Qual será o estereótipo do povo brasileiro para o cara de fuinha, aí?

Qual será o estereótipo do povo brasileiro para o cara de fuinha, aí em cima?

A pior coisa que pode acontecer com uma pessoa é nela se grudar um estereótipo. E quando seu comportamento ou de alguém de importância que lhe é próxima espirra-lhe lama, então a coisa fica desastrosa. É o caso da “Aloprada do Planalto”. Ela se elegeu através do pior partido político do mundo, o Partido dos “Petralhas”. Ainda falta surgir alguém versado em História Política Brasileira que escreva um livro detalhando e esclarecendo os ínvios caminhos pelos quais o PT, um partido que devia ser realmente do POVO e para o POVO, se tornou no pior inimigo que o Brasil podia ter. A chusma de patifes que passou a infestar o PT é de estarrecer. O que fizeram ainda ecoa com força e ecoará por muito tempo, mesmo com todos os esforços que façam para esconder toda a sujeira, toda a imundície que espirra pra todo lado, onde quer que haja um membro deste partido em ação.

Bom, creio que os meus leitores são uma elite, num país onde estudar a comunicação e o idioma é algo detestado pelos perdidos da nação, pois não escrevo para Q.I. de minhoca. Mesmo assim, pode haver quem descuidadamente não saiba o que seja um estereótipo. Então, vou esclarecer. O estereótipo compreende uma generalização de conceito ou conceitos que uma comunidade faz sobre o comportamento, a aparência ou outra qualquer característica de alguém e que, em sendo negativo, pode causar-lhe não somente aborrecimentos, mas também até prejuízos morais e econômico-financeiros. O estereótipo pode nascer de características idiossincrásicas pessoais (Idiossincrásico é um adjetivo que diz respeito à idiossincrasia, ou seja, a maneira como alguém vê, sente ou reage e que é própria de cada pessoa) que constituem uma forma incomum dela se portar perante a sociedade. É uma característica singular daquela pessoa. No caso da Dilma Rousseff, seu modo de falar perdendo-se no desenvolvimento do raciocínio; seu apego cego à filosofia Socialista retrógrada do castrismo e do chavismo, sua cumplicidade sonsa com os desmandos dos petralhas, tudo isto me leva à criação de um estereótipo negativo relativo à sua condição de estadista. No meu modo exclusivo de ver a Dilma, seu comportamento singular fez que eu tivesse dela os estereótipos pelos quais a designo: Vovozona (por sua idade e pelas trapalhadas que engendra)  e Aloprada do Planalto (Pelo modo como mete os pés pelas mãos e age como se o Brasil fosse seu, somente seu). Não quer dizer que todos tenham estes estereótipos com relação à Dilma.

"Olho vivo, Dilma. A  O excomungado aí vai falar de nós dois. Quer apostar?"

“Olho vivo, Dilma. O excomungado aí vai falar de nós dois. Quer apostar?”

Entre as más características políticas negativas que a Dilma se me apresenta está a de que é uma tremenda mentirosa, uma tremenda disfarçada, uma tremenda ignorante sobre o que seja patriotismo. Basta ver o monstruoso insulto que nos fez, a toda a Nação Brasileira, desviando nosso dinheiro para doá-lo ao Fidel e sua gangue, a fim de reconstruir um porto que ficou “o luxo”, enquanto nós, brasileiros, estamos às voltas com portos ultrapassados e mambembes. Isto foi crime de traição que, num país sério, não somente teria levado à cassação da Presidenta, mas também à sua expulsão do território brasileiro. Mas, repito, isto, se fôssemos um país de verdade.

Nós não o somos.

Estou ouvindo o noticiário cheio de cenas terríficas personalizadas por polititicas de todos os partidos e de todas as alçadas, sem qualquer interesse. Estou mesmo apático. Nem mais o rosário de vergonhosa ladroagem levada a cabo na Petrobrás para sustentar o PT, o PMDB e o PP, nas eleições que colocaram a Vovozona na Cadeira Quente, mexe comigo. Mas de súbito tenho minha atenção despertada. Ouço o repórter dizer que “a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou, nesta quinta-feira, que há sérios riscos de uma nova recessão na zona do euro. Segundo ela, a Eurozona enfrenta sérias dificuldades, que constituem riscos de uma nova recessão se não adotar medidas para impulsionar o fraco crescimento na região”. Pronto. Estou ligado, novamente. Vou pesquisar e verifico que a Vovozona não mente quando afirma que a recessão na Europa não terminou. O quadro que vejo pintado por diversos jornais e revistas, entre outras publicações sérias na Internet me mostra que os europeus estão na horrível condição que, segundo uma piada, se encontram os condenados a uma das alas do inferno. Ali, todos estão mergulhados em fezes até os narizes. Estão nas pontas dos pés, tentando não engolir a porcaria pelas ventas quando alguém grita: “Mergulha que lá vem a navalha!”

"Nós não mentimos. Nós separamos aquilo que queremos que o povão saiba, daquilo que ele não deve saber de jeito e maneira, sô..."

“Nós não mentimos. Nós separamos aquilo que queremos que o povão saiba, daquilo que ele não deve saber de jeito e maneira, sô…”

Toda vez que um polititica faz uma declaração eu a tenho como mentira certa ou uma falsificação maldosa da Verdade que o Partidão (não apenas o PT) não quer que seja revelada. Então, para mim, todo polititica é doutor em mentirologia. E, para mim, a Aloprada do Planalto é PhD nesta “ciência”. Ela, sempre que fala, cita o sufoco da Europa como um dos fatores básicos, fundamentais, que justificariam o Brasil estar mambembe das pernas. Se a Europa está sufocando, logicamente não compra nada ou quase nada do nosso país. E se o comércio externo não injeta dólares em nosso território, nossa Economia fica anêmica. E é assim com todas as economias do mundo, não somente dos “emergentes”. Mas como a Aloprada do Planalto não tem qualquer crédito comigo, nunca lhe dei atenção nesta alegação. A inflação, a meu ver, é resultado de suas medidas descabidas, maldosas, com objetivos escusos e impossíveis de revelar e, não, do sufoco europeu.

Aí me volto para esquadrinhar a América do Norte e vejo que nossos irmãos do lado de lá das Américas também não estão nada confortáveis. Ainda lutam arduamente para se levantar e já se vêem de novo às voltas com uma guerra religiosa (que estupidez, gente. Isto era para ter sido superado no ano de 722, quando os Cristãos se lançaram contra os Mouros muçulmanos. Mas não. Atualmente o Corão ou Alcorão serve para justificar as maiores atrocidades que nem os mouros daqueles idos teriam coragem de praticar em nome de Alá). O mundo continua combalido, esquálido, anêmico e  nosso Brasil, justo por isto, também anda com a proa de seu navio apontando para um socavão entre ondas procelosas de assustar. E assusta mais ainda quando sabemos que temos no leme deste portento uma “doidona”, que olha mais para seus compadres ao redor do que para nossos “marujos” perdidos e desorientados.

"E eu sou pinto diante do que aí está como legado nosso, da velharia, para vocês, ah, ah, ah!"

“E eu sou pinto diante do que aí está como legado nosso, da velharia, para vocês, ah, ah, ah!”

E estamos entre a cruz e a caldeirinha. Se a Aloprada do Planalto ganha mais quatro anos para des-Governar o Brasil, metade de nossa população não vai dormir sossegada; a outra metade, por ser dopada pelas bolsas-esmola, não se dará conta do perigo até quando as tais bolsas lhe venham a faltar. Mas aí, será tarde demais. Mas se quem ganhar os próximos quatro anos de Cadeira Quente for o Aécio, que diabo vai ser deste país? Lembremos que ainda há para a “privataria tucana” e associados (PMDBistas), a Petrobrás, o Banco do Brasil, o Banco Central, a Caixa Econômica Federal, o INSS, a Amazônia (o que dela ainda nos resta), os Rios (os que ainda não secaram) e as estradas e ferrovias nacionais. Finalmente, no rescaldo, há as praias nordestinas que valerão uma fortuna para os cofres dos paraísos fiscais, dos quais tanto gostam nossos polititicas. Tudo pode ser perfeitamente leiloado, como no passado recente, o que levou o PT a tomar as rédeas do país e fazer a desgraceira que vem fazendo.

Pois é. O Brasil ou vai ficar na merda, ou vai ficar na bosta. Só há uma coisa certa neste imbróglio: o Brasil vai ficar.

Minha filha, anti-Dilma de carteirinha, me surpreende dizendo que vai votar na Aloprada. Dou um salto na cadeira e a olho com olhos arregalados. E ela explica: Se o Aécio ganhar vamos ser leiloados até nas praias e quando tudo tiver sido entregue ao estrangeiro e nada mais restar, o PSDB aliado com o PMDB, privatizará a terra em que estamos pisando e, aí, pai, vamos ter de pagar imposto por quilômetro andado numa terra que não mais nos pertence. Estou estarrecido e sem fala. Sua explicação é lógica, cruel e amarga. Mas tem altíssima probabilidade de vir a ser uma duríssima realidade. 

Talvez até fosse bom, se se pudesse, posteriormente, reverter tamanha traição. Mas se ela vier a acontecer, teremos de lutar contra banqueiros mundiais e isto é totalmente impossível, que o diga o Obama. Os banqueiros possuem a arma mais mortal de todas já inventadas pelo ser humano: o maldito retângulo de papel fedorento chamado dinheiro.

E agora, José?