Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá...

Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá…

Éramos um país irmão. Bagunçado, mas irmão. De Norte a Sul e de Leste a Oeste, o brasileiro sempre foi solidário, amigo, gozador, brincalhão, irresponsável… Mas ordeiro. Na década de 60, final da década de 50, quando cheguei ao Rio de Janeiro vindo de Teresina, encontrei um povo totalmente diferente daquele de onde sou nascido. O nordestino era brigão, apegado à peixeira e a valores tradicionalmente católicos, como a tal “virgindade” da mulher. O nordestino colocava a honra do homem entre as coxas de sua futura esposa. Até conhecê-la, ela não importava. Mas a partir do momento em que se via “enrabichado” pela “bichinha” ela estava literalmente lascada. Ele tinha direito de vida ou morte sobre ela, dissesse a Lei o que dissesse. Se a pobrezinha o deixasse e se passasse de mala e cuia para o lado de outro macho “pica doce”, a do abandonado entrava em desespero porque se via diminuída diante da nova “cabeçuda”. E corria sangue.

Grande parte de minha vida eu passei zanzando por este calçadão em Copa e Leblom.

Grande parte de minha vida eu passei zanzando por este calçadão em Copa e Leblon E como era lindo...

Já entre os cariocas daquele tempo, a coisa não era levada tão a ponta de faca (ou de peixeira). A mulher não queria mais o cara? Bom, o sujeito ia para um bar, enchia a cara com alguns uísques se segunda ou algumas garrafas da “branquinha”, depois curtia uma baita dor de cabeça no outro dia e ia xingando todo mundo a uma boa praia. Ali, depois de alguns mergulhos nas águas geladas do Atlântico, entrava de corpo inteiro numa pelada ou num frescobol; dava risadas e soltava palavrões na companhia de amigos de verdade, bebia muita água de coco e pronto. A dor de cotovelo se esvaia como a noite ao romper do dia. O Rio era farto de garotas bonitas. Não uma única “garota de Ipanema”, mas milhares delas. E a paixonite do abandonado voltada com força total e a musa antiga era logo substituída pela nova.

Foi assim que eu conheci o belíssimo Rio de Janeiro. Foi nele que vivi as mais lindas aventuras amorosas de minha vida. Eu e milhares de cariocas que me receberam com gozação, alegria e muito, muito carinho e aconchego. O Rio era mesmo uma Cidade Maravilhosa…

Eis o presente que os "polititicas" deram ao Rio e, por extensão, a todo o país.

Eis o presente que os “polititicas” deram ao Rio e, por extensão, a todo o país.

Hoje, de Norte a Sul e de Leste a Oeste impera nos corações brasileiros o MEDO. Medo ao seu próximo. Medo à Lei semi-cega. Medo à Polícia. Medo do passageiro que se senta ao seu lado, no ônibus, enfim. As mulheres se tornaram vulgares e fáceis demais. Por isto mesmo, desvalorizaram-se diante dos homens. Basta estalar um dedo e temos um par de cochas abertas sobre uma cama de motel. O coito perdeu a graça e o encanto. Depois, é lavar aquilo delas e aquilo deles e, como se diz por aí, tudo está pronto para outra. Fora isto, a desordem assombrosa dos Três Poderes da República. E o império (de novo) da bagunça dos “vermelhos” que tentam por todos os meios e com uma tenacidade de boquiabrir qualquer um, impor-nos um modo de vida que nos violenta com a estupidez de um estupro. Falo da maldita filosofia do “nós contra eles”.

Zumbis que não merecem nem o Perdão de Jesus, na cruz: "Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem!"

Zumbis que não merecem nem o Perdão de Jesus, na cruz: “Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem!”

E os “nós” desfilaram com sua horrível vermelhidão pelas cidades do Brasil estuprado até pelos que deviam representar-nos com honra e dignidade. Bandeiras feias, sem tremulação porque até nosso ar estava parado de estupor diante daquela aberração importada lá das bandas da Rússia. Uma ralé (desculpem-me, mas os “vermelhos” são ralé para mim) esquisita, mal-parada, tentando fazer tremular um pedaço de pano cor de sangue nos ares brasileiros onde o que menos se tem é o sangue derramado por ideologias idiotas. E nosso ar alegre e brincalhão, que fez as palmas das nossas palmeiras sussurrarem em acompanhamento ao canto dos sabiás de Gonçalves Dias, estava parado, triste, revoltado e quedo. 

Triste. Tristíssimo!

Triste ver uma bandeira de cor sangüínea carregada por desmiolados que não sabem dar valor ao país que Deus lhes deu. Gente que, sem instrução e sem cultura, se deixam guiar por espertalhões mentirosos, que lhes vendem uma ideologia estúpida, burra, separatista e esculhambadora de qualquer nação onde se infiltre.

Uma ideologia que divide as gentes em grupos de “nos contra eles”.

Poluição em Pequim. Tudo depois dos "vermelhos" invadirem o país.

Poluição em Pequim. Tudo depois dos “vermelhos” invadirem o país.

Não. Enquanto vida eu tiver jamais acreditarei que meu Brasil Brasileiro, este mulato fagueiro, lindo, cheio de vida e de belezas mil, vá ser sujado por uma ideologia venenosa, imoral, imunda e estúpida, que fez da China o país mais poluído do  mundo e, também, o mais desumano.

Não. Eu não creio que essa ideologia maldita vingue entre nós. Sim, nós sempre aceitamos tudo de braços abertos. Vez por outra, uma pá de merda nos bate em cheio no peito, como acontece agora. Merda de fora e merda de dentro. A de fora, está aí, pelos nossos campos e pelas nossas cidades, sempre à sombra do Mal Vermelho. A natural, nossa mesmo, está nos Três Poderes. Mas esta a gente tem a obrigação de abraçar e, até mesmo, engolir, já que ainda não aprendemos a ser Patriotas verdadeiros. Somos um país de somente 500 anos. Um bebê diante da Rússia, por exemplo, ou, mais ainda, diante da milenária cultura chinesa. Mas se Deus quiser – e Ele há de querer – nós não sucumbiremos ao vermelhão maldito que lançou a China no sufoco de ter de comprar “ar puro” engarrafado ou enlatado.

Jogando frescobol em Copacabana. Sem "nós contra eles"

Jogando frescobol em Copacabana. Sem “nós contra eles”

Brasileiros, acordem! Não devemos trazer para nosso seio uma víbora vermelha para nos picar e nos matar antes que, ao menos, atinjamos a puberdade. Sejamos como Hércules, que sufocou a serpente enviada para matá-lo ainda no seu berço. Sufoquemos os vermelhos. Matemos a ideologia que os envenena, para que não tenhamos em nossas ruas zumbis imbecilizados por uma doutrinação maldita até às profundas do Inferno.

Não vamos gritar FORA DILMA, mas sim FORA COMUNISMO! AO DIABO QUE O CARREGUE! Não não nos deixaremos ser divididos até dentro de nossos lares na maldita filosofia do “nós contra eles”. Nós somos um único povo, de norte a sul e de leste a oeste. E vamos aprender sempre com nossos erros. Não precisamos dos erros dos vermelhos para traçar nosso caminho pela vida rica que deveremos ter em nosso crescimento.

Nossa merda, nós a estamos limpando, graças a gente como o Juiz Moro e como os Polícias Federais que honram o trabalho que executam. Em breve, Eduardos, Renans, Delcídios e semelhantes serão esquecidos e, se Deus quiser, nunca constarão de nossos Livros de História do Brasil como heróis. Se constarem, serão como os bandidos maus que são verdadeiramente.

 Diz a Folha Digital que 55 mil idiotizados pela doutrina vermelha foram às ruas em defesa do desgoverno Dilma. Isto, só isto, é suficiente para nos mostrar o quanto temos de microencefálicos que vagueiam por aí sem saber o que fazem. Será possível que o exemplo vivo da desorganização a que fomos atirados; será possível que a traição explícita do desgoverno “dilmista”; será possível que a traição explícita dos vermelhos no nosso Poder, enfim, tudo isto não tenha sido suficiente para esta parcela de burraldos brasileiros se tocarem de que, se concedermos mais três anos de mando à mais desmiolada das mulheres que já chegaram ao Mando de alguma Nação no Mundo nos lançará numa desorganização inimaginável?

Pelo Amor ao Criador, parem com isto. Ou se enforquem nos postes das avenidas por onde passam como sonâmbulos, ou vão pra o diabo que os carregue, lançando-se de cabeça diante de carros, trens e motos; lançando-se do Pão de Açúcar ou do Cristo Redentor, sem paraquedas. Enfim, SUICIDEM-SE! Façam alguma coisa que nos livre para sempre de suas irrecuperáveis crises de burrice crônica. Se não…