Eugênio Rosa Araújo, juiz  carioca que caiu na antipatia de todos os Exús brasileiros. Te segura, juizão!

Eugênio Rosa Araújo, juiz carioca que caiu na antipatia de todos os Exús brasileiros. Te segura, juizão!

Juizinho babaca, seu! Com certeza ele é do tipo que anda com o livrinho preto nas mãos gritando feito um possesso um nome que ele e milhares de outros acreditam que seja “sagrado”: DEUS!  Na verdade, a palavra “deus” é genérica e não designa ninguém em especial, ainda que este “ninguém” seja uma suposta entidade todo-poderosa que habita nalgum lugar dentro do Espaço, como um ODIM Nórdico, cheio de preconceitos e regras demasiadamente humanóides para meu gosto. Este país em que nasci realmente não existe. E se deu certo foi por acidente. Um monumental acidente na Obra do Espaço Consciente, o Verdadeiro Deus que está em todo lugar, seja ele qual seja, e não é nem de longe percebido pelos aloprados que vivem olhando para o alto à cata de um Deus antropomórfico. 

Sabem de uma coisa? Eu era feliz e não sabia. Sim, eu era danado de feliz quando não me ligava nem de longe nas futricas polititicas, naqueloutras religiosas e naquelas “futibolísticas” e “carnavalísticas”, dois acontecimentos estúpidos que mais açulam a ferocidade animal que ainda trazemos em nós, dos tempos recém-passados, quando ainda tínhamos cauda e grunhíamos como cães, do que causam benefício psíquico e emocional aos seus aficcionados. 

Eis o Presente de José Sarney ao Maranhão. Eles ainda vivem em casas de sapé. Mas o Sarney vive no luxo e no Poder. Culpa de quem?

Esta gente, que temos aos milhões, são tão felizes… Pena que não sabem disto. Aliás, já disse alguém do passado: “A Felicidade está onde nós a pomos, mas nunca a pomos onde nós estamos…”

Acho que os que ainda se mantêm na santa ignorância da realidade podre brasileira (e mundial) ainda são felizes pra danar. E neste país, onde a cegonha preguiçosa me deixou cair, tais entes existem aos milhões e é exatamente por isto que o Brasil assombra o mundo. Fala-se bem e fala-se mal deste torrão, mormente agora, quando a Aloprada do Planalto meteu os pés pelas mãos e, como um bêbado que segura uma arma, vem fazendo o diabo com a gente com olho gordo nesse evento dantesco, o Futebol, que está em vias de acontecer.

Como será o amanhã? Nem o Diabo sabe; mas se sabe, com certeza se manterá ao largo, gargalhando sim, mas não sendo besta de dar as caras por aqui. Creio que se o faz, vai levar bolacha até não poder mais, pois em matéria de futebol as tais “arenas” são octógonos livres…

Eis os perseguidos, os cornudos e os desesperados que se tornam heróis da burrice nacional...

Eis os perseguidos, os cornudos e os desesperados que se tornam heróis da burrice nacional…

O brasileiro tá fulo da vida com seu chefe que anda aperreando seu dia todo dia? Então, vai a uma das “arenas” (nunca o paulistanês acertou tanto) torcer por um time. Não importa qual, desde que seja “do coração”.  Os jogadores, todos eles manipulados pelos cartolas, perdem a partida? PORRADA NOS ADVERSÁRIOS. Não são brasileiros, também, não. São imagens, ícones daquele chefe safado, filho da puta, sem-vergonha, castrado e brocha, que anda azucrinando a vida do coitado do operário ou do escriturário gordo e displástico, mas que no incêndio emocional da “arena” se transfigura em um verdadeiro Sansão. Não segura uma caveira de burro, é claro, mas pega qualquer coisa, um pedaço de pau, um cano de ferro, um tampo de cadeira arrancada da arquibancada, qualquer coisa vale, e parte furioso, babando na gravata pra cima do “inimigo”. E sai feliz, com o saco esvaziado para ser enchido novamente pelo chefe filho-da-puta, safado, sacana etc, etc, etc…

O marido trabalhando e o Ricardão consolando a tadinha, tadim!

O marido trabalhando e o Ricardão consolando a tadinha.  Tadim do bixim, seu moço!

Ah, sim, o chefe é um verdadeiro pai, mas a mulher é uma puta! Puta-que-pariu, cara! A peste foi pegada de quatro aos gritinhos de prazer na maçaranduba do Ricardão, quando o marido cornudo estava dando o couro para ganhar o “pão-duro” de cada dia. Aí, sim, o cornudo vai desabafar na Arena. Vira macho pra cachorro! E perca ou ganhe seu “time do coração” não importa. O que ele quer furiosamente, aloucadamente, danadamente, é descer o sarrafo no cretino que goleou seu time “do coração”. E “cai dentro”, matando a danada da esposa corneante e o patife do Ricardão (que tem o bilau mais gostos que o seu) nas pauladas que distribui, a torto e a direito, nos lombos dos que não conseguiram ser rápidos na fuga desordenada ao festival de bestialidade que sempre explode nas tais Arenas.

"Você é engraçado, cara, ah, ah, ah! Quando eu e o PTzão pudermos mandar de verdade, você vai ser o primeiro mártir de meu... quero dizer, nosso país!"

“Você é engraçado, cara, ah, ah, ah! Quando eu e o PTzão pudermos mandar de verdade, você vai ser o primeiro mártir de meu… quero dizer, nosso país!

Fico pensando que a Aloprada do Planalto e seu padrinho, o Cachaça, vão dar com os burros n’água como muitos outros do passado que desejaram implantar qualquer filosofia apátrida neste bando de aloucados premiados com um país continental. Aqui, em se plantando tudo dá, mas sempre de modo errado. A Aloprada anda totalmente apaixonada pelo Energúmeno Cubano. Falo daquela múmia paralítica que se esqueceu de morrer ou, se morreu, ninguém lhe disse isto e a peste continua de pé. Não sabe quem é? Ô, diabo, o nome dela é Fidel Castro, sacou agora? “E apois”! Os dois Destrambelhados Planaltinos andam sonhando – e não é de hoje – em implantar no País das Maravilhas Dantescas a filosofia mórbida, esdrúxula, burra, retrógrada etc, etc, etc, que é conhecida mundo-a-fora como Socialismo (aqui o que se deseja é alguma coisa mista de “Socialismo-Democrático” com Comunismo Anárquico, pois a Anarquia é a Deusa que o brasileiro adora de verdade). Candomblé, Espiritismo, Cristianismo e todos os ismos e mais alguma coisa que se invente por aí é apenas para o carnaval da esculhambação nossa de cada dia. Não se leva a sério. Aliás, como nada neste país. 

"Fica chateadim, não, Fidelzim. Juro pra você que eu e o PTzão vamos calar o sujeitinho, eu garanto!"

“Fica chateadim, não, Fidelzim. Juro pra você que eu e o PTzão vamos calar o sujeitinho, eu garanto!”

Fidelão, o peste cubano, teve suas esperanças renovadas com o “carinho de mãe” que a Aloprada lhe dedica. E se danou a ter “pesadelos” de voltar a ver seu amado “El Paredón” novamente em ação. Não em Cuba, uma ilhota que já teve seus 15 segundos de glória. Mas no Brasil, um país continental! Que maravilha! Que espetáculo será ver o sangue dos imbecis brasileiros escorrendo pelos tijolos de sua invenção infernal… Vai sonhando, vai, idiota caquético! Aqui não há esse negócio de se morrer arrumadinho, enfileiradinho, comportadinho diante de um pelotão de fuzilamento, não. Aqui se morre livremente, sob os pneus dos carros de motoristas bêbados ou drogados ou em batidas furiosas de carros dirigidos a mais de 200 km por hora por “play-burros” em ruas onde a velocidade suportável não ultrapassa os sessenta, se tanto. Aqui se morre por balas perdidas, uma aventura do outro mundo, ipsis literis. Aqui se morre idiotamente pelo disparo mais imbecilizado de um drogado mais idiotizado ainda. Aqui se morre “livremente” pela ação descontrolada-controlada do tal de PCC (“Pode Castrar que é Corno!”), uma des-organização criminosa que está batalhando honestamente para competir com a Máfia Italiana. Não vai dar certo, pois aqui tudo vira bagunça (como dizia a personagem do Jô Soares: Não coloca a Máfia no Brasil que esculhamba a Máfia), mas sonhar não faz mal, né mesmo? E de sonhar é do que o brasileiro mais gosta. Realizar, não, que isto dá trabalho. Quem duvidar que pergunte a qualquer polititica – que temos às carradas. Mas sonhar… Ah, isto é uma delícia!!!

Mas, para terminar, quero ainda dizer ao Caquético de Cuba que isto sim, é que é liberdade nacional de se morrer, não aquele negócio ultrapassado de se ir para diante de um pelotão de fuzilamento bem comportadinho. Não tem graça, Fidelão e Alopradona. Não vai pegar, pois o brasileiro gosta mesmo é de morrer e matar livremente e, se acontecer dentro das tais Arenas, agora muito mais bonitas, é a glória! Para quem mata e para quem morre… Arre égua!

Vivo no País da Esculhambação. Um país que vai continuar dando certo porque tudo aqui é monumentalmente errado.

Vá entender!