"Eu explico tudim. Estou dentro do Regimento da Casa e posso fazer o que quiser. Até me eleger o próximo Presidente. Vou mandar e desmandar, vocês vão ver!."

“Eu explico tudim. Estou dentro do Regimento da Casa e posso fazer o que quiser. Até me eleger o próximo Presidente. Vou mandar e desmandar, vocês vão ver!”

Polícia no sufoco. O recruta mal entra na corporação e já é colocado para segurar bandido à unha. Sem treinamento. “Toma a arma vai pra lá e reza pra não morrer logo no primeiro tiro”. E se reage e fere ou mata o bandido, danou-se! vai responder inquérito administrativo porque a Corporação tem de dar explicações aos Direitos dos Bandidos.

Escolas caindo aos pedaços. E faltam mais de 10 mil delas, públicas, para uma criançada cujos pais se desesperam porque perderam o emprego e não podem cuidar da petizada que, abandonada ao Deus-dará, é adotada pelo Crime Organizado. Aí vem Dom Eduardo Primeiro e Único Safado Aproveitador de Ocasião e aprova no peito e na raça a redução da maioridade para os criminosos. Gentinha que ainda fede a xixi em fraldas já pode levar bala de polícia ou ser preso e perder o cabaço do fio-fó nas fétidas cadeias brasileiras porque a Lei, agora, permite. E Viva Dom Eduardo I, o Salafr…

"Ai que saudade dos tempos de minha baranga, metalurgiquinhos de meu coração!"

“Ai que saudade dos tempos de minha baranga, metalurgiquinhos de meu coração! Como nós combinávamos. Meu barrigão e os pára-choques dela…”

O Cachacinha, vulgo Lula, deixou a casa arrumadinha – pelo menos na superfície, pois por debaixo do pano o pau comia e ninguém via. O Brasil nem gemia, pois tudo estava às mil maravilhas. Gente que nunca pagou INSS estava sendo dependurado no Instituto e a classe dos pobres estava subindo para a famosa Classe C (a dos “Coitados” – no sentido de coito, mesmo). E tome bolsas-esmola. Até para cagar tinha bolsa e ainda tem. Reduziu-se a quantidade de cagada por família. Agora, só duas por dia são pagas. O resto, se vira – aliás como todo o país. Tá uma fedentina que dá desgosto. Os de colarinho branco que o digam, pois a latrina deles foi tampada pelo “peste” do Sérgio Moro. Tem muita gente gastando uma dinheirama em frango e farofa, velas e cachaças nas encruzas, mas os Exus e as Pombas-Gira já estão de saco cheio e bêbados que faz dó. Daí que não dão conta de atender os pedidos de “me solta, diabo!” dos desesperados corruptores. Já os corrompidos, que são os de Colarinho Branco, tão fazendo contorcionismos desesperados para evitar a martelada do maldito martelo da Lei que, segurado por Sérgio Moro, não dá trégua. Toda semana vai um fazer retiro em xilindró. Se ao menos ele mandasse os afortunados (“coitadinhos” = “fudidinhos” é para pobretão Classe C) para as Bahamas, com tudo pago, a fim de ficarem fora uma temporada (não muito grande, para que suas figuras não se apagassem de vez da curta memória dos brasileiros), vá lá. Até que eles suportariam a desdita de ficarem com a boca fora da teta do Erário do “Brasil”, o país mãe de tudo  que é safado. Mas não. O peste togado de uma figa tá mandando todo mundo comer feijão com arroz – cruz credo! Logo os senhores emproados e reis do Mercado, que viviam de champanhe e caviar! Um insulto daqueles.

"Se não me soltar, vou tascar ferro no fio-fó do "brasil". Tô avisando!"

“Se não me soltar, vou tascar ferro no fio-fó do “brasil”. Tô avisando!”

Um, Marcelo Odebrecht, até que anda ameaçando derrubar a República e tá caçando o Cachacinha feito um desesperado. Como não pode telefonar, já escreveu um calhamaço de recados em papel de todo tipo, até higiênico, mas suas mensagens parece que não chegam ao velho amigo (da onça), porque ele não atende. Nem sob ameaça. Covardão!

Mas o Cachação está fora do Poder. Agora quem manda, quem é? Quem é? Ora…

"Porra! Por que diabos não me esquecem?"

“Porra! Por que diabos não me esquecem? Todo mundo erra, desde Dom Pedro I, e ninguém joga pedra. Eu cometo um errinho de nada e vem a lasqueira toda pra cima de mim? Até o Brutus do PT? é demais, né não?”

Quem é a Judas? Logicamente a “Socorro-Que-Já-Não-Sei-Mais-O-Que-Fazer-e-Tô-Mais-Perdida-Que-Cego-Em-Tiroteio”. Até seu padrinho, o Nove Dedos, escafedeu-se para o lado da oposição e está descendo o cacete no lombo da coitadinha. Pudera, gente. A danada deixou as estradas brasileiras se esburacarem até afundar jamanta, mas construiu um porto novinho, novinho, em Cuba. COM O NOSSO DINHEIRO! Ela diz que foi do BNDES, como se o dinheiro que está desperdiçando à vontade não fosse nosso também.

"Arriba, Dilma! Olha meu punhão aqui, olha! E não vou para a cadeia, como aí no teu país. Aqui não tem Sérgio nenhum."

“Arriba, Dilma! Olha meu punhão aqui, olha! E não vou para a cadeia, como aí no teu país. Aqui não tem Sérgio nenhum.”

E não satisfeita, socorreu a todos os desgraçados aprendizes de tiranos sul-americanos, como o Maduro que não cai nem pelo Diabo. Emprestou dinheiro e mais dinheiro para o peste construir estradas e fazer obras lá (que nunca serão feitas e nosso dinheiro nunca será devolvido, mas não importa. É a filosofia do partido: ladrões unidos jamais serão vencidos e tá falado).

Enquanto isto, o Brasil, nosso Brasil (não dos Petralhas, como eles imaginavam) desce a ladeira que desce danado. É um tal de a Rede Globo alardear o fundo do poço para nós que é de arrepiar. Terrorismo televisivo é o “leitmotiv” da globozona. Isto e novelas destruidoras da moral e da ética familiar. Graças a Deus eles têm a memória curta e se na sexta-feria pregam o Apocalipse nosso de cada dia, na segunda o Brasil tá uma maravilha. É o país do empreendedorismo, que belo, eco!

Mas há perguntas que a Dilmona tem de responder e estão todas listadas na VEJA, número 25, ano 48, Edição 24 de junho de 2015, pg. 54-56 (com um mapa destes só não chega lá quem for petralhista também).

E o fim do ano vem que vem com a peste de tão veloz. Acho que o tempo perdeu o freio. Mal respirei para tomar fôlego e voltar a atacar o prato-feito do momento, os petralhas, e já estamos no meio do ano. Arre! Que pressa para o Apocalipse brasileiro, né não?

"Graças a Deus ele encontrou algo diferente para malhar, além de mim!"

“Graças a Deus ele encontrou algo diferente para malhar, além de mim!”

Gosto muito de ler a VEJA e a ÉPOCA, mas esta é descaradamente PMDBISTA e isto me irrita. Por exemplo: ela insiste, em quase toda edição, em afirmar que foi o desgraçado do FHC que salvou o Brasil de se esparramar na merda pmdebista, em mil novecentos e lá vai fumaça. Que ele foi o criador do Real. Ora, todos sabemos que isto é MENTIRA. O coitado do Itamar Franco está sendo empurrado para bem fundo da cova para não espernear, pois quem pariu a nova moeda (que a Dilmona está fazendo tudo para tornar a pior do mundo) foi ele. E num momento em que o Brasil já sentia as fezes da corrupção PMDBISTA chegando aos seus calcanhares. Aí, quando Itamar havia colocado botas de canos longos no país, teve de passar o Governo para o FHC e foi aquele desastre. O país mergulhou de bota e tudo na maior merda que o PMDB/PSDB podiam idealizar (pequena, diante da que o Serjão Moro — “inho” é para bandido, confira-se com os repórteres da Globo —, anda jogando no ventilador, graças aos Petralhas).  Quem quiser comprovar leia a edição 890, de 29 de junho de 2015, pg. 48 do artigo DIRETO NOS MAIS POBRES. Defender a dupla PMDB/PSDB é dá asas a Dom Eduardo I e Único e Ninguém Tasca e isto é um atentado contra este país que já está quase fazendo lama nos canos longos de suas botas.

Êta Capeta! Como costuma dizer meu velho amigo Orozimbo – que anda escafedido e eu ainda não descobri porquê.

Mas vamos que vamos que a novela ainda não chegou ao seu fim. É preciso encanar o Padrinho e a Afilhada, ou seja: Cachacinha e Aloprada, e até que isto ocorra o Serjão vai ter muito trabalho, ora se vai…