Policiais amordaçados é o ideal dos Polititicas e dos nossos terroristas ferozes.

Policiais amordaçados é o ideal dos Polititicas e dos nossos terroristas ferozes.

Eu não vejo a hora de a Olimpíada acabar. Claro que com ela todas as melhorias montadas na velha Rio a toque de caixa vão desabar. O transporte público (que nunca foi lá grandes coisas) vai terminar novamente no buraco; a segurança pública (que deixou até um policial da Força Nacional morto porque a Administração Carioca não pensou na segurança deles, deixando que andassem sem um militar que conhecesse as armadilhas mortais da ex-Cidade Maravilhosa) vai pro brejo, de onde nunca devia ter saído. O Souza Aguiar, que recebeu uma ajuda e tanto da GE, com equipamentos de T.I. de primeira linha, com novos aparelhos para suporte médico, aparelhos digitalizados etc… vai ser surripiado tão logo os “olímpicos” turistas retornem para suas casas achando que tiveram uma Olimpíada maravilhosa… O sistema elétrico que visa tornar mais inteligente, eficaz e econômica a iluminação de novos e reconstruídos cartões postais cariocas, o bairro da Lapa e o Parque do Flamengo, tudo bancado pela GE, com iluminação de lâmpadas LED, que oferece maior luminosidade e muito maior economia, após três meses estará com todas elas quebradas, ambos no escuro, de conformidade com o que os bandidos gostam, desertos de segurança pública e com vítimas à vontade para serem depenadas e, algumas, assassinadas para diversão da bandidagem carioca. Enfim, o velho Rio voltará à estaca zero. Só quem vai lucrar com tudo o que lhe deram serão os “nossos” terroristas nacionais. Aliás, estes dão de dez a zero nos coitadinhos que saem por aí se explodindo idiotamente. Aqui, no gigantesco Brasil, “nossos” terroristas não se explodem, que não são bestas. Explodem caixas de banco à granel, pois isto dá muito mais dinheiro. Ninguém aqui vai-se matar por Alá ou outra qualquer entidade que vive no além espaço sideral. Eles estão muito bem onde estão e nossa bandidagem está muito bem aqui. Matam acobertados pela Lei vagabunda aprovada por Políticos mais vagabundos ainda e vivem felizes como o Diabo em pessoa.

"Me erra, diabo!"

“Me erra, diabo!”

As repórteres da Rede Globo, acantonadas dentro do meteórico parque olímpico (meteórico porque em 9o dias já estará depenado), fazem um estardalhaço danado quando um esforçado Zé Ninguém, que nunca recebeu qualquer mínimo apoio das nossas “Otoridades Constituídas” para se tornarem atletas de verdade, ganha uma mísera medalha de bronze. O coitado do boxeador magrelo, que subiu ao ringue dando tabefes com luvas de boxe a torto e a direito (no meu tempo, boxe tinha técnica. Agora, com o tal do Octógono, a porrada é livre e se bate de qualquer jeito), deu sorte porque vive na segunda pátria de Ogum, o deus guerreiro dos negros africanos, e ganhou uma inacreditável medalha de ouro. Caramba! As repórteres globais quase mordem as orelhas de tanto escancarar as bocas em risos “cariocais” e elogios pinaculares. Enquanto os atletas dos EUA tomaram banho em medalhas de ouro olímpico, o Brasil apenas lavou os dedos dos pés neste filete de água.

"Eu vou estrangular a Chulé!!!"

“Eu vou estrangular a Chulé!!! Tira a peste de campo, drogaaaaa!!!!!”

E por falar em dedos dos pés, sabem o que se descobriu? Que foi o dedo mínimo infeccionado da jogadora Chulé” quem fez que as nossas heróicas garotas futebolísticas perdessem o ouro olímpico. É, ela mesma. Chulé, que ninguém pôde ver porque todos os olhos estavam vidrados na coitada da Marta, nossa brasileira de aço, que batalha até hoje para fazer que as meninas futebolísticas sejam notadas pelos grandes empresários e, o que será o pináculo da glória, pela própria FIFA (dominada apenas por marmanjos), suava a camisa para tentar fazer chegar às redes a maldita redonda. Mas a peste sempre frustrava a todas as brasileiras. Único time que realmente mereceu meu respeito, visto que suas integrantes ainda estão na fase inicial do futebol, quando gente brasileira joga verdadeiramente, com coração e garra brasileiros. É bom desfrutar do espetáculo das nossas mulheres (pobres, desamparadas pelos malditos polititicas nacionais, mas guerreiras) que ainda nos mostram que o futebol mora em nosso peito, em nosso sangue. Chulé atrapalhou a todo o time. Pudera! Nossas heroínas não receberam o esmerado treinamento de como captar, num piscar de olhos, o melhor ângulo para lançar a bola. Por exemplo: a goleira adversária (não me peçam seu nome que eu não faço idéia) era uma giganta. Logicamente, como bem nos mostrou de sobejo o jamaicano Bolt, seu corpo se movimenta com mais lentidão do que a da nossa goleirinha tampinha. Então, a lógica era as artilheiras do time de mulheres brasileiras lançar a redonda direto em um dos quatro cantos da cidadela inimiga, preferencialmente nos cantos inferiores da trava, visto que a giganta sempre se posicionava no meio do gol. Mas não. Duas de nossas heroínas lançaram a redonda à altura dos ombros da giganta. Não deu outra: ela segurou a bola em ambos os ataques e as brasileiras ficaram mesmo na disputa de mais um mísero bronze. “Tá de bom tamanho”, dirão as esfuziantes risonhas da Globo. Na próxima… Quem sabe?

Mas não tá de bom tamanho. O Brasil, nosso Brasil, é um gigante. Não pode se conformar com ganhar uns míseros níqueis em olimpíadas.

Messi nina e ensina o bom futebol ao ex-menino pobre dos campos de pelada brasileiros.

Messi nina e ensina o bom futebol ao ex-menino pobre dos campos de pelada brasileiros.

No que tange ao futebol masculino, como eu esperava, foi um fiasco danado. Pudera! Nossos jovens foram, são e continuarão sendo, sabotados. Vejam bem: eles começam em campos de pelada jogando até com coco vazio. Aí, passam a ser notados por algum olheiro de um “timinho” qualquer, nacional brasileiro, que busca algum “herói” anônimo para tirar o “timinho” da rabeira e evitar que o técnico leve um pontapé na bunda. São contratados pelo “timinho” e se destacam. Aí, os grandes times brasileiros tratam de comprar por dez merréis o passe do herói por seus próprios esforços”. Ele, então, começa a ganhar fôro de grande coisa. As platéias brasileiras ululam seu nome e cantam seus feitos. E a gritaria chega aos ouvidos dos branquelos dos times europeus que, como branquelos, não dão muitos bons “heróis fabricados pelo Estado”. Eles têm euros (que desbancou o dólar faz é tempo, mas anda fraco das pernas, ultimamente) e vêm para cá com uma fome que nem lhe conto. E arrebatam o “herói feito por si mesmo”. Ele vai para o exterior e passa a ser tratado a pão-de-ló. Recebem treinamento esmerado, especial. Jogam ao lado dos maiores outros heróis sul-americanos, como o Messi, também levado para as “Oropas” pelo deus euro. Estes, macacos velhos, levam nos braços os jovens brasileiros inexperientes. Ensinam a fina flor de como se jogar bem o FUTEBOL.  Mas é aí que a coisa enrola. Recebendo milhões e milhões de euros, os estrangeiros sul-americanos devem (eu suponho) ser colocados contra a parede com algo como: “Se jogar bem no seu país contra nosso pessoal num campeonato mundial ou olímpico, vai ficar a ver navios. Nenhum time grande daqui, da Europa, vai comprar seu passe e você volta de mala e cuia para sua republiqueta de banana”. Pronto! Está feito o milagre. Nenhum excepcional jogador brasileiro, que faz os europeus babarem na gravata de prazer ao vê-los jogar a fina flor do futebol mundial, quer mais dar espetáculo no seu país de origem. Que pátria que nada! Quem manda mesmo é o euro! E é o que se vê: Neimar não acerta uma e chega até a chutar a grama do campo ao “errar” uma redonda que está ali, bem ali, pertinho de sua chuteira. E cai à-toa. E sempre arranja um desconcerto qualquer em qualquer músculo de qualquer das suas duas pernas para sair mancando de campo, sempre com cara de “mas que merda!”

Eu creio que nos times brasileiros também há um jogador invisível. Assim como a Chulé que vive atrapalhando o jogo das nossas meninas, entre os “astros” do futebol brasileiro há o jogador Budum. Pra quem não sabe, Budum é aquele odor de azedo que um branquelo exala quando fica dias suando sem tomar banho. Fede mais que titica de bêbado. Budum tem vindo ao Brasil sempre acompanhando um de nossos “ex-heróis feitos por si mesmos”. Entra no campo com eles e pronto! Lá se vai a redonda pra bem longe da cidadela inimiga.

Nós temos de dar um jeito de retirar Chulé Budum de nossos campos de futebol, senão, só poderemos ver nossos “heróis feitos por eles mesmos” lá nas oropas. E como 90% dos brasileiros mal ganha para comer e andar de ônibus, só uma elite privilegiada (no meio dela os “de colarinho branco” e suas comparsas) poderá vê-los como verdadeiramente são.

É por isto que eu detesto a Rede Globo. Suas repórteres desportivas, ao lado do homem que “acende os faróis altos” (abutica os olhos, quando deseja enfatizar alguma fala) e que todos mandam calar a boca e ele não cala nem pelo Satanás em pessoa, se esmeram em transformar merrecas medalhas de bronze em algo além do ouro dos outros. 

Ixi! Num dá pra se vivê aqui, né mermo?