Lágrimas não sensibilizam um coração empedernido.

Lágrimas não sensibilizam um coração empedernido.

Minha irmã e minha filha, ao lerem meu post anterior, ficaram cheias de medo. Minha irmã é do tempo em que tamanha violência não existia e nunca foi pessoa de pensar em defesa pessoal. Mas minha filha, que cresceu dentro de dojôs e praticou as mais mortais lutas que existe, não devia ser tão medrosa nem, muito menos, fantasiosa. Sua primeira reação foi me telefonar para me dizer que agora ela, a mãe e o irmão podem estar correndo risco, pois os sujeitinhos aprendizes de safados agem aqui nas redondezas e podem marcar nossa casa para se vingar etc, etc, etc…

Meu Deus! Não podemos viver com o rabo entre as pernas, sempre. Quando o cão mete o rabo entre as pernas até um vira-latas sem importância cresce para cima dele. Os dois jovens vão ficar sem falar por, pelo menos, quatro meses. E durante este tempo vão sentir muita dor de garganta e terão imensa dificuldade de engolir alimentos como faziam, antes. E quando a dor cessar, falarão com dificuldade e terão sempre problema com a garganta. Vão levar no mínimo um ano para retornar a não sentir dor, mas com certeza não falarão como antes. Um castigo bem merecido. E tenho certeza de que em vez de alimentar desejos de vingança eles alimentarão é o desejo de nunca mais se deparar com “velhinhos desamparados”. Mas o que é mais importante, eles estiveram bem perto da morte e sentiram na pele o que é MEDO DE MORRER. E esta recordação sempre os fará relutar em voltar a assaltar.

Se o "bicho humano" é como este cão furioso, arrebentem com ele. Acreditem: ele merece.

Se o “bicho humano” é como este cão furioso, arrebentem com ele. Acreditem: ele merece.

Quem vive pelo terror deve experimentar o terror. Eu não acredito na história de perdoar sempre; dar a face direita para ser batida, quando me baterem na esquerda etc, etc… Também não aceito a desculpa do “perdão” como meio de fuga à luta. Isto não é perdão. É covardia e ser covarde não foi coisa que eu tenha aprendido na dura vida que tive. O que aprendi foi: a) buscar o máximo possível evitar choques com quem quer que seja; b) evitar o máximo possível matar; c) mas se não houver escapatória ou eu perceber que minha vida corre risco, então, como dizia meu velho pai Areoval, “antes enviar flores para o buraco dele do que deixar que os meus chorem no meu buraco”. 

BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO.

Esta caveirinha era o terror para os bandidos do Rio de Janeiro, na época em que a Le Cocq não tinha sido tomada pelos criminosos.

Esta caveirinha era o terror para os bandidos do Rio de Janeiro, na época em que a Le Cocq não tinha sido tomada pelos criminosos.

Eu sou a favor do pensar da extinta Escurderie Detetive Le Cocq. Todos nós temos nosso ponto de não retorno. Os desvios morais na criminalidade facilmente chegam a ultrapassar o ponto em que o indivíduo pode ser recuperado. O sadismo se torna mais forte que a saúde psicoemocional e vira uma força compulsiva para a maldade apenas como “diversão”. Discordo dos que assim se auto-denominam: “Defensores dos Direitos Humanos”. Se o fossem de verdade, protestariam também quando um policial é morto. Mas não. Eles não fazem isto. Eles só aparecem quando um bandido é castigado ou morto pelas pessoas cansadas de serem acuadas em suas próprias residências.

REAJAM. PARTAM PARA CIMA. QUE A JUVENTUDE CONTINUE A SE ORGANIZAR EM GRUPOS DE “JUSTICEIROS” E APANHEM OS PIVETES NO ATO DO CRIME. Que lhes apliquem surra memorável e inesquecível, a fim de que até suas almas tremam de medo. Só assim a maioria deles abdicará de agir criminosamente como se isto fosse uma “grande diversão”. Crime não é diversão. É dor para os que sofrem a ação dos criminosos.

Quando vocês virem safados como este deitando falação em suas TV's, lembrem-se de que vocês são os responsáveis por isto.

Quando vocês virem safados como este deitando falação em suas TV’s buscando seus votos para continuarem a roubalheira, lembrem-se de que vocês são os responsáveis por isto.

E se puderem, volto a insistir, desçam o pau também nos polititicas safados. Desanquem o bandido de colarinho branco, como o povo fez com um Prefeito na Venezuela. Ele não queria largar o osso do Poder, mas a população, a tapas, o fez assinar a renúncia. Vamos seguir o bom exemplo e obrigar todos os patifes a também assinarem suas cartas de renúncia. Vai doer muito mais neles e nos seus partidos que matá-los e fazer que virem mártires da nação. Pensem nisto, quando estiverem com um entre as mãos. Surrem bem, mas não matem. Não queremos mártires fabricados. Queremos patifes punidos, justiçados. O Brasil precisa disto.

Que meus familiares me perdôem, mas, a menos que eu não sinta perigo ou que a ação não me atinja e me fira fundo, eu vou reagir e o outro que se cuide. Estou velho, mas não estou morto. E penso que a pobreza ou a fome não são motivos para que alguém enverede pela senda da marginalidade criminosa. Eu passei por este caminho e nunca pisei fora da linha. E se pude fazer isto, TODOS PODEM, pois o que um homem é capaz de fazer, os outros também o são. Basta se determinarem para isto. Mas se, em vez de se determinarem a vencer as dificuldades e os desafios da vida, optam pelo crime, então, que apanhem até piarem feito galinhas. Assim, aprenderão.

 E que a juventude continue ensinado aos polititicas que aqui “em baixo” tem gente boa, cpaz de se defender e fazer que o bandido sinta medo também.

AMÉM.