EU, A PSICOLOGIA E A TRANSCENDENTALIDADE DO SER HUMANO

Eu sorrindo

“Decifra-me ou te devoro”. No que me diz respeito estou às voltas com este enigma até hoje.

Vou introduzir aqui, um pouquinho sobre o que faço relativamente à Psicologia. Andei dando uma parada neste tema para tocar outros. Lidar com vários temas é como jogar em dois, três, quatro ou cinco campos de futebol simultaneamente. A gente termina por deixar fios soltos. Exemplo disto é a Saga de Campo Maior, a Guerra dos Jenipapos, e, de certa forma, a história de minha árvore genealógica no Piauí. Ficou arquivada por um longo tempo, mas pretendo retomá-la dentro em pouco. Neste momento, vamos retornar à Psicologia. Vez que outra, em posts passados, escrevi sobre a Ciência que me fascinou quando eu andava entrando e saindo de faculdades sem encontrar uma que fizesse vibrar meu Eu interior. Mas fui deixando de lado o fio da meada para tomar outros e com isto a Psicologia ficou no arquivo. Mas ela sempre foi a base de minha vida, nesta Vida. Tentei várias outras Ciências, mas não me enquadrei em nenhuma. As Matemáticas, então, foi um desastre. Depois de um trauma no segundo ano do antigo Científico, fiquei atravessado com esta Ciência. E fui tentando e tentando até quando dei de cara, mesmo que acidentalmente, com a Psicologia e foi paixão à primeira vista. Eu nunca mais abandonei este ramo da Ciência Pragmática humana. Claro que, como sempre aconteceu comigo, nunca me ajeitei totalmente com esta Ciência, visto que ela tem uma vertente muito forte do materialismo estéril – e o behaviorismo é o exemplo mais intenso disto. Como sou espiritualista e tenho vivido experiências além do corpo físico, bato de frente com esta tendência da Psicologia de se prender ao estreitismo” do Materialismo estúpido da Ciência dos Homens ou como certamente diria Yehoshua, a Ciência da Alma, visto que Ele entendia a Alma como o que nós chamamos, hoje, de Personalidade. Esta, finda com a cessação da vida na carne. Já o Espírito, não. Ele simplesmente se transmigra de um envoltório carnal para outro. E se todos vivessem as incríveis experiências extra-corpóreas que eu vivenciei e ainda vivencio, veria que a Vida depois da Vida é tão real como o automóvel em nossa garagem. Mesmo assim, todas as Teorias Psicológicas ou Comportamentalistas são fascinantes (os comportamentalistas a rigor não são psicólogos, visto que não estudam a Psiquê, mas sim a manifestação desta, que é o comportamento manifesto). Erram quando seguem os passos da Medicina do Corpo e tentam reduzir o Espírito à Alma ou, pior, esta ao corpo orgânico. De qualquer forma, é a Única Ciência das ditas Humanas que mais se aproxima do que há de maravilhoso nas sombras de nossas existências.

Agora, vamos para o que é chato.

UM POUCO DA POLÍTICA CHATA DE NOSSOS DIAS.

Este homem eu admiro. É feio pra danar, no corpo. Mas é lindo no intelecto.

Este homem eu admiro. É feio pra danar, na aparência física. Mas é lindo no intelecto.

Já disse que me enojei da Polititica em que nasci, cresci, me formei, me casei, tive famílias e estou caminhando firme para o final desta existência sem qualquer esperança de ver tudo isto aí ruir por terra e o Brasil do Futuro vir, finalmente, a ser o Brasil do Presente. Nunca, nem por um único dia, vivi fora da porcaria que está aí, no nosso Poder, escancarada vergonhosamente para todo o Mundo ver. E continuará por muitos anos depois que eu me for desta para melhor, pois a peça bufa que os polititicas levam ao Palco da Vida dos Brasileiros ainda não teve seu último ato escrito. Que lástima.

E por falar nisto, quero prestar aqui uma homenagem a um cronista do qual sou fã de carteirinha. Seu nome: GUILHERME FIUZA. Ele escreve artigos na ÉPOCA de modo periódico. Seu estilo casa muito com meu modo acre de ver e entender a vida covarde, crápula e asquerosa dos Polititicas do Brasil e do Mundo (embora eu desça o pau somente nos daqui, como o Fiuza, preferentemente, mas não só, faz. Só que eu escracho mesmo e ele, como profissional que é, maneja a pena com mestria dentro dos estreitos limites em que deve falar sem apelar para o “papular”). É a delícia de ser livre onde outros são coartados. Dizem que Fiúza é entreguista pmdebista, direitista etc e tal. Para mim ele é um brasileiro que, primeiro, aprendeu o idioma do país em que nasceu e isto já o faz admirado por mim; segundo, sabe como poucos dizer o que tem a dizer em estreito espaço que é menos que meia-página da revista. Pena que só apareça na ÉPOCA quinzenalmente. Só há pouco é que dei de cara com sua página http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/guilherme-fiuza/, para ver como sou distraído. Mas em sua última crônica ele desce o malho na Peça Bufa que os Polititicas Não-nacionais e Não-brasileiros escrevem e representam sob vaias e revolta do povo do Brasil. É a intitulada “COMEÇOU A OPERAÇÃO LAVA CRIME”. É delicioso ver como também ele não se exime da responsabilidade de DENUNCIAR os “cumpãeiros” que se escondem sob a toga de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Teori, Dias Tofoli, Lewandowsky etc… Assim como eu e milhares de nós, brasileiros que ainda prestamos muita atenção no que ocorre nos bastidores da Peça Bufa Nacional Brasileira, Fiuza mostra sua revolta com a libertação descarada do criminoso Paulo Bernardo, aquele sem-vergonha que é marido de outra não menos, a comunista Glaisi Hoffman (aquela que é bonitinha, mas ordinária). Estes dois patifes roubavam de APOSENTADOS. Até onde vai a perda do senso de Civilidade e Humanidade num ser humano?

Bonitinha, mas ordinária, imprestável, ladra de aposentado e criminosa impune. Até quando?

Bonitinha, mas ordinária, má, imprestável, ladra de aposentado e criminosa impune. Até quando?

Se há alguém que me lê e não conhece o Fiuza, recomendo que visite sua página em ÉPOCA no endereço acima. Se é brasileiro de verdade, vai adorar. Tem um porém, contudo. Eu detesto o PETRALHISMO, mas não sou contra o PT, ainda que assim pareça. O PT é o purgante que deve existir para o Brasil tomar quando seus intestinos estão cheios de vermes – como quase sempre tem sido. É o contrapeso que tende a equilibrar a balança da política, pois sem ele nem sei o que nos aconteceria nas mãos dos entreguistas de marca e carimbo. A desgraça é que o PT se deixou envenenar pela verminose do passado e, agora, já não mais faz qualquer efeito regulador. Então, é necessário que cientistas políticos se debrucem sobre o Partido, analisem seus desvarios e indiquem o rumo que deve tomar. Não o rumo do Social-comunismo chinfrim, mas o rumo de uma Esquerda sem o amargor das Esquerdas que vicejam mundo-a-fora. É preciso recriar a Esquerda, no Brasil. Uma esquerda Verde-Amarelo, que seja vigilante da Oligarquia desenfreada que leva imbecis a defender que o empregado tenha apenas 15 minutos para almoço. Mas não o faz em relação aos empresários… E tem o descaramento de dizer que é isto o que o operariado deseja. Vá pra p… que p…! Seu F.D.P.!

AGORA, O QUE NINGUÉM GOSTA.

"Sou chato, não sou?"

“Sou chato, não sou?”

Vou falar sobre as Locuções Prepositivas. Pode correr. Pode sair. Vou entrar no que você mais detesta e acha que não lhe serve pra nada. Mesmo assim, lá vou eu.

Locução é um grupo de palavras que equivale a uma palavra. Pronto. Agora você já sabe o que é a tal “locução”. Como regra geral, as locuções prepositivas possuem como último elemento uma preposição. Então, não se deve esquecer esta regra, pois alunos tendem a se confundir quando dão de cara com as locuções adverbiais, das quais pretendo falar adiante. 

As locuções prepositivas são classificadas segundo o modo como se apresentam. Assim, temos:

a) POR COMBINAÇÃO. Exemplo: a + artigo “o” = ao, aos;

d + artigos “a”, “o” = do, da, dos, das;

d + demonstrativos “este”, “esta”, “esse”, “essa”, “isso”, “isto”, “aquele”, “aquela”, “aquilo” = deste, desta, desse, dessa, disso, disto, daquele, daquela, daquilo.  

EM + artigo: = no, na, nos, nas; num, numa, nuns numas; 

EM + demonstrativo: = neste; nesta; nestes; nestas; nisto; nesse; nessa; nisso; nisto; naquele(s); naquela(s); naquilo.

EM + pronome pessoal “ele(a)” = nele; nela. 

EM + pronome indefinido outro: = noutro(s); noutra(s);

PER + artigo: = pelo(s), pela(s).

b) POR CONTRAÇÃO: acontece no fenômeno gramatical chamado crase. Preposição “a” com o artigo “a” = à; preposição “a” com os demonstrativos “aquele(a)”, “aquilo” = àquele; àquela; àquilo.