A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – LXXXIX: A DURA LIÇÃO AOS RABINOS.

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Quão longe de Deus está este pobre assassino muçulmano.

Quão longe de Deus está este pobre assassino muçulmano.

O rabi caminhava depressa, tendo ao lado o silencioso Yehoshua. Finalmente chegaram diante de uma casa de pedra cercada por um alto muro também de pedras. O portão rústico e pesado foi aberto e o rabi convidou Yehoshua a entrar. Ele se voltou para seus discípulos e ordenou:

— Voltai à praça. Há muitos irmãos nossos que ainda têm sede. Ide. Saciai-a. Reparti a platéia entre vós para que fique mais fácil agirdes livremente.

— Mas há um poço lá — falou impetuosamente Simão Barjonas.  — Qualquer um deles pode se saciar ali. Não vejo a razão…

O olhar chamejante de Yehoshua cravou-se na face se seu discípulo e este se encolheu, agastado.

— Não falo desta sede, Simão Barjonas. — Falo da sede que não se sacia com água. A sede que vistes nos que nos cercavam ainda há pouco. Ide, agora. Pregai entre eles a Verdade para que possam despertar a Verdadeira Fé em seus íntimos. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – LXXXVIII: YEHOSHUA CURA UMA CRIANÇA E FAZ UMA PREGAÇÃO.

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Issa ou Yehoshua era incansável em ensinar a quantos estivessem a seu alcance sobre a Verdadeira Lei do Pai.

Issa ou Yehoshua era incansável em ensinar a quantos estivessem a seu alcance sobre a Verdadeira Lei do Pai.

Era manhãzinha. Fazia frio. Estavam em Yabné, a aproximadamente vinte e cinco quilômetros de Azoto. A pequena vila era muito agitada. Sendo à beira-mar, havia intenso comércio de pescado e ali havia muitos dos que eram chamados gentios pelos hebreus. Yehoshua escolheu um local bem junto a uma praça bastante freqüentada pelos que vinham comprar os peixes. O comércio era intenso desde a manhã cedinho. Os discípulos buscaram alimento junto aos pescadores e demais vendeiros que espalhavam suas bancas por todos os lados. Frutas, verduras, tubérculos cozidos ou assados, maçãs e muitas outras frutas foram trazidas por eles. Muitos curiosos se aproximaram e logo havia um círculo ao redor do grupo. Os apóstolos, para obter a doação de alimentos, haviam contado os milagres que o Mestre vinha fazendo. Cada qual contava uma maravilha pintada com as cores do exagero. Mas funcionou. Yehoshua, alimentando-se com tranqüilidade, parecia não notar o volume de curiosos ao redor dele e de seus apóstolos. Quando o repasto terminou, ele se ergueu e fez menção de se afastar. Mas um dos homens presentes no grupo, falou.

— Teus seguidores disseram que tu és um milagreiro. Isto é verdade?

— Não — foi a resposta desconcertante de Yehoshua.

— Como?! Tu não fazes milagres? — Gritou uma mulher que tinha uma criança nos braços. Era uma menina e parecia desacordada. — Eu fui buscada em casa, por meu esposo, e corri com minha filha na esperança de que tu a pudesses curar. Como é que nos dizes que não fazes milagres? Mais

ENQUANTO SE COZINHA A GALINHA DURA CHAMADA DILMA, O BRASIL AFUNDA.

6 Comentários

"Tá rindo? Não devia. O assunto é sério, muito sério."

“Tá rindo? Não devia. O assunto é sério, muito sério.”

E a dança continua. Como caçar? Quais as conseqüências políticas e populares que resultarão da defenestração de Dilma Rousseff? Bom, li na Folha de São Paulo de hoje, 28/03/2016, que tão certo como vir o dia depois de uma noite tempestuosa, haverá gritaria e passeata dos vermelhos se o Temer assumir o governo. Ora, como quem assumir terá de adotar medidas altamente impopulares para tentar retirar o Brasil do atoleiro a que foi jogado pelo desgoverno dilmista-petista, a grita será certa. Resta saber se os vermelhos serão comportados como comportados foram os verde-amarelos.

Todas as previsões são negras. Nosso Brasil não conseguirá respirar tão cedo. Espero que tenha capacidade apnéica de Titã, pois o que dizem é que até 2020 a gente vai amargar desemprego, falta de investimento do setor privado, baixa recuperação das empresas em apuros, com destaque para as corruptoras, e, pior, a dança dos Partidos para encontrar um jeito de não deixar de “mamar gordo e manter o Caixa-2” que, pensam seus “donos”, é indispensável para a existência destes covis de larápios. Mais

PORQUE A POLÍTICA NO BRASIL NÃO DÁ CERTO.

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Eu e meus pais, em Campo Maior, Piauí. éramos felizes e não sabíamos...

Eu e meus pais, em Campo Maior, Piauí. éramos felizes e não sabíamos…

Nasci em 1940 e desde quando comecei a me entender como gente, ouvi meu pai envolvido com política. Não entendia nada das discussões em que ele entrava, muitas até excessivamente acaloradas, vejo agora, com a visão da recordação. Algumas vezes ele e seus opositores quase se pegam a socos e pernadas – meu pai era exímio capoeirista. Getulista fanático, seu Areoval não admitia defesa contrária ao seu credo político. Lembro-me muito bem que, contava eu cinco anos, ele me levou aos ombros para ouvir Getúlio Vargas em um comício que o baixinho fez em Teresina. Meu pai viajara de Campo Maior para a capital, naqueles idos uma viagem de meio-dia só de ida e comendo poeira à vontade, pois a estrada era de piçarra, apenas para participar do comício. Não havia ônibus e a viagem era feita em paus-de-arara. Claro está que não me lembro de nenhuma palavra do que Getúlio f  lou. Meus olhinhos de criança estavam esbugalhados diante de tanta gente – todos homens – enchendo a imensa praça onde o coreto tinha sido armado. Getúlio, para mim, era uma estatueta vestida de terno branco, pequenina, que se movia e agitava os braços trovejando palavas que eu não entendia. Mas eu me recordo de que meu coração vinha à goela ao imaginar aquele grupo de homens ululantes, como se fossem um só animal emocional, a cada pausa estudada que o baixinho fazia em sua peroração, estourando em fúria. Onde nos escondermos? Como nos salvar? Mais

“O DESEMBARQUE RESPONDE ÀS RUAS”

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"O Desembarque é a nossa resposta ao povo brasileiro! Era isto o que eles queriam!"

“O Desembarque é a nossa resposta ao povo brasileiro! Era isto o que eles queriam!”

Esta afirmativa foi dita por JORGE PICCIANI, Presidente do PMDB, o Partido Político que está em todas as bocas onde há “melado”, mas nunca à Luz da Verdade. Desembarque de quê? Do avião Presidencial? De algum transatlântico cujas despesas foram pagas com nosso dinheiro suado e chorado? NÃO! Desembarque é um vocábulo adotado pelo jargão político para dizer de modo mais suava que determinado partido, ao ver que seu aliado está em apuros diante da opinião pública e, pior, atolado com a Justiça, emite como uma trombetada bem alta. É um “eu lavo minhas mãos” lá dos tempos de J. Cristo. Traduzindo, este termo, agora significa,  “Se vira que eu estou caindo fora!”

É característico dos bandidos. Na hora que a coisa aperta pra valer e dona Justa está danada rosnando bem perto da jugular dos desesperados, a Lei da Fidelidade é jogada ao lixo e outra a substitui entre os da gangue: Salve-se quem puder!” 

É claro que os do PMDB não estão nem aí para as gritas das ruas em todas as cidades brasileiras. Elas incomodam e até infundem certo temor nos crápulas do Poder? Lógico! Quem, estando na mata e ouvindo o esturro da onça não sente um arrepio percorrer sua coluna vertebral? Mais

TODOS OS VERMELHOS ATACAM O JUIZ MORO DEVIDO À PUBLICAÇÃO DAS CONVERSAS ENTRE LULA E DILMA.

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Este também é sujo. Não escapa ninguém. Ou quase...

Este também é sujo. Não escapa ninguém. Ou quase…

A gritaria se centra no “crime” de Sérgio Moro. Ele teria posto a público a conversa sem-vergonha entre a Presidenta Petista e seu padrinho larápio, oferecendo a ele, em urgência urgentíssima, um salvo-conduto contra a ordem de prisão iminente. A traidora ABIN vinha monitorando o Juiz do Brasil e avisou à indecorosa Presidenta da República que ele estava a ponto de expedir o mandado de prisão que faria a alegria de todos nós. Então, passando por cima de qualquer decoro imaginável, a Presidenta mais imoral do mundo não teve pejo de mandar um “salvo-conduto” consubstanciado na imoral nomeação do “homem mais desonesto deste mundo e do outro” para o super-cargo de Ministraço, com direito a trabalhar logo acima da cabeça da infeliz Presidenta. Dali, do bunker fechado contra a Justiça, o “homem mais desoneste deste mundo e do outro” atuaria com toda a força contra Moro e o Brasil. Mais

A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO – LXXXVII: PEDRO (CEFAS), ANDRÉ, TIAGO E JOÃO, OS QUATRO PRIMEIROS.

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Simão Barjonas e seu irmão André.

Simão Barjonas e seu irmão André.

Simão Barjonas, apelidado Cefas (Pedra) pelo Mestre, estava meditativo. Recordava-se de quando aquele jovem imponente, de roupas alvas e pisar macio, se aproximara da praia arrastando uma multidão atrás de si e ali permanecera de pé, olhando para o barco onde ele e seu irmão, André, estavam na faina da pesca. Esta, fôra um fracasso. Tinham tentado a noite toda, mas haviam apanhado poucos peixes. Até hoje não saberia explicar o súbito impulso de levar o barco para a praia, mas sem hesitação, assim o fez. André o olhara de soslaio, mas dando de ombros, já também ele desanimado com o resultado pífio daquele dia, ajudou-o a manobrar o barco e logo estavam descendo na praia. Estavam lavando as redes de pesca quando o jovem se aproximou e lhes pediu permissão para subir na embarcação. Acederam com um aceno de cabeça. Simão Barjonas sentiu alguma coisa em seu íntimo. Como se algo se revolvesse, despertasse… Jamais saberia dizer o que fôra aquilo. Seu coração disparara e uma súbita alegria havia substituído aquela irritação pelo fracasso da pesca. O jovem lhes pediu que afastassem o barco um pouco, para que pudesse dirigir-se à multidão e eles assim fizeram. E o jovem falou. E disse coisas que eles não entenderam. Falava de um Pai Celestial que a tudo havia criado e que não morava em lugar nenhum, mas em todos os lugares. Dizia que este Pai estava dentro de cada um de nós, homens e mulheres, crianças, animais e plantas e só por Ele é que se vivia. Sem Sua Presença Poderosa nada teria vida, nem mesmo a Terra. E muito mais ele disse. E suas palavras faziam que Simão Barjonas sentisse um frêmito dentro de si. Olhou para o irmão, André e, surpreso, viu-o extasiado, olhar brilhante, corpo curvado sobre os braços cruzados sobre uma das pernas. Tinha uma expressão de enlevo. “O que está acontecendo conosco?” perguntou-se. Mais

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