Toda Sociedade Secreta, em qualquer parte do mundo, tem sua indumentária própria. Assim também, todo grupamento humano que se arroga uma importância social. No caso em pauta quero pôr em destaque o paletó e a gravata dos “endinheirados do Podre Poder do Brasil”: os Senhores Mui Desonestos POLITITICAS.

"Gatinho? Já era, meu!"

“Gatinho? Já era, meu!”

Estou ficando doente. Quando vejo uma pessoa, homem, trajando paletó e gravata já me arrepio que nem gato diante de um pit-bull. Por que? Porque é inevitável: vem-me à lembrança a figura asquerosa de um POLITITICA BRASILEIRO.

E por falar nesta desgraça, eles, agora, escancararam de vez. O “toma-lá, dá-cá”, que era praticado à sorrelfa, escondidinho, disfarçadinho, por debaixo dos tapetes dos Ministérios e nos salões fechados dos Partidões, atualmente é descarado, desrespeitoso, acintoso e aviltante.

A “Praga do Brasil”, afilhada do maldito Cachacinha Maroto, desarvorou-se de vez. Abriu o balcão de negócios inter-partidário e vende Ministérios, cargos de segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto e quanto mais escalões houver. Vende as mães e os pais brasileiros sem qualquer pejo. Vende as vagas nas empresas. Vende as escolas até em municípios. Vende a vida de policiais enganados em concursos públicos. Vende a própria mãe. Não há mais limite. Não há mais vergonha. Não há mais decência na POLITITICAGEM brasileira.

Mas o pior de tudo é o descaramento sem-vergonha com que os empaletozados aceitam sem-vergonhamente barganhar com o Executivo. Não mais escondem nada. A Lava-a-Jato fez que perdessem o falso recato de uma vez por todas. Partiram para o “eu sou assim mesmo, e daí? Vai encarar?”

Nós os elegemos para exercer a função de fiscais do Poder Executivo e, quando houver absoluta necessidade, após estudo acurado de seu alcance e da inarredável conseqüência que trará à vida da Nação, criar Leis que regulem a vida comunitária brasileira. Mas tão logo chegam lá no Olimpo Brasileiro, os de colarinho branco tratam de abandonar o cargo eletivo e se engalfinham numa briga feroz e imoral para se tornarem empregados do Executivo. Claro que não vão obedecer à Presidenta ou ao Presidente em exercício. Isto é conversa pra boi dormir. Até porque em matéria de competência, se fizessem prova seletiva, nenhum passaria. O que querem mesmo é um grande edifício cheio de mesas e cadeiras bem caras e bonitas, para colocar ali dentro capachos seus. Votos de cabresto que lhes são absolutamente preciosos, pois são egressos de seus partidos, logo, seus escravos ad principia. 

Em nota no PAINEL da Folha digital, leio que: “Dirigentes petistas mais afoitos já começam a defender que o governo pare de tentar evitar que a discussão sobre o impeachment de Dilma chegue à Câmara. Acham que o fôlego obtido com a distribuição de cargos na Esplanada aliado ao enfraquecimento de Cunha fará com que o Planalto consiga assegurar a rejeição a qualquer pedido”.

Isto é uma merda mais do que fedorenta. Em outras palavras: A Porca Gorda está com o pescoço picotado. O cadafalso já foi montado e o carrasco Lava-a-Jato já afiou o cutelo. É questão de tempo, pouco tempo, e a cabeça do Shrek rola. Antes, porém, seus comparsas já estão doidos para queimá-lo em um julgamento interno. Ele é a bola da vez? Azar dele. Que caia depressinha para abrir vaga para outro. Talvez este também não se sustente na Cadeira Quente da Presidência da Câmara, mas até que caia muito dinheiro vai rolar por debaixo das negociatas.

Nada deste teatro imundo vai trazer qualquer alívio para os Zé Nings brasileiros. Vão continuar a criar mais e mais impostos e os que vierem a ser criados pela “Praga do Brasil” jamais serão sustados. Dá dinheiro para os larápios roubarem? Então, para que terminá-lo? O povão que se vire como puder e PAGUE. Nunca sonhar com uma reforma tributária. Menos ainda com uma reforma política, pois não há políticos lá em cima. Só polititicas.

Nós gritamos pelas redes sociais (e eu até me filiei a uma, boquiabram-se). De que adianta, se perdemos deles o medo por nossa gritaria? Perdemos o bonde da vez. E a vez foi quando se foi à rua berrar contra os “vinte centahos”. Era pegar aquele gancho e continuar alargando a onda até chegar em cima dos Palácios dos Três Poderes. Era ter aproveitado o momento para exigir e IMPOR aos patifes uma CONSTITUINTE a fim de refazer toda a Constituição vigente, bolada por patifes que já se foram desta pro inferno (a maioria deles). Era ter criado um ambiente de ameaça palpável, assim, o medo, companheiro inseparável dos traidores e covardes, se assenhoraria dos corações fétidos dos traidores de nosso Brasil e, mesmo que chorando, eles teriam realizado o único caminho que nos libertaria do bridão da Corrupção Institucionalizada.

Agora… Sei não.