A POUCA VERGONHA DOS POLÍTICOS NO PODER CENTRAL

Dificilmente uma face expressa tanta arrogância quanto a deste político brasileiro...

Ele se tornou Presidente por acidente. Agora, estamos nas mãos de seu partido, o PMDB, que, como qualquer brasileiro sabe, não gosta de estar sob holofotes, mas ama agir nas sombras dos bastidores. Será que vai lutar a nosso favor? DUVIDO!

Somos obrigados a ligar a TV e assistir ao triste espetáculo dos políticos brigando freneticamente para obter o Poder dentro do PODER QUE É NOSSO. Eu me refiro à triste e espetaculosa movimentação dos patifes de colarinho branco que freneticamente se agitam e, nesse frenesi, até se esquecem de que estão sob o holofote das TV’s e proporcionam a toda a Nação o horrendo espetáculo da corrupção descarada dentro da Casa Legislativa Federal. Compram-se votos descaradamente, imoralmente. Tudo para colocar um Deputado Federal na Cadeira que foi do Cunha e que, ao final, é tão corrupto quanto o desengonçado maldito. E há ainda o espetáculo repulsivo de Deputados se apresentando descaradamente como defensores do ladrão mentiroso. Com as caras mais deslavadas do mundo, eles nos mostram que não estão nem aí para nossa revolta. Escarnecem de nós. Escarnecem dos que foram às ruas gritar contra o comportamento vergonhoso e traidor do país e que é comum a todos eles, ou quase todos (generalizar não é bom). Enquanto eles se engalfinham entre si sem qualquer consideração pela nossa revolta, tornando-a totalmente impotente, o STF vai pondo suas manguinhas de fora e retroage na decisão da maioria deles, de mandar prender o criminoso já na segunda instância. E por isto, pela imoralidade legal, suas crias, os togados estaduais, mandam liberar bandidos comprovados, os quais vão cumprir “prisão domiciliar” em hotéis de luxo à beira-mar. É tão ridículo e escandaloso que o mundo todo ri de nossa impotência. Eu passo a palavra aos líderes dos movimentos de ruas. Onde estão eles? Por que deixam que o fogo brasileiro se apague e a revolta nossa de cada dia morra na praia?

O ROUBO DESCARADO DOS SENHORES GOVERNADORES.

Eis um exemplo clássico de como um Governador não está nem aí para nós: Alkimin.

Eis um exemplo clássico de como um Governador não está nem aí para nós: Alkimin.

Mas não é só no Poder Central que grassa a imoralidade. Nos Estados também isto não fica a dever nada àquele. Aqui, nos Poderes Estaduais, os DETRANS, que, como se sabe, são órgãos de arrecadação de dinheiros para os cofres estaduais, infernizam as nossas vidas com total cumplicidade dos políticos entronados no Poder Estadual. Como vespas furiosas, os DETRANS de todos os Estados do Brasil nos humilham, escarnecem de nós e são propositadamente incompetentes na aplicação da Lei. Esta, não é usada para punir exemplarmente o mau condutor. É usada como instrumento de achaque do nosso bolso, já tão achacado pelo Poder Central. Se alguém é multado em um Estado da Federação e mora em outro, azar. Terá de comparecer ao Detran do Estado em que sofreu a multa para regularizar a pendência. Se se tratar de transferência da multa, então, não tem perdão. Você pode morar em Roraima, mas se foi multado em São Paulo dirigindo o carro de sua filha ou de seu filho ou de seu irmão e precisa transferir para sua responsabilidade a ocorrência, não pode fazer isto onde reside. Terá de viajar até a cidade em que foi multado e ali, enfrentar dias de sofrimento em filas quilométricas para conseguir o quase impossível direito seu. E isto, se conseguir, depois de pagar uma dezena de taxas extras. E os Governadores e seus êmulos? NÃO FAZEM NADA. Apresentam desculpas esfarrapadas (como “o sistema tem falhas que estamos corrigindo”) e pronto. O cidadão continuará sua peregrinação sem qualquer socorro das autoridades que o povo mesmo elegeu para lhes facilitar os serviços públicos. Será que há quem acredite mesmo que estes serviços são públicos? Porque não são. Eles se constituem em instrumentos particulares de extorsão do povo pelos senhores Governadores que, com sua quadrilha legalmente institucionalizada, trabalham com afinco para achacar “legalmente” o dinheiro de nossos bolsos. Com a palavra os senhores e senhoras líderes dos movimentos de rua. Estes movimentos mais do que antes, têm de voltar a gritar bem alto para o Brasil e o mundo todo ver e ouvir.

O PERIGO QUE CORRE A LAVA-A-JATO

Ele está preocupado e co muita razão. Nós não estamos-lhe dando o apoio de que ele e a P.F. necessita agora, quando os Políticos se organizam para inviabilizar seu trabalho.

Ele está preocupado e com muita razão. Nós não estamos-lhe dando o apoio de que ele e a P.F. necessitam agora, quando os Políticos se organizam para inviabilizar seu trabalho.

Não nos iludamos. Os ladrões de colarinho branco estão a todo vapor e contam com a preciosa ajuda dos togados bandidos. Agora, querem colocar na gaveta a Lei das Dez Medidas Contra a Corrupção. Mesmo os ratos esperneiam quando seus pescoços são ameaçados pela corda que os enforcará. Esta Lei não passará intacta, com certeza. Vão mutilá-la ao máximo, se não conseguirem engavetá-la. E o farão, se nosso povo se aquietar e silenciar. Eles estão empregando a mesma estratégia que sempre deu resultado: levantar poeira; transformar questiúnculas sem qualquer importância, como eleger novo Presidente para a Câmara de Deputados Federais, em grandes espetáculos. Contam com a Mídia que leva aquele “coisa imoral” ao ar e, pior, citam bandidos emproados e os colocam diante de nossas TVs dando opiniões já pré-fabricadas. Com isto, eles se transformam em “paladinos da Justiça”, quando, na verdade, brigam por eleger alguém que vá manter com pulso de ferro o status quo que vige e que nos esmaga sem dó nem piedade. A inimiga pública número um dos bandidos da Câmara e de qualquer lugar do Brasil onde estejam é a Operação Lava-a-Jato. Eles, os bandidos, se agrupam e se reorganizam sob a batuta dos que já deviam estar no escanteio (v.g. Lula), mas estão livres e trabalhando dia e noite para fazer parar a única operação policial que deu resultado concreto em defesa de nós, as vítimas dos patifes que se assenhorearam de nosso Poder e não estão dispostos a deixá-lo jamais. É preciso continuar nas ruas. É preciso manifestarmo-nos por escrito, em documentos assinados por milhões e enviados às Casas Legislativas de todo o Brasil, a fim de que a pressão os desnorteie e os desmorone. É preciso mais do que nunca estar de braços dados com o Juiz Moro, o único que, ao que parece, tem vergonha na cara e luta por nós. O STF está contaminado. Tofoli e outros que tais são fracos na defesa de nosso país. Trabalham em prol dos criminosos e o resultado é o que vemos: bandidos “passeando de avião” às nossas custas e sendo soltos sob todos os mais imorais tipos de alegação, que, por sinal, são acatadas pelas leis indecentes criadas pelos que se acoitam nas Casa Legislativas de nosso País. E nós, que fomos às ruas gritar contra a corrupção? Vamos ficar quietos, apenas assistindo passivamente o triste espetáculo? Não! Devemos nos movimentar. O Brasil está em guerra, gente. E esta guerra quem começou fomos nós. Não podemos “colocar o galho dentro” depois de tanto esforço. Com a palavra e a ação os senhores e senhoras líderes dos Movimentos de Rua. Estamos num momento crucial. À luta, brasileiros!

A CONTINUAÇÃO DO ESTUDO DAS PREPOSIÇÕES

Eu sorrindo

Sou um chato e sei disto. Mas há quem goste de limão, não é não?

Bem, agora que já vomitei minha raiva frustrada (não posso ir à luta nas ruas, somente por aqui, devido à minha saúde), vamos voltar ao assunto indigesto: o estudo de nossa língua pátria. Insisto: é necessário que as pessoas aprendam a falar, a escrever e a se expressar corretamente, para que possam dizer realmente o que pensam do modo mais aterrorizador para os bandidos de colarinho branco.

Você aprende sobre as locuções prepositivas. Agora, vamos aprender sobre Preposições Essenciais e Preposições Acidentais.

Há vocábulos de nosso idioma que só aparecem na estrutura da oração na condição de preposição. Estes vocábulos constituem a classe das preposições essenciais. São eles, por exemplo: a, de, por, com, para, sem, sob, entre, ante, após, contra, até, desde, em, entre, para, per, perante, sob, sobre, trás.

Exemplos de emprego de tais preposições:

Ele veio a pé; Preciso de remédio; Estou por conta deste assunto; Fui com ela ao supermercado; Vim para dirimir dúvidas; Ela ficou entre a cruz e a caldeirinha; Você ficou sem o chão sob os pés; O político tremeu ante a fúria popular; Saí após você se despedir; Não estou contra meu país; Fui até meu limite legal;  Você vai desde este endereço até aquele de sua irmã; Você não pode ficar em dúvida; Mandaram-me para as calendas gregas; O juiz agiu per legis; Não estive perante Sua Excelência; A criança está sob a tutela do Estado; O Vade Mecum esteve o tempo todo sobre a mesa; Não costumo andar para trás; etc…

Se você se visse questionado sobre as palavras grafadas em vermelho sem que antes tivesse lido o que aqui ensino, certamente não saberia dizer qual a classe gramatical destes vocábulos. E se se tratasse de uma prova de concurso, você teria perdido pontos preciosos. Então, aprender é SEMPRE proveitoso para sua vida. E continuo afirmando: Português, SUA LÍNGUA, não é mais difícil que outras quaisquer.

Até nosso próximo encontro.