entre estas religiões, já que as concepções que o Zoroastrismo compartilha com o Judaísmo já existiam antes de sua criação (logo, Blavatsky tem razão: tais ensinamentos já estavam no que ela chama de A  Verdadeira Religião, A Doutrina Secreta). Este é um erro comum que se propagou entre muitos, mas não tem nenhum fundamento histórico”.

Então, gente, embora não pareça, a História da Humanidade continua presa à história do assim chamado Oriente Médio. Parece que todos os povos derivaram dali, logo, estão irremediavelmente dependentes daquela gente e do que elas decidirem fazer, pois na Natureza nada se encontra só, desvinculado do todo, assim como “nada se cria nada se perde, tudo se transforma”.

Eis o mais gritante exemplo de emburramento da mente humana. Eles permanecem os mesmos, sem qualquer avanço, desde há quinze mil anos ou mais.

“Eu acho que a gente devia descer o cacete atômico neles de uma vez por todas. E você?”

Os judeus sempre andaram às turras com os Persas e vice-versa. Até nossos dias eles não conseguiram encontrar um meio-termo, um ponto de equilíbrio. Hoje, os judeus são tidos como os maiores gananciosos de todos os povos. Bom, que eles são apegados ao “rico dinheirinho” ninguém pode negar. Mas talvez tenham sido empurrados para este vício social condenável e perigoso por sua própria interação com outros povos, que é o que a gente começa a vislumbrar quando se mergulha de cabeça em sua tremendamente complexa História.

Bom, atualmente não são somente Iranianos e Hebreus os povos que nos colocam sobre um braseiro aceso. Há os chineses e os norte-americanos com suas mentes empedradas, que não arredam pé de poluir e envenenar o ar, a água e o solo em busca de algo irrisório – o que chamam de “riqueza”. Uma “riqueza” que ficará aí, largada ao léu, totalmente inconsciente dos derramamentos de sangue em guerras fratricidas, silenciosas, levadas a efeito por estranhos bípedes que de há muito se foram deste planeta totalmente desertificado e venenoso, que o Criador levará milênios para tornar novamente habitável.

"Povos do mundo! Se a curra é inevitável, relaxa e goza. Pode ser o último gozo, portanto, caprichem!"

“Povos do mundo! Se a curra é inevitável, relaxem e gozem. Pode ser o último gozo, portanto, caprichem!

Segundo a Folha de São Paulo, “O ministro da Indústria israelense e líder do partido Lar Judeu, Naftalí Bennet, foi mais enfático. “Se, dentro de cinco anos, explodir uma mala nuclear em Nova York ou em Madri, será por causa do acordo assinado hoje”. Não entendi essa de “mala nuclear”, mas como não sou cientista na Física Nuclear… Bom, mas continuando dentro da Folha, temos outra opinião contrária ao do pessimista judeu. Trata-se da opinião do Presidente da França que declara que: “o entendimento constitui uma etapa rumo ao fim do programa militar nuclear iraniano e, portanto, rumo a uma normalização de nossas relações com o Irã”. 

(Obama X Netanyahu) e (Hollande X Naftali Bennet) é a inequação que temos, hoje, nos noticiários. E é inequação porque, tratando-se de políticos, nunca se saberá o que estão escondendo atrás de palavras que se assemelham ao grito desesperado do sujeito que, no circo, ficou preso pelos bagos às ripas do banco onde se assentava, enquanto todo mundo corria desesperado diante do leão que se soltara das grades. O desgraçado, em pânico, gritava: “Senta que o leão é manso!”

Pois é: Obama e Hollande, talvez porque não conseguiram dobrar os Iranianos, estão gritando ao mundo: “Senta que os Iranianos são mansos!”. Sim, todo ser humano é manso, até que o perigo venha morar ao seu lado. E para os Iranianos o perigo sempre foram os “judeuzinhos”.

Arre diabo!