Eu não sei onde errei. Estava tudo tão bem planejado. Íamos ser a Cubona continental.. snif...sinf...snif"

Eu não sei onde errei. Estava tudo tão bem planejado. Íamos ser a Cubona continental… snif…sinf…snif”

Se Dilma tivesse um tiquinho assim de vergonha, nunca mais apareceria em público, ao menos durante o tempo em que vai durar seus quatro longos anos de sufoco para nós, brasileiros. Tudo o que ela usou para demonizar seu opositor, durante a lenga-lenga mais violentamente baixa que já se viu em eleições, ela, agora, usa e abusa contra a Nação. E só está no começo. Vem mais chumbo grosso por aí. E a maioria dele é para COBRIR os rombos feitos por seus apaniguados nas nossas Estatais. E acreditem, leitores, a PETROBRÁS não é nada diante do que a PF vai descobrir em outras estatais, como a ELETROBRÁS. Os petralhas penetraram em tudo o que foi possível penetrar e foram mais longe, até. Isto significa que tudo está podre no Brasil. Mas, agora, a Aloprada do Planalto está-se virando como pode para, ao mesmo tempo em que atende as exigências do partido entregando Ministérios a polititicas petralhas reconhecidamente envolvidos em falcatruas, minorar a curto prazo e, a longo prazo, sanar as profundas feridas que sua des-Administração causou nas contas brasileiras.

"Socialismo não desgoverna, ignorante. Socialismo governa para a elite do partido, isto sim!"

“Socialismo não desgoverna, ignorante. Socialismo governa para a elite do partido, isto sim!”

Finalmente ela pôde ver que o caquético modo de desgovernar “socialistamente” não funciona no Brasil. Só não conseguiu ver, porque é míope intelectual, que o país que ela levou à adernação perigosa é um enorme transatlântico, não um iate como são a Argentina, a Venezuela ou o Bolívia. A nossa Economia faz água. E muita água. O oceano chamado Mercado anda nervoso e seus abismos são profundos. Variáveis intervenientes, como a zorra que grassa entre    extremistas religiosos, que declararam guerra ao mundo não extremista, azedam mais ainda as já azedas águas mercadológicas. O Medo, o maior aliado dos extremistas terroristas, espalha-se como sarampo. Os arroubos de cidadania e patriotismo intempestivo e impensado resultam, como está acontecendo na França, em uma Nação assustada, insegura e angustiosa. Isto é o terreno ideal para os desesperados extremistas de todas as religiões do mundo.

A euforia exagerada dos franceses fizeram pipocar revolta entre os muçulmanos paquistaneses e de outros países.

A euforia exagerada dos franceses fizeram pipocar revolta entre os muçulmanos paquistaneses e de outros países.

É nesse oceano mercadológico tremendamente agitado e com céu cheio de tempestades ameaçadoras que nós teremos de navegar. E navegar buscando ao menos chegar ao patamar onde o Lulaça, para pasmo de todo o mundo, tinha deixado o país. Muito mais seguro do que quando o recebeu de FHC. Mas a míope PRESIDENTA (desculpem, eu não falo o paulistanês), presa a um saudosismo doentio, senão a idéias macabras de reeditar o passado a fim de retomar o fio interrompido, jogou-nos num buraco perigoso. E vamos enfrentar carestia, impostos que jamais serão revistos — o que significa que permanecerão onerando nossas costas para sempre —, e novos e velhos ladrões sedentos do dinheiro público. Que me desculpem meus leitores, mas sinceramente não creio que alguém acredite que toda esta remexida que a PF levou a cabo nos antros de ladroagem termine com uma limpeza em regra nos quadros dos polititicas. Quando muito algumas cabeças não coroadas serão decepadas, mas logo costuradas nos pescoços desditosos, distribuindo-se-lhes cargos de segundo e terceiro escalões para compensar a “terrível” perda sofrida na queda do primeiro escalão. E isto já acontece antes mesmo da guilhotina começar a fazer rolar as cabeças “necessárias” para engabelar os Zé Nings brasileiros.

Este é Pepe Vargas. O que fará com a listona?

Este é Pepe Vargas. O que fará com a listona?

Já a ÉPOCA de 19/01/2015, Ed.867, informa-nos que “estão sobre a mesa do ministro de Relações Institucionais PEPE VARGAS, três listas com indicações para os milhares de cargos de segundo e terceiro escalões do governo” (SIC). É o velho jogo do toma-lá-dá-cá. O jogo que sempre emperra nosso desenvolvimento. Os indicados para ocupar estes milhares de cargos leiloados entre os partidos políticos não vão para lá com o objetivo precípuo de trabalhar pelo Brasil, mas sim, com o objetivo escuso de trabalhar pelos interesses dos partidos dos cabeções que os indicou. 

Nós já conhecemos esta música, cujo disco, de tanto ser tocado, já está fanhoso e falhando em alguns trechos, justamente aqueles em que a PF andou arranhando. Mas o que fazer? Hão de perguntar os eternos acomodados. Ora, se os franceses ficassem nesta pergunta idiota, não teriam ido aos milhares às ruas gritar “je suis Charlie!”. Eles não ficaram parados. Mexeram-se. Ainda que a euforia os tenha levado a cometer um deslize sem tamanho. A Liberdade de Expressão não pode ser ampla e irrestrita. Os franceses se esqueceram de que o direito de um termina onde começa o do outro. Se se tem o direito à liberdade de expressão, tem-se de ter capacidade de reconhecer que tal liberdade tem limites e estes estão, no caso em pauta, onde o direito dos religiosos devem ser respeitados. Afinal, ninguém gostaria de ser atingido por outro em nome de uma Liberdade Total e Irrestrita de Expressão. Nem tanto ao ar, nem tanto ao mar. Os franceses, embriagados pela euforia do apoio mundial, exageraram na dose e, agora, há o perigo real de todos os muçulmanos, radicais ou não, se levantarem contra o desrespeito aos seus dogmas religiosos. Nem um cristão gostaria de que muçulmanos apresentassem Jesus como um homossexual depravado. E quando um pastor alopradamente chutou a imagem de Nossa Senhora diante de câmeras de TV o Brasil cristão se levantou em grita e a violência quase explodiu entre católicos e evangélicos. É assim com a religião no mundo todo. Religião é o calcanhar de Aquiles de qualquer país. É preciso não acertar flechas nele, senão…

No caso de “nossa” polititica, a Aloprada do Planalto tem de ter o cuidado de não exagerar na dose do toma-lá-dá-cá, caso contrário o povo poderá se levantar em rebeldia contra ela. Não deve esquecer de que há um movimento nas redes sociais pedindo ao Congresso o impeachment da distinta. Por enquanto, este material explosivo não está sendo considerado pelos “polititicas” adversários da distinta. Mas em “polititica” nada se joga fora. Nela, tudo se transforma. A qualquer momento, se e quando as medidas de “austeridade” parcial e seletiva forem tomadas (sempre contra o povo) a nação poderá se levantar em grita e será, então, que os da oposição lançarão mão do movimento de impeachment. Vai ser difícil à Aloprada e a seu Partidão manterem-se, os dois, no Poder.

Dilmona deve ter sempre, durante estes quatro anos de fogo e brasa em que deverá pisar por sua exclusiva responsabilidade, o cuidado de ter um olho na missa e outro no padre. Se se descuidar sua cabeça vai rolar. Que ela pergunte ao Furioso como foi que ele dançou.