Ele tem de agüentar cada figura...

Ele tem de agüentar cada figura…

Roberto d’Avila, em entrevista com o Lula, tratou-o de PRESIDENTE. Mas será que o D’Ávila ainda vive no passado? O peste há muito perdeu o direito a este título. Quando muito, e desgraçadamente, pode ser chamado de Sr. Ex-Presidente. E pra mim basta. Na verdade verdadeira, como o peste não tem nível superior só faz jus ao tratamento com a terceira pessoa “o senhor” (e não me refiro à Universal, não).

Meu cunhado queria assistir à tal “entrevista”. Em deferência a ele, como visita, coloquei a TVzona na GLOBO NEWS. E já nos três primeiros minutos abandonei a sala. Não dava pra agüentar a metralhadora lulista disparando besteira pra todo lado. E, pior, mentiras à granel. É cara-de-pau que cupim nenhum consegue furar, cruz credo!

"E tu pensavas que o ninho de ratos não estava armado antes dele, não?,Ah! ah! ah.! ah!"

“E tu pensavas que o ninho de ratos não estava armado antes dele, não?,Ah! ah! ah.! ah!”

Sabemos, todos os bons, que não é somente o Lula que está podre. Aliás, segundo ele mesmo confessou covardemente a um colega seu, do exterior, que o dedurou em livro, “o Brasil só pode ser Governado deste jeito”. Ou seja: através de conchavos com a Corrupção-mór que se aloja firmemente e inarredavelmente no Congresso Nacional Brasileiro. 

Vá lá que fosse. Mas não era necessário que ele e toda a sua gangue mergulhassem de corpo inteiro na latrina do mundo – o atual Congresso Brasileiro. Ele não somente aceitou a latrina e sua podridão, como, também, levou toda a família lá pra dentro.

Pobre de seu filhote burrico. Luís Cláudio acreditou piamente na “farra do boi” que seu pai-criminoso-traidor fazia com sua trupe de descarados e aceitou sem pestanejar alguns milhõezinhos como prêmio de consolação por sua burrice crônica. E fundou uma empresa de um empregado só: ele. O miraculoso empregado brasileiro que faz tudo, inclusive presidencia a empresa onde trabalha e é seu dono. Só nas terras de Pero Vaz de Caminha. Como num passe de mágica (da Malévola, não aquela boazinha do filme da Anjeline Jolie, mas a boa Malévola, a que nunca teve coração na história da Bela Adormecida), Ganhou de Mauro Marcondes a merreca sominha de pixulecos no valor de R$ 2.552.400,00 porque seu paizão falastrão vendeu ao representante das Montadoras estrangeiras no Brasil algumas MP’s bandidas. 

Bochechudinho, quando ainda pensava que o Politiburo já estava implantado... Tadinho! Esqueceram de avisar a ele que o buraco é mais embaixo.

Bochechudinho, quando ainda pensava que o Politiburo já estava implantado… Tadinho! Esqueceram de avisar a ele que o buraco é mais embaixo.

O “minino” bochechudinho deitou e rolou na sopa. Festejou. Comprou carrões. Ameaçou mundos e fundos. Freqüentou lugares que jamais poderia freqüentar como empregado colocador de cones no campo para os jogadores treinarem. Mas aí veio a P.F. e a farra acabou. E quando os P.F. deram seu primeiro abraço de tamanduá no bochechudinho ele deixou a peteca cair vergonhosamente. Primeiro, não soube explicar o que é “Consultoria Técnica e Assessoramento Empresarial de Marketing Esportivo”. Um título que é criação clássica de administradores de empresa enrolões. Mas não colou com a P.F.  e o Luisinho ficou de calças curtas diante dos feiosos interrogadores da “Marvada”. Mas estes cutucaram mais fundo e quiseram saber o que diabo queria dizer “Elaboração de Análise de Marketing Esportivo como Fator de Motivação E Integração nas Empresas com Exposição de Casos e Oportunidades”. Arre! quase se tem de tomar fôlego para chegar ao fim desta… deste… sei lá o que diabo é isto!

"Filhote, não engasga! Fala qualquer merda, mas não engasga, diabo!"

“Filhote, não engasga! Fala qualquer merda, mas não engasga, diabo!”

E os satânicos P.F. não desistiram, mesmo com a cara de choro que o Bochechudinho do papai fazia. P.F. não tem dó. Parece “inté” que não tem coração. E aí espremeram o Lulinha, minhoca de bandidinho, exigindo que explicasse como é que ele chegou ao valor milionário cobrado pela consultoria que alega ter prestado à Marcondes & Mautoni. Ih! Danou-se! Na cabeçorra do gorduchinho havia um gritão que não conseguia chegar à sua boca de lábios trêmulos: “Socooooooorrrrrrrooooooooooo paizããããõooooo!” Mas o paizão, àquela altura, estava sapateando feito doido sobre um monte de espinhos que a “maldita” Polícia Federal estava colocando em seu caminho. Não podia prestar socorro ao seu pestinha desmioladinho e ganancioso. Enquanto o Lulaça sapateava agoniado, a P.F. não desistia de apertar o cinto do Bochechudinho. E exigiu saber qual foi o cálculo que ele fez a partir do tanto de horas trabalhadas para chegar à quantia fabulosa por seu “trabalho”. Horas? Mas que horas? Que negócio de horas com relação a trabalho é esse? Ele fez o trabalho, o cara pagou e pronto. Por que fazer uma pergunta tão boba? Os “cara” távam com impricânça cum ele, arre égua! O gorduchinho nunca pensou que tal relação “compricada” fosse possível. E lá dentro de sua cabeça miolo de pote soou novamente o gritão agoniado. Só que não teve resposta.

"Olha pra mim, seo puliça! Tô cançadim, bichim! Num dá pra continuá outra hora, não?"

“Olha pra mim, seo puliça! Tô cançadim, bichim! Num dá pra continuá outra hora, não?”

E tu pensas que a PF desistiu de apertar o bochechudinho? Que nada! Os “home” da Lei tão danado querendo pôr as mãos no paizão. Como ainda não conseguiram isto (e o Brasil inteiro se pergunta a razão, sem resposta), decidiram desequilibrar a balança do sujeito mais cara-de-pau do Brasil apertando as bochechas de seu bochechudinho. A resposta do rapazote é que “não sabe mensurar, neste momento (aquele em que acontecia o aperto de Tamanduá), o valor cobrado pela sua hora de trabalho”. E é Presidente de uma “grande empresa de Marketing Esportivo”! Dá pra acreditar? Nem um retardado de Q.I. 25 faria tal declaração a um P.F.

Na entrevista, quando parou para remuniciar sua metralhadora bucal dando tempo ao pobre d”Avila, este encaixou uma pergunta sobre a situação do Bochechudinho. Aí, Lulaça ficou vermelho como pimentão e largou, de olhos esbugalhados e gestos teatrais: “Tem que pagar! Se meu filho errou, tem que pagar como todo mundo!” 

Ora, não são os Lulas que pagam nada. Eles apenas RECEBEM. O Lulaça chapou estas nas oiças de milhões de brasileiros (a maioria orelhudos sem miolos) para aparecer de Grande Justiceiro. Mas na coxia a peça que ensaia e lava à cena é outra bem diferente. E a P.F. que o diga…