"O Desembarque é a nossa resposta ao povo brasileiro! Era isto o que eles queriam!"

“O Desembarque é a nossa resposta ao povo brasileiro! Era isto o que eles queriam!”

Esta afirmativa foi dita por JORGE PICCIANI, Presidente do PMDB, o Partido Político que está em todas as bocas onde há “melado”, mas nunca à Luz da Verdade. Desembarque de quê? Do avião Presidencial? De algum transatlântico cujas despesas foram pagas com nosso dinheiro suado e chorado? NÃO! Desembarque é um vocábulo adotado pelo jargão político para dizer de modo mais suava que determinado partido, ao ver que seu aliado está em apuros diante da opinião pública e, pior, atolado com a Justiça, emite como uma trombetada bem alta. É um “eu lavo minhas mãos” lá dos tempos de J. Cristo. Traduzindo, este termo, agora significa,  “Se vira que eu estou caindo fora!”

É característico dos bandidos. Na hora que a coisa aperta pra valer e dona Justa está danada rosnando bem perto da jugular dos desesperados, a Lei da Fidelidade é jogada ao lixo e outra a substitui entre os da gangue: Salve-se quem puder!” 

É claro que os do PMDB não estão nem aí para as gritas das ruas em todas as cidades brasileiras. Elas incomodam e até infundem certo temor nos crápulas do Poder? Lógico! Quem, estando na mata e ouvindo o esturro da onça não sente um arrepio percorrer sua coluna vertebral?

Às vezes elas rugem para espantar de seu território de caça algum intruso.

E a Onça da Justiça está faminta e rosna e ameça, próximo das tocas dos ladrões de colarinho branco.

A Onça da Revolta Popular esturrou. E não uma única vez. E o eco daqueles esturros ainda estão vibrando no ar através das microondas da internet. Todos os partidos estão correndo atarantados e sem saber onde se esconder. Não por causa dos ecos dos esturros da onça chamada povo brasileiro, mas sim porque um perigo pior, muito pior, chamado Juiz Federal Sérgio Moro, vem que vem danado atrás dos calcanhares dos Senhores Todo-Poderosos, suas Insolências do Planalto Central. Onde se esconder? Onde foi que deixei um rabo de fora que, agora, está aparecendo imoralmente e perigosamente para meu lugar no Olimpo dos Safados?

Esta pergunta é a que mais se ouve dentro das cabeças de cabelos brancos dos impolutos (?) senhores Deputados e demais políticos pelo Brasil a fora. Sim, a cobra do Juiz Moro está faminta. É a maior píton de todos os tempos. Vem avançando por todo território do Brasil brasileiro e está engolindo não somente empregados de segundo e terceiro escalões. Não está engolindo apenas chefões da Máfia estruturada pela Odebrecht, mas também seus filhotes pequenos, simples gerentes de segundo e terceiros escalões. Depois que provou o sabor da carne do Presidente da mega-empresa mafiosa, agora a píton do Moro quer mais e mais e mais. E avança sem parar. Como, no meio de seu apetitoso alimento há uma infinidade de “petralhões e petralhinas”, estes estão pulando feito insetos da água quando a larva da libélula se aproxima. 

Sem perigo por perto, a arraia miúda nada serena em águas azuis. Mas quando as águas ficam turvas com a PF agitando o fundo do mar de lama das empreiteiras...

Sem perigo por perto, a arraia miúda nada serena em águas azuis. Mas quando as águas ficam turvas com a PF agitando o fundo do mar de lama das empreiteiras…

E a arraia miúda descobriu a píton e dá com a língua nos dentes tão logo o “japonês da Federal” lhes chega às mesas (eles não são presos de manhãzinha cedo, em suas casas. Isto é prerrogativa dos grandes fujões. Eles são presos em seus locais de trabalho, atrás de suas mesas. Não tem ai, ai, ai, xixi minha nêga. É cana e vamos que vamos). E todo mundo sai tremendo de medo, envergonhado diante de seus colegas e doidos para se safar depressinha. Para isto, só com a Delação Premiada. E todos os arraias-miúdas dão com a língua nos dentes que é uma beleza. E a lista da píton está-se tornando aquela lista de compra de fim de mês em ano de inflação: quilométrica!

Enquanto isto, no Olimpo da Sacanagem, um Presidente de Partido se sai com a pérola acima: “O Desembarque Responde às Ruas”. Mas que cara de pau! Não é a debandada de covardes que as ruas vieram buscar. É MORALIDADE, É HONESTIDADE, É RESPEITO COM O POVO, É A DEVOLUÇÃO DOS DINHEIROS PÚBLICOS ROUBADOS SEM-VERGONHAMENTE. É tudo isto e muito mais. E, claro, os Senhores do Olimpo não têm como devolver a bufunfa toda. Gastaram mais da metade com comes e bebes caríssimos. Apenas para dizerem entre si: “Olhaí, eu também freqüentei o hotel X onde os príncipes árabes e a Rainha da Inglaterra vai cear!” BABACAS! BURROS! ESTÚPIDOS! Desde quando comer da mesma comida servida aos verdadeiramente ricos torna alguém iguais a eles? 

A falta de boas administrações públicas resultam nisto.

A falta de boas administrações públicas resultam nisto.

E enquanto se atiram desesperadamente para o meio dos verdadeiramente ricos e nobres diante do Mundo Material (que não significam absolutamente NADA diante do Verdadeiro Mundo Espiritual), os “nossos” políticos cometem os mais atrozes crimes genocídio. E o povo, totalmente ignorante de seus direitos políticos, apenas morre ou chora seus mortos. E estes morrem à míngua  nos hospitais super-lotados e sem assistência mínima por parte daqueles responsáveis pela SAÚDE PÚBLICA. Morrem em um trânsito violento totalmente abandonado pelos órgãos competentes para regulá-los e punir com rigor os mais afoitos; morrem por desastres causados pelos buracos das ruas de todas as cidades brasileiras, que fazem automóveis se desgovernarem e ir de encontro a grupo de pessoas que esperam pacificamente os horríveis ônibus que os conduzem aos magotes, como gado de corte, de volta para suas casas. Morrem nas estradas esburacadas, abandonadas, onde ônibus, caminhões de carga e automóveis perdem o controle da direção e, ou se chocam uns com os outros, ou despencam em barrancos e se arrebentam no fundo de valas, abismos ou rios. Morrem devido ao abandono da Polícia Rodoviária Federal, sem efetivo suficiente para manter vigilância permanente sobre os irresponsáveis que bebem e dirigem vendo duas ou três pistas diante de seus olhos turvos, quando realmente há somente uma – aquela que ele não segue ou não enxerga. Morrem à bala ou esfaqueadas sem qualquer motivo e os assassinos, presos pelos policiais fardados, são soltos pelos policiais civis. Motivo? As Leis aprovadas pelos “Insolências” são demasiadamente lenientes, em atenção aos gritos de defesa dos criminosos dados pelos DIREITOS DOS BANDIDOS. Morrem arrastados pelas enchentes depois das chuvaradas de verão. Morrem queimados por filhinhos de papais, simplesmente porque estão ao léu, morando nas ruas, sem ter mais para onde ir. Sim, tudo isto, aos milhões ao correr dos anos e anos em que os Políticos se perpetuam no nosso Poder, consubstanciando CRIME CONTRA A HUMANIDADE ou, mais precisamente, GENOCÍDIO CONSCIENTE E RESPONSÁVEL. Mas ninguém, absolutamente ninguém, processa um político pela morte de seu parente, filho, marido, esposa, filha, devido à incúria dos responsáveis legais pelo zelo e manutenção adequada dos serviços públicos.

"Olha, a trolha do PMDB só é deste tamanho. Dá pra agüentar, gente!"

“Olha, a trolha do PMDB só é deste tamanho. Dá pra agüentar, gente!”

Agora, eis que o Presidente do PMDB se sai com esta frase fajuta e repugnante: “O desembarque é uma resposta às ruas!” Dá uma vontade danada de dizer aqui, por escrito, um palavrão bem feio. Mas hoje eu jurei para mim mesmo que seguraria meus dedos e não os escreveria. Mas que estou doido para fazer isto, ah, estou mesmo!

Ô, seu filho da p…!, o povo brasileiro não foi às ruas avalizar o tal “desembarque” de patifes do navio negreiro dos petralhas. Não foi isto que nós fomos gritar nas ruas, idiota! Imbecil fingido! Nós fomos gritar contra a imoralidade, o descaso, a sem-vergonhice, a ladroagem institucionalizada, o desgoverno desastrado que nos joga numa situação absolutamente desesperadora, da qual nós tivéramos a ilusão de que tínhamos saído com a enganação lulista. Foi esta a nossa motivação, não seu maldito e covarde desembarque sei lá de quê!

Tomara que desembarque direto na boca da píton insaciável da Polícia Federal liderada pelo nosso herói primeiro e único: JUIZ MORO. Êta cabra da peste bom de briga, sô! Tomara que ele faça que outros Moros nasçam do Ventre Prostituído dessa Justiça violentada por corruptos de todas as espécies. Se isto acontecer, aí, sim, nós conseguiremos deixar de ser o “país do futuro” para ser o “país do agora, já, neste instante!”

Que os anjos digam AMÉM!!!