"Uma maconhinha de vez em quando não faz mal a ninguém!""

“Uma maconhinha de vez em quando não faz mal a ninguém!””

Fernando Henrique Cardoso, o traidor dos aposentados do Brasil, defende a descriminalização da Maconha. Fernando Gabeira, também. Mas este último é usuário dela, portanto, sua opinião é viciosa. Este assunto vem rolando pelo mundo há muito tempo. Países que o fizeram terminaram por se arrepender da experiência. Aumentou assustadoramente o número de consumidores, aumentou proporcionalmente a queda no rendimento dos empregados e dos estudantes, aumentou a despesa com a saúde pública e privada e, ainda, a tendência à criminalidade sem que fosse diretamente relativa à proibição da venda e consumo do veneno. Muitos países revogaram a liberdade e a maconha voltou a ser proibida. Cardosão, Gabeirão e outros afins com os contraventores e os contrabandistas continuam firmes na defesa da liberalização do vício, ignorando propositadamente que todo vício é prejudicial à saúde do viciado.

Ministro Luiz Roberto Barroso. Eu discordo dele.

Ministro Luiz Roberto Barroso. Eu discordo dele.

A propósito deste assunto, numa entrevista concedida à Folha de São Paulo, do dia 23/12/2013, o Ministro do Supremo, Luiz Roberto Barroso, quando perguntado sobre a liberalização da Maconha, deu esta resposta:

Descriminalizar uma droga considerada mais leve, como a maconha, resolveria o problema? O grande dinheiro dos barões do tráfico vem de outros tipos de drogas sintéticas mais complexas. Como resolver isso?
Não sou um estudioso da questão das drogas nem quero ser uma pessoa pretensiosa de ter uma solução. Sou juiz e vejo quantos casos chegam às minhas mãos de pessoas que são condenadas por tráfico, por pequenas quantidades de maconha: 100 gramas, 200 gramas, 500 gramas de maconha. O sujeito está condenado. Isso provoca um impacto extremamente negativo sobre essa juventude. Quando vai preso por 250 gramas de maconha e entra no sistema penitenciário, sai violentado, embrutecido e pronto para crimes mais graves. Do ponto de vista de uma política criminal, não teria nenhuma dúvida que descriminalizar a maconha é positivo. E a cocaína, que é uma droga potencialmente mais danosa e que produz mais dinheiro… Também no caso da cocaína a minha maior preocupação não é com o usuário, embora não me seja indiferente, é de novo com o poder que o tráfico passa a ter pela quantidade de dinheiro que arrecada. A tragédia brasileira é que para um jovem que cresce em uma comunidade dominada pelo tráfico, além dele ser cooptado, o tráfico paga a ele muito mais do que qualquer outra oportunidade de emprego formal que ele tenha.

Mas como resolver e distinguir entre o que deve ser descriminalizado e o que deveria ser mantido como crime?
Dou uma opinião limitada de um juiz em uma matéria que talvez exigisse um estudo interdisciplinar, com pessoas de diferentes especialidades. Mas quem é do ramo diz que o crack, por exemplo, desequilibra esta equação. O potencial destrutivo do crack é devastador. Portanto, deixa de ser apenas uma questão de descriminalizar a maconha, descriminalizar a cocaína. E é preciso incluir essa variável muito acessível, barata e que dizima as pessoas em pouco tempo. O país precisa de um debate sem preconceitos para saber qual é a melhor política pública. O que eu posso lhe assegurar, do meu ponto de observação, é que é uma má política pública prender dezenas de milhares de jovens por tráfico de pequenas quantidades de maconha e mesmo, eventualmente, de cocaína quando não estejam associadas a outro tipo de delinquência”.

O interior de uma cadeia brasileira. Como recuperar alguém se lhe damos de respeito e dignidade menos do que damos aos nossos cães?

É assim uma cadeia brasileira para quem não é da máfia do “Colarinho Branco”.

“Ser preso por portar 100 gramas, 200 gramas, 500 gramas de maconha é traumático para o jovem”. No meu modo de ver, ser preso pela primeira vez para qualquer pessoa e por qualquer que seja o motivo, é traumático. Tirar uma temporada nas sucursais brasileiras do Inferno é transformar qualquer um em alguém já não mais digno de voltar ao convívio social produtivo. Primeiro, porque o preso comum (não o LADRÃO OU CORRUPTO DE COLARINHO BRANCO. Para estes, cadeias melhoradas, privacidade preservada, atenção humanitária e avião do Estado à disposição para transportá-los para onde desejarem, a fim de ficarem o máximo possível à vontade durante o cerceamento de sua liberdade de ir e vir), o lixão chamado presídio é um curso de como nunca mais ser digno de si e de ser considerado civilizado. É um treinamento desumano de como nunca mais voltar a ser respeitado por si mesmo, menos ainda merecedor do respeito de seu próximo. Segundo, porque no Brasil, cadeia não é nem jamais foi um local de reeducação social, mas sim um local de degradação máxima da moralidade e da dignidade da pessoa humana. Isto, a meu ver, não é desculpa para que um magistrado da estatura de um Ministro do Supremo Tribunal se diga favorável à descriminalização da maconha ou seja lá de que droga seja. 

Cracolândia. Um ferida social. Uma chaga para a Polititica Nacional que, infelizmente, não tem sensibilidade para ela porque vivem nos Palácios bem distante da realidade do povo.

Cracolândia. Um ferida social. Uma chaga para a Polititica Nacional que, infelizmente, não tem sensibilidade para ela porque vivem nos Palácios bem distante da realidade do povo.

O que detesto em meu país é a mania desgraçada de sempre andar pelas vielas tortuosas dos caminhos que fracassaram nos outros países. Liberalizar a maconha, a cocaína ou seja lá que porcaria seja, é dizer ao traficante, cabeça curvada e joelhos no chão: “EU ME RENDO. VOCÊS VENCERAM”. Eu comparo tal disposição àquela na qual nossas “Otoridades” vão à TV, engravatadas e posudas, aconselhar aos cidadãos trabalhadores que não reajam ao assaltante. Que lhe entreguem tudo o que possuem para não perder a vida. Mas e a dignidade ferida da pessoa correta, onde fica? E a agonia posterior do sentimento de impotência e de abandono, onde fica? Quem vai ressarcir a perda do cidadão que paga impostos? Que autoridade é designada para cobrir o que o ladrão levou? O Imposto de Renda deixa que o assaltado ou o roubado pelo “cidadão” ladrão, abata em sua declaração o prejuízo que sofreu? Eu lhe garanto: J A M A I S ! ! !

"Você tem de dar tudo o que tem para mim, até que fique assim, reduzido a Nada!"

“Sua carcaça negra deve ser minha, para que a dos brancos não se vejam diante dos canhões!”

O Tio Brasileiro é como o Tio Sam: “Eu quero você!” diz este último. “Eu quero seu dinheiro!” berra o primeiro. O Tio Sam quer você para mandar para as trincheiras no exterior, ou seja: ele o quer para servir de bucha para canhão; o Tio Brasileiro quer seu dinheiro para a gastança polititica, não para empregá-lo em seu benefício. Isto é Brasil-il-il!!!

Ministro, o de  que precisamos neste momento, e de modo urgente, é que os polititicas tomem vergonha e se esforcem, a nível Federal, Estadual e Municipal, para construir Casas Correcionais (não Cadeias) que realmente sejam locais dignos de receber os cidadãos brasileiros, sejam eles ou não, criminosos de colarinho branco. Nós precisamos fazer uma revisão total e absoluta nestes antros infernais que fazem corar de vergonha até as masmorras medievais.

Nós não precisamos adotar medidas que já se mostraram ineficientes, como acontece, neste momento, com a experiência do PT no Poder. O povo devia ter aprendido com estes 9 anos de governo petista e concluir que “PT? NUNCA MAIS!”. Isto não quer dizer que se tenha de somente mudar de partido e de tipo de ladrão e corrupto que vamos colocar lá em cima. Isto quer dizer que devemos dar um BASTA no Poder dos Partidos Políticos sobre nossos parlamentares. Eles não são escravos somente do Poder Econômico através dos empresários sujos. Eles também têm de abaixar seus pescoços para a tirania dos Partidos Políticos. Como os que militam nos partidos políticos são quase sempre ou ricaços espertalhões (empresários), ou pobretões desesperados, ou preguiçosos que só querem levar vantagem em tudo, enquanto vigorar o COMPADRIO nos quadros políticos brasileiros não vai adiantar liberar qualquer que seja o vício ilegal, até porque, na verdade verdadeira, a repressão a eles é uma utopia. Tudo é liberado no Brasil-il-il-il!!! Basta ver as cracolândias pelo nosso território a fora…