Sou das antigas e não me adéquo ao mundo "moderno" com suas liberalidades...

Sou das antigas e não me adéquo ao mundo “moderno” com suas liberalidades…

Antes de dizer o que vou dizer, quero lembrar de uma sentença atemporal porque vale para qualquer época da existência da raça humana sobre este planetinha ínfimo na Imensidão do Espaço. A sentença é: “atire a primeira pedra aquele que nunca pecou”. Com estas poucas palavras o Cristo Homem salvou de morte cruel uma pobre mulher feita prostituta justamente pelos que a queriam apedrejar. Os mesmos que, à noite, às escondidas, tinham buscado os carinhos e os gozos que ela lhes podia proporcionar a troco de algumas moedas para poder viver e sobreviver em um mundo de injustiças sociais gritantes.

Diz-se, com toda a razão, que todos nascemos na condição de “tábula rasa”. Esta afirmativa foi “desmentida” segundo a crença de muitos emproados do Conhecimento Humano. Mas na verdade, realmente nascemos na condição de tábula rasa, isto é, nossa Identidade não tem senão tendências” ou “aptidões para”, que acompanham o Espírito desde quando deu início à sua longa caminhada pela Senda da Evolução rumo ao seu Criador. Mas ter aptidão para não significa que tal aptidão vá predominar obrigatoriamente no desenvolvimento identificatório da vida de uma pessoa. Fica mais fácil compreender o que digo àqueles que são ou Espíritas ou Teosofistas. Os cristãos, tal como se ensina o Cristianismo nos dias de hoje, totalmente desvirtuado do verdadeiro ensinamento do Cristo Maytréia que se fez Homem (daí Yehoshua se cognominar O Filho do Homem”, para indicar que o verdadeiro Homem está encarnado desde há muito tempo em cada um de nós e obedecer à ordem primordial “Crescei o Multiplicai-vos” não implica em crime diante dos olhos do Pai, mas é, sim, Sua Lei).

No meu tempo era assim nas escolas, principalmente onde havia padres...

No meu tempo era assim nas escolas, principalmente onde havia padres…

Sou de um tempo em que se ensinava os filhos machos a se comportarem como machos e às filhas fêmeas, a se comportarem como fêmeas. Nos países nórdicos, as fêmeas até empunhavam espadas e eram guerreiras e também assim foi entre os celtas e outros povos de outrora. Isto não as masculinizava. Apenas lhes dava a liberdade de também batalharem para defender sua comunidade e sua família em pé de igualdade com seus homens.

Também houve um tempo, no passado longínquo, em que o lesbianismo e o homossexualismo eram desbragados e até mesmo louvados. Mas em quase todas as sociedades em que tais comportamentos foram levados a extremos, como aconteceu com a famosa Roma de antigamente, os costumes e a Moral se deterioraram e elas se desorganizaram e terminaram sendo esfaceladas e engolidas pelas menos “liberais ao extremo”.

Vaso de 550 a.C., onde se mostra a prática homossexual tanto entre jovens quanto entre adultos.

Vaso de 550 a.C., onde se mostra a prática homossexual tanto entre jovens quanto entre adultos.

Aqueles antepassados que se rebelavam contra a “devassidão dos costumes” eram defensores da FAMÍLIA composta por um pai-macho e uma mãe-fêmea e não aceitavam de modo algum a inversão dos papéis sexuais (ou “de gênero” como é moda dizer-se atualmente). Este comportamento desviado certamente – e não haverá quem me convença do contrário – deve ser fruto de uma agrura que desaba sobre certos espíritos por cobrança Cármica. Mesmo na depravada Roma, quando o lesbianismo e o homossexualismo era aberto e praticado diuturnamente entre todas as classes, havia discriminação e inaceitação de tais desvios por parte significativa da população. Ainda que não cristãos, muitos não aceitavam isto. Então, o embate entre desviados e não-desviados não é de hoje e, creio eu, não será eliminado nem mesmo através de Leis promulgadas por empolados e moralmente inconsistentes políticos, que só visam ao número de votos que podem auferir se derem seu apoio a quaisquer desvios, desde que o número de seus participantes signifiquem grande quantidade de votos.

E no Brasil de hoje, lamentavelmente, há-os às dezenas…

FHC traidor do Brasil e dos brasileiros. Perpétua nele!

Neoliberalista de carteirinha, ele defende a fórmula 80:20, que poucos sabem o que significa.

Estou chegando ao fim (para alegria de FHC e de seus correligionários do PT/PSDB). Para que um velho viver, se já deu o que tinha de dar aos que souberam (e continuam sabendo) aproveitar os frutos do trabalho dos outros sem que para tanto tenham colaborado um mínimo sequer? Velho tem de morrer, de preferência à míngua e o mais rápido possível, pois para tais indivíduos que sugam o que os velhos produziram, é um “crime” construir um Sistema de Saúde Pública eficiente, com hospitais e postos de atendimento decentes, com profissionais competentes que os atendam e lhes minorem as dores e os sofrimentos inarredáveis do envelhecimento. Desperdiçar dinheiro público com esta gentalha e dilapidar o tesouro que pode ser e é desviado através da Corrupção para os bolsos dos senhores Deputados, Senadores, Governadores e seus partidos? Nem dá para imaginar tamanho desperdício… Esta é, ao meu ver, a filosofia da nova política no Mundo – denominada de Neoliberalismo. E é a implantação, jamais comentada claramente e aceita e defendida às claras, da proporção maldita 80:20. Ou seja: 80% da humanidade, “imprestável” para a produção de bens e serviços e que não mais contribui para o Erário Público, deve ser deixada morrer à conta do Estado falido (por roubalheiras e corrupções à granel, dos que jamais suaram para contribuir com ele); e os 20% produtivos que devem trabalhar duro para as Mega-empresas do Mundo, produzindo o máximo que lhes seja possível, até que se lhe exauram as forças, quando, então, os membros envelhecidos e cansados serão incluídos nas vagas dos que já tenham morrido entre os 80% previamente condenados.

Se engane não, Velho. A Presidenta vai f... todos eles direitinho... Garanto a você. Espere pra ver!

Elite dos falsamente confusos, isto é, neoliberais que fingem defender o povo.

Esta é a nova filosofia política do Novo Mundo ou da Nova Era Política (uma Era miserável em Ética, Moral, Humanidade e Honra). Uma nova Filosofia cantada e alardeada com estardalhaço por todos os Economistas que a abraçam como a Salvação das Nações do Mundo Humano e a quem chamam pomposamente de NEOLIBERALISMO. Mas não dizem que se trata da salvação apenas de coisas que não têm nem alma nem humanidade, ainda que sejam monstros criados e mantidos por homens – as Mega Empresas e os Bancos com elas. Ninguém, absolutamente ninguém que abraça a defesa do Neoliberalismo fala sobre a proporção maldita. Discorre, sim, sobre incremento na produção; riqueza para o país; desenvolvimento do PIB, estatísticas mirabolantes e coisas aéreas e longe da compreensão da maioria esmagadora dos Zé Nings habitantes do terceiro mundo. Quero ressaltar que nem todos os Economistas são malignos e maliciosos. Entre eles há os TOLOS que são devidamente explorados pela Mídia e pelos corruptos maliciosos, coniventes com a patifaria neoliberal, no que diz respeito ao inocente desejo deles de aparecerem como “grandes conhecedores” do assunto.

Sinto muito, mas isto me revolta as entranhas.

Sinto muito, mas isto me revolta as entranhas.

Nele, no Neoliberalismo, os desvios “de gênero” dão dinheiro se devidamente manipulados. Então, que se dê todo apoio a esta classe de sofredores, que se lhes defenda o “Direito ao Matrimônio” e à construção de uma “família” (???) — com filhos de outros, porque jamais dois seres de mesma identidade de gênero” poderão se reproduzir de modo natural como manda a Natureza; e que se lhes dê todo apoio político possível, pois são consumidores que vão contribuir para movimentar o Mercado, sempre ávido por lucro, estatísticas positivas e cego e surdo para tudo o mais que compõe uma sociedade e seus dilemas. Principalmente surdos para a FAMÍLIA tradicional. Por todos os meios os neoliberais se esforçam para destruir tais núcleos de atraso econômico-financeiro, pois tais núcleos não desperdiçam dinheiro de modo suficiente como é o desejo da camarilha de corruptos e corruptores em ação. Eles mesmos, os tais “liberais”, pelo que observo na Mídia, terminam enveredando e se enredando nas confusões que criam neste assunto e em quase todas as “grandes e ricas” famílias neoliberalistas é “chique” ter membros homossexuais ou lésbicas. Dá distinção! E a Rede Globo de TV se esmera em explorar este assunto de modo escandalosamente aberto e escrachado. Com o apoio de quem? Dos que eu chamo, com asco, de POLITITICAS.

Tudo o que disse acima foi para chegar ao que desejo realmente comentar, uma atriz e diretora teatral, chamada Cate Blanchett, que aparece em pose de sua profissão de atriz nas páginas das ONZE FRASES, da revista ÉPOCA, número 884. Essa mulher, segundo a WIKIPÉDIA, nasceu “Catherine Elise Blanchett (Melbourne, 14 de maio de 1969), mais conhecida como Cate Blanchett, é uma premiada atriz e diretora teatral australiana. Ganhou vários prêmios como atriz, mais notavelmente dois SAGs, três Globos de Ouro, três BAFTAs, dois Oscar, assim como a Coppa Volpi no 64º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Cate, segundo a Veja, declarou que namorou mulheres várias vezes. Sendo uma Identidade de destaque no mundo Social do High Society, tal declaração só vem fazer a alegria dos “desviados de gênero” e, por tabela, dos POLITITICAS NEOLIBERALISTAS DO MUNDO TODO. Sou das antigas e, por isto, me pergunto, pasmo: “Onde está a dignidade de uma pessoa que se expõe assim, mesmo que diante de uma sociedade corrompida? Onde está seu auto-respeito e a defesa de sua vida privada? Será que ela acredita mesmo que é honroso fazer tal declaração?”

Minha percepção desta atriz e minha admiração por ela mudam muito.

Minha percepção desta atriz e minha admiração por ela mudam muito.

Eu a admirava. Principalmente em seu trabalho como Galadiel, a rainha dos elfos, na trilogia de Tolkien, “The Lord of The Rings”. Era seu admirador sincero, mas esta admiração foi pelo ralo quando li sua declaração. Em meu íntimo, ela perdeu meu respeito e concomitantemente minha admiração. Talvez porque eu seja das antigas; talvez porque eu creia que a divisão em macho-e-fêmea na Natureza deva ser a regra correta. Talvez porque fui educado intensamente dentro dos preconceitos da religião católica antiga, que afirmava com todo asco possível que tais pessoas eram cometedoras de pecado mortal, o que não tem perdão (na herança do ranço do judaísmo arcaico). Talvez por tudo isto junto. Não estou jogando pedras na Sra. Cate, pois não me dou este direito. Mas não posso aceitar que ela seja uma das pessoas que reforçam a disseminada idéia de que tal comportamento deva ser divulgado e incentivado como natural. E que não me venham falar de animais inferiores ao Homem, os quais praticam o desvio comportamental sexual, como se eles devessem ser exemplos justificantes e edificantes para nós. Não aceito que desçamos à condição deles, pois nossa condição de pensantes e ajuizantes nos coloca, queiramos ou não, muito acima de suas condições primitivas. 

É, sou mesmo das antigas e talvez FHC e sua trupe tenham razão: estou fazendo hora-extra desnecessária aqui em baixo…