"Os patifes também envelhecem", por isto cabelos brancos não significam honestidade.

“Os patifes também envelhecem”, por isto cabelos brancos não significam honestidade.

Embora a Imprensa Mundial, não somente a brasileira, mostre que a Deusa Corrupção é adorada por todos os maus elementos inseridos na Política, aos quais quase sempre chega pelas mãos dos que fazem lobes com vistas a obter vantagens indevidas e um gordo naco do dinheiro público à sorrelfa (veja-se, para exemplo, o PETROLÃO brasileiro), é sempre estarrecedor para os cidadãos comuns quando eles tomam conhecimento de como seu trabalho árduo (seus impostos, às vezes escorchantes, como acontece aqui entre nós), é levado embora sob a forma de montanhas de cédulas amarradas ao corpo, metidas em sacolas ou mochilas, socadas nas cuecas e em lugares até impróprios de se mencionar aqui (e atravessadas descaradamente nas aduanas à custa de uma pequena “propina”). E como é decepcionante para todos nós o agir com a maior desfaçatez dos pulhas barrigudos, emproados, arrogantes e LADRÕES que se pavoneiam sem qualquer pejo diante das câmeras jurando inocência e afirmando que “tudo foi feito de acordo com a Lei”. É mais do que imoral a gula incomensurável e o caradurismo indescritível que um ser inumano pode demonstrar ser capaz de exibir e exercitar quando se vê diante da tentação do dinheiro.

“Quem rouba milhões, mata milhões” disse o herói de nossa atualidade, o jovem procurador da República, Deltan Dallagnol, coordenador, no Ministério Público Federal, da Operação Lava-Jato. Ele falou pouco, mas disse uma verdade cristalina. Não é somente no Centro-Oeste que se vê crianças e idosos, adultos homens ou mulheres, morrendo à míngua nos péssimos arremedos de hospitais por falta do mínimo necessário ao menos para um desencarne digno.

"Agora não sou o dono apenas do Maranhão. Sou o dono do Brasil, meu maior latifúndio. O maior do mundo! E meu, somente meu!."

“Agora não sou o dono apenas do Maranhão. Sou o dono do Brasil, meu maior latifúndio. O maior do mundo! E meu, somente meu!.”

Todos os des-Governos que se seguiram à época dita “de chumbo” foram, sem exceção, exercidos por LADRÕES DE COLARINHO BRANCO. E eles ainda estão firmes e fortes no PODER BRASILEIRO. E pelo visto, ainda que Dallagnol lute bravamente, com certeza tudo terminará em mais uma gigantesca PIZZA imoral e envergonhadora de nossa Honra e de nossa capacidade de fazer valer entre os que dominam nossa Nação a HONESTIDADE e a JUSTIÇA. 

Leis, nós as temos aos milhares. São costuradas na medida das necessidades de tais ou quais grupos de larápios. Depois, como sói acontecer no “brasil” de sempre, são esquecidas e relegadas a alguma prateleira qualquer, até quando possam ser freneticamente buscadas para justificar uma patifaria nova.

É assim que vive a Polititica Nacional Brasileira.

A Europa, se não estou enganado, sem considerar a Rainha da Inglaterra, encruada no torno desde não sei quando e totalmente inócua politicamente falando, tentou mudar a música e elegeu duas mulheres dignas de elogios para líderes de duas de suas nações: Inglaterra e Alemanha.

Eis a primeira mulher que soube honrar seu país e seu sexo no Poder. Margareth Tatcher.

Eis a primeira mulher que soube honrar seu país e seu sexo no Poder. Margareth Tatcher.

A “Dama de Ferro” com mão forte, patriotismo, determinação honrada e firmeza, colocou a vacilante Inglaterra de volta aos trilhos. Não foi nada fácil o seu trabalho e só ela e Deus sabem o que teve de enfrentar quando segurava as rédeas do Poder.

Mas abaixo de Deus e acima de todos os corruptos de seu país e do mundo, honrou a tradição histórica dos ingleses. Ela se foi de cabeça erguida, sabendo que lá em cima, na Balança de São Miguel, haveria poucas pedras a se contrapor à montanha de boas ações que fez pelo seu país.

Não vou-me alongar sobre sua história, visto que este tema não se reporta a ela. Cito-a porque, ao menos nestes dois últimos séculos, foi uma das duas mulheres mais admiráveis politicamente falando.

A segunda mulher a honrar seu sexo e seu patriotismo no Poder. Mulher em que seus conterrâneos confiam e à qual aplaudem de pé.

A segunda mulher a honrar seu sexo e seu patriotismo no Poder, Ângela Merkel. Mulher em que seus conterrâneos confiam e à qual aplaudem de pé.

A segunda mulher admirável no Poder de uma Nação foi Angela Dorothea Merkel, na Alemanha. Nâo dá nem de longe para comparar o grau de conhecimento universitário e a capacidade acadêmica desta ilustre senhora com a Aloprada do Planalto. Forte politicamente, não deveu nada àqueloutra inglesa em determinação, força e punho de ferro para trazer seu país aos trilhos.

Aí, nós, desta republica tupininquim absolutamente desmiolada e desnorteada, também quisemos colocar uma mulher no Poder. É o velho anseio de ser o primeiro em qualquer coisa. Alguém fez uma monte de b… cor-e-rosa algures? Então, nós, tupiniquins brasileiros, corremos para fazer algo o mais parecido possível. E sempre fazemos merda mesmo. E o que fizemos?

Sob a batuta do Cachaça eis que elegemos uma doidona para ocupar a Cadeira Quente.

A dona, inculta, mal-instruída, ferozmente emburrecida no socialismo-comunismo castrista, fã do ídolo de seu patrono, Hugo Chavez, ao contrário das suas colegas européias, passou a acreditar que o Brasil era sua casa. Nele mandaria como quisesse e, claro, seguiria o rumo que o PT lhe apontasse sem questionamento, já que este é o partido de seu deus-de-pé-de-barro.

"Ai meu Santim Cubanim, olha por mim que tô no sal grosso!"

Eis a atual Socorro-Que-Já-Não-Sei-Mais-O-Quê-Fazer. E eis sua reza angustiada: “Ai meu Santim Cubanim, olha por mim que tô no sal grosso! Nem São Fudência sabe mais o que fazer para me salvar do desastre.”

E lá se foi a outrora Vovozona, ontem Aloprada do Planalto e, ultimamente, a Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer.

O sonho da nossa distinta Socorro-Que-Já-Não-Sei-Mais-O-Quê-Fazer era substituir aquela bandeirinha esquálida, enverdecida, com aquela bolona idiota cheia de estrelas mais idiotas ainda, na amada bandeirona Vermelha, com a linda foice e o belo martelo jogados fora pelos comunistas da outrora URSS. 

Ah, como foram dourados os sonhos acalantados antes que a peste do Dellagnol e a desgraçada da PF lhe tirassem o sossego (e aos petralheiros escondidinhos nas empresas públicas fazendo o diabo com os dinheiros delas). 

Embriagada pelo Poder e por ter sido a primeira mulher americana (mesmo que da América do Sul) a ocupar a Cadeira Quente Brasileira (ela se esqueceu da doidona da Argentina), nossa atual Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer impôs sua arrogância e seu ódio particular aos militares a toda a nação deste país tropical, alegre e festeiro. 

Entrou em choque com os polititicas que deviam ser os que a respaldassem e a seus “escondidinhos” nas falcatruas feitas às esconsas da Nação e que conseguiriam, sei lá por quais malabarismos, fazer que saísse da Cadeira Quente tal como seu antecessor e padrinho – nos braços do povo burraldo.

Mas cega pelo Poder, pelo Ódio e pela Arrogância, a Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer danou com todos, aliados e desaliados, e meter os pés e as mãos naquela coisa fedorenta. 

E mentiu tanto que até o diabo se escafedeu, deitou os chifes no braquiara, prevendo uma hecatombe para seu segundo período de des-Governo no leme do Titanic chamado “brasil”.

Agora, de rabo murcho, eis que pede socorro ao seu vice, justo ele, o Richelieu brasileiro. E nosso Richelieu se vê no mesmo pau de galinheiro que sua companheira detestada, ou seja, no pau sujo do galinheiro em que os petralheiros transformaram nosso país.

A peça bufa seria de fazer que déssemos gargalhadas, se não estivéssemos de mala e cuia totalmente embarcados no Titanic chamado “brasil”.

SOCOOOOOOOOOOOOOORRRRRRRRRRRRROOOOOOOOOOO!!!!!!!!.