No Hotel Parque das Primaveras.

No Hotel Parque das Primaveras.

Somos produto de uma série de processos psíquicos profundos, que acontecem abaixo de nosso limiar de percepção e, logicamente, de compreensão e controle. Mesmo que todos os que vivem nas grandes cidades saibam disto, poucos são os que se voltam para analisar a si mesmos sob esta óptica. Os estímulos ambientes imediatos que nos cercam e nos exigem imperiosamente respostas adequadas às suas características tacitamente aceitas como “corretas” e “aceitáveis”  nos lançam para o mundo exterior, enganoso, mutável e caleidoscópico.

Os estímulos aos quais respondemos consciente e volitivamente ou incosciente e involuntariamente, tanto vêm do exterior (e são objetivos) quanto vêm do nosso interior (e são subjetivos), pois somos uma entidade complexa, talvez a mais complexa que já foi criada sobre o planeta Terra. 
Quando jovem, nós não prestamos atenção ao nosso próprio comportramento e se e quando o fazemos, tendemos a ser demasiadamente indulgentes com nossos erros e nossas “culpas” (responsabilidades, para ser mais objetivo). Temos sempre pronta uma explicação (desculpa) para nossos erros e infrações. No entanto, se alguém comete tais erros ou tais infrações que nos atingem e nos aborrecem, como as nossas os atingiram e aborreceram, não o perdoamos e fazemos aquele escarcéu. Exigimos nossos direitos, acusamos veementemente o infrator e podemos, até, chegar a vias de fato.
Temos visão de águia para as faltas de nossos semelhantes, mas somos tremendamente míopes para com nossas próprias falhas. Por que isto? Eis uma pergunta que tem dado ensejo a um milhão de discursos em templos, em reuniões de psicólogos, de psiquiatras, de educadores e de palestrantes por todas as partes do mundo.
Então, este não é um tema superficial nem leviano e devemos voltar nossa atenção para ele. Longe de mim a pretensão de esgotá-lo. Mas creio que tenho alguma coisa a oferecer ao acervo grandioso que outros já construíram a respeito disto.
Os budhistas têm um símbolo que utilizam para mostrar que todos estamos ligados num único nó, ao qual denominam Bel-beu (ver orisval.wordpress.com – A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO XXXIX – A HISTÓRIA DE MÍRIAM, A MÃE). E, embora este símbolo tenha mais de cinco mil anos e seu conhecimento entre os budistas também, ele nos diz tudo: somos interligados a tudo e a todos. E nesta interligação estão os impulsos ocultos de nosso psiquismo.
Minha observação para os comentários que pretendo fazer centra-se no comportamento do motorista, do motoqueiro, enfim, do condutor de veículo motorizado. Não há no mundo, não somente no nosso país, uma cidade onde não trafegue um veículo destes. Então, eles nos unem num comportamento social estereotipado e se pode dizer que é um dos liames de Bel-beu. Sua utilização desperta impulsos os mais profundos e diversos em nós, mas as exigências sociais de nosso dia-a-dia não nos deixam perceber o quanto somos dirigidos por estas forças ocultas.
Tenho observado, e não é de agora, que todo motorista tem um impulso assasino ou suicida, ou ambos simultaneamente, que o empurra para o perigo. Não que ele não tenha consciência de que na dimesão da velocidade um segundo pode ser decisivo para o escape ou o prejuízo; para a invalidez ou a higidez,para a vida ou a morte.
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