"Dilma, Cuba fica naquela direção. Corre pra lá antes que o povo resolva escalpelar-te!"

“Dilma, Cuba fica naquela direção. Corre pra lá antes que o povo resolva escalpelar-te!”

A Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer levou nosso Titanic chamado “brasil” a fazer água. E põe água nisto. Tudo está indo pro brejo, da Educação (Pátria educadora, hein? Esta foi a pior gozação que já se fez conosco, pode crer) à Segurança Pública, tudo está se esboroando. Por que? Porque falta dinheiro para tudo. O Erário Público – e peço que algum Economista que me leia nos explique como é que arrecadando mais de um trilhão e meio de impostos por ano, nosso Erário Público está de chapéu nas mãos – está gritando “não faz onda!” e nós estamos tontos como moscas depois de se pulverizar o ambiente com inseticida. No nosso caso o inseticida mortal chama-se PT e o componente letal e assassino chama-se CORRUPÇÃO.

Programa de auditório onde se ensinava as crianças a dançar na boca da garrafa.

Programa de auditório onde se ensinava as crianças a dançarem na boca da garrafa.

Os brasileirinhos nascidos depois dos anos 90 não faziam idéia do que fosse a tal de inflação. Nem queriam saber. Para eles, como sempre, a História começava a partir do dia em que entravam para o primeiro ano do primeiro grau. Até ali, o que havia era brincadeira e aprendizagem da liberdade total e sem freios, incentivada incessantemente pelas Redes de Televisão e suas novelinhas danadas de amorais, secundadas pelos indecentes programas ao vivo para crianças, onde se ensinava a arte de “rebolar a bundinha na boca da garrafa”. Para quê Moralidade? Afinal de contas, isto freia a gula das empresas que investem no Coito. Em defesa delas, as Televisões (não evangélicas) iam fundo. Mas era bom, assim mesmo, pois a juventude gozava de “liberdade plena e absoluta”. Os pais iam-se entorpecendo e não percebendo que as armadilhas dos escritores e programadores de televisão estavam empurrando seus filhos numa direção perigosíssima. As famílias tinham o suficiente para se manter, para vesti-los e lhes dar as bugigangas eletrônicas e, melhor que isto, podiam viajar nas férias e curtir umas praias. Os mais abastadinhos iam direto gastar dólares na Disneilândia. Tudo às mil maravilhas. O Titanic ainda se chamava Brasil.

"Mas tem saída. Tudo tem saída. Nós, polititicas de carteirinha, vamos engabelar direitinho este povinho de m... Podem crer."

“Mas tem saída. Tudo tem saída. Nós, polititicas de carteirinha, vamos engabelar direitinho este povinho de m… Podem crer. PT ou PMDB tanto faz. Ficaremos sempre por cima.”

Mas no Oba! Oba! os Zé Nings, revoltados com a polititicagem que se praticava na dupla satânica, só de raiva votou no Barbudão Cachação. E ele foi lá pra cima com uma esperteza danada de arguta, adquirida na lide diária com os nada bocós empregados do ABC paulista. E enganou o Brasil direitinho. E colocou nos postos chaves ratos petralhas que iriam começar a roer o equilíbrio econômico-financeiro do Titanic ainda chamado Brasil. Ele terminou seus oito anos como herói. Ao descer a rampa do Palácio, num impulso ególatra, atirou-se literalmente nos braços dos idiotizados adoradores petralhas. Foi a glória! Nenhum Presidente jamais ousara tamanha façanha.

Mas, ainda não atinei com a razão, eis que ele indica para continuar seu governo de duas caras, uma para o povo e o mundo verem, a outra só para os petralhas, uma doida incompetente. E ela, ególatra de pedra, rancorosa de aço, doidona de orgulho enrustido, tratou de des-governar na base da falsidade, da intriga, da traição à Pátria. A começar com a construção do porto de Mariel, em Cuba. Um presentaço para os mumificados, mas não mortos, Fidel e companhia. Depois, contratando de modo indecente médicos cubanos para supostamente suprir a falta de médicos brasileiros, mas na verdade um artifício para continuar alimentando os cofres de Fidel e companhia com nosso dinheiro público. E esbanjou $$ pelos paisecos sul-americanos governados por tiraniquinhos de bosta. E tudo sem qualquer garantia de retorno. E foi assim que nosso Erário foi minguando, foi minguando… E deu no que deu.

Esse ratão imaginava que jamais seria apanhado e punido. Errou feio.

Esse ratão imaginava que jamais seria apanhado e punido. Errou feio.

A fim de não fazer feio diante do padrinho que, agora, des-governava nas sombras, eis que os ratões desceram as presas na PETROBRÁS e em todos os órgãos públicos onde tinham sido plantados. E foram com uma sanha tão danada que o Titanic que era Brasil passou a ser simplesmente “brasil”.

E fez água.

Mas a mentira continuou imperando. A destemperada não pensava no que dizia durante a batalha para Ganhar mais 4 anos. Mentiu a dar com o pau. E eis que, para seu desespero, ela mesma herda o Titanic furado e fazendo água. E a PF não aliviou. Começou a fuçar os locais onde os ratos petralhas se escondiam e eis que eles se viram sem saída. E foram desmascarados, fazendo que o mundo dos aplicadores em bolsas ficasse de cabelos em pé. E o Titanic chamado “brasil” passou a ser processado no exterior pelos que, tremendo dentro das calças, previam ficar somente com as cuecas porque tinham investido pesado na Petrobrás. 

E o descrédito veio como uma marreta na moleira da Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer. E os ratos dos outros partidos, vendo que ela tinha soltado a Besta do Apocalipse pra cima deles, começaram a fazer uma agitação danada. O Erário Público estava indo pro brejo. O povo jovem estava começando a se ver acuado pela Inflação, coisa com que jamais haviam sonhado desde os tempos em que treinavam dançar na boquinha da garrafa.

Urgia, agora, tampar os tremendos buracos feitos pela Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer no Erário Público. Urgia encontrar quem pagasse as contas. E quem eles encontraram rapidinho? OS ZÉ NINGS, lógicos! E tome-se medidas que só apertam mais e mais o cinto dos coitados. Aumento dos combustíveis; aumento de impostos; aumento da conta de água, luz, telefone e mais o que der e vier. Todos têm de colaborar neste momento de agonia…

Todos? Todos quem, cara pálida?

Polititicas é que não são. Sabem quanto eles pesaram em despesas que nós sustentamos bestamente em 2013, no Erário Público? Caia de quatro. No ano de 2013 o Congresso Nacional nos levou a pequena e insignificante importância de oito bilhões e quatrocentos milhões de reais. Ao longo de 2013, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal custaram juntos, por dia, 23 milhões de reais aos cofres públicos – dinheiro que, vale lembrar, sai dos nossos bolsos, nós que somos os contribuintes sem direito a chiadeira. O valor total beirou os 8,4 bilhões em 2013 – montante semelhante aos dispêndios integrais de seis ministérios: Cultura, Pesca, Esporte, Turismo, Meio Ambiente e Relações Exteriores. Também equivale a todo o orçamento autorizado para a cidade de Belo Horizonte (MG) no ano de 2012.

E no ano passado, 2014? Vejam o quadro abaixo:

Vejam e se revoltem: é esta a tremenda despesa que nos dão os senhores Polititicas. Até quando vamos agüentar isto?

Vejam e se revoltem: é esta a tremenda despesa que nos dão os senhores Polititicas. Até quando vamos agüentar isto? Clique com o dedo direito no mause e mande abrir a imagem em novo link. 

Bom, está sobre nossos ombros tampar o buraco que maus políticos, ladrões empresariais e a Socorro-Que-Já-Não-Sei Mais-O-Quê-Fazer fizeram no Erário Público, isto é, no nosso dinheiro. Então, junte sua voz à minha e pergunte em todas as páginas de relacionamento que vocês podem acessar:

Por que os Nobres Deputados e Senadores não dão suas contribuições neste esforço que se exige da Nação? Por que eles JAMAIS reduzem as despesas destas duas Casas Legislativas? Por que jamais reduzem seus salários, mas fazem de tudo para reduzir os minguados salários dos Zé Nings? Até quando vamos continuar sendo, além de Zé Nings, também orelhudos?

A bola está com você, leitor.