Chega desta miséria e destes assassinatos em massa.

Chega desta miséria e destes assassinatos em massa.

“Se não podes com teu inimigo, coloca-te a seu lado como parceiro”. Esta assertiva está, mais que jamais, demonstrada pelos polititicas da atualidade. O Povo se rebela contra o cabresto do desgoverno petralha. Vai para a rua e grita sua revolta. Nada de Comunismo; nada de controlismo da liberdade de ir e vir; nada de regulamentação da Imprensa Livre; nada de controlar a alegria esfuziante deste povo festeiro; nada de comer sob o controle do Estado, através de cartelas de alimentação, num país onde a comida brota de graça do solo; nada de roubar tudo, sem deixar nem um naco para que o povo tenha a ilusão de que alguma coisa se faz em seu benefício; nada de mentiras e mais mentiras com vistas à enganação. Nós, povo, queremos ser livres ao menos uma vez em uma geração. Nós nunca tivemos a alegria de realmente viver a Liberdade com Justiça. Sempre fomos obrigados a carregar a canga da Má Política em nossos cangotes. Agora, chega!

E o grito de “Chega!” estupefaciou (desculpem o neologismo, mas não me contive) os que se julgavam absolutamente inalcançáveis pelos que reputam boçais. Mas os boçais é que sustentam este país com lágrias, suor e sangue, muito sangue, a maioria dele de inocentes e abandonados pelos encastelados do Olimpo do Crime, as Casas Legislativas e Senatoriais do país. 

Chega do veneno morno da Jararaca Falante.

Chega do veneno morno da Jararaca Falante.

A Lava-a-Jato, nunca freada, para desespero dos pixulequeiros, avança como uma tromba d’água sobre nomes impolutos… ao menos para os Zé Manés brasileiros. José Roberto Arruda, Agnelo Queiroz, Sérgio Cabral, Eduardo Braga, Omar Aziz, Ricardo Berzoini, Edinho Silva, Giles Azevedo, Agnelo Queiroz, José Roberto Arruda, Edson Lobão, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Romero Jucá, Edson Lobão Filho, Erenice Guerra, Antônio Palocci… se eu continuasse escreveria um dicionário com mais de dez mil nomes. Todos eles indicativos de pessoas sem caráter, sem moral, sem ética, ladras e corruptas de carteirinha. Pessoas que foram escolhidas para os mais altos cargos de nossa Administração Pública e Política por nós, enganados, sempre enganados por um falatório idiotizante. Todas pessoas azes na arte de encabrestar escravos de votos de cabresto. Todas elas exímias escravagistas modernas através de Bolsas-Sem-vergonha. A farra ia de vento em popa e já perdia totalmente as rédeas, quando algo se quebrou no navio da safadeza. E deu Moro no pedaço. Um sujeitinho que ninguém conhecia e que subiu aos mais altos píncaros da admiração pública porque danou e enfrentou tenazmente os Deuses de Pés-de-barro. E os está derrubando um a um. E as correntes da Justiça, liderada por sua determinação férrea de que a Justiça se faça, já tinem bem perto dos tornozelos do maior criminoso do Brasil na atualidade: Lula, o Cachaça, o peste dos pestes, a jararaca que pensava ser uma Píton, uma Mamba Negra. Mas o coitado não passou disto: jararaca. Uma cobrinha de nada. Peçonhenta, mas não aquela peçonhenta.

Quem não sente uma onda de terror na própria alma, diante da perspectiva de vir a parar nesta jaula inumana?

Chega desta desumanidade em nome da Justiça.

E o Moro tocou rebu no antro de bandidos. E os Zé Nings se reuniram. E foram para as ruas e vaiaram os políticos que tentavam se aproveitar da revolta e dali tirar vantagem política. A ficha caiu. “Estamos maus na foto” pensaram os traidores do Brasil. A revolta cresceu. Fermentou em cada lar e em cada coração descomprometido com o PT, o PMDB, o PSDB, o DEM e tantas e tantas outras “Cavernas de Ali Babá”. Eles, maus políticos, reconheciam que estavam péssimos no conceito do povo. Não dá mais para continuar a iludir. O que fazer, se o que sabem fazer é somente iludir para auferir lucro?

Novo movimento. A temperatura está alta. Lulaça está com um tornozelo já a ferros. Quando anda, o som da corrente que arrasta atrás de si perturba o sono de seus apaniguados. Sacode a perna, pula, salta, grita, esbraveja, xinga, se desespera e a corrente não lhe solta a canela. Teme por seus filhotes de jararaca. Teme pela jararaca-mãe. Se forem em cana vão-se danar. Não têm direito a fôro privilegiado. Sua consciência não aguenta pensar que seus filhotes gordinhos, bochechudinhos vão servir de mulher para sujeitões feios, ferozes e rancorosos, dentro de cadeias fétidas, imundas, sempre abandonas pelos Senhores do Olimpo, como se fosse uma impossibilidade algum deles (ou de seus familiares) um dia vir a serem metidos ali dentro.

Aécio Neves treinando para a cela da Federal...

Aécio Neves treinando para a cela da Federal…

Reunião às pressas. É preciso encampar os movimentos populares. O desespero empresta coragem aos ladrões menos visados ou ainda não citados pela Federal. É preciso ir para as ruas. É preciso subir em carros de som e deitar falação. Mas não uma falação qualquer. A falação das mentiras coloridas, das promessas que nunca serão cumpridas, gritadas na euforia da revolta popular. Gesticulada. Embandeirada. Enfim, travestida do mais colorido emocional patriótico possível. Mesmo que patriotismo seja uma doença que, quando livre do populacho burro, os polititicas evitem com asco. Patriotismo dessa corja de traidores só é válido com vistas a pixulecos. Só aqui é que patriotismo voltado para as contas no exterior vibra em todas as suas cordas.

Aécio Neves, cujas roupas já fedem a podre porque a Lava-a-Jato descobriu rastros de maracutaias em que andou metido, não quer abandonar o posto de comandante de uma quadrilha. Qu’é isso! Se facilitar outro se assenta no trono. Nem pensar! E com este desespero no peito, encoraja-se e, usando da mesma tática dos petralhas cabeções, busca reunir a gentalha que dá base ao partido a que pertence, para levá-la às ruas. Eles, os relinchantes afiliados de seu partido, devem rodear os carros de som em que os seus camaradas vão se arriscar a falar ao povo revoltado. E o terreno já foi mais ou menos aplainado. Os líderes dos movimentos já vieram ao Covil das Jararacas e já confabularam com elas. Já aceitaram a manobra que visa tirar lucro político do movimento. Pronto. O verde-amarelo já não será tão brilhante. Podres políticos estarão na liderança, sobre carros de som e falando o que o povo pensa que é o que quer ouvir, mas na verdade ouvirão o que eles querem que ouçam. Será o golpe de Mestre!!!

Será? A guerra contra os grilhões que prendem nossa liberdade de sermos os maiores do mundo cairão assim, tão depressa? Claro que não. E esta geração não-politizada (ainda), quer de coração experimentar viver uma Democracia de verdade. Com segurança social. Com Educação de primeiro mundo. Com Saúde realmente saudável. Enfim, esta juventude que nasceu debaixo do tacão dos tiranos ladrões de colarinho branco quer, anseia mesmo, com todo o seu coração, com toda a sua alma, experimentar viver sua vida dentro de uma Verdadeira Democracia, não esta que aí está.

É hoje. A grande jogada é hoje. Para ambos os lados: os polititicas e o povo.

Quem ganhará? Só Deus sabe…