ASFARC CONOSCO. AFFF!!! ONDE ESTÁ O EXÉRCITO BRASILEIRO?

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"Mas que merda, Lula! Estou com vontade de te arrancar as orelhas a alicate. Nem chega perto de mim que a gente vai brigar feio, desgraçado!"

“Me esqueçam, diabos!!!”

A presidente “terceirizou” completamente o comando da economia para um ministro liberal e ortodoxo que nada tem a ver com o que ela pensa ou fez em seu primeiro mandado. E se retirou, junto com o seu partido, da coordenação política, entregue o PMDB. Tudo sem maiores explicações.

Até a recente “agenda econômica positiva” não é a dela. As novas rodadas deconcessões de serviços públicos de energia, ferrovias e portos devem reabilitar o modelo usado pela gestão FHC (1995-2002), de vender o serviço ao maior preço, e não a quem oferecer as menores tarifas. Tudo diferente do que Dilma quis em seu primeiro mandato.

É notável que agora a presidente só apareça em ambientes “controlados” e fechados, como inaugurações de fábricas e eventos palacianos. Em apenas quatro meses de seu segundo mandato, a presidente não pode falar na TV ou circular em público sem ser hostilizada. (Folha de São Paulo, 30/04). Mais

DISCIPLINA – PARTE DA EDUCAÇÃO QUE É ODIADA POR ALUNOS PÚBERES

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Eu preferia a Escola antiga, com palmatória e tudo.

Eu preferia a Escola antiga, com palmatória e tudo.

Bom, já disse que não sei mais se há a fase da puberdade no desenvolvimento humano. Hoje, meninas com doze anos já surgem grávidas e algumas praticam o coito porque querem; porque lhe foi ensinado ainda antes desta idade e a partir daí agem relativamente ao ato como gente adulta. Teoricamente a puberdade começa aos 13 anos, nos meninos, e entre 12 a 13 anos na menina. No meu tempo – e já se vão 74 anos – crianças com estas idades não faziam a menor idéia do que fosse coito. O elã era brincar de esconde-esconde, bonecas, carrinhos etc… Havia as exceções, pois o abuso de crianças púberes não acontece hoje, mas faz parte da História Humana desde seu começo mesmo. Até a metade do século XX o período da puberdade se iniciava entre 15 e 16 anos. Mais

DILMA, PELO AMOR DE DEUS, PÁRA DE NOS HUMILHAR DIANTE DO MUNDO

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"Tadinho, gente, eles eram tão bonzinhos! Eram até doentinhos!"

“Tadinho, gente, eles eram tão bonzinhos! Eram até doentinhos!”

Esta é curta e direta. A Indonésia, um país totalmente independente do Brasil, tem leis rígidas contra os contrabandistas de drogas. Leis, aliás, que eu apoiaria sem pestanejar se fossem também adotadas aqui. Com certeza a paz ganharia uma força nas favelas do Rio de Janeiro e nas outras milhares espalhadas por todas as cidades brasileiras, independente de tamanho populacional.

Dois brasileiros metidinhos a esperto foram tentar introduzir drogas na Indonésia. Ora, todos os brasileiros sabem muito bem que lá a cana é pra valer. Então, quem fez a opção de tentar ir envenenar a juventude de lá servindo de MULA (e realmente o foram ao pé da letra) para contrabandistas espertos, que não são bestas de meter a mão naquela cumbuca cheia de maribondos furiosos, mereceram a morte de conformidade com as Leis daquele país. Mais

Capítulo IV – O COMBATE – (4ª Parte)

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Capítulo IV – Em Ação (4ª Parte)

A ilha de Pargos com suas escarpas e seu mar revolto e misterioso.

A ilha de Pargos com suas escarpas e seu mar revolto e misterioso.

Dezesseis e trinta. Fratelli acaba de receber o passe livre para se encontrar com Luis Filipe. Respirou fundo. Como seria a recepção?

Entrou no elegantíssimo escritório. Atrás de uma imponente mesa de mogno, cabeça curvada sobre uns papéis que assinava, estava o rapaz a quem agredira na praia.

— Por favor, queira sentar-se. Deixe-me terminar de assinar estes contratos e já lhe dou toda a atenção, sim? — Luis Filipe falou sem erguer a cabeça.

— Pois não, senhor — disse respeitosamente Fratelli.

Quando o jovem finalizou as assinaturas e fechou a pasta, Fratelli fingiu que estava muito interessado num quadro à sua esquerda.

— Muito, bem, Sr… — disse o rapaz, sério.

 Fratelli o olhou nos olhos. Ele não pareceu reconhecê-lo.

— Enrico Fratelli, Sr. Luis, advogado do Banco Kamuratti. O se­nhor Kamuratti me encarregou de vir pessoalmente trazer-lhe estes docu­mentos. Ele disse que são importantes para o senhor.

Luis Filipe aceitou o envelope e o abriu, lendo o conteúdo. Ain­da não demonstrava ter reconhecido Fratelli. O facínora resolveu não es­perar mais. Levantou-se e foi até a janela do prédio. Situado na praça Serzedelo Corrêa, trigésimo andar, a vista que dali se descortinava era muito bela.

— Preciso pedir-lhe desculpas, senhor — disse, de costas para o seu anfitrião.

— Por que? — perguntou o rapaz.

— Pelo incidente na praia — disse Fratelli.

— Ah… aquilo? Já está esquecido — disse Luis Filipe descuidadamente.

— Bem, eu lhe agradeço sinceramente. As mulheres que perseguía­mos tinham tido a ousadia de violar a residência do Dr. Kamuratti apre­sentando-se como policiais, justamente no dia em que o filho dele, o Dr. Anteu Kamuratti, fora seqüestrado.

— E não eram? — perguntou Luis Filipe, interessando-se.

— Não, senhor. Investigamos na Polícia Federal, mas lá não cons­ta nenhuma Irina Hesse como agente especial.

— Ora vejam só — disse Luis Filipe — elas nos enganaram direiti­nho, as danadas.

— Estavam em sua companhia? — perguntou Fratelli, olhando o ra­paz de frente.

— Sim. No banco de trás do carro. Foi por isto que não deixei aquele homem aproximar-se de meu automóvel — disse ele.

Enrico Fratelli soltou uma sonora gargalhada. Luis Filipe não o associava com “aquele homem”. Talvez a tensão do momento não lhe tenha deixado fixar fisionomias. Estava salvo. O rapaz bem podia estar pensando que “aquele homem” tinha sido alguém mandado a serviço dos Kamuratti. Falou entre risos de alívio.

— En…então o senhor… o senhor escon…escondia as duas embusteiras… Mas… mas isto é… é hilariante! Os homens suaram as camisas para descobrir onde elas estavam… E elas estavam bem ali, debaixo do nariz deles!

E Enrico Fratelli ria como se aquilo fosse uma gostosa piada. O rapaz, a princípio desconfiado, terminou por também cair na gargalhada.

 — Foi muito bom, não foi? — disse entre risos. — Eu enganei tam­bém o policial. Inacreditável é que ele estava bem ao lado de meu carro, bastava só dar uma olhada lá pra dentro e veria tanto minha noiva quanto as duas sem-vergonhas, e ele não o fez. Sabe por que?

— Por que estava apaixonado pelos seus belos olhos! — zombou Fratelli estrondando de rir.

Após o momento de hilaridade, Luis Filipe, enxugando os olhos, indagou:

— E quem eram elas? Você sabe?

— Não, senhor. A gente tem andado às escuras. Desconfiamos que eram contato dos seqüestradores. Infelizmente o senhor as ajudou a esca­parem — o estratagema deu certo. Luis Filipe ficou sério e olhou para o assecla de Kamuratti.

— Oh… Bem, não foi minha intenção prejudicar os negócios do Sr. Kamuratti.

— Ora, não se culpe. Acho que qualquer um cairia na conversa de­las. Eram muito astutas.

— É… Para entrar na residência do Dr. Kamuratti e o enganar é porque são muito espertas.

— Bem… O que se vai fazer, não é?

— Eu gostaria de ajudar, sinceramente. Mas fi-las descer no Alto da Boa Vista. Devem ter tomado um táxi…

— É… Perdeu-se a oportunidade, talvez a única, de conseguir al­guma pista do Dr. Anteu.

Luis Filipe ficou pensativo. Fratelli esperou ansioso, mas o ra­paz meneou a cabeça.

— É, não recordo de nada que lhe possa ajudar. Elas estavam mui­to apavoradas com o Camaro que os homens usavam e nada do que disseram, pelo menos que eu me lembre, dá qualquer pista…

— De qualquer modo, muito grato, Dr. Luis Filipe. Ah, queira transmitir os meus pedidos de desculpa à sua noiva, pelos homens desastrados. Que ela compreenda que eles estavam muito tensos…

— Não se preocupe, Sr. Fratelli. Milena compreenderá, pode crer.

— Bem, se não tem mais nada para mim, queira perdoar-me. Eu não desejo tomar mais de seu precioso tempo.

— Não, não. Esteja à vontade. E muito grato por ter vindo. Foi muito bom haver desfeito a má impressão — disse Luis Filipe.

— Até à vista, Dr. Enrico.

— Até, Dr. Luis Filipe.

E Fratelli se encaminhou para a porta com um forte sentimento de frustração. Quando já estava no hall de elevadores, Luis Filipe veio até ele.

— Doutor Fratelli — chamou — queira vir até meu escritório, por favor. Creio que temos uma pequenina chance de descobrir quem são as duas sirigaitas.

Fratelli sentiu o coração saltar. Voltou pressuroso.

— E então? Do que se trata? — perguntou tão logo Luis Filipe fechou a porta atrás de si.

— Quando desceram do carro, a tal de Irina disse-me que se eu desejasse alguma coisa na polícia era só procurar por ela. Pode ter si­do apenas bazófia, mas vou dar um telefonema para lá, me identificar e pedir que ela me ligue. Quem sabe?

Fratelli achou a idéia muito fraca. As mulheres não eram policiais e certamente ninguém as conheceria lá. De qualquer forma…

Luis Filipe fez a ligação. Uma voz de mulher se fez ouvir.

— Polícia Federal, boa-tarde. Em que podemos ser úteis?

— Aqui é o Dr. Luis Filipe Nettus Filho, dono da companhia de taxis aéreos “CÉU AZUL”.

— Pois não, senhor Luis Filipe. Em que a Polícia Federal o pode ajudar?

— Bem, há coisa de dois dias atrás…

E Luis Filipe contou com detalhes o acontecido. Do outro lado a sua narrativa era gravada e o seu telefone era detectado pelo Bina, confirmando que o telefonema estava sendo dado realmente do edifício sede da famosa Cia de Táxis Aéreos. Quando ele acabou de contar o ocorrido a moça lhe perguntou.

— E o senhor deseja, agora, encontrar essa agente… É isso?

— Sim, senhora. Isto é possível?

— Sem querer ser indiscreta, mas podemos saber o motivo de seu pedido, senhor Luis Filipe?

— A moça disse que em troca de meu favor, ela se dispunha a me prestar ajuda no que lhe fosse possível. Creio que eu necessito de sua ajuda, agora.

— Podemos saber do que se trata, Sr, Luis Filipe?

— É um problema familiar, compreende? Eu não gostaria de expor o assunto assim. É um favor pessoal… a senhora me entende?

— Perfeitamente. Peço-lhe que aguarde. Nós voltaremos a lhe contatar tão logo localizemos a agente. No momento não temos informações. Talvez seja alguém de outro estado.

— Está certo. Quando terei o retorno?

— O senhor ficará aí até o final do dia, não?

— Sim.

— Bem, creio que lá pelas 18h teremos alguma informação a lhe dar. Boa tarde, Senhor.

E o telefone foi desligado.

— Você quer esperar? — perguntou Luis Filipe a Fratelli. Este, embora não o dissesse, não acreditava que alguma coisa saísse dali. Para não ser descortês, disse:

— Não, senhor. Não posso ficar. Tenho algumas providências a to­mar ainda hoje. Negócios do Banco. Mas deixo-lhe o meu cartão. Se houver alguma novidade, queira ligar. Se eu não estiver, deixe o recado em mi­nha secretária eletrônica. Eu lhe ficarei muito agradecido. E creio que o Dr. Kamuratti também.

— Não seja por isto. Eu vou gostar de ver aquelas duas metidas a sabidas, enroladas com a Lei.

“Não será bem com a Lei que elas vão-se enrolar, nem o senhor saberá de nada a respeito” — pensava Fratelli sorrindo e apertando a mão de Luis Filipe em despedida.

Voltou ao banco e relatou a Kamuratti o que se passara.

— Foi muito hábil de sua parte — disse Kamuratti, satisfeito. — O Luis Filipe nos dará a informação se a P.F. lhe disser alguma coisa. Que­ro que fique em seu escritório e aguarde o telefonema dele.

— Mas senhor… O senhor acredita que…?

— É nossa única oportunidade, não é?

— Está certo.

E Fratelli foi para o escritório, contrariado. Tinha outros pla­nos em mente e nestes planos Glauce tinha papel de destaque.

 

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO LVIII – É DIFÍCIL TIRAR A CRACA DO FUNDO DOS BARCOS.

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O Rei dos Reis ensinava tenazmente aos seus discípulos a não ficarem em sua dependência.

O Rei dos Reis ensinava tenazmente aos seus discípulos a não ficarem em sua dependência.

Duas semanas se passaram sem que Issa desse as caras junto aos seus três discípulos. Estes, desorientados, já desanimavam e já acreditavam que tinham sido abandonados. O que fazer? Na companhia do Mestre tudo era fácil de fazer. A Vida tinha sempre um Norte a ser buscado. As coisas fluíam naturalmente. Eles tentavam conversar entre si sobre os ensinamentos que o Mestre lhes passara, mas quanto mais discutiam, mais e mais se perdiam e se emaranhavam. Nada, agora, parecia fazer sentido. Como viver como uma criança em um mundo violento, que requeria valentia e união para se conseguir defesa e segurança? Primus, o mais instruído nos ensinamentos do Mestre já hesitava diante dos questionamentos cada vez mais forte dos dois celtas.

Viver sobre aquela lapa, ao relento, era muito incômodo e Primus, pela primeira vez em muitos meses, se deu conta disto. Uma noite, dormiam uns junto aos outros por causa do frio intenso, eis que, inexplicavelmente, uma chuva desabou. Chuva e vento forte. Acordaram tiritando e desorientados. Mas Luprécio foi o primeiro a tomar uma iniciativa. Desceu a lapa às apalpadelas, enveredou por entre o capinzal e, após esforços cansativos, encontrou as espadas que Issa havia jogado fora. Trouxe as duas de volta e entregou uma ao seu companheiro. Ambos se puseram freneticamente a cortar galhos de arvores e trazê-los para amontoá-los sobre a pedra. Depois, Atonchau lançou-se pedreira abaixo e invadiu a aldeia. Confiava em que não houvesse vigias. Mais

ESTÃO PRENDENDO APENAS CORRUPTOS PETISTAS. E OS PMDBISTAS E OUTROS?

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Adalberto Cardoso - diretor  do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UER (foto da Folha)J.

Adalberto Cardoso – diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ (foto da Folha).

“É essa imbricação entre o público e o privado que está sendo desvendada hoje. Infelizmente, pelo viés antigovernista dos agentes da PF, não se investigou nada da época do FHC. Sergio Moro é um juiz ligado de muitas maneiras ao PSDB. Sua esposa é assessora do PSDB. Por um viés da radicalização política, está se colocando na cadeia membros do PT. Esse processo vai ter um impacto de longo prazo no partido”.

Esta declaração não me agradou. Sérgio Moro age no combate ao Crime Organizado dos Partidos Políticos e só poderá mandar prender tucanos e pmdbistas quando a PF lhe trouxer provas do envolvimento deles nos crimes que ainda estão começando a investigar. Quanto à Privataria Tucana, é muito, mas muito difícil mesmo, alguém mexer numa caixa preta que está afundada no passado nebuloso de uma Quadrilha esperta pra cachorro.

(http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/04/1621134-entrevista-eleonora.shtml).

Eu não creio em Tucanocracia nem em Petralhocracia. Defendo uma Brasilcracia nossa.

Eu não creio em Tucanocracia nem em Petralhocracia. Defendo uma Brasilcracia nossa.

Não creio, eu particularmente, deixo claro, que haja viés antigovernista na PF. De meu ponto de vista, a ação da Polícia Federal está no sentido inverso da História, ou seja, começa de agora para retroagir aos antanhos. Há e haverá uma guerra feroz dos de antanho no sentido de blindar a qualquer custo a turminha “tucalheira” ou “pmdbrelha” que está quietinha, quietinha. Claro que sou dos que mais torcem para que a investida da Polícia Federal continue, sob o condão de Moro ou de outro Juiz corajoso, a ir fundo neste assunto escabroso que é a corrupção geral no nosso país. Sou dos que mais torcem para que FHC tenha o seu quinhão de amargor, juntamente com toda a sua corja de corruptos e salafrários da época em que tiveram a rédea desta nação de desorientados e manipulados em mãos e levaram a efeito a Privataria Tucana. A “Tucanocracia” é tão criminosa quanto a “Petralhocracia”. Ambos estes estados políticos deram sobejos prejuízos aos brasileiros enquanto Nação. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO LVII – YEHOSHUA CONQUISTA MAIS DOIS DISCÍPULOS

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Mesmo entre os mais aguerridos daquela época, havia os que tinham carmas que ainda hoje subjugam Espíritos em prisões dolorosas.

Mesmo entre os mais aguerridos daquela época, havia os que tinham carmas que ainda hoje subjugam Espíritos em prisões dolorosas.

Atonchau, o que fôra colher mel e frutos silvestres com Primus, veio sentar-se ao lado de Issa e alimentou-se em silêncio. Quando o repasto findou, todos permaneceram sentados e Issa deu início a um cântico de louvor, em hebraico. Ninguém ali entendia aquele idioma e todos se limitaram a escutar a maviosa voz do Mestre. Quando este terminou os três homens demonstraram sua admiração dando tapinhas nas costas de Issa, com sinais de aprovação.

— Não sabíamos que também éreis um Druida Bardo — disse Luprécio, reverente.

Issa riu divertido e respondeu que não era Druida e sim um monge budista. E teve de explicar o que era ser um monge budista, pois a pergunta de Atonchau era neste sentido.

— Bom, monges budistas são pessoas que se dedicam a aprender a vida através da liberdade de ser com simplicidade e em harmonia com a Natureza. Eles respeitam o Buda, respeitam a vida, não matam, não entram em guerras, vivem pelo desapego seja ao que seja. Buscam a Iluminação Espiritual através do Amor Puro e Total. E entendem que não podem alcançar a Verdade se desrespeitarem a Manifestação da Natureza Viva em sua plenitude. Vivem em mosteiros, na Índia e na Caxemira, terras bem distantes daqui. Aqueles lugares lhes dão a calma e o sossego para meditarem e descobrirem a Verdade Oculta em todas as formas que nada mais são que ilusões necessárias a um Mundo que, em si mesmo, é absolutamente ilusório.

Os dois celtas se entreolharam sem entender o que aquilo significava. Mais

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