Quanto FCM levoui dos cofres públicos, quando se mandou para os EUA depois da cassação? Diziam que sua mansão lá, tinha vaso sanitário de ouro...

“É meu! É meu! É meu! O dinheirinho é meu! O Zé Dirceu embolsou muito mais, droga! E ele não era um baita insolência como eu!”

“Corja de vagabundos! Eu sou elite, diabo! Eu tenho todo o direito de meter a mão na bufunfa! Vocês não me pagam um salário digno, logo a mim, que vocês ousaram impichimentar, seus abusados. Mereço os milhõezinhos! São meus! Sou meus e ninguém tasca, nem essa P.F. safada. E podem anotar aí: eu vou voltar por cima! Zé Ninguém nenhum vai-me caçar. Zé Ninguém nenhum vai-me fazer abaixar a crista!”

É, o “caçador de marajás” foi pegado com a boca na botija. E agora, bichão? A P.F. não está de bom-humor e os Zé Nings estão mais furiosos que ela. Você está no sal grosso, sem-vergonha, filho da P… Safado, Ladrão, Patife Arrogante. Você tem mais é que ir pras profundas do Inferno, Peste do Diabo! Você me tirou 5 anos de vida com sua maldita “guerra santa” contra os brasileiros empregados de Estatais. Chamava-nos de Marajás e nós apenas ganhávamos dois, três ou quatro salários-mínimo por mês. Você já era PETRALHA ENRUSTIDO desde aqueles tempos, chifrudo!

Pinota, capeta! Escouceia, jumento! Mas não vai adiantar. São Moro não vai desgrudar de seu pé, bandido! Você vai-se danar, o Diabo assim o queira (Deus não quer o mal a ninguém, mas o Diabo… esse é mui amigo de pestes corruptos como você, assassino de brasileiros).

"Deixa que ele é meu! Ele e a turma toda! Vou-me dar bem!"

“Deixa que ele é meu! Ele e a turma toda! Vou-me dar bem! Mas eles, todos eles, vão-se dar é muito mal”

Ora, sei que muitos dos que me lêem devem-se espantar com meu acesso de fúria, mas é que este pecado, o de odiar visceralmente o desgraçado que eu quis matar um dia, eu não consigo tirar de meu íntimo. Acho que esta mancha vai-me sujar do “lado de lá”, por mais esforços que eu faça para cumprir com a Lei do Criador. Mas, quer saber? Sinceramente, não tenho nenhum elã para perdoar esse ladrão metido a besta. Fui demitido da EMBRATEL em 1990 e fiquei 5 anos na corda-bamba por um chefe também F.D.P. traidor de marca (Amâncio Fernandes Pulchério, esse é o nome do maldito), que se aproveitou para me incluir na lista mandada fazer pelo aprendiz de Chifrudo, o “Furioso”, à qual denominavam de “a lista dos Marajás” (gozado: o desgraçado de meu chefe ganhava seis vezes mais que eu, mas ele mesmo não se incluiu na tal lista). E mesmo estando de licença para tratamento de saúde (eu tinha sofrido um princípio de infarto por excesso de pressão psicológica por parte do incompetente Amâncio e da trupe de coronéis malditos — estão todos do lado de lá e eu espero, de coração, que todos estejam sentados nos espetos dos chifrudinhos) fui mandado embora e não adiantou apelar para a Lei. Afinal, eu era um “maldito marajá” odiado por todos os brasileiros, doutrinados pelo patife safado que, agora, dança miudinho para se livrar do apuro em que se meteu por pura gula.

Dizem que a Justiça tarda, mas não falha. Desta vez, espero de coração que realmente ela não falhe e me deixe ver, ainda nesta vida, o peste encanado não somente por corrupção, mas também por assassinato. Afinal, aquela história passada, lá nas Alagoas, ainda tem cadáver insepulto…