"Aí, Brasil, fica quieto no teu canto, senão vais ver com quantos paus se faz uma cangalha!"

“Aí, Brasil, fica quieto no teu canto, senão vais ver com quantos paus se faz uma cangalha!”

E foi um soco muito bem dado, tenho de admitir. Israel não bate para que seu adversário fique de pé e o des-Governo brasileiro vai aprender isto, já, já. Naquele saco de gatos até os EUA pisam devagar e saltam de banda quando se vêem na desconfortável posição de ir cotra os hebreus. Vingativos, rancorosos desde quando a galinha ainda tinha dentes, não é bom a nenhum país ter os hebreus como adversários. Calejados desde milênios na matança e no amargor da VINGANÇA (até hoje a Lei é a de Talião: Olho por olho; dente por dente. Aliás, esta Lei vigorava no longínqüo Código de Hamurabi, lá pelos idos de 1780 a 1790 antes do advento do Cristo. Ao que parece, os hebreus a adotaram quando por lá andaram fazendo escaramuças), eles não gostam de ser confrontados e questionados em suas ações. Fiz? ‘Tá feito e pronto. Vão-se meter em suas vidas e seus problemas e deixem que resolvamos os nossos à nossa maneira. É assim que pensam e agem.

"E cala a boca aí, intrometido! A briga é nossa e vocês não têm que meter a colher de pau no nosso caldo!"

“E cala a boca aí, intrometido! A briga é nossa e vocês não têm que meter a colher de pau no nosso caldo!”

Mas nós somos incorrigíveis e em qualquer lugar onde haja oba! oba!, seja festeiro, seja de sopapos e tiros, lá vamos nós meter nossa colher de pau para tentar aparecer. Principalmente agora, quando o caldo da Polititica anda fervendo. Os cozinheiros precisam aparecer de qualquer modo e, deste jeito, trataram de jogar o ITAMARATI numa saia justa danada. Não há uma cabeça coroada em que se descer o sarrafo, na questão da chamada do Embaixador do Brasil em Israel para prestar esclarecimentos. A “honra aviltada” do Brasil assim o foi porque, segundo leio na Folha de São Paulo, as autoridades israelenses teriam dito, na quinta-feira p.p., que “o Brasil é um gigante cultural e econômico, mas “politicamente irrelevante”.

O que esta "belíssima figura humana" (e não vai além disto) dá como contribuição verdadeira à cultura musical brasileira? N A D A!

O que esta “belíssima figura humana” (e não vai além disto) dá como contribuição verdadeira à cultura musical brasileira? N A D A!

Bom, que nosso país é um gigante em território, ao menos por enquanto, lá isso é verdade. Mas quanto à cultura… Sei não. O que grassa por aí é terrível em todos os sentidos. Terrível no sentido de pobreza, de falta de criatividade, até mesmo de burrice fenomenal. Ou, melhor dizendo, até mesmo numa “burrice” orquestrada por mentes brilhantes, que não desejam dar espaço para os que alguma coisa têm a dizer, e trabalham tenazmente para emburrecer toda a nação. Haja vista os programas que a TV Globo e suas associadas levam ao ar, quer nas novelas, quer nos programas de auditório. A música brasileira? Chula até onde é possível ser. Quando será que teremos novos Caetanos Velosos ou Chicos Buarque despontando em nosso horizonte totalmente enxovalhado por miadores sertanojos, cujas músicas não conseguem ir além do reme-reme do “ai se te pego”? Pelo andar da carruagem isto vai demoraaaaaaaaarrrrrr…

Há momentos em nossa História no qual ser Diplomata requer muita coragem...

Há momentos em nossa História no qual ser Diplomata requer muita coragem…

A “Folha” diz que “alguns diplomatas brasileiros alertam para que não se “bata boca” com Tel Aviv, outros analisam ser necessário uma resposta enérgica da própria presidente da República para responder a crítica à altura.” Acho mais prudente ouvir os primeiros. Comprar a inimizade dos judeus não é bom negócio para quem não tem um serviço secreto de primeira linha nem, tampouco, forças armadas realmente ARMADAS como manda o figurino deste Século das Violências dos fuzis e das bombas teleguiadas e foguetes cegos de ódio e idiotice.

"Vê se eu sou besta de meter meu pezinho artrosado nesse atoleiro!"

“Vê se eu sou besta de meter meu pezinho artrosado nesse atoleiro!”

Eu creio que a Aloprada do Planalto não deve seguir os conselhos dos desmiolados e que opte por buscar uma posição política mais chegada à Diplomacia. Ela pode até ser estúpida no comando do Brasil, mas certamente não o será no que diga respeito ao jogo de cintura para com possíveis adversários internacionais.

Afinal de contas, os muçulmanos que vigoram entre os palestinos não são flor-que-se-cheire. Aliás, esta religião, voltada para o ódio e a estupidez máxima da imbecilidade cega dos que se dizem seus líderes, devia mesmo era ser varrida da superfície da Terra e, neste ponto, concordo com Israel. Como dizia muito bem dito os coronés dos tempos de meus pais e meus avós, lá no Nordeste: “cana que não presta pra engenho a gente corta e joga fora”. E a tal religião muçulmana é cana que não presta para engenho. Se as autoridades brasileiras lhe derem asas, um dia vamos ver garras afiadas descendo sobre nós… E sem piedade. 

Bom, vamos ver como é que a Polititica Nacional Brasileira se sai no campo da Diplomacia. Tomara que, ao menos aqui, alguns tenham juízo, senão…