"Caraca, meu, dei uma bobeirada feia..."

“Caraca, meu, dei uma bobeirada feia…”

Infelizmente não assisti à falha de Marina no assunto altamente espinhoso do grupo LGBT etc e tal. Parece que o PSB colocou uma pedra de tropeço no caminho de sua candidata, levando-a a endossar plenamente o que supostamente era defendido pelo falecido. Li no site http://www.valor.com.br, uma reportagem (da qual não posso reproduzir aqui nenhum excerto porque o site é cioso do que publica), que me colocou a pulga atrás da orelha. Trata-se, em suma, do espinhoso tema que toca na liberdade plena, irrestrita e absoluta desejada ardentemente pelos integrantes desse grupo minoritário que tem força de Hércules e está encostando na parede todos os homens machos e mulheres fêmeas do grupo dos héteros normais que integram a “grande maioria coartada”. Em outros sites menos ciumentos, como é o caso do brasil.247.com o leitor pode, se quiser, tomar conhecimento da camisa de onze varas em que o PSB meteu sua candidata. A coisa vai pegar fogo para o lado dela e pode fazer que perca sensível quantidade de votos para a Aloprada do Planalto, que, a esta altura, deve estar tomando a “branquinha” em companhia de seu padrinho, o Lulaça Cachaça. 

"Desculpem-me os da maioria coartada. Eu não queria dizer o que disse. Foi brincadeirinha de alguém mal intencionado..."

“Desculpem-me os da maioria coartada. Eu não queria dizer o que disse. Foi brincadeirinha de alguém mal intencionado…”

Na ganância de ganhar votos os partidos não medem conseqüências e terminam por entrar em seara pantanosa que de modo algum é da competência de um Presidente da República. É o caso do “porco espinho humano” denominado LGBT. Marina bem poderia ter baipassado o assunto dizendo que ele é da alçada do Legislativo e que a Presidenta só tem de cumprir com o que for aprovado. Mas, depois, deveria dar um tremendo puxão de orelhas nos desesperados que não medem conseqüências quando assinam cheque em branco para grupos altamente sensíveis como é o caso em questão.

Agora, o estrago está feito. Malafaya, que devia ficar restrito às quatro paredes de seu templo e não levar para o Poder partidarismos religiosos, colocou a camisa de onze varas sem titubear nas costas da candidata do PSB. Mas, com um EGO “deste tamanho” porque maneja as rédeas de 19 milhões de evangélicos autômatos, o Pastorzão tratou de aparecer diante de seu eleitorado. E como apareceu! Do modo como vai, se Marina não “der no couro” como se espera, no pleito de 2018 ele sai candidato e pode bagunçar de vez a tal “Democracia Brasileira”. Passaremos a viver sob tirania evangélica, à imitação do que acontece com os países onde vige o extremismo muçulmano. Vai ser o diabo…

"Ih! Foi pro sal grosso..."

“Ih! Foi pro sal grosso…”

A Igreja Católica ainda tem força de levar à guerra contra extremistas uma significativa parcela da humanidade católica. E ela com toda a certeza não vai se deixar aviltar assim, de mãos atadas, por extremismos evangélicos no país que sempre foi de maioria católica. Roma anda capengando, mas o Papa Francisco está pondo o catolicismo de pé outra vez. Os evangélicos extremistas, como o Pastorzão Malafaya, deve atentar para este detalhe importantíssimo. Embora sejamos notoriamente um país nadica de nada afeito a guerras declaradas (pois as não declaradas estão pipocando por todo lugar), é bom ter em mente que quando entramos na briga damos a boiada e a fazenda para não sair dela. Vejam o exemplo dos polititicas. Vai ser extremamente trabalhoso retirá-los da teta do Poder.

Marineiros do meu Brasil Varonil, se desejam sua candidata sentada na Cadeira Quente, é hora de se unir ao redor da coitada. Como eu já disse aqui, ela está dentro de uma panela de pressão violenta e lhe falta experiência e jogo de cintura para não sair cozidinha lá de dentro. Marina tem de clarear a mente política e começar a deixar bem claro não somente para os evangélicos radicais, mas também para toda a Nação: Uma Presidenta, seja quem for, uma vez assentada na Cadeira Quente, não vai governar para partidos religiosos, mas para o país como um todo. Ou faz isto ou…

O Brasil é imensamente maior que interesses de minorias esquisitas. O Brasil tem que se tornar respeitado pelo mundo. Já passou há muito o tempo de os des-Governantes terem feito isto. Somos desrespeitados por todos os povos, embora sejamos iludidos pelas “doces” palavras de Governos politicamente corretos ou por bajulações de mega-empresas que visam tão-só levar vantagem em tudo aqui dentro.

O Titanic que Marina tem de levar a porto seguro é imenso e o mar onde navega está proceloso. Ou ela mostra desde agora que tem pulso e agudeza perceptiva para sustar as armadilhas ainda no nascedouro, ou vai-se danar e, com ela, toda a Nação, caso venha a ser eleita.

Desculpem, mas eu não podia deixar de “pitacar” neste episódio.

Até mais ver.