"O Brasil é nossa diversão. E eles ainda falam dos portugueses. Não é engraçado?"

“O Brasil é nossa diversão. E eles ainda falam dos portugueses. Não é engraçado?”

Viramos piada internacional. O “impichemento” da Socorro-Que-Não-Sei-Mais-O-Que-Fazer começa a entrar em exaustão. Talvez seja este o desejo ardente de outro amaldiçoado entronado no PODER QUE EMANA DO POVO (pelo menos segundo o pensamento republicano da Constituição Brasileira). Não vou dizer o nome do desgraçado nem que a vaca tussa colorido. Mas todos sabem de quem estou falando.

Estivemos vivendo, após o fim da “Ditadura” e até nossos dias, uma vergonha chamada Ideologia do Populismo. O que é isto? Muitos perguntarão. Eu respondo: é o que está pondo pimenta malagueta em sua vida, camarada (e camarado, se é que isto existe. Se não, tenho de criar pois, segundo o populismo petralha, se você diz um feminino, tem de dizer um masculino e vice-versa. Se não fizer isto…). Mas antes de entrar na dissertação sobre o que diabos é Ideologia Populista, vejam dois exemplos berrantes: VENEZUELA e BOLÍVIA. Nem mesmo o Brasil conseguiu se ombrear com os populistas de lá, embora, temos de reconhecer, Lula e Dilma tenham-se esforçado o máximo e tenham feito força até sujar as cuecas (e as calcinhas) para chegar ao menos perto do que os danados de lá conseguiram ir. Chavez está no inferno e aposto o que vocês quiserem que Satanás está soltando chamas pelos chifres, mas não ganha a guerra contra o buchechudo vemelhão latino-americano. Quem mandou ser Diabo? Agora, agüenta!

 

"Populista é o diabo que te carregue, burguês duma figa!"

Populista é o diabo que te carregue, burguês duma figa!

Bom, vamos à Ideologia Populista. Olhe ao seu redor, para a dinâmica do viver cidadão brasileiro, com olhar crítico. O que você enxerga? Promessas e mais promessas. Cestas-básicas e mais cestas-básicas. Bolsas-miséria e mais bolsas-miséria. Políticos “simpatiquinhos” brigando pelo “amor do eleitor”. Buscando desesperadamente fazer um vínculo emocional eu-eles e, não, eu-país. Tudo partindo de POLÍTICO POPULISTA ( Exemplo? Lulaça Cachaça, chapa!). Populismo é isto aí: promessas tolas, que visam ou a barriga vazia, ou à ausência de teto sobre a cabeça dos desafortunados e outros alvos populares. É a distribuição de esmolas para os mais pobres visando exclusivamente os votos deles e nada mais. Eis o objetivo jamais declarado do político-populista:  manter o povão burrão sob a sola de seus sapatos lustrosos, muitos deles feitos no exterior com peles de animais brasileiros caçados ilegalmente e importados, já manufaturados e pagos em dólar, pelos polititicas de vocês (meus é que não são mesmo).

"Ô, Cristina, segura as pontas. Eu sou a Dilma, macha pra cachorro. E se tu me tasca essa boca feia, dou-te um bofete brasileiro que tu vais ficar andando torta pelo resto do ano!"

“Ô, Cristina, segura as pontas. Eu sou a Dilma, macha pra cachorro. E se tu me tascas essa boca feia, dou-te um bofete brasileiro que tu vais ficar andando troncha pelo resto do ano!

Atualmente a populista número um da América Latrina é nossa Socorro-Que-Não-Sei-Mais-O-Que-Fazer. A que ocupava este lugar, a Presidenta da Argentina – uma velhona feia como o Satanás – levou um tremendo pé-na-bunda e, agora, está nos bastidores urdindo meios novos de retornar à Cadeira Quente daquele país. Que o povo de lá não mais se deixe cair na lenga-lenga populista da tal Cristina e seus sequazes. Na verdade, creio que não cairão. Argentino é povo inteligente e não escamoteia sua História Nacional, por mais fedorenta que em determinado período ela tenha sido. Já aqui… Sei não. Bandidões de ontem, viram Heróis Nacionais de agora. Vejam, por exemplo, Fernando Henrique Cardoso. O que ele e seus sequazes aprontaram quando sentava na cadeira quente do Brasil está todo no livro A PRIVATARIA TUCANA (que os brasileiros não lêem e se o fazem, não entendem, visto que nosso idioma está cada vez mais em frangalho e as escolas cada vez mais na escuridão da ignorância do ensino de nossa língua).

Está na Wikipédia: “A política populista caracteriza-se menos por um conteúdo determinado do que por um “modo” de exercício do poder. Sua característica básica é o contato direto entre as massas urbanas e o líder carismático, supostamente sem a intermediação de partidos ou corporações. Para ser eleito e governar, o líder populista procura estabelecer um vínculo emocional com o “povo”. Isso implica num sistema de políticas ou métodos para o aliciamento das classes sociais de menor poder aquisitivo, além da classe média urbana, como forma de angariar votos e prestígio (legitimidade para si) através da simpatia daquelas. Esse pode ser considerado o mecanismo mais representativo desse modo de governar”.

Bom, a coisa está muito enfeitada, mas no duro, no duro mesmo, populismo é o modo como o Polititica se vê: Eu sou a Inteligência em pessoa; a ardilosidade viva. O resto… É somente isto: o resto!”

E aí, meu irmão (e minha irmã) brasileiro (e brasileira). O que você é? Um (uma) eminente Populista ou um (uma) idiota Zé Ning?

Enquadre-se. Mas atenção: ainda é perigoso não se classificar depressinha na categoria “idiota” fã de populista. Afinal, meu irmão (e minha irmã), se você ainda não sabe, a Socorro-Que-Não-Sei-Mais-O-Que-Fazer ainda não saiu da Cadeira Quente. E parece que não vai sair (o parafuso do PT é de aço mesmo).  Então, minta. A Mentira é a rainha dos governos petralhas, então, use e abuse. Senão… O Exército do Stédile está aí, pronto para lhe descer o cacete no lombo.

Arre égua!