Minhas idéias podem ser esdrúxulas aos olhos dos calejados na Política, mas eu as considero melhores do que as que foram aprovadas à socapa na Constituição de 1988.

Minhas idéias podem ser esdrúxulas aos olhos dos que são calejados na Política, mas eu as considero melhores do que as que foram aprovadas à socapa na Constituição de 1988.

Podem-me acusar de ser anti-PT. Eu o sou de coração e vísceras. Sei muito bem que ao eliminarmos este partido do conjunto de partidos que pululam em nosso País, ficaremos pernetas e à mercê do único que pode fazer frente aos petralhas: o PSDB. E este Partido já mostrou que é tão podre — e até pior — que o PT, pois enquanto este último quer-nos impor uma ideologia nojenta, escravagista, imoral e retrógrada, aquele é absolutamente traidor de nosso país. É entreguista. E é tão sujo em corrupção quanto os petistas. E agora, que tiveram uma lição cavalar de como aparelhar um país do tamanho do nosso para uma única ideologia partidária, Deus nos livre de lhe outorgarmos o nosso Poder. Eles virão como o diabo sobre nossa nação. Principalmente se permitirmos que escolham o Parlamentarismo de conformidade com o que deseja o judeu José Serra, sem a participação do povo através do voto. O caminho não é esse.

Então, perguntarão meus leitores, qual é o caminho? A resposta que lhes dou é: se me leram no FACE BOOK e aqui também, já têm a resposta: 1) ou optamos por nos afiliarmos, TODOS, a partir dos 16 anos, nos partidos que há por aí (exceto nos que ostentam o perigoso título “comunista” ou “socialista” em suas siglas, pois estes partidos sempre tentarão nos impor o Comunismo ou o Socialismo-Comunista e, como já vimos, este troço é podre). E, uma vez afiliados, levamos para dentro de cada Partido os anseios legítimos de nossa gente, combatendo sem tréguas o imenso viés para a corrupção que sempre haverá nos partidos políticos mercê das ideologias que defendem; ou 2) partimos para a alternativa a esta opção, que é a grande nação brasileira criar um triunvirato de partidos, totalmente seus, com Estatutos próprio e totalmente desligados do rame-rame dos Estatutos que hoje vigem entre os que aí estão. Um Triunvirato de Partidos em que a premissa primeira é “NÃO TE CORROMPERÁS NEM PROMOVERÁS A CORRUPÇÃO”. Este tem de ser o mandamento fundamental dos Três Partidos Brasileiros.

"Tá rindo? Não devia. O assunto é sério, muito sério."

Tá rindo? Não devia. O assunto é sério, muito sério.”

A segunda premissa para este Triunvirato Partidário tem de ser: O BRASIL É DOS BRASILEIROS E NÃO PODES ACEITAR TERGIVERSAÇÕES A RESPEITO DESTA LEI. A partir daqui, todos devemos nos empenhar em realizar uma Constituinte para mudar os artigos venenosos que foram inseridos na Constituição vigente, em que há absurdos, como tornar os políticos cidadãos diferenciados dos demais, a despeito do Artigo 5º que diz taxativamente: Todos são iguais perante a Lei. Também devemos alterar o inciso XLVII do Artigo referido, abaixo transcrito:

XLVII – não haverá penas:

a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;

b) de caráter perpétuo;

c) de trabalhos forçados;

d) de banimento;

e) cruéis;

A alínea “b” acima, tem de ser alterada para: “b) haverá pena de prisão perpétua para crimes de lesa-pátria, entre estes inclusos os de tentativa de instalar no país movimentos guerrilheiros; corrupção em atos da Administração Pública Direta e Indireta; tentativa de destruição da língua pátria”. E a alínea “c” também deve ser alterada para: “c) condenação a trabalhos forçados, sem prisão perpétua, em graus leve, moderado e pesado, para os cidadãos que cometerem crimes de:

roubo de quaisquer bens públicos ou privados, assim como depredações;

assalto a mão armada sem assassinato nem ferimento de qualquer cidadão presente involuntariamente no ato do crime (vítima do — ou dos — criminoso);

tráfico de drogas em território nacional brasileiro;

assassinato de qualquer espécie;

tráfico e porte de armas de quaisquer tipos no território nacional brasileiro, exceção feita a policiais devidamente credenciados e militares das Forças Armadas;

dano ao patrimônio público ou privado;

prática de violência em escolas de segundo e terceiro graus.

O Cap. 4, Art. 14, que trata da inelegibilidade, no § 4º, deverá ser alterado para:

São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos, assim considerados quem tenha instrução inferior ao terceiro grau completo em qualquer modalidade de especialização, devendo, todos os elegíveis, obrigatoriamente apresentar certidão de Curso de Administração Pública, no mínimo em grau técnico”.

 Esta alteação visa evitar que pessoas de imagem televisiva ampla, só por isto sejam capturadas por um partido político espertalhão para, através daquela imagem, conseguir colocar no Poder Brasileiro pessoas de caráter duvidoso e, até mesmo, possivelmente corruptível, como foi o lamentável caso do palhaço Tiririca, inserido na política pelo PR com vistas tão-só a conseguir inserir no Poder mais deputados da sigla, sem se preocupar com a capacidade destes para a meritória e delicadíssima tarefa de decidir sobre os destinos dos brasileiros.

Por que ter mais deputados? Simples: todo partido visa poder abocanhar maior fatia do imoral Fundo Partidário. Quanto mais políticos, mais votos; quanto mais votos, mais afiliações; quanto mais afiliados, mais dinheiro público o partido pode abocanhar “de graça” e com ele fazer o que bem lhe der na telha, sem ter de prestar contas à Nação por isto. É devido a esta facilitação para a corrupção e o crime acobertados por Lei, que me bato aqui, contra o tal Fundo Partidário. A ele só deveria ter acesso o Partido que se destacasse em trabalhos meritórios para a Nação Brasileira, através da comprovação cabal do trabalho firme e honesto de seus políticos eleitos nos três níveis do nosso Poder: municipal, estadual e federal. E acho, também, que este Fundo Partidário deveria ser constituído pela contribuição dada aos partidos por seus filiados e, não, pelo Erário Público.

Assim, para o fundo partidário, qualquer empresa poderia doar, declarando em seu I.R. a doação feita, ainda quando não lhe sendo concedido o direito a abatimento no I. R. da quantia doada. Eu defendo que a empresa tenha o direito de abater um percentual determinado por lei, não superior a 50% do valor doado. Isto incentivaria a todas as empresas fazerem doações para o Fundo Partidário, tornando-se, com isto, uma atenta vigilante do que se fará com seu dinheiro, a fim de prevenir que maus políticos dele se utilizem para justamente prejudicar os doadores através de medidas sectaristas, que agradam apenas a lobes específicos, em detrimento do todo que é o Brasil.

Ao meu ver, também tem de ser alterado o Capítulo V, Artigo 17, que diz:

CAPÍTULO V – DOS PARTIDOS POLÍTICOS

Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: Regulamento

I – caráter nacional;

II – proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes;

III – prestação de contas à Justiça Eleitoral;

IV – funcionamento parlamentar de acordo com a lei.

Este Artigo 17 devia restringir o número de partidos em nosso país. É clara a malícia dos que o instituíram, basta ver atentamente o que acontece no Legislativo brasileiro, em qualquer nível do nosso Poder. Há uma hidra com mais de 80 cabeças que brigam entre si para ver quem leva a melhor fatia do bolo (dinheiro público), mas jamais brigam realmente pelo povo que elegeu seus políticos. No máximo, o Brasil devia ter três Partidos Políticos e NENHUM defendendo Ideologias Socialistas, Comunistas ou afins. Um defenderia o Republicanismo; outro defenderia a Democracia Pura; finalmente, o terceiro defenderia um ideal brasileiro a ser bem definido e esclarecido a todos os cidadãos deste país. Mas nunca, jamais, poderíamos admitir a pluralidade partidária. Isto, já está sobejamente provado, só leva a gigantescas “pizzas” nas questões cruciais de nossa Política – a Verdadeira.

Qual é o brasileiro que não ama de coração esta NEGRA legitimamente produto nosso? MAJU não dá bola para os pseudo-racistas criados entre nós.

Qual é o brasileiro que não ama de coração esta NEGRA legitimamente produto de nosso povo? MAJU não dá bola para os pseudo-racistas criados entre nós. E faz muito bem. Parabéns a ela, onde quer que esteja agora.

Bom, a esta altura, os que têm a estúpida tendência ao Comunismo ou ao Social-Comunismo, torcerão seus narizes com raiva de mim. Pouco se me dá. Sim, eu sou absolutamente contra as Ideologias comunistas e socialistas, pois elas NUNCA, JAMAIS serão implantadas corretamente em qualquer país onde tentem fazer isto. São IDEAIS e todo IDEAL é, por regra, impraticável. O mundo está lotado de exemplos de fracassos retumbantes nas tentativas de se implantar estas ideologias, pois a fraqueza-mor em ambas é o pensamento arcaico de dividir para governar. É o NÓS CONTRA ELES. O Proletários contra Burgueses. E nós fomos divididos e subdivididos em tamanha proporção que retornar ao que éramos antes, um povo pacífico, gozador de si mesmo, será quase impossível, depois que nos livrarmos do vendaval petista. Quem, na atualidade divisionista em que nos encontramos, ousaria cantar publicamente (fora dos palcos pré-montados para apresentação de artistas famosos) a música que já foi um sucesso entre nosso povo nos carnavais passados: “Nega do cabelo duro”?

Nega do cabelo duro
Qual é o pente que te penteia
Qual é o pente que te penteia
Qual é o pente que te penteia, ô nega

 Teu cabelo está na moda
  E o teu corpo bamboleia
Minha nega, meu amor
Qual é o pente que te penteia, ô nega”

Mais adiante, na Constituição Federal de 1988, também merece nossa atenção a Seção V, Art. 53  § 1º , que diz: Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma, serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 2001)“.

Não. Eles são cidadãos brasileiros e o Art. 5º diz, sem exceções: Todos são iguais perante a LeiEntão, a fim de evitar imoralidades como as que estamos vivendo na atualidade, os Deputados e Senadores podem e devem ser julgados e condenados já na 2ª Instância, como qualquer cidadão. Só o Presidente da República e os Presidentes das duas Casas Legislativas – Câmara e Senado -, em função das altas responsabilidades que lhes pesam sobre os ombros, podem e devem ser julgados pelo STF. Ah, como tudo teria sido simplificado, agora, com a crise petista, se este artigo não tivesse sido envenenado contra o país. 

Neste Artigo 5º há muitas inserções modernas, através de PEC’s, que deviam ser objeto de estudo acurado por Juízes escolhidos a dedo pela OAB e pela Associação de Magistrados, todos absolutamente isentos de partidarismos, a fim de que as armadilhas ali inseridas para frustrar o Brasil fossem eliminadas. Aliás, a Constituição, a Nova Constituição, deveria ter um artigo proibindo a alteração de quaisquer de seus artigos através das famigeradas PEC’s, uma invenção satânica dos polititicas para distorcer o que houver de bom em defesa do povo brasileiro na sua Carta Magna. Esta, por direito, seria inviolável e só poderia ser alterada através de Constituinte, onde todo o povo pudesse dizer sua opinião sobre aprovar ou não, uma alteração nela.

Outro Artigo com o qual não concordo e acho que deveria ser estudado profundamente pela Nação, é o 56 da Seção V. Nele é dito que 

Não perderá o mandato o Deputado ou Senador:

I – investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária.

Não. Este artigo 56 deveria PROIBIR a qualquer DEPUTADO ou SENADOR a assunção qualquer cargo nos escalões do PODER EXECUTIVO. Eles foram eleitos para trabalhar no LEGISLATIVO e não, para serem servidores do PODER EXECUTIVO. Cargos de Ministros e afins são prerrogativas da PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA e devem ser ocupados por pessoas altamente qualificadas e com capacidade provada no conhecimento afim com as atribuições ministeriais. Tais pessoas, não podem ser indicações de partidos, quaisquer que sejam eles. 

Como o leitor pode ver, há muita coisa na Constituição de 1988 que precisa de nossa atenção, como cidadãos conscientes, que não mais querem que volte a nos acontecer o que está acontecendo na Política Brasileira e que estarrece o Mundo.

Que tal pensar seriamente em ir para as ruas exigir uma Constituinte e brecar a tentativa subreptícia dos PSDBistas de tomar o nosso Poder através de um Governo Parlamentarista ou Semi-Parlamentarista, como propõe sutilmente o judeu José Serra?

Pense nisto. É pelo Brasil. É por seus descendentes. É por um país que está cansado de ser sempre o país do futuro.