"Não, eu não gosto do Edinho".

“Não, eu não gosto do Edinho”.

Não gosto do Edinho. Aliás, este diminutivo cai como uma luva para ele, já que no nosso Brasil, todos os “inhos” políticos são, de saída, potencialmente criminosos de colarinho branco. Exemplo maior? Lulinha paz e amor. E quando um destes criminosos é cego, subserviente e entreguista de meu país a uma ideologia burra, escravagista e divisionária, aí mesmo é que eu sou visceralmente contra ele. E Edinho é isto por completo. Por isto, não gosto dele.

É democrático. Que fazer? Eu posso não gostar de alguém e posso dizê-lo abertamente, tanto quanto posso gostar de alguém e também dizê-lo sem nenhum constrangimento legal, ou não. Para me contradizer ou me questionar o homem de quem não gosto deve retificar seu artigo e, em vez de tecer loas ao desmando governamental do PT no nosso PODER, o que de saída já é vergonhoso, devia fazer um “mea culpa” pública sobre as mentiras, as falcatruas, as roubalheiras e a institucionalização da corrupção em todos os níveis do NOSSO Poder Público. Devia confessar que a estratégia de “dividir para governar” levada a efeito pelos êmulos do partido a que pertence feriu fundo a Alma de nossa Nação. É culpa eterna do PT ter jogado brasileiros contra brasileiros, numa divisão estúpida, imoral e traidora de nossa Unidade Nacional. 

O artigo de Edinho, publicado na FOLHA DE SÃO PAULO do dia 20/03/2016, está cheio de afirmativas que são apenas o glacê do bolo podre que o PT fez em nossa Política e isto não tem valor.

Rindo, ele é uma desgraça. Sério, é um salve-se quem puder.

Rindo, ele é uma desgraça. Sério, é um salve-se quem puder.

Edinho Silva tenta defender o ato imoral de nomear um criminoso já totalmente denunciado por Sérgio Moro e a Polícia Federal, como Ministro – aliás, Super-Ministro – do Governo Petista. Ele, Edinho, nega peremptoriamente, como todo bom petralha, que esta medida desesperada não foi para atrapalhar a ação da Justiça com relação ao ídolo de pés de barro, Lula, o corrupto nacional. Mas tudo, absolutamente tudo, das provas mais simples às delações mais complexas, acusam o Lula de ser o pior brasileiro de todos os tempos. No entanto, os PETRALHAS fecham os olhos para tamanha condição condenável e vergonhosa, para endeusar a ferro e fogo um homem sem moral, sem ética, grosseiro e desrespeitador das Instituições nacionais.

Eu não gosto do Edinho.

Até porque ele, fisicamente, de “inho” não tem nada. É um grandalhão desengonçado e feio que dói.

Ele diz que integra um governo que sempre defendeu a apuração das denúncias e o respeito à legislação e ao princípio do contraditório. Só que para o petismo, o contraditório não tem fim nem mácula – quando se trata de casos em que o partido e seus êmulos estão enrolados. Se obstruindo este contraditório há uma pedra do tamanho da corrupção petista, seus defensores acham que se deve saltá-la e ir adiante, em benefício do “contradizente” (perdoem-me os advogados e juristas, mas, como eu digo adiante, não sou da classe). O que interessa, neste contraditório, é somente mostrar o que há de sonho irrealizado e mentiras manipuladas para enganar uma nação ainda imberbe. O contraditório, ensina a Wikipédia (não sou advogado, portanto, tenho de recorrer ao que está mais à mão) pode ser definido pela expressão latina audiatur et altera pars, que significa “ouça-se também a outra parte”. Consiste no direito do réu a ser ouvido e na proibição de que haja decisão sem que se tenha ouvido os interessados. Por conta desse princípio, no processo cível, a sentença será nula se o demandado não tiver tido oportunidade de contestar a ação e no processo penal, será suspenso até que a defesa seja apresentada. Ainda no processo penal, a condenação com base apenas em prova produzida pela acusação é também nula, motivo pelo qual o juiz não pode condenar com base em prova produzida apenas no inquérito policial. Ora, está em todos os jornais que Lula vinha fugindo do encontro com o Juiz Moro como o diabo foge da cruz. Não tivesse sido arrastado à força para a presença do Magistrado, até hoje ele estaria enrolando e procrastinando o encontro. Quem não deve, não teme. Mas como deve – e muito – à Nação Brasileira, Lula se esquivava de todas as maneiras ao encontro temido. Para que o contraditório fosse cumprido à risca, Moro mandou buscar o distinto petralha em casa, sob a proteção policial contra qualquer ação injuriosa a ele, por algum grupo de brasileiros revoltados e mais esquentados que os demais. Durante quatro horas o rito da audição da outra parte foi cumprido pelo Magistrado. Lula nada disse que se aproveitasse, conforme está também em todas as revistas e jornais brasileiros (e estrangeiros). Moro ficou, assim, livre para dar curso ao processo para o julgamento final e a condenação do criminoso traidor do Brasil.

"Meu Deus, fazei que a PF não resolva me catar também."

“Meu Deus, fazei que a PF não resolva me catar também.”

É como eu entendo. E sendo povão, pra mim tudo está certo.

E quando já estava pronto para ser expedido o mandado de prisão contra o Calabar petista, eis que sua filhota predileta lhe estende a mão num socorro vil, imoral e insultuoso: chama-o para o investir em cargo onde só deve estar um brasileiro lídimo, de reputação absolutamente ilibada. Não é o caso do deusinho de pés de barro do petralhismo.

É, eu tenho carradas de razão para não gostar de Edinho Silva.

Edinho se colocou um par de antolhos, que o PT lhe deu, e sem qualquer vergonha, defende o não impedimento da mulher que afundou nosso país num mar de lama e, pior, estropiou os Serviços Públicos que deviam ser prestados aos brasileiros, eleitores ou não, petralhas ou não.

Uma mulher que adotou a Mentira como o lema de seu processo eletivo e, já eleita, continuou a se guiar por este Deus do Inferno dantesco.

Realmente, acredito que tenho carradas de razão para dizer convicto:

Eu não gosto do Edinho Silva.

E mais: eu detesto o PT.