"Venina, você colocou a corda no pescoço. Espero que o carrasco se atrase..."

“Venina, você colocou a corda no pescoço. Espero que o carrasco se atrase…”

E de repente, saindo do fundo da cartola mágica de algum mago invisível, eis que surge mais um ator, desta feita uma atriz, no drama amargo da Petrobrás. Seu nome, Venina, traz ressaibo de algo perigoso: veneno. E quer parecer que este veneno vem direto para a veia de Graça Foster, a protegidinha e queridinha de Dilma Rousseff. Já se dá por certo, em alguns círculos opositores à Aloprada do Planalto, que a velhota forte do Governo (a segundona) deverá cair nos próximos dias. Será? Com os petralhas não se pode descuidar nem ter como certo algo que ainda não aconteceu. Graça Foster tem costas quentes, quentíssimas. Não somente por parte da Presidenta, mas também do padrinho da dona, o Lulaça Cachaça.

Venina Fonseca me lembra de um passado negro, na extinta EMBRATEL – Empresa Brasileira de Telecomunicações S/A, com sede na Avenida Presidente Vargas, número 1012, no Rio de Janeiro, onde amarguei meus piores dias de jovem adulto e vivi meus piores pesadelos. E tudo porque eu era fiel à Empresa e, não, à camarilha de militares patifes que, a partir de 1971, tomaram as rédeas das mãos dos que não eram patifes e tinham lutado bravamente para libertar o Brasil do tacão da Graham Bell. 

Fui e sou fã dele, Castello Branco. Apenas discordei de sua bondade. Eu teria feito o que recomendava Costa e Silva. Mas Castello pegou leve com os polititicas e ei-los de volta ao Congresso...

Entre eles, havia “maçãs podres” e eu as conheci bem de perto e quase fui envenenado por elas.

Os que hoje contam com 43 anos de idade eram crianças bem tenras naqueles idos, por isto, não têm nenhuma memória daquele período tremendo da Verdadeira História do Brasil. No campo da Telefonia nós éramos explorados até a medula dos ossos por uma empresa que não investia um centavo na melhoria da telefonia no Brasil, mas que lucrava montanhas de dinheiro às nossas custas. Uma empresa que não ampliava o número de telefones nem mesmo na Capital do Brasil, Rio de Janeiro, e que nos humilhava em ligações de longa distância. O telefone era um bem tão valioso que havia quem comprasse dezenas deles como investimento para transações futuras imediatas, quando, que tinha dinheiro para aplicar em linhas telefônicas, podia ganhar o suficiente em poucos meses até para comprar apartamentos confortáveis à vista.

Neste prédio começou a EMBRATEL. Eu entrei para trabalhar aqui, em 1968, no terceiro andar.

Neste prédio começou a EMBRATEL. Eu entrei para trabalhar aqui, em 1968, no terceiro andar.

A história da EMBRATEL foi uma história escrita com muito heroísmo desconhecido, silencioso, amargo, perigoso e jamais revelado, como, de resto, a história das grandes empresas de economia mista da época. Entre estas, a PETROBRÁS.

Um heroísmo como o meu e de muitos companheiros daqueles tempos era tolo e perigoso. Não me refiro aos heróis que hoje são os ofendidos do passado. Não os heróis duvidosos que, levados por uma doutrina podre e tremendamente perigosa, sofreram lavagem cerebral e brigaram estupidamente para entregar o controle do Brasil a um imperialismo pior do que aquele norte-americano, contra o qual se insurgiam de modo errado e VIOLENTO: o imperialismo Comunista da URSS, mais conhecida como A CORTINA DE FERRO. Entre aqueles jovens idiotizados estavam todos os que hoje formam a classe dos que denomino com asco de polititicas, vis traidores do Brasil. O mesmo Brasil que, no passado, queriam entregar a um Deus de Pés de Lama – A URSS. Poucos, pouquíssimos mesmos, retornaram do Exílio a que foram relegados por Castello Branco, com uma visão política sadia, voltada para o espírito de Pátria. A maioria esmagadora enveredou pelo servilismo à doutrina venenosa que, agora, a PF faz expor à luz dos olhos estarrecidos dos bons brasileiros e do mundo, as pústulas fétidas e perigosas dos Partidos ditos de Esquerda. Pústulas que têm nomes humanos, como Paulo Roberto Costa, João Vaccari Neto e outros de mesmo jaez.  

Prédio da Embratel, na Av. Presidente Vargas, 1012, Rio de Janeiro. Aqui vivi meu purgatório na terra por 23 anos.

Prédio da Embratel, na Av. Presidente Vargas, 1012, Rio de Janeiro. Aqui vivi meu purgatório na terra por 27 anos.

Não preciso dizer muito sobre aquelas mentes adoecidas, pois elas, agora vicejando como erva daninha no nosso território, envenenam e enxovalham o nosso país no que de mais delicado pode haver em qualquer Nação – sua Política. Disse Jesus, o Sábio dos Sábios: “Os maus por si se destroem”. E é 0 que estamos vendo. Mesmo os mais arraigados defensores do Comunismo sob a capa de Socialismo ou Social-Democracia, esfacelam-se diante dos olhos de toda a Nação brasileira, com apoio cego a tiranos bufos e arcaicos como Fidel Castro, outrora “herói da juventude idiotizada sulamericana”.

"Maçã podre da Social-Democracia"

“Maçã podre da Social-Democracia”. Tem cara de capeta furioso, não tem?

A podridão explodiu por todos os lados. Onde quer que haja um bueiro na polititica nacional brasileira sai merda. Merda política; merda de corrupção; merda de traidores da Pátria Brasileira. E como fede. Fede tanto que chegou a incomodar os delicados narizes dos norte-americanos, que já começam a também punir as empresas de lá, que compraram consciências venais aqui.

A merda dos corruptos e corruptores só não consegue se fazer sentir nos narizes dos petralhas e de sua líder, a Aloprada do Planalto. Esta, ainda hesita em retirar do trono da PETROBRÁS aquela abrutre feia como o diabo, sua afilhada e apadrinhada. Como pode uma Presidenta apadrinhar o que é podre? No Brasil, pode sim. Tudo pelo Partidão e nada pela Nação. Que horror!

Um peão fraco no tremendo jogo de xadrez do Petrolão: Venina Fonseca.

Um peão fraco no tremendo jogo de xadrez do Petrolão: Venina Fonseca.

No meio deste mar de lama, eis que surge Venina Fonseca, uma peça estranha, talvez somente um peão no terrível tabuleiro do PETROLÃO. Mas exatamente por ser um peão e nada mais, ela se arrisca a ser até “desaparecida” de alguma forma “inocente”, como um acidente de carro ou de avião. Um simples e rápido acidente. Ninguém será culpado por sua subida mais cedo. Afinal, ela se tornou persona non grata desde o momento mesmo em que denunciou a Malévola na Petrobrás, protegida pela hidra chamada PT.

Que audácia! Dizer que a “inocente Presidenta da Empresa do PETROLÃO” sabia de tudo porque ela, aquele peão insignificante, ousou enviar-lhe e-mails alertando contra a sangria que a empresa sofria. Burra, Venina não se deu conta de que estava mergulhada até os cabelos numa teia de intrigas onde ela era figura desprezível. Agora, está mais desprezível ainda e se não tiver bons advogados vai terminar levando a carga toda, a responsabilidade total, da roubalheira que denunciou.

A bruxa do PETROLÃO, protegida e queridinha da Aloprada: Graça Foster.

A bruxa do PETROLÃO, protegida e queridinha da Aloprada: Graça Foster.

E vai amargar alguns anos na cadeia, sem cela especial, porque além de não ser polititica, é uma inocente que incomoda como carrapato no lombo dos petralhas.

Que asneira, Vanina. Você fez o que eu fiz quando estava em plena luta pela EMBRATEL. Por pouco não desapareci no DOPS. Armaram uma trama “perfeita” para me dar sumiço. Mas O lá de cima não concordou e recebi ajuda de onde não esperava; recebi ajuda quando, olhando desesperado para todos os lados, só via as faces abjetas de meus odientos perseguidores, já certos de meu fim.

Eu espero, sinceramente, que você receba ajuda. Muita ajuda, pois vai precisar, pode acreditar. Os petralhas são mil vezes mais perigosos que os “inocentes” militares da década de 70.

Boa sorte, “garota veneno”.