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"Os que puxam o saco, eu elevo; os Zé Nings que só servem para trabalhar, eu amasso"

“Os que puxam o saco, eu elevo; os Zé Nings que só servem para trabalhar, eu amasso”

Jaime Rincon que, segundo KAJURU, é o coletor de dinheiro para o Lampião de Goiás, mais conhecido como Marconi Perillo, está na parada de sucesso da roubalheira goiana. Kajuru, o cabra da peste aí em cima, está denunciando COM TODAS AS LETRAS, a patifaria que grassa na AGTOP. Agora, é esperar que o Ministério Público entre em ação e siga os passos do Zorro Brasileiro, mais conhecido como Juiz Moro. É hora de, aqui também, as pessoas de bem COLOCAR A BOCA NO TROMBONE. Jaime Rincon, troglodita, perseguidor dos funcionários da AGTOP, que sobre eles se coloca como feitor cruel, faz, para o Governador, o mesmo papel que fazia João Vacari Neto para o PT – coleta propina para o partido do Lampião de Goiás.

A peteca está nas mãos do Ministério Público de Goiás que, agora, tem de mostrar serviço ou, então, sua imagem vai ficar mais por baixo que barriga de cobra.

Este é o Guerreiro de Goiás. Que o Brasil o conheça, porque ele merece.

Este é o Guerreiro de Goiás. Que o Brasil o conheça, porque ele merece.

Kajuru é velho guerreiro de Goiás. Já foi ameaçado de morte por “gente importante” muitas e muitas vezes, mas como tem aquilo roxo, não treme nas pernas nem fica sentado no vaso sanitário dando trabalho ao seu anjo de guarda, rogando que ele o proteja.

Denunciar, ele denuncia com vontade. O problema é a Justiça conseguir chegar aqui, no Estado de Goiás. Só “caciques” dos mais violentos ocupam os postos de poder e mando político. E quando não são “caciques”, são paus-mandados deles, o que dá no mesmo. Sei do que falo porque, quando aqui cheguei, tive de encarar pistoleiros mandados buscar para me eliminar e à minha família, por um Prefeito que, de instrução, só tinha o primário. Não sabia nem falar. Mas era fazendeiro, brutamontes, e fazia todos os da terra tremerem diante de si. Só que o bicho aqui sempre foi touro brabo do Piauí. E esse negócio de botar o galho dentro não funciona com a gente daquelas bandas. Vai daí que quase houve um assassinato. E o defunto não seria eu. Mas com a intervenção divina um homem poderosíssimo colocou-se como meu padrinho e padrinho de minha família e o “bicho brabo” da Prefeitura botou o galho dentro.

Naqueles idos de 1991, eu pensava como todos os cariocas também pensavam: “Política não me interessa. Não me afeta. Quero mais é que eles se danem.” Burrice pura. Neste ponto, Goiás e o tal prefeitinho de merda me ensinaram o caminho da verdade. Política é coisa séria e burro é quem pensa que ela não interfere com sua vida.

Encontrei muita gente fã do Kajuru. Eu, contudo, nunca liguei para ele. Nunca lhe ouvi um programa sequer, até que fiquei sabendo que ele teve de sair às carreiras para São Paulo porque sua língua afiada, ao lado de seu poder de Imprensa Investigativa, colocara sua vida por um fio de linha de pipa. E Marconi Perillo estava no grupo do “vamos caçar o Kajuru. Aos poucos, na medida em que minha consciência política despertava, fui compreendendo o grande guerreiro que é este homem que, hoje, eu também admiro.

Vá em frente, Kajuru. Talvez nós dois nunca nos encontremos, mas saiba que sou seu fã incondicional.