TERMINA O TEMPO LEGAL DE MENTIRAS E CARADURISMO. AGORA, É COM VOCÊ.

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Desde que a República (ou seria ré-pública?) foi implantada entre os europeus que invadiram a tranqüila e pura Pindorama,

O único Vereador que demonstrou não ser escravo de seu partido.

O único Vereador que demonstrou não ser escravo de seu partido.

que os velhos costumes feudalistas foram tenazmente mantidos entre nós.

A hereditariedade do Poder é a principal herança feudalista que herdamos, infelizmente a pior herança de um país, visto que rapidamente se tornou um câncer social e político de difícil tratamento.
Filhos de reis herdavam sua coroa; filhos de barões herdavam o baronato; filhos de condes herdavam o condado; filhos de viscondes herdavam suas terras e posses e assim por diante. Hoje, no Brasil, filho de POLITITICA herda ou o Município, ou o Estado, ou o País. Nada mudou.
O arco e a flecha assim como o arcabuz foram substituídos por uma criação maquiavélica bem mais eficiente e muito mais mortal para o Brasil do que o vírus da AIDS. Eu me refiro aos Partidos Políticos (ou melhor, POLITITICAS).
O Partido Político transforma seu candidato em títere.

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A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XLII – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação 3)

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As noites de reunião levavam as mulheres a tomar conhecimento de coisas fantásticas...

As noites de reunião levavam as mulheres a tomar conhecimento de coisas fantásticas…

Uma semana transcorreu sem que Jeroboão se reunisse com suas pupilas, à noite, como de costume. É que ele havia viajado a Hemi a fim de se reunir com o Lama do mosteiro. Só no sábado à tardinha foi que retornou da viagem. Trazia notícias de Yehoshua. Ele estava chegando ao Sindh, onde pretendia embarcar para terras longínquas em companhia dos monges que tinha escolhido para o acompanhar. Sua viagem, ele dissera, duraria três anos, tempo durante o qual sua família permaneceria em Srinaggar, sob a orientação do Lama de Hemi. Yehoshua viajava ao encontro das tribos que integravam o grupo de Druidas-Liang, os que se dedicavam à pratica do curanderismo. Eram parte do povo Celta que tinha fama de ser de grandes guerreiros que davam enorme dor de cabeça a César. Só de ida Yehoshua levaria três meses viajando com pressa. O mesmo tempo para retornar a Srinaggar.

Naquela noite, quando chegou do trabalho, a família de Yehoshua encontrou Jeroboão sentado no chão, comendo sua janta. Elas o cumprimentaram reprimindo a satisfação de o ver de volta, pois aprenderam que demonstrações emotivas não eram permitidas. Mais

SE QUISEREM, VOCÊS TAMBÉM ME PODEM LER NO ENDEREÇO ABAIXO:

2 Comentários

Pedra que não rola cria limo, não é o que se diz?

Pedra que não rola cria limo, não é o que se diz?

É isto aí. Aceitei uma sugestão de um leitor amigo e fui para o WIX. Descobri que lá se cria páginas. Hesitei, hesitei, então, resolvi experimentar. Vocês, se estiverem curiosos, vão lá neste endereço: http://lavsiro1.wix.com/pensando-bem que poderão me ler ali também. Ainda não sei se vou prosseguir por lá, mas se não for, certamente que  não vou descontinuar a página. É mais fácil de fazer e tem melhor apresentação.

Claro que estou muito acostumado com o WORDPRESS. Afinal, são quase quatro anos escrevendo aqui, quase diariamente. E tenho centenas de leitores pelo mundo todo. Terminei, mesmo não desejando isto, me envolvendo com eles – principalmente com os  que seguem a saga de Yehoshua e riem com as tiradas de Orozimbo. E por falar neste velho bisbilhoteiro, que não me larga nem que a vaca tussa, ele também está por lá. É entrão. O que fazer?

Não mudei meu modo de encarar os “Polititicas” e continuo acre com eles. Mas estou na expectativa do novo público que vou alcançar. Vamos ver no que dá.

Um abraço.

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XLI – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação 2)

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"Um filho não é uma bênção, mas uma provação". E Yehoshua foi bem o exemplo disto.

“Um filho não é uma bênção, mas uma provação”. E Yehoshua foi bem o exemplo disto.

Depois daquele fracasso com a folha seca, por noventa dias Jeroboão não promoveu reunião com as parentas de Yehoshua. Inquietas, ora se sentindo culpadas, ora irritadas, elas esperavam com ansiedade o momento de novamente se verem diante do velho instrutor. Ainda não lhes era permitido conversar entre si e, assim, viviam a angústia do silêncio forçado. A primeira a ter a idéia foi Ruth, mas logo todas, individualmente, tinham uma folha seca dentro de um lenço cuidadosamente dobrado e escondido dentro do quarto em que dormiam. À noite, sozinhas, cada qual tentava sem sucesso rejuvenescê-la. A frustração fez que, aos poucos fossem desistindo, exceto Ruth que persistia com a mesma tenacidade com que começara.

Naquela noite a jovenzita sentou-se no chão, após orar sua bereka em agradecimento por tudo o que tinha vivenciado e aprendido em seu trabalho, para tentar pela milésima vez a ressurreição da folha morta. Mas quando tentou esvaziar sua mente veio-lhe o rostinho da criança, Timóteo, que morreu em seus braços. E com a lembrança também veio aquele pranto dorido de quem se sente impotente diante da Morte. A criança era a filha mais nova de seus patrões e era muito meiga e muito apegada a Ruth. A jovem se sentiu tomada de grande ternura e uma confusa mistura emocional de amor maternal e saudade do menininho que tanto rira com ela. 

E Ruth chorou pela criança a  quem amara de verdade. E aquele amor se estendeu para a folha seca e eis que súbito ela foi mudando de seca e feia para um verde brilhante, de folha nova. A moça não sabia, mas aquele amor intenso tomou a direção de seu pensamento intencional, que era ressuscitar a folha morta. A jovem custou a perceber o “milagre”, pois seus olhos ainda estavam embaçados pelas lágrimas do pranto. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XL – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE (continuação).

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Ela teve de se esforçar muito para finalmente despertar sua Natureza Búdica adormecida na Matéria.

Ela teve de se esforçar muito para finalmente despertar sua Natureza Búdica adormecida na Matéria.

O dia, para elas, arrastou-se como lesma. Estavam ansiosas para retornar e retomar a audiência da história fantástica que lhes contava Míriam, a mãe de quase todas. Míriam de Magdala rememorava cada palavra ouvida, principalmente as de Jeroboão, e tentava se ver enquadrada naquela história que lhe parecia além da compreensão e por demais fantasiosa. No entanto, só ela sabia o quão especial era o homem com quem se casara. Ao lado dele sentia-se protegida como se estivesse no meio de uma legião romana. No entanto, ele era pacífico, brincalhão e totalmente avesso à violência. Tratava a todos como iguais, embora, às vezes e até com muita freqüência, falasse duro com alguns. Principalmente com os arrogantes e egoístas. Embora não fosse adepto da espada, nem por isto condenava os guerreiros, fossem eles romanos ou de outra nacionalidade. Dizia que todos tinham um destino específico a cumprir e as guerras eram todas idealizadas pelo Criador, pois este sabia do que a raça dos homens precisava em dose de dor e sofrimento para quebrar a casa da prisão material em que se encontravam.

E quando estavam ao redor da fogueira, alimentadas e descansadas, todas esperavam que Míriam, a mãe, retomasse sua narrativa. Foi o que ela fez, ao ser incentivada por um gesto de cabeça de Jeroboão. Mais

COMISSÃO DA VERDADE… MAS A VERDADE DE QUEM?

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"E eu, que vivi por dentro toda a podridão do PT posso ratificar o que você diz e posso dizer muito mais..."

“E eu, que vivi por dentro toda a podridão do PT posso ratificar o que você diz e posso dizer muito mais…”

Nunca, antes, nosso país foi o país da MENTIRA, da DESFAÇATEZ, da POUCA-VERGONHA, do ASSASSINATO POR INTERESSES PARTIDÁRIOS espúrios e criminosos. Há, nestes anos de des-governos bandalhas e petralhas, uma piscina olímpica de sujeira e imundície no cenário político nacional brasileiro. E tudo começou, insisto, após o retorno dos que não deviam ter tido qualquer chance de retornar – os cassados de 1964 e anos seguintes.

Não vieram com a intenção de tomar o país das mãos dos que os tinham banido temporariamente do Brasil para dar continuidade às benfeitorias que eles haviam implantado aqui. Vieram com a intenção clara de desconstruir tudo o que os revoltosos haviam conseguido, pois, para qualquer político, o que seu antecessor fez é ato contrário ao engrandecimento do novo governo. Dar continuidade a obras de opositor? Nem pensar! O povo, a Nação, não interessa ao político. Interessa-lhes seu enorme EGO e seu partido político. Seu ego tem de ser inflado permanentemente. Por isto, não pode prosseguir de onde o antecessor e adversário parou. Se aquele fez algo muito bom, então, o novo governo deve pugnar por desconstruir aquilo ou será visto por seu partidão como calça frouxa e traidor.

O Brasil e a Nação de Brasileiros não é prioridade para qualquer partido político. Para eles, a prioridade é o dar-se bem para os que são filiados à sigla e nela e por ela atuam antolhados contra a Justiça e o sentimento de patriotismo. Para estes, sim, as benesses. Para o rebotalho que é toda a Nação de não filiados, o desprezo e o desrespeito. Mais

DISSONIAS E PERIGO DE MORTE ENQUANTO SE DORME.

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Aqui estou eu, vivinho da silva, ao lado do amigão que já se foi desta para melhor, muito melhor.

Aqui estou eu, vivinho da silva, ao lado do amigão que já se foi desta para melhor, muito melhor.

Desperto lá pela madrugada “fechada” (perto da uma hora da madrugada). Estou paralisado. Meu tórax está vazio de ar e tenho dificuldade de tomar plena consciência do que me sucede. Não consigo mexer nem mesmo a falangeta do dedo mínimo de minha mão direita, já que a esquerda está sob o corpo. Estou deitado de lado, quase de borco sobre o lado esquerdo. Há uma tremenda necessidade de ar em meus pulmões, mas não consigo inspirar. A consciência começa a clarear e a luta pelo ar se torna intensa. Ao meu lado, ressonando, minha mulher está quieta. Penso em tocá-la para que ela mexa em meu corpo. Tenho a certeza, e não sei de onde ela me vem, que se meu corpo for mexido eu consigo respirar. Mas como me encontro totalmente paralisado, não posso mexer nem mesmo a ponta do dedo mínimo, quanto mais me virar para tocar no corpo de minha mulher. A luta é só minha e a premência pelo ar já se faz muito incômoda. Concentro-me em obter meios de fazer que meu tórax se dilate e aceite o ar entrar em meus pulmões. E aí me vem a consciência de que há alguma coisa errada com minha garganta. Ali parece haver um estreitamento que não permite que o ar prossiga além das fossas nasais. Fico tentando inspirar, mas apenas “ouço” um leve tique, como se algo não conseguisse se ligar. A premência por ar começa a me incomodar muito. Mas mesmo ansioso, meu coração não acelera. Nada em mim sofre alteração, exceto a percepção de que se não conseguir respirar logo vou perder a consciência e aí… Babau. Mais

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