Eis o debilóide que prefere matar milhares a deixar uma cadeira idiota.

E ele balançou, mas não caiu.

Bashar Al-Assad alerta para o perigo da ocorrência de novos atentados na Europa, enquanto países no Mediterrâneo e no norte da África estiverem vivendo “no caos, repletos de terroristas”. Ele criticou duramente a relação, a que chamou de interesseira, entre as autoridades européias e as de países como a Arábia Saudita e o Catar. A situação síria tem de ser a preocupação número um dos europeus. Lá, sunitas e radicais do Estado Islâmico já mataram 200 mil pessoas nestes últimos quatro anos. Enquanto isso,  jovens eritreus fogem apavorados com a repressão do Governo local e procuram refúgio nos países europeus. Eles são em média 5.000 indivíduos por mês. Um contingente que necessariamente tem de preocupar os países do continente europeu, visto que todos são pequenos em território e têm que manter uma estrutura mínima político-econômica e sócio-cultural de sustentação de suas populações.

Vários jovens eritreus seguem para a Europa, com a “ajuda” de contrabandistas e  traficantes de seres humanos a fim de conseguir atravessar o mar Mediterrâneo e outras vias irregulares para chegarem ao que pensam ser o el-dorado para eles. Os jovens fogem da convocação para o serviço militar que teoricamente devia ser de 18 meses, mas na verdade o tempo é indeterminado e suas vidas estão sempre em risco e sob condições miseráveis.

Fome. Lá, não há como se plantar para dar com fartura, a não ser plantar fuzis para colher sangue.

Fome. Lá, não há como se plantar para dar com fartura, a não ser plantar fuzis para colher sangue.

Na Eritréia o trabalho forçado, escravo, é tão comum que todo jovem, em qualquer momento de sua vida, um dia terá de passar por esta experiência amarga. Daí o pavor da juventude que, como qualquer outra do planeta, sonha com seu I-phone, seu Xperia z4 e coisas que tais.

Enquanto isto, a Somália, no “Chifre da África”, está à míngua e sua população morre de fome em meio a uma guerra que parece jamais terá fim. A Corrupção política ali deixa a de nosso país no chinelo. A desumanidade é estarrecedora. Aliás, ali, a miséria da guerra fratricida vai e volta como praga inarredável. E os que ainda podem, ainda têm alguma saúde, também fogem desesperados para a Europa e se vêem explorados pelos urubus contrabandistas de seres humanos. E, agora, estão acuados entre a França e a Inglaterra. Até quando irão permanecer assim, morrendo à míngua e espezinhados? Escorraçados do el-dorado com que sonhavam? A fome faz escravos, já dizem “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, mas os escravos podem se rebelar – e Spartacus mostrou isto desde mesmo os tempos de Yehoshua.

Afegãos e sudaneses não estão em melhor situação e todos os que não estão envolvidos até à raiz dos cabelos com guerras fratricidas religiosas fogem desesperados em busca do ilusório “el-dorado” europeu. E os europeus não sabem o que fazer. Então, imitando a Alemanha do passado, erguem muros para manter os famintos e desabrigados longe de suas terras… Este quadro não é nada calmante… Uma tempestade forma-se nos céus daquelas terras.

Mansões milionárias na Califórnia em perigo de serem engolidas pelo fogo.

Mansões milionárias na Califórnia em perigo de serem engolidas pelo fogo.

Na Califórnia não são levas de invasores desesperados, mas incêndios cada vez mais avassaladores que estão colocando os californianos em desespero. O aquecimento global não perdoa nem mesmo o poderoso Estados Unidos. Tanto que, finalmente, Obama cedeu e entrou de cabeça numa luta inglória contra a ganância das indústrias poluidoras de nossa atmosfera.

Enfim, num rápido esboço, eis a situação mundial e européia segundo as notícias veiculadas em vários jornais, revistas e blogs pelo mundo a fora.

O Brasil, eterno "coração de mãe", já mandou conceder carteiras de trabalho a haitianos migrantes que, agora, são cidadãos brasileiros. E é assim que vamos crescendo. Com a gente que o resto do mundo não quer.

O Brasil, eterno “coração de mãe”.

Nós estamos sofrendo uma invasão nunca vista de haitianos que pensam, tal e qual os africanos acima citados, que nosso país é o “el-dorado” para eles. A diferença é que, aqui, em se plantando tudo dá. Nós sempre temos espaço para dar um jeitinho e acomodar todo mundo e é o que vem acontecendo. Eles chegam desnorteados, desorientados, sem mesmo nem saber falar nosso idioma, mas logo estão em algum emprego. Ainda que seja um sub-emprego, para quem nada tem é muito bom. Um “sonho” realizado. E logo sonham mandar buscar suas famílias para o “melhor país do mundo”.  E é mesmo. Nós temos o melhor país do mundo, em que pese a caterva de patifes que, agora, estão dançando sob o chicote da Polícia Federal e do fantástico Juiz Sérgio Moro e seu grupo de valentes colegas togados.

Praia de Tambaba, na Paraíba.

Praia de Tambaba, na Paraíba.

Mas precisamos ficar atentos para uma invasão “capitalista” que se espalha pelo litoral nordestino, onde estão as paisagem mais belas de nosso país. Falo dos endinheirados europeus, ou dos mais ou menos remediados, porém ousados, que aqui chegam, se maravilham, compram nossas praias e ali se estabelecem com pousadas, hotéis etc… Quem nos garante que um dia, quando se sentirem firmes em nosso território, não colocarão aqui os preconceitos trazidos de suas tradições? Afinal, todos sabemos, os brasileiros não são “muito cheirosos” fora de seu torrão natal. Até porque a fama que adquiriram por lá e justamente por sua falta de educação e mau comportamento, é notória. Diz-se que a troca de informação e hábitos culturais é salutar para nós. Mas eu não creio nisto. Salutar para nós seria termos boas escolas, tão boas quanto as européias, para onde os nossos estudantes sonham ir um dia. Salutar para nós seria termos uma tradição de educação familiar, escolar e social capaz de competir com a dos estrangeiros de topo. Mas isto a Polititica Nacional Brasileira não nos permite ter.

A paz e o sossego da Dinamarca.

A paz e o sossego da Dinamarca.

Filhos de colegas meus viajam para a Dinamarca, a Irlanda, a Bélgica e outros países similares e voltam de lá boquiabertos com a honestidade a toda prova daquelas gentes. Um deles foi fazer um curso de música na Dinamarca e já não mais quer retornar ao Brasil, “um país bárbaro”, segundo sua nova visão da terra que o viu nascer. Ele disse que lá não há polícia aloprada pelas ruas, nem côrtes de julgamento. Quem julga é a rainha. Ela dá a sentença e pronto.

"Chegou em nós. Ele não consegue escrever uma linha que não desça o malho na gente. Até quando?"

“Chegou em nós. Ele não consegue escrever uma linha que não desça o malho na gente. Até quando?”

Mas nosso país não devia ser assim. Somos bárbaros graças justamente à gentalha que os partidos políticos nos apresentam para elegermos. Não há um candidato que realmente preste. O brasileiro não tem em quem votar, ainda que, hoje, tenha mais consciência política do que jamais teve algum dia no passado. Estamos enfrentando uma verdadeira guerra contra a podridão política que grassa em todos os municípios brasileiros e em sua Casa Legislativa e Senatorial. Uma coisa que estarrece o mundo, pois em tempo algum e em nenhum lugar do globo terrestre houve corrupção generalizada como há aqui, entre nós. E com o aval de centenas de gerações passadas. Mas, como bem o diz o ditado,”não há mal que sempre dure nem bem que nunca se acabe”. O que era o “bem” para eles e o “mal” para nós está ficando de pernas pro ar. Será que vamos conseguir melhorar nosso país? Só acredito quando todo o povo brasileiro, de Norte a Sul e de Leste a Oeste, passe a agir como os moradores do sul do Brasil, que estão pressionando as casas legislativas municipais por mais vergonha, honestidade e lisura. Um punhado de brasileiros decidiu mostrar aos Insolências que eles são seus empregados e não vice-versa. Falta chegar aos supremos patifes de Brasília. Falta os brasileiros exigirem uníssono a redução da escandalosa despesa que nosso Legislativo e nosso Senado jogam sobre nossos ombros.

Por enquanto, apenas dois ou três municípios reagiram aos que se pensam donos de nossas vidas, mas já é alguma coisa, considerando o imenso silêncio em que vimos suportando ladrões impatrióticos  e lhes dando asas para que se imaginem dragões, quando não passam de minhocas.

Nós estamos longe da África o suficiente para que os desesperados de lá não se arrisquem no Oceano em demanda de nosso imenso litoral. Claro que, chegando aqui, seriam engolfados pelo nosso “jeitinho” carinhoso de receber os outros, mas o diabo é que entre eles podem vir criminosos disfarçados e aloprados religiosos e dispostos a tocar barata voa entre nós…

Affff!