UM POUCO DA POLÍTICA TERRORISTA DE NOSSO DIA-A-DIA.

Impunemente o assaltante aponta uma arma para a cabeça de uma pessoa desprevenida.

Impunemente o assaltante aponta uma arma para a cabeça de uma pessoa desprevenida.

A televisão mostra jovens vestidos simplesmente como um plebeu de classe C entrando em bancos e correios portando um trintoitão. Sem qualquer temor e sem qualquer precaução, apontam a arma engatilhada para a face de qualquer funcionário que esteja diante de si e exigem dinheiro. E não dê, pra ver o que acontece. Depois, sem ligar para qualquer precaução, saem levando o produto de suas violências como se tivessem praticado algo “natural”, algo normal”. E é.

Você se espantou que eu tenha afirmado que ser assaltado é normal? No BRASIL dos corruptos terroristas políticos, É SIM. Eles continuam distanciados de nós, os eleitores. Continuam acreditando que estão acima da Lei e da Constituição. E continuam batalhando para sustar qualquer movimento da Justiça no sentido de lhes tolher a liberdade imoral que se concederam à sombra da ignorância política dos brasileiros. Por isto, ser assaltado no Brasil é natural. E ser morto, também. É… Você não gostou. Mas pense em como andamos em matéria de Polititica e você concordará comigo. Pergunta crucial: Por que o Congresso Nacional não revê a Lei da Audiência de Custódia? Seu fundamento básico pode ser encontrado no artigo 7.5 da Convenção Americana de Direitos Humanos (CADH), que diz: “Toda pessoa presa detida ou retida deve ser conduzida, sem demora à presença de um juiz ou outra autoridade autorizada por lei a exercer funções judiciais e tem o direito de ser julgada em um prazo razoável ou de ser posta em liberdade, sem prejuízo de que prossiga o processo. Sua liberdade pode ser condicionada a garantias que assegurem o seu comparecimento em juízo”.

A idéia é boa, muito boa, mas totalmente ineficiente para aplicação num país como o nosso, que ainda está no Século XIX no tocante a civismo. O resultado está aí nas TV’s de todos os dias: A Polícia Prende e o Delegado Solta.” Utopia não dá bom resultado em parte alguma. Ela não passa disto: DELÍRIO, SONHO, DEVANEIO. No Brasil a cana tem de ser dura, imediata, sem dó nem piedade. Principalmente para os “ladrões de Colarinho Branco”. Ah, você é defensor(a) dos tais “Direitos Humanos”. Ora, o maior sinal de que a Humanidade regrediu é justamente a existência de um grupo que batalha para defender os “Direitos Humanos”. Uma luta perdida, visto que dentro do grupo há gente, ao menos no Brasil, que não entende absolutamente nada de Direitos Humanos e Justiça. Um não pode ser desvinculado do outro e é justamente isto que acontece entre nós, brasileiros. Se fôssemos realmente humanos não necessitaríamos de um grupo dedicado a defender tais direitos. Eles seriam reconhecidos e respeitados por todos os homens e todas as mulheres, dos mais humildes aos(às) mais instruídos(as). Estaríamos, então, vivendo numa plataforma verdadeiramente Democrática, pois Democracia não é isto que está aí, dando total liberdade a quem não presta. Democracia é acima de tudo e abaixo de Deus o reconhecimento dos próprios limites e o respeito inalienável à Vida. 

"Eu vou mudar a cor de minha camisa!"

“Eu vou mudar a cor de minha camisa!”

Se fôssemos realmente humanos, os “de colarinho nem tão branco assim” se entregariam diante das câmeras de TV, com verdadeira humildade (não com aquela que eles enchem as bocas fedorentas para pronunciar diante da Mídia Televisiva). E receberiam suas penas, não a de ficar fechados ou enjaulados como animais, mas a de trabalhar pela comunidade durante os anos de suas sentenças. E junto com outros cidadãos que tivessem sido punidos pela verdadeira Justiça. Levantariam às 6 horas, tomariam o desjejum, fariam uma hora de aquecimento e tomariam de seus instrumentos de trabalho (vassoura de varrer ruas; inchadas, pás, picaretas etc… para limpar bueiros e desentupir esgotos; latas de tinta e pincéis para pintar os meio-fios da cidade; ou para ajudar no trabalho de retirar as capas velhas de asfalto das estradas e ajudar na colocação de nova e assim por diante). À noite, obrigatoriamente teriam de estudar as boas leis e dentro destas encontrar a razão Jurídica para suas penas. Teriam de também estudar Moral e Cívica, para aprenderem estes atributos totalmente esquecidos por eles e que, por isto mesmo, os fizeram vir cair onde caíram. Mas como não vivemos numa plataforma Democrática que dê sustentação ao ideal Republicano que consta de nossa Constituição; e sendo uma Nação de ignorantes das Leis que deviam conhecer, o que nos sobra é o Terrorismo Político, quando, então, vemos corruptos com seus crimes escancarados para o mundo todo, ainda assim com os peitos estufados, ganhando o máximo de dinheiro ao qual nunca fizeram jus, mandando e decidindo sobre nossos destinos. E, pior, acobertados por um STF altamente comprometido com o Crime Organizado Político. A não existência de punição exemplar, verdadeiramente exemplar, traz-nos o terrorismo político que termina em mortes à granel por todo o nosso bendito território nacional brasileiro.

Foi um pequeno desabafo. Agora, vamos para o que não lhe interessa. Vamos terminar nosso estudo da classe gramatical PREPOSIÇÕES.

Quero somente chamar a atenção para o emprego da PREPOSIÇÃO com o verbo no INFINITIVO.

Veja esta oração: “Não vá sem mim”. Esta construção está correta. Seria errado dizer “Não vá sem eu”. Do mesmo modo é correto dizer “Isto é para eu fazer” em vez de se dizer erradamente “Isto é para mim fazer”. Por que? Muitos brasileiros já se esqueceram a razão disto e continuam falando coisas como é para mim fazer; é para mim dizer; é para mim mandar… Etc… REGRA GERAL: As preposições exigem após si o emprego da forma pronominal oblíqua (me, mi, comigo; te, ti, contigo; se, si, consigo; etc…). Mas note que se nessas orações vier um VERBO NO INFINITIVO depois do pronome, então já se permitirá o emprego do caso oblíquo pronominal. Exemplo: “Não saia sem eu deixar”. “Não fale sem eu permitir”. A explicação gramatical para isto é que nestas construções oracionais a preposição rege o INFINITIVO VERBAL e, não, o pronome pessoal. Este, exerce a função de sujeito do infinitivo e, como tal, não pode vir regido de preposição. A primeira oração, para que você compreenda o que se diz, ficaria assim: “Não saia sem deixar eu (que faça isto)”.

Viu só como foi fácil? Não doeu nada, não é? Você aprendeu e não mais dirá asneiras por aí.

Até mais ver.