Eu vou até morrer sem aceitar a esculhambação que se fez no MEU idioma por "cuestões" politiqueiras. Como sempre: onde político põe a mão apodrece.

Eu vou até morrer sem aceitar a esculhambação que se fez no MEU idioma por “cuestões” politiqueiras. Como sempre: onde político põe a mão, apodrece.

Sou meio retardado para apreender os bordões adotados por Governos para “hipnotizar” a população ou deflagrar guerra a opositores políticos. É o caso deste, lançado no ar pela Dilma, atualmente a Aloprada do Planalto, herdeira da outrora Vovozona Planaltina. Se bem me lembro, nos tempos em que havia uma paixão danada de roxa entre Vovozona Planaltina e Lulaça Cachaça, o PTzão estava à toda e a ignorância tinha uma força aterradora. Tanto assim que o ignorantão de pai e mãe fez uma reforma ortográfica (arre égua!!!) e mandou retirar todos os tremas e demais sinais diacríticos que incomodavam os Q.I. de minhoca das hostes dos camisas vermelhas. E agora ouvimos, manietados, emproados senhores tidos e havidos como Autoridades, pronunciar besteiras como “cuestão” em vez de “kestão”. Se nesta palavra houvesse o trema, aí sim, a vogal “u” soaria. Mas sem o trema, o som do dígrafo “qu” soa “K” e a pronúncia deve ser “kesquestão”. Agora, por causa do Cachaça Ignorantão, a gente passa a confundir a pronúncia de “cuestão” com a de “cuerido”, em lugar de “kestão” e “kerido”. E não mais se sabe se se deve pronunciar kero em vez de cuero aki em vez de acui. É o samba do crioulo doido no nosso idioma, presente dos ignorantões do PTralhismo, que, pasme-se, muitos doutos professores da Língua Portuguesa defendem com argumentações que vão à Lua para convencer os teimosos como eu que não aceitam de modo algum o que se anda fazendo com nosso idioma.

"É nóis na Presidença. Agora nóis vai botá pra quebrá, mossada!"

“É nóis na Presidença. Agora nóis vai botá pra quebrá, mossada!”

E veio uma lei absurda, nos tempos do Cachaça, o “Iletroso” (= aquele que não entende patavinas de letras e afins), que determinava que os alunos de primeiro e segundo graus tinham que ser aprovados de qualquer maneira, sabendo ou não sabendo a matéria que deviam saber. Bom, os tempos passaram e aqueles aprovados no tapa estão dando o maior vexame nos testes do ENEM. Nada menos que 284.000 deles entregaram em branco a prova de REDAÇÃO. Por que? Ora, somente porque não tinham aprendido a PENSAR, a DEDUZIR e a INFERIR idéias e pensamentos para dissertar sobre um tema dado. E para serem solidários a estes idiotizados legais, mais 217.000 não entenderam patavinas do que era pedido e “viajaram na maionese”, falando de alhos quando deviam falar de bugalhos. Resumindo: 501 mil bestas quadradas, graças ao Petralhismo do Cachaça, se deram mal na prova do ENEM. Eles são os pobres tapados, vivos exemplos do que é a má politica e a irresponsabilidade dos Zé Nings brasileiros que ousaram colocar no Poder maior da Nação um burraldo de pai e mãe.

Eles não têm culpa do que lhes fizeram os petralhas. Mas vão amargar um futuro ruim porque não sabem pensar, nem falar, nem escrever corretamente.

Eles não têm culpa do que lhes fizeram os petralhas. Mas vão amargar um futuro ruim porque não sabem pensar, nem falar, nem escrever corretamente.

Mas se para os burraldos a medida do Iletrado-mór deu em prejuízo difícil às suas vidas, para o patife politiqueiro foi um lucro danado (e para o Brasil foi uma hecatombe). Só os que não são capazes de pensar VOTAM NO PT e elegem os Petralhas. Assim, o Cachaça deu um golpe de mestre ao criar 501.000 votos para seu partido. Puta-que-o-pariu, é muita sacanagem com o meu Brasil.

Desculpe-me minha irmã, mas não posso deixar de xingar esta situação terrível, tanto para com os jovens enganados quanto para com nosso país. É muita gente que não vai ter chance de nada, exceto de ser petralhista, porque foram sabotados quando ainda eram crianças. Em que tipo de Lei podemos enquadrar o CACHAÇA? Talvez a de lesa-pátria, pois foi isto mesmo o que ele fez. Mas haverá alguém doido o suficiente para tentar o feito heróico? Não creio. Não temos estofo para tanto. Afinal, somos o povo da cachaça, da mulata bunduda, do futebol (que já era) e das praias poluídas. Nada mais. Que lástima!

Mas já o dizia bem dito aquele Sábio dos Sábios que viveu há três mil anos: “Os maus por si se destroem”. E é o que está acontecendo. 

Esse santo que nem pau oco tem, não ajuda a ninguém, exceto à filosofia do petralhismo que é a de "quanto pior, melhor".

Esse santo, que nem pau oco tem, não ajuda a ninguém, exceto à filosofia do petralhismo que é a de “quanto pior, melhor”.

O Cachaça fez o diabo com sua afilhada, que só entendia de ódio a militares. Ele e sua poderosíssima gangue de maus-elementos fizeram os seus seguidores burros elegerem-na para a Cadeira Quente e a partir daí desgovernaram o “brasil” à sorrelfa, levando a coitada da Vovozona Planaltina, totalmente sem experiência em polititica, a meter os pés pelas mãos pensando que o tão adorado SÃO FUDÊNCIO levaria seu des-governo a bom termo. Mas o cara não faz parte dos FUDÊNCIOS à-toa. Ele nunca ajuda. Ele sempre f… os que para si apelam. E foi o que aconteceu com a Vovozona Planaltina. Ela meteu os pés pelas mãos para agradar o Partidão do Cachação. E em buscando agradá-lo e a seus afilhados cubanos, bolivianos, venezuelanos e sei lá mais quem, ela foi afundando nosso Titanic.

Aí, São Fudêncio lhe deu de marqueteiro um ás na arte da Mentira e da falsificação da Verdade-Nua-E-Crua (ele vestiu a Verdade e a colocou em água fervente). Agora, finalmente, a ficha da velhota caiu com estrondo, quando os Zé Nings foram às ruas bem conscientes do que querem: que ela abandone a Cadeira Quente porque é totalmente incompetente para ocupá-la ou que seja impedida legalmente de continuar a desmantelar nosso país.

"É ela! É ela! É a trouxa que eu vou colocar na Cadeira Quente e manipular até minha volta! Aplausos para a otária, militância!"

“É ela! É ela! É a trouxa que eu vou colocar na Cadeira Quente e manipular até minha volta! Aplausos para a otária, militância!”

E com a ficha arriada a pobrezinha compreendeu que São Fudêncio a tinha f… E se enfezou como o Diabo quando descobriu que havia levado aquele par de chifres de dona diaba. Chifres dos quais nunca mais se livrou, para seu desespero e sua raiva impotente.

E aí, quando se deu conta de que fôra usada descaradamente pelos petralhas, a ex-Vovozona Planaltina, agora Aloprada do Planalto, passou a fazer tudo o que, antes, segundo seu marqueteiro traidor, desgraçado, filho-daquela-senhora-mãe-de-todos-os-salafrários, ela ferozmente imputava como uma hecatombe a ser lançada sobre os miseráveis dependurados nas bolsas-miséria por seu opositor na disputa pela Cadeira Quente. Não que eu esteja defendendo o sacaninha, nada disto. Para mim, até prova em contrário, político NÃO PRESTA e não é agora que vou defender qualquer deles.

Se você não conhece, eis dona Delia Lerner, a autora da pérola que citei a partir da crônica de Claudio de Moura Castro, na VEJA.

Se você não conhece, eis dona Delia Lerner, argentina, a autora da pérola que citei a partir da crônica de Claudio de Moura Castro, na VEJA.

E a Aloprada do Planalto, depois do tombo estrondoso de sua ficha, não contou conversa: lançou o bordão que seus Ministraços abraçaram como tábua de salvação: Brasil, pátria educadora. Como é mais que conhecido pelo mundo todo, até pelos aloprados do Boco Haram e dos ensandecidos assassinos do Estado Islâmico, nosso “brasil” vive com suas escolas aos pedaços. E depois do desmantelamento de nosso idioma pela Lei petralheira, aí é que nossa vaquinha, magrinha tadinha, foi pro brejo fedorento (a óleo e petróleo, né não?). Vamos educar nossas crianças na língua aleijada e aplaudida por professores puxa-sacos e politiqueiros e politiqueiras que quando abrem a boca é um Deus-nos-acuda. Exemplo? Delia Lerner, que disse, pasmem, esta pérola de idiotice: “Não faz falta saber ler e escrever no sentido convencional (…) Quem interpreta o faz em  relação ao que sabe (…) interpretações não dependem exclusivamente do texto em si”. Não mesmo? Então, peça a um aluno da época dos petralhas que interprete o Hino Nacional Brasileiro. Você vai sair correndo e de cabelo em pé, Delinha. E se a ele for pedido que interprete Luis de Camões, então, nem sei o que você vai fazer. Talvez meter a cabeça no vaso sanitário e dar a descarga…

"Cruz credo! que qui é isso? Onde diabos foram buscar essa mulher para aconselhar o Ministério da Educação?"

“Cruz credo! que qui é isso? Onde diabos foram buscar essa mulher para aconselhar o Ministério da Educação?”

Mas você quer ficar danado da vida? Então, lá vai: a distinta senhora aí em cima “aconselha o Ministério da Educação nas áreas de alfabetização, currículos e livros didáticos”. Já viu a m… que vai dar na educação escolar de seus filhos que ainda vão passar pelos primeiro e segundo graus de nosso ensino fundamental. Comece a chorar de agora, pois a porrada vem aí. Aliás, o que lhe lembra a expressão da distinta na foto?

Como é que o Brasil pode ser a pátria educadora com uma conselheira deste quilate? Acorda, Aloprada do Planalto! Ainda estás sob o tacão dos petralhas, mesmo que tentes te revoltar contra eles, como é o que parece que estás fazendo, escolhendo para Ministro gente que não comunga com a esculhambação dos inimigos do Brasil.