Esse pano enrolado na cabeça deve ser para esconder os cornos de Belzebu.

Esse pano enrolado na cabeça deve ser para esconder os cornos de Belzebu.

Eu fui envolvido numa discussão brava, por ter-me manifestado contra os europeus receberem de braços e peito aberto os migrantes árabes sírios. Ih, foi aquela gritaria. Eu me tornei um monstro desumano. Mas continuei afirmando que seu eu fosse algum presidente de país europeu, não abriria as fronteiras do país assim, escancaradamente, apenas por “peninha” dos “coitadinhos”. Muitos lobos correm com os rabos entre as pernas quando o urso aparece furioso querendo comê-los. Mas o medo não faz que suas naturezas de lobo desapareçam. Lobo continuará lobo em qualquer situação. Deixei muita gente boa trombuda comigo. Que se danem! Continuo firme em minha opinião: “quem tem pena do coitadinho vai para o lugar dele”.  Alguém questionou minha cristandade e eu lhe disse que Yehoshua nunca pugnou pela babaquice em nome de Deus. Ele, quando descia o malho nos corruptos de seu tempo, não aliviava a palavra e a emoção disfórica. Irritava-se. Enraivecia-se e invectivava com trepidez e açodamento contra os desmandos dos “Lulas e Cunhas” do Templo em Seu tempo. Levou a breca, mas não arreglou. 

Sempre tive aversão ao modo como o pessoal árabe se veste, principalmente as mulheres. Não sei de onde vem esta repulsa profunda, mas que sinto, sinto mesmo. Não adianta adoçar a pílula de m… porque ela, por debaixo do açúcar, vai continuar sendo m…

Isto assusta até quem não mora na Europa. São sírios tentando entrar nos países europeus.

Isto assusta até quem não mora na Europa. São sírios tentando entrar nos países europeus.

Mais de um milhão de fugitivos árabes sírios invadiram a Europa, no ano findo. Uma avalancha assombrosa. No início, todos os países europeus correram a acolhê-los de braços abertos. Recebiam-nos como se eles da noite para o dia tivessem mudado seus hábitos e suas crenças. Como psicólogo eu sei muito bem que um hábito não se destrói assim, num estalar de dedos nem porque se dormiu ao relento por longas e demoradas noites. Um hábito praticado e reforçado desde o nascimento é incorporado à estrutura da Identidade do indivíduo e nisto não se mexe com facilidade. Pode-se condicionar novos hábitos no indivíduo, mas o condicionamento, por mais intenso que seja, não altera a estrutura habitual da Identidade e é tolo quem pensa o contrário. Basta haver as condições ideais para o ressurgimento daquele hábito supostamente enterrado pelo condicionamento contrário a ele, aconteça com força total. Pode quem quiser defender os árabes, sírios ou não. Está bem. Que sejam defendidos mas que permaneçam lá em seus territórios.

Alemães no Brasil. Mesmo descendentes, nascidos aqui, conservam os costumes e os hábitos alemães.

Alemães no Brasil. Mesmo descendentes, nascidos aqui, conservam os costumes e os hábitos alemães.

Aqui, no Brasil, temos várias “tribos” de pessoas oriundas das mais diversas partes do mundo. Aqui chegaram, aqui trabalharam, aqui se estabeleceram e aqui terminaram por criar municípios seus, onde a língua de origem e os hábitos sociais e religiosos também de origem afloraram com muita força. Quem não visitou, ainda, os bairros chineses em São Paulo? Ou os bairros japoneses? Os bairros sírios? Os bairros poloneses? Quem ainda não conhece as cidades fundadas pelos alemães e outros nórdicos no sul do Brasil? Aqui, no centro-oeste, há uma cidade totalmente alemã, até na língua. E os visitantes são somente isto: visitantes. Como tal, são recebidos com toda a cordialidade, mas são brasileiros em terra deles. Eles “não são brasileiros”, pois não sabem ser esculhambados, corruptos, mentirosos, ladrões e fãs da Lei do Gerson. Não sabem fazer a sujeira e, quando esta é descoberta, jogar a responsabilidade no vizinho com a cara mais limpa do mundo. Isto é ser brasileiro: imoral, amoral e metido a esperto. Eles estão no Brasil, mas conservam fortemente crenças e modos de ser dos países de origem de seus antepassados. Eles parecem tão bonzinhos, né não? Nenhum descendente ou ainda natural do exterior abdicou de seus hábitos e de suas religiões. São “macios” e “educados” com os brasileiros, mas em muitos há bem clara a separação racial e cultural. Não os condeno. Afinal, ser brasileiro é dificílimo para quem vem de fora ou descende de alguém que veio de fora e lhe transmitiu o ser gente como base para sua evolução. Alemães casam com alemãs e raramente há casamento entre um brasileiro nato e uma alemã. E é assim com todos os demais imigrantes das mais diversas partes do mundo. Americanos nos têm como inferiores, mesmo que aqui vivam há muitos anos. E culturalmente nós o somos, temos de concordar. Não inferiores, mas diametralmente diferentes em tudo. Nascemos da esculhambação portuguesa e continuamos esculhambados até os dias atuais. Os petralhas que o digam.

Sírios no Brasil - refugiados

Família de refugiados sírios no Brasil. Eles jamais abdicarão de seus costumes e hábitos. Haverá sempre um “círculo não se passa” entre eles e nós.

Leio, na FOLHA DIGITAL de hoje, que na Alemanha, na noite do réveillon, um bando de mil marmanjos árabes sírios atacou mulheres alemãs na frente da estação de trem da cidade de Colônia. Desrespeito total e absoluto. Como, para eles, mulheres são inferiores e devem estar à disposição dos machos, uma vez fora da pressão da mão de ferro do tirano Bashar al Assad e se sentindo “em casa”, deixaram aflorar com força seus hábitos natais. Ofensas verbais, roubos, bolinação, agressões sexuais e até mesmo estupros. E quando a polícia tentou reprimi-los ouviu-se um deles gritar: “Sou sírio! Vocês têm que me tratar direito! Frau Merkel me convidou!”. Acho que naquele momento ele se esqueceu de que tinha entrado na Alemanha com o rabo entre as pernas e tiritando de frio e fome.

Esta gente tem um orgulho muito forte arraigado no fundo de suas Identidades.

Esta gente tem um orgulho muito forte arraigado no fundo de suas Identidades.

A humanidade de Merkel lhe criou um embaraço e tanto. Agora, os partidos de extrema-direita ganham força. A Alemanha revisita o passado, quando o povo se revoltou, sob a batuta de um aloprado, contra os judeus. A História que a História não conta, dá conta de que os judeus não foram os santinhos, tal e qual são vendidos depois do famoso e nebuloso holocausto. A pergunta é: será que os alemães vão danar de novo com os estrangeiros invasores e promover novo holocausto? Desta vez, sírio-árabe? Hum… A chapa está ficando quente para os europeus e seus modos educados e refinados de serem consigo mesmos. Os invasores coitadinhos já estão pondo as manguinhas de fora e a Europa toda começa a arreganhar os dentes. Só aqui, no Brasil, os brasileiros desorganizados e corruptos por natureza, defendem os pobrezinhos. Tá bem que se faça caridade, mas como aquela que é feita ao leão. Ele enjaulado e o caridoso livre do lado de fora das grades, com bom espaço para correr, senão…