VOCÊ SABE QUAL FOI O PRESENTE DE GREGO QUE A DESGRAÇADA DA DILMA E O PETRALHISMO LHE DERAM?

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"Que merda que eu fiz, meu Deus! E agora, o que vai ser de meu povo?"

“Que merda que eu fiz, meu Deus! E agora, o que vai ser de meu povo?”

O rombo da roubalheira, da malversação de dinheiro público, da desadministração Dilma & Petralhas jogou sobre os ombros dos brasileiros produtivos uma dívida de R$ 115.000.000.000,00 (cento e quinze bilhões de reais) avaliando por baixo. Somos 210 milhões de almas vivas neste país. Procurei uma estatística que dissesse quantos destas almas são realmente produtivas e não encontrei. Mas encontrei uma quantidade assombrosa de comentários críticos à improdutividade do brasileiro. Diz-se até que são necessários 5 brasileiros para produzir o que um norte-americano produz. Bom, então, estimando no chute, digamos que dos 210 milhões, descontados os aposentados que não mais trabalham (como eu); descontados os inválidos por acidentes de moto, de carros, de tiros; os que morrem à míngua na porta dos hospitais ou em casa por desídia dos polititicas etc…; descontadas as crianças; descontados os mendigos que não fedem nem  cheiram; descontados os 1,9 milhão de assassinatos anuais (IBGE), vidas que deixaram de ser produtivas, temos a estimativa de somente 55% do total dos brasileiros são suficientemente ativos e produtivos para arcar com esta despesa imoral e indevida. Ou seja: 106.710.240 estimados por alto. Mais

A ILHA DE PARGOS – CAPÍTULO VIII – CRESCE A INTRIGA

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CAPÍTULO VIII – CRESCE A INTRIGA (parte I)

 Lucilla Kamurati em Alerta

 

Vista aérea da Sede do Mossad, o Serviço de Inteligência de Israel.

Vista aérea da Sede do Mossad, o Serviço de Inteligência de Israel.

             — Você foi imprudente e altamente impulsiva, Lucilla — repreendeu o Sr. Kamuratti contrariado, tão logo a mulher acabou de fazer o relato de sua tarde movimentada. — Em primeiro lugar, aqueles pagãos nos são de utilidade. Não quero que se aborreçam conosco. Não agora. Ainda não estamos prontos para colocá-los nos seus devidos lugares. É só por isto que eu os tolero. Em segundo lugar, se as duas intrometidas são mesmo da Polícia Federal, coisa de que ainda tenho dúvidas, eu disponho de meios menos espalhafatosos de por as mãos nelas, e você sabe disto. Por que se aventurou a fazer tamanha besteira sem me consultar? Eu tinha tudo planejado. Mais

E A PANTOMIMA CONTINUA DE VENTO EM POPA LIDERADA POR DOM EDUARDO I E ÚNICO

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"Não leiam isto! Não dêem ouvidos a isto! Este velho é doido! Nós somo a Nação e somos sua salvação!"

“Não leiam isto! Não dêem ouvidos a isto! Este velho é doido! Nós somo a Nação e somos sua salvação! Fora de nosso domínio não há salvação para vocês!”

Vergonha Nacional, eis como eu denomino o que assisto com asco e repugnância todo dia na TV Câmara, no que diz respeito à tão cantada e propalada REFORMA POLÍTICA. Não se trata de uma Reforma, mas sim de uma agitação sob a batuta imoral de Dom Eduardo I e Único para levantar poeira e deixar tudo como sempre foi. Primeiro, mantiveram a doação de empresas. A quem? Claro que aos PARTIDOS. E o que faziam até hoje? Perguntem à PETROBRÁS que ela lhes dirá. Doações a partidos sempre foi praticada, mas antes, passando pelas contas e bolsos e cuecas e meias e barrigas e sei lá mais onde de coletores e distribuidores de propina a gordos e indecentes parlamentares (Quem quer apostar que vamos ter recidiva desta imoralidade em mais ou menos dez anos, após o abaixamento da poeira da Lava a Jato? Cunha comprou os nanicos para que votassem em apoio à manutenção do financiamento de campanha por empresas nacionais brasileiras. Tal com está e não pode mudar). Depois, votaram o impedimento de ocupantes de alguns cargos de grande importância nacional, como o de Presidente da República, o de Governadores e o de Prefeitos se reelegerem. Mas, claro, há a brecha. A famosa brecha: apenas no mandato seguinte àquele em que estão metendo a mão no melado. Decorrido este prazo, quando se abriu vaga para outro também dar sua lambidinha, o que ficou mais “democrático” para os larápios de colarinho branco, tudo volta a como era antes, Dante. Mais

A ILHA DE PARGOS – CAP. VI – UMA LUZ PARA DAMASTOR (II)

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CAP. VI – UMA LUZ PARA  DAMASTOR (Um crocodilo onde não devia estar – Última parte)

 

O monstro estava pronto para o ataque...

O monstro estava pronto para o ataque…

A água esverdeada e transparente de Angra dos Reis estava deli­ciosa. Mara e Milena nadavam sem preocupação. Naquele momento volta­vam para a branca areia da praia na ilha particular da milionária. Saíram d’água e foram sentar nas cadeiras preguiçosas. Mara sentia-se ótima. A recém-conquistada amiga era pessoa simples, acessível e feliz.

– Que tal, está gostando? – Milena falava com os olhos tapados com um protetor contra a luz do sol das 16h.

– Muito. Este local é fantástico – a repórter cobria o rosto com o braço. – Sabe, vou-lhe confessar uma coisa: é a primeira vez que a­ceito o mar sem receio. Mais

SE EU PUDESSE ENTRAR NO OLIMPO, HOJE, DIRIA AOS EXCELSOS ENROLADORES:

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Senhores Deputados,

100_0385Nós, Zé Nings por coação desta casa, não fomos à rua em busca da tal reforma política de que tanto falais. E esse debate a que assisto, hoje, dia 26/05/2015, desde as 16 horas e até às 19:20 horas, quando joguei a toalha enojado pela enrolação de Vossas Insolências — e os denomino assim porque é assim que vos considero — é o maior insulto à nossa inteligência. Espantai-vos, os senhores, por eu falar em inteligência de Zé Ning? Que seja!  Estais no Olimpo, onde o Mundo dos Mortais Comuns não pode adentrar. Estais no Olimpo totalmente infensos à nossa Vontade e às nossas necessidades. Estais absolutamente infensos às nossas dores, às nossas carências alimentares, educacionais, de segurança, de infra-estrutura, de saúde e de políticos verdadeiros. Estais blindados pelas Leis espúrias que criastes para vos distanciar de nossa vontade, que, digo com toda a certeza, quer mais é enforcar todos vós no galho mais alto da árvore mais alta na mais distante terra que possa existir, para não corrermos o perigo de que, como zumbis, vossos cadáveres retornem para nos assombrar retomando o Poder de nossa Liberdade. Mais

INIMIGO DO DES-GOVERNO DILMA OU DOS ZÉ NINGS BRASILEIROS?

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Tucunaré no anzol. Dá um trabalhão vencer o peixão amazônico.

Tucunaré no anzol. Dá um trabalhão vencer o peixão amazônico. Tão brigão quanto ele é Renanzinho, espantado porque o arpão da PF está cutucando as tocas do Olimpo em que todos os meliantes de colarinho branco se escondem neste país.

É claro que estou de mau humor. E quando estou assim, mais aperreado que nordestino em tempo de seca e montando jumento empacado, tenho de malhar o Judas e, hoje, o Judas não podia deixar de ser um polititica, pois eles são meus Judas prediletos. E quem é o da vez, agora? Renanzinho, Primeiro dos Últimos. E é primeiro dos últimos porque ele é o primeiro chefão no Olimpo dos Polititicas que foi fisgado pela PF e está, há anos, batalhando feito o peixe amazônico preso no anzol. O tucunaré não é presa para qualquer um, não. Tem de ser é bom de braço e resistência física, senão babau. Pois bem, Renanzinho é dos últimos grandões fisgados pela “desgraçada” PF. Aliás, ele se pergunta que diabos deu na Socorro-que-não-sei-mais-o-que-fazer para deixar que os zangões desta Policiazinha fulera crescessem deste jeito. Como se lá dentro não houvesse corruptos também. Eles deviam ser religiosos e obedecer à máxima de Jesus: “Retira primeiro a trave de teu olho, antes de apontar o argueiro no olho do teu irmão”.  Mas não. Sob a batuta do aloprado fu… chamado Moro e acossado pelo mais traíra ainda Rodrigo Janot, Renanzinho anda com uma úlcera se apresentando como a primeira das dores que ele está na iminência de sofrer. Que bom! Que maravilha! Só pra ver isto já valeu ter sobrevivido a muita gente “fina” que fez de tudo e cantou de tudo pra me mandar subir mais cedo. Mais

COMENTARISTAS DE QUEM GOSTO MUITO.

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Ainda tem gente que eu gosto de ler.

Ainda tem gente que eu gosto de ler.

Eu escrevo. E quando quero, escrevo com português rebuscado. Mas, com exceção da saga que estou escrevendo sobre Yehoshua, quase sempre sou totalmente e absolutamente escrachado. E gosto de ser assim. Este blog eu criei para mim, em primeiro lugar. Se outros o lêem e dele gostam ou não, procuro não enfatizar demais quaisquer tipos de opiniões, favoráveis ou desfavoráveis. Quando grosseiras, jogo-as no lixo e muitas nem leio porque, se o fizesse, “o diabo ia sair da garrafa” e a resposta com toda certeza feriria fundo o incauto que me tivesse provocado. Meu blog, um território que criei para mim em primeiro lugar, se transformaria em esquina de bate-boca de comadres de quinta categoria. E eu detesto baixarias. Quando mais novo, a coisa era terminada logo de saída e meu opositor quase sempre saía fisicamente bem machucado e dolorido. Mas agora, pancadaria me parece algo tão mesquinho e tão baixo quanto a corrupção nos Três Poderes. Ela, a pancadaria, não mais me merece. O Blog é pra mim, é para eu desabafar as frustrações de um brasileiro que foi sistematicamente traído desde mesmo quando entrou para o Terceiro Regimento de Infantaria para ser um pé-de-poeira idiota. Sou Zé Ning, com a revolta de Zé Ning. Sou Zé Ning com a decepção de um Zé Ning de outrora que vê os de agora tão ou mais desorientados quanto os de meu tempo. Sou Zé Ning que se vê impotente, porque sozinho, porque velho, porque sofrendo das mazelas da velhice (uma merda, podem crer). Sou, enfim, Zé Ning e como tal, extravaso aqui minha raiva, minha revolta, meu grito de desespero que reboa nas quebradas da indiferença e surdez nacionais brasileiras. Mais

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