É... Desta vez o Filho do Homem está se virando para não se espatifar nas "praias tão lindas, tão cheias de luz..."

É… Desta vez o Filho do Homem está se virando para não se espatifar nas “praias tão lindas, tão cheias de luz…”

“The Economist” de grau dez com louvor. Nada representa mais e melhor a situação econômica, social, financeira e religiosa do Brasil-il-il-il! do que a criatividade de quem “bolou” as duas capas da revista britânica. Aliás, um humor genuinamente de lá daquela ilha com uma história de respeito no seu passado de glórias. Vejam: como os portugueses, os britânicos também conquistaram um continente – o da América do Norte. Como os portugueses, eles também o povoaram e deram à luz a América do Norte. Como os portugueses, eles também varreram da face da terra os naturais do lugar a troco de balas e manobras torpes. Mas diferentemente dos ingleses, para cá, para o Brasil-il-il-il!, não vieram pessoas dignas e, sim, poltrões de marca, tendo um Rei como porta-estandarte – o Dom João, que o diabo o leve pras profundas. Poltrões e corruptos. E deu no que aí está: uma merda diarréica difícil de se limpar chamada PTzão, o partido da corrupção.

A turma de tarados lá de fora vai vir doida pra chafurdar na cama com uma brasileira, de preferência que tenha idade até 14 anos.

A turma de tarados lá de fora vai vir doida pra chafurdar na cama com uma brasileira, de preferência que tenha idade até 14 anos.

Eu sei que no exterior também há pessoas que são afeitas à aventura. E sei também que no exterior muitos sonham iludidos com as “peludinhas” ainda “imberbes” das meninas do lado de cá. Muitos virão doidos para afogar o ganso e retornar para suas casas com a maior cara limpa do mundo. Santinhos, santinhos… Mas a culpa de tudo isto, como sempre, é dos vossos polititicas (eu já não me incluo entre este povo desorientado e bêbado de nascença) e da furiosa desorientação sexual que a TV Globo comanda em seus programas pornôs livres. O que dá de mulher rebolando as bundonas diante das câmeras televisivas ou se atracando em beijos furiosos nas novelas daquela emissora de TV é de fazer cair o queixo. Ao vê-las, qualquer macho em qualquer parte do mundo, fica com o “careca” empanturrado e incomodando dentro da cueca. E parece que é isto mesmo que as danadas rebolativas brasileiras globais querem…

Nós não temos tigres, mas temos a mais perfeita máquina de matar: a onça ou pantera.

Nós não temos tigres, mas temos a mais perfeita máquina de matar: a onça ou pantera.

Aos que adoram uma aventura tipo Indiana Jones em busca da Arca Perdida, os países europeus estão avisando que aqui no Brasil isto não vale. A anarquia aqui é tanta que qualquer aventureiro que por estas plagas dê as caras crente que é “aquele herói”, vai ficar depenado mais depressa do que o Diabo esfrega um olho. E dê graças ao Deus que adora, se sair vivo e sem ferimento, um verdadeiro milagre, principalmente se for assaltado aqui em Goiânia, onde a moda é afiar a pontaria dos drogados atirando nos crânios das suas vítimas.

Ainda bem que Goiás só vai ter Arena em Brasília, mas lamentavelmente a gente não vai ver polititicas de pau nas mãos enfrentando onças famintas… Que pena! Pelo menos uma vez na vida a gente tinha de ter o direito de imitar os velhos romanos. Afinal, eles não construíram as tais “arenas”? Então, porque não as estrear com toda a pompa possível? Um espetáculo destes, onde patifes deverão ser devorados por feras famintas bem que ia encher o estádio… A Arena, perdoem-me. É que eu ainda sou da velha guarda… E é de admiradores que os polititicas vivem, né não? Numa arena cheia de onças e de polititicas heróicos, se sacrificando por seus “belíssimos” Partidos, haveria um público que nenhum deles isoladamente conseguiria mais neste país desmemoriado. Virariam cocô do onça, sim, mas com toda a glória dos aplausos dos fanáticos brasileiros que não se importam com os atores, o que querem é o espetáculo.

Tadim... Ele vai ficar machucadim, machucadim, pois os manos daqui são diferentes dos manos de lá. Aqui o pau canta pra valer.

Tadim… Ele vai ficar machucadim, machucadim, pois os manos daqui são diferentes dos manos de lá. Aqui o pau canta pra valer.

O próprio 007, aquele machão que faz as menininhas dondoquinhas brasileiras destrambelhadas sonharem com uma alcova cheia de fungados no cangote, vai ficar só de cueca e levar tanta porrada dos “manos” dos morros das capitais brasileiras que será uma vergonha para o Serviço Secreto da Rainha…

Afinal de contas, gente, estamos falando do Brasil-il-il-il!… varonil-il-il-il!… em que habitamos. Um país de praias tão lindas, tão cheias de luz”, cheias de coqueiros e de preguiçosos que se dão por satisfeito com qualquer bolsa merreca e com o direito de comprar o que quiser em nome do Governo (que vai dar o calote na certa nos comerciantes), pra que diabos ser sério e compenetrado? Isto é coisa pra gringo lá das oropas, ora. Aqui, com carqué pratim de feijão com arroz tá bão, né mermo?

E se fartá o pratim de arroz, a gente temo as mulecas pra negociá cum estranjas. Um punhadim de reais e a quase peludinha da minina é deles. Adispois que umas peludinhas tiverem istragadas de tanto uso, a gente fabrica mais mulecas qui o PTzão agarante, virge santa! Bão, né não? Afiná, o turismo sexuá vai de vento im popa, pra mode a gente se dá bem, ô xente!

É… E foi no meio desta porcaria de gente que eu vim nascer. Mas que desgraça, ô xente!