Uma pessoa é decapitada por fanáticos do Islamismo aloprado. E isto em nome de Deus...

Uma pessoa é decapitada por fanáticos do Islamismo aloprado. E isto em nome de Deus…

Eu já não gostava do Islamismo desde os tempos áureos dos filmes de capa e espada que retratavam a versão cristã dos mascarados que combatiam contra os cruzados. Para mim, criança, eles eram tão bandidos quanto os falsos peles-vermelha que atacavam e massacravam os “pobrezinhos” colonizadores da América. Aquela má impressão perdurou até minha velhice. Quanto aos peles vermelhas, a aversão a eles se transformou em repúdio aos brancos mentirosos que praticaram crimes hediondos contra um povo ordeiro, amigável e cheio de honra. E isto aconteceu depois que li – e chorei muito – o livro “Enterrem meu Coração na Curva do Rio”. O autor desmitifica o heroísmo dos colonizadores ingleses que chegaram ao Novo Mundo e mostraram a crueldade com que exterminaram povos e mais povos indígenas, cujos costumes nobres eles não tinham a condição de compreender nem de perto, visto serem antolhados por uma religião cega e vil – o protestantismo.

Um desgraçado destes, que toma de uma faca para degolar uma pessoa indefesa, não merece menos.

Um desgraçado destes, que toma de uma faca para degolar uma pessoa indefesa, não merece menos.

A cor preta sempre me despertou esquisita reação emocional de repúdio. Ela só não me causa esta reação quando se trata da cor preta da pele dos negros africanos, brasileiros, americanos ou seja de que país seja. A pele negra me lembra meu avô materno e eu gosta imensamente daquele negão bom de clarineta.

No entanto, quando vejo uma pele clara escondida atrás de uma máscara preta; quando vejo um homem de pele clara vestindo uma roupa preta dos pés à cabeça, as entranhas se me reviram. E é aí que percebo o quanto estou longe daquele a quem mais admiro sobre qualquer coisa; sobre qualquer herói de verdade ou de mentira, de fantasia. “Quando alguém vos bater na face direita, oferecei-lhe também a esquerda“. Não. Lamento muito, meu irmão Yehoshua, mas por mais que eu queira seguir seus ensinamentos; por mais que eu o admire, se um F.D.P. muçulmano me bater na face direita, eu lhe quebro o pescoço tão depressa que ele nem tem tempo de notar que foi morto.

Barbaridade Islâmica. E um grupo de fanático endemoninhado que faz isto pode ser respeitado e tratado como ser humanos? NÃO!

Barbaridade Islâmica. E um grupo de fanático endemoninhado que faz isto pode ser respeitado e tratado como seres humanos? NÃO! Merecem morrer do mesmo jeito. Aqui vale a Lei de Talião: dente por dente; olho por olho.

Há uma foto que eu vi na internet que até hoje me causa revolta no íntimo do meu ser. Ela encima este artigo. Um homem está deitado no chão. Suas mãos são seguradas firmemente por mais quatro outras, enquanto uma faca lhe corta o pescoço. A expressão de dor está nos punhos cerrados, no pescoço esticado ao máximo. Mas é só o que a vítima da degola pode fazer.

Aquela imagem me despertou uma revolta imensa; uma raiva que veio e ainda vem do mais profundo de meu ser. Se eu pudesse colocar as mãos no desgraçado que cometia aquela crueldade, juro que eu usaria nele tudo o que aprendi em Aiki-jujutsu. Desmontaria seu corpo junta por junta, desde as falanges do dedo mínimo até as articulações do ilíaco. E quando ele tivesse defecado de dor (as torções e chaves do Aiki-jujutsu são extremamente dolorosas) e tivesse perdido a voz de tanto gritar, aí, sim, eu tomaria de sua faca e devagar, bem devagar, começaria como um açougueiro a desmontar seu corpo, em cada junto, até que não restasse nada mais que um monte de pedaços de carne podre e maldita. Que atiraria aos cães com todo o prazer.

Não adianta que jamais vou-me convencer a confiar num muçulmano. Olharei sempre para qualquer um que use aquelas roupas pretas e aqueles chales idiotas com desconfiança e repúdio. E o lamentável é que até aqui, no centro-oeste, já há destes desgraçados andando pelos shoppings. E SÃO MULHERES BRASILEIRAS! Desgraçadas! Imundas! Vendidas! Traidoras! Como é que uma brasileira, uma pessoa que nasceu no país mais lindo da Terra, tem a desfaçatez de se deixar abater por uma religião maldita como essa?

Esta visão só me desperta uma reação de asco. É como se estivesse vendo almas danadas penando pelo mundo dos encarnados.

Esta visão só me desperta uma reação de asco. É como se estivesse vendo almas danadas penando pelo mundo dos encarnados.

Ninguém vai-me convencer que a Charia (= “caminho para a fonte”) presta. Um livro onde as leis pregam a luta entre nações em nome de crenças e costumes arcaicos, não presta. O aparecimento de “coitadinhos” chorando amedrontados porque seus iguais cometem barbaridades e eles pagam, também não me convence. Nenhuma religião, cristã ou não, que pregue a separação entre as pessoas PRESTA. Nenhuma religião que prega a humilhação da mulher e o engrandecimento do homem ante ela, PRESTA. Os desgraçados que a praticam esquecem que NASCERAM DO VENTRE DE UMA MULHER. Se, às vezes, a língua da mulher é mais dolorosa que o açoite, ainda assim ela merece respeito e consideração. Há um milhão de estímulos psíquicos ou educacionais que desequilibram o psiquismo de qualquer ser humano. A mulher não escapa a isto. Eu vivi a terrível experiência do “break down” psicótico de uma de minhas companheiras. Ela entrou em parafuso depois da primeira gravidez. E do que aprontou comigo até o Diabo ficaria de queixo caído. Por duas vezes eu estive a ponto de matá-la. Mas com esforço sobre-humano, contive minha ira. E fiz bem. Só depois que cheguei ao último período do curso de Psicologia é que fui entender que ela não era a “puta” que meus amigos me diziam que era. Ao contrário, era uma doente psicoemocional. Alguém que não tinha mais plena consciência nem pleno controle de suas ações, de seus comportamentos e de suas palavras.

Prédio da Embratel, na Av. Presidente Vargas, 1012, Rio de Janeiro. Aqui vivi meu purgatório na terra por 23 anos.

Este prédio da EMBRATEL, no RJ, esteve por um triz de ter suas colunas mestras explodidas. Morreriam todos os que trabalhavam ali dentro. Felizmente um homem fantástico me impediu de colocar em prática o que os militares mesmo me tinham ensinado.

Assim como em relação à minha ex-companheira, também estive a ponto de matar outras pessoas. E para atingi-los quase, por um fio, eu não matava mais de trezentas pessoas juntas. Mas se eu não me contive naqueles momentos de extrema agonia e ódio, um homem fantástico, um coronel ex-pracinha, neurótico de pedra, me fez entender que eu ia cometer uma barbaridade. E ele tomou a si minhas dores. E sofreu três infartos por lutar a meu favor e colocar contra si a fúria de seus iguais, coronéis corruptos, que queriam minha pele a qualquer preço. Seu sacrifício me fez parar e refletir. Se ele colocava sua vida em risco para me defender, eu que “não era ninguém” dentro do esquema de intriga e poder, por que não lhe respeitaria o sacrifício? E esta conjectura me fez sustar a mão assassina.

Há momentos em nossas vidas em que somos levados ao limite de nossas resistências. Parece que naqueles momentos Deus nos dá as costas e o Diabo se farta. Mas nossa reação é de defesa. Defesa de nós enquanto pessoas; defesa de nossa integridade; defesa dos valores que acreditamos ser o certo. No entanto, entre os muçulmanos, ainda que somente em estado latente, o impulso ao assassinato está presente. Não em defesa de algo que preste, mas em defesa de uma crença arcaica, fora de toda e qualquer evolução humana.

Isto aí se diz um Pastor Cristão. Vá ver o quanto de preconceito e estupidez enfia pelos crânios vazios dos que lhe dão ouvidos.

Isto aí se diz um Pastor Cristão. Vá ver o quanto de preconceito e estupidez enfia pelos crânios vazios dos que lhe dão ouvidos.

Religião que é religião de verdade não prega a discriminação entre as pessoas. Todas elas dizem de boca cheia que “somos filhos de Deus”. No entanto, alguns de seus cabeças alopram e passam a pregar a discriminação entre os que seguem cegamente suas lengalengas e com gritaria e repetição de sua doutrinação doentia os transforma em debilóides imprestáveis.

Não é a roupa que faz o religioso. Não são rituais que faz o religioso. Não são templos que fazem o religioso. A Salvação não está em gestos, atitudes, roupagens, ritos e ações extremadas que buscam mostrar para o exterior que alguém adora a Deus. Nada disto leva à tão falada e tão incompreendida “salvação”.

Por que os aloprados do E.I. estão danando o mundo como carrapatos enlouquecidos? Simplesmente porque seus Mulás ou Sheiques ou sei lá o quê lhes enfiam pelas cucas vazias que o APOCALIPSE está próximo. E lhes dizem que para que o mundo humano se salve é preciso que TODOS SE CONVERTAM AO ISLAMISMO. Idiotas! Estúpidos! Jumentos relinchantes! Zebras sem listras! Danados! Apocalipse não significa FIM DO MUNDO, imbecis. Mas não serei eu que lhes vou dizer o significado do termo. Espremam suas cucas vazias de miolos e forcem seus líderes imbecilizados a lhes dizer o verdadeiro significado deste vocábulo.

E VÃO PRO DIABO QUE OS CARREGUE!