A droga Krokodil, o presente do diabo.

A droga Krokodil, o presente do diabo.

Um leitor que se identificou como Flavinho Flávio, depois de ler meu artigo publicado em 11/11/2011, saiu-se com a tirada que encima este novo artigo. Eu lhe respondi que realmente não existe a verdade absoluta, mas existe a derrota absoluta e disto não se pode duvidar. O artigo era a respeito da droga anfetamina e da escravização do Elemental Físico a ela por fraqueza de caráter dos drogadictos. O tema veio a calhar, pois acabo de ler na ÉPOCA, edição número 812, de 16/12/2013 uma reportagem justamente sobre as drogas e seu alastramento quase descontrolado, senão descontrolado, por todo nosso território. O tema que, sem querer, Flavinho Flávio me sugeriu, vem a calhar, visto que eu estava (e continuo estando) meio descoroçoado com os temas políticos. Estes, cansam até Satanás, que gosta que se baba da zorra que os nossos polititicas aprontam contra a Nação inteira.

A nova droga denominada Krokodil faz que seu usuário apodreça em vida. Vejam que horror!

A nova droga denominada Krokodil faz que seu usuário apodreça em vida. Vejam que horror!

O comentário do leitor Flavinho Flávio teve um quê de sarcástico e de zombaria, o que me estimulou a lhe dedicar este artigo em particular.

Por que as pessoas se entregam às drogas, mesmo sabendo que estão mergulhando de cabeça num mundo de horror que quase sempre não tem volta? Esta pergunta atormenta milhares de estudiosos da Psicologia, da Psicanálise, da Medicina e de todas as Ciências ditas Humanas, mas até hoje não há uma resposta definitiva.

Desespero? Frustração? Fraqueza de Caráter? Estupidez? Tudo isto e muito mais. O que fazer? Ninguém sabe. O que se sabe é que este mal está-se disseminando rapidamente pelo mundo e a cada ano as drogas que surgem são mais terríficas e aterrorizantes. No entanto, pessoas há que, por motivos que se desconhece, entregam-se à seara do Diabo e se tornam sua maldita colheita. Se se vivesse somente no corpo, até se poderia dizer “tudo bem. Com a morte tudo acaba”, mas não é assim. Há sobejas provas, até mesmo para os mais céticos, de que a morte do corpo não é o fim. Então, é preciso que pensemos na nossa responsabilidade não com os outros, mas e principalmente conosco mesmos.

Imagine-se fazendo o que este infeliz faz: quebrando seus dedos gangrenados sabendo que isto vai acontecer em todo seu corpo até que morra em atroz agonia.

Imagine-se fazendo o que este infeliz faz: quebrando seus dedos gangrenados sabendo que isto vai acontecer em todo seu corpo até que morra em atroz agonia.

A “ultima moda” ou, dizendo melhor, o “último presente do Diabo à humanidade” chama-se Krokodil. É uma concorrente barata da heroína, segundo informa a Época, e é injetável. Esta droga age de modo intenso e escraviza o incauto logo na primeira picada. A partir daí, não demora senão poucos meses, ele começa a morrer apodrecendo em vida. A droga granguena seus membros e, apodrecidos, eles vão caindo aos pedaços e o infeliz assiste a isto cheio de terror, até mesmo de pavor e com certeza prenhe de arrependimento por ter aceitado o “presente do Diabo”. Mas é tarde. Não há volta. Não há tratamento. O apodrecimento é progressivo e pavoroso.

Esta infelicidade já está presente em algumas clínicas brasileiras, informa um médico à Época. O tráfico ainda não é intenso, mas fico cheio de temor, pois neste país, “em se plantando tudo dá”. Talvez, no ano que entra (2014), já tenhamos algumas centenas em desespero, morrendo podres em vida, sem qualquer esperança. Tudo porque todos os alertas para eles foram inúteis…

O choro de desespero não alivia a sentença: vai morrer apodrecendo devagar...

O choro de desespero não alivia a sentença: vai morrer apodrecendo devagar…

Isto prova que minha resposta ao leitor que se apresentou como Flavinho Flávio está certa: pode não existir a Verdade Absoluta, mas com certeza há o Fim Absoluto para os incautos. E do modo mais horroroso que se possa imaginar. A vocês, que já se iniciaram na cocaína, vejam isto. Olhem bem para isto e pensem se vale a pena avançar mais em direção aos braços de Satã.

Não ha revolta contra as injustiças sociais; não há revolta contra pais; não há revolta contra namorado traidor; não há revolta contra a vida, enfim, que justifique alguém se condenar a uma morte tão absurda e tão terrífica. Se você conhece alguém que se atira às drogas por uma besteira destas, mostre-lhe este artigo.

E se você é um defensor da droga como um meio de “viajar” saiba que o tal Krokodil leva o iniciado inicialmente a viagens maravilhosas, para depois transportá-lo à visão do Inferno. Então, penitencie-se e não mais faça a defesa de uma coisa tão diabólica que somente mentes infernais poderiam criar.

Além do aspecto repugnante, há o fedor da gangrena...

Além do aspecto repugnante, há o fedor da gangrena...

Sim, não há verdade absoluta, mas com toda a certeza, como ratificam as fotos deste artigo, há o fim absoluto – do corpo físico, do corpo emocional e do corpo mental, ou seja: o fim do Espírito.

Não interessa que você se diga ateu, meu amigo. Seu ateísmo não afasta a alta probabilidade da Vida após a Morte, assim como a cegueira do cético não impede a Luz do Sol de brilhar para ele também.

Droga é um assunto seriíssimo e não pode ser tratado irresponsavelmente nem pelo descuidado, nem pela mais culta e bem informada das pessoas. O perigo nos ronda. E ronda principalmente nossa juventude escolar. Imagine você, que é filho, dando este susto danado e de quebra o desespero incalculável a seus pais, apresentando-se diante dele apodrecendo em vida.

Imagine-se olhando para seus braços, suas pernas, seus dedos, seus pés, todos fétidos, horripilantemente fétidos porque a gangrena FEDE. Imagine-se tendo de suportar aquele fedor QUE É SEU dia e noite até seu último suspiro. Que terrível, não? Pois bem, se você é chegado às baladas regadas a álcool e drogas, antes de sair para a noite dos zumbis, dê uma olhada bem demorada para estas fotos e veja se ainda está disposto a se arriscar a esta desgraça.

E se você, meu caro Flavinho Flávio, ler esta reportagem – que eu lhe ofereço como alerta – repense seu modo de encarar a vida. Não zombe de coisas sérias, pois um dia você, por levar a vida na flauta, poderá se ver às voltas com Satã…