"E eu, que vivi por dentro toda a podridão do PT posso ratificar o que você diz e posso dizer muito mais..."

“E eu, que vivi por dentro toda a podridão do PT posso ratificar o que você diz e posso dizer muito mais…”

Nunca, antes, nosso país foi o país da MENTIRA, da DESFAÇATEZ, da POUCA-VERGONHA, do ASSASSINATO POR INTERESSES PARTIDÁRIOS espúrios e criminosos. Há, nestes anos de des-governos bandalhas e petralhas, uma piscina olímpica de sujeira e imundície no cenário político nacional brasileiro. E tudo começou, insisto, após o retorno dos que não deviam ter tido qualquer chance de retornar – os cassados de 1964 e anos seguintes.

Não vieram com a intenção de tomar o país das mãos dos que os tinham banido temporariamente do Brasil para dar continuidade às benfeitorias que eles haviam implantado aqui. Vieram com a intenção clara de desconstruir tudo o que os revoltosos haviam conseguido, pois, para qualquer político, o que seu antecessor fez é ato contrário ao engrandecimento do novo governo. Dar continuidade a obras de opositor? Nem pensar! O povo, a Nação, não interessa ao político. Interessa-lhes seu enorme EGO e seu partido político. Seu ego tem de ser inflado permanentemente. Por isto, não pode prosseguir de onde o antecessor e adversário parou. Se aquele fez algo muito bom, então, o novo governo deve pugnar por desconstruir aquilo ou será visto por seu partidão como calça frouxa e traidor.

O Brasil e a Nação de Brasileiros não é prioridade para qualquer partido político. Para eles, a prioridade é o dar-se bem para os que são filiados à sigla e nela e por ela atuam antolhados contra a Justiça e o sentimento de patriotismo. Para estes, sim, as benesses. Para o rebotalho que é toda a Nação de não filiados, o desprezo e o desrespeito.

Isto não é insultuoso para nós? Este gesto de vitória de um anti-herói, dos quais a polititica brasileira fabrica aos montões?

Isto não é insultuoso para nós? Este gesto de vitória de um anti-herói, dos quais a polititica brasileira fabrica aos montões? Você não tem memória, Bucci?

Seria enfadonho citar aqui todos os crimes cometidos por Lula e seus seguidores e colaboradores, no tempo em que esteve mandando e desmandando no Brasil. Tudo está registrado na INTERNET e não há como os petralhas desconstruírem a HISTÓRIA que ali se encontra.

As vitórias de Lula contra a situação de mendicância em que os bandalhas (PMDB/PSDB/DEM) tinham enterrado nosso país, colocando o Brasil de joelhos e com um surrado chapéu nas mãos mendigando empréstimos ao FMI, foram ilusórias, pois por detrás do chute na bunda do FMI há uma história macabra de aumento astronômico da dívida interna brasileira. Um peso que agora começa a desabar sobre nossos ombros. Mas ele expulsou o FMI e o Brasil vibrou. Até eu, tenho de confessar. Só não sabia a que custo o barbudo fizera isto.

Mudou em quê a administração Lula comparada àquela do “vampiro brasileiro”, FHC? Em nada. Lemos em wsws.org que: “Os cortes propostos no sistema de pensões provocaram demonstrações maciças de trabalhadores contra o governo no início do ano. Quando o antecessor de Lula, Fernando Henrique Cardoso, propôs a mesma “reforma” previdenciária como parte das negociações com o FMI em 1999, o PT denunciou a proposta como revogação ilegal dos direitos dos trabalhadores. O governo do PT agora perfilhou integralmente a mesma reforma, que aumenta a idade para aposentadoria, corta benefícios futuros previdenciários dos trabalhadores e taxa as pensões dos aposentados (publicado em 18/12/2003).”  Isto nos demonstra cabalmente que a história de desconstrução do Brasil passou de um para outro partido sem grandes modificações, exceto no modo como trataram e implantaram a corrupção no país.

"Ai que vontade de estraçalhar esse velho f.d.p.!"

“Ai que vontade de estraçalhar esse velho f.d.p.!”

Quantos atos de corrupção aconteceram nos Governos Militares? Comparados aos que agora nos humilha e nos envergonha, quase nenhum. E os poucos que houveram foram em administrações inferiores. Dizem os nossos “irmãos do Norte” que “não se faz omelete sem quebrar ovos”. Os militares fizeram isto: quebraram os ovos das serpentes que tínhamos entre nós, mas não cortaram as cabeças das mães que os tinham postos. Vai daí que elas retornaram e o resultado é o que vemos agora. Vemos e sofremos.

Vamos refrescar a memória citando alguns dos “casos” dos petralhas. 1 – Caso Pinheiro Landim; 2 – Caso Celso Daniel; 3 – Caso Toninho do PT; 4 – Escândalo do propinoduto; 5 – escândalo da ligação PT com MST e guerrilheiros cubanos; 6 – Escândalo da suposta ligação do PT com as FARC; 7 – Escândalo dos gastos públicos dos ministros petistas; 8 – Escândalo de irregularidades no fome zero; 9 – Escândalo do enriquecimento altamente estranho e súbito do filho do Lula; 10 – escândalo do DNIT; – 11 – Roubalheira descarada na compra de gêneros básicos para as bolsas-esmola; 12 – Escândalo do caso Agnelo Queiroz; 13 – Escândalo dos gafanhotos; 14 – Escândalo nas licitações da Presidência da República para compra de artigos de luxo; 15 – Caso Waldomiro Diniz ou Escândalo dos Bingos; 16 – Escândalo da licitação para aquisição de copos de cristal; 17 – Escândalo do Caso Herrique Meirelles; 18 – Escândalo no Caso Luís Augusto Candiota; 19 – Escândalo dos Correios; 20 – Escândalo da Usina de Itaipu… E eu poderia citar mais 100 escândalos que pipocaram nestes dois des-governos petistas, até agora. Mas basta. Tudo isto é para despertar a consciência do leitor de quão negra é a História escrita e vivida pelos quadrilheiros petralhas no nosso destino.

"Eis um herói pós-militares. Quem bate palmas para ele? Os antolhados de Brasília  e só."

“Eis um herói pós-militares. Quem bate palmas para ele? Os antolhados de Brasília e só.”

Agora, pense comigo. De repente eis que movidos por augustos sentimentos de JUSTIÇA, os PETRALHAS lançam a criação de uma COMISSÃO DA VERDADE, inicialmente com o objetivo de colocar às claras as torturas e os crimes cometidos pelos militares durante o tempo em que tomaram as rédeas do Brasil em suas mãos. Não tinha, alegavam eles, o fito de vingança; não visava desenterrar culpados e julgá-los, mas sim clarificar um pedaço de nossa História que ficou “nebuloso” para a “juventude perdida”, isto é, os nascidos após a década de 80.

Lembremos novamente do dito dos irmãos do Norte: “Não se faz omelete sem quebrar ovos”.  E os militares daquela época tiveram de quebrar os ovos de um galinheiro inteiro, pois nenhum prestava para nada.

Hoje, leio um artigo de Eugênio Bucci na revista ÉPOCA de 15 de novembro de 2014, intitulado “A LEALDADE COMO DOENÇA MORAL”. Li e reli o tal artigo. Não concordo em gênero, número e grau com a defesa que o articulista faz do que chama “Instituições Nacionais”. Que instituições nacionais temos nós? A corrupção? A mentira? A ideologia comunista-castrista? As quadrilhas políticas que enxovalham tudo em que põem as mãos? Nosso Congresso ESTÁ PODRE DA BASE À MAIS ALTA CÚPULA; dos que servem o cafezinho, passando pelos ascensoristas, até os seus Presidentes. O des-governo da Dilma não pode mais ser escondido debaixo do tapete e seu puxa-saquismo repugnante ao pensamento marxista-leninista retrógrado do chavismo estúpido e do caquético comunismo mumificado de Fidel Castro, seu Herói morto (mas que se esqueceu de deitar no caixão)  é um insulto aos Militares do Brasil, o único bastião em que ainda se apóia a combalida esperança brasileira. Que entre eles há pulhas, disto eu sei por experiência e porque vivi entre eles e porque fui caçado como um rato para ser “desaparecido” nos porões do DOPS do Rio de Janeiro. Mas atire a primeira pedra aquele que nunca pecou. Com que direito, em que bases, os petralhas e os bandalhas se firmam para criar uma pantomima denominada Comissão da Verdade? Se realmente ela fosse para investigar a Verdade deveria começar pela arrumação da casa-nossa-de-cada-dia, que anda fedendo a léguas de distância.

"Cassa os direitos políticos desse velho caquético! Eu sou herói nacional e ainda vou constar assim nos futuros livros de História do Brasil!"

“Cassa os direitos políticos desse velho caquético! Eu sou herói nacional e ainda vou constar assim nos futuros livros de História do Brasil!”

Eu defendo o tenente que se recusou a comparecer diante de um “órgão de Estado de legitimidade indiscutível“. Como indiscutível? Estava bêbado o Bucci quando escreveu isto? Num país onde o Governo é indigno do povo que o elegeu; que avilta tudo o que seja Justiça e Lei, onde está a indiscutível legitimidade de um órgão criado para dar vazão ao rancor e ao sentimento de vingança de quem foi punido com retidão pelos verdadeiros brasileiros de 64?  Eu aplaudo o que escreveu o tenente: “Não vou comparecer. Se virem!” e mais: “Não colaboro com o inimigo”. Ele só se esqueceu de concluir a frase: “do povo e do Brasil”.

Não, Bucci, a atitude do tenente Nascimento não merece o desprezo da imprensa que guarda respeito pelas instituições nacionais”. Só o respeito dos que não se definem claramente a favor do Brasil e balançam o rabo para os petralhas e compadres. Um militar leal à Força a que serve jamais sofre da doença de que você o acusa: a doença da lealdade. Até porque a Lealdade não é doença, mas uma postura tomada por qualquer um com consciência plena de suas convicções. E quem é militar não o faz somente porque sofre de uma imaginária “doença” chamada “lealdade”. Fá-lo porque, antes e acima de tudo, exceto de Deus, ele é nacionalista; patriota. No nosso caso, Nascimento é brasileiro legítimo, coisa que não podemos dizer da Dilma Rousseff, do Lula e de seus indicados para o STF, a PETROBRÁS e outras entidades nacionais de vulto e de importância para nosso futuro. O PT é a doença cancerosa que corrói nossas entranhas mesmas. É preciso ter coragem de atirar-lhe  todas as pedras que se puder encontrar pelo caminho e lutar com unhas e dentes para alijá-lo bem longe do Poder Brasileiro. Ele fez mais mal em 12 anos de des-governo que todos os governos anteriores, a contar com os de Getúlio Vargas. 

Certamente que o tenente Nascimento se vê, corretamente, como “um homem de bem; um cidadão de boa-fé, um brasileiro de coragem, cerrando fileiras contra os que não querem o bem do Brasil”. Você disse boas palavras, infelizmente com má intenção.

Você me decepcionou.