"Belíssima" cena de novela da Globo levada ao ar às 20 horas. A comunidade gayista vibrou de felicidade. Mas e as famílias cristãs?

“Belíssima” (arghh!) cena de novela da Globo levada ao ar às 20 horas. A comunidade gayista vibrou de felicidade. Mas e as famílias cristãs? Elas são obrigadas por Lei a aguentar isto. Está certo?

A guerra dos brasileiros apenas começou, eu sei. Mas foi preciso o Crime, organizado e desorganizado, matar de modo descontrolado milhares de nós para que nosso povo estrebuchasse contra a raiz do mal que nos aflige: a impunidade. Foi preciso surgir avanços tecnológicos nem imagináveis no século recém-findo para que, finalmente, o povo se unisse como uma Nação. Foi preciso que nosso incipiente sistema organizacional social começasse a desmoronar; que nosso valores morais começassem a ser vilipendiados e os vícios mais indecorosos da raça humana invadissem nossos lares através da TV; foi preciso que a Religião dita Cristã se mostrasse claramente sem ética, sem moral e sem-vergonha através de “Pastores Malafaias” absurdos para que, finalmente, o povo brasileiro estrebuchasse.

"Meu PTzinho? Meu amado PTzinho? Não, não. O que acontece é culpa dos coxinhas democratinhas de bosta..."

“Meu PTzinho? Meu amado PTzinho? Não, não. O que acontece é culpa dos coxinhas democratinhas de bosta… Ah, e reafirmo: sou a alma mais honesta deste país. Juro!”

Mas o estopim de tudo, desta revolta nacional, é preciso que se reconheça, começou com o PT.

O mesmo PT que dizia ser o baluarte dos trabalhadores do Brasil e que, tão logo teve oportunidade, traiu a estes coitados. Correndo atrás de êmulos, atropelando Moral e Ética para obter votos dos que passaram a se auto-denominar “minorias”, este partido demoníaco, fundamentado numa ideologia infernal, ultrapassada, tirânica e totalmente mentirosa, passou a maior das rasteiras em nosso povo e o jogou de volta à agonia que ele tinha recém-conseguido ultrapassar.

"Ele continua firme, embora seu criador já esteja em outra."

“Ele continua firme, embora seu criador já esteja em outra.”

A inflação voltou e quase retomou seu galope arrasador. Os lares brasileiros foram estuprados por idéias abjetas, tudo em nome dos Direitos disto e daquilo. A TV se atirou famélica a trazer para dentro de nossos Lares coisas absurdas, desequilíbrios de Identidade que, outrora reprimidos, eram, agora, aplaudidos como uma “terceira via”, ou uma “opção”. Perdeu-se o senso de “certo” e de “errado”. Tornou-se crime discordar com o desmoronamento dos valores cristãos, éticos e morais pelos quais os brasileiros se pautavam. E a criminalidade vicejou com força total, respaldada por um grupo defensor dos “Direitos Humanos” capenga, que aplaudia e estendia tapete vermelho a vícios absurdos e chicoteava com o Vade-Mecum alterado, quem quer que se rebelasse contra o estarrecedor ataque aos pilares de qualquer sociedade: a Família.

Empedrada em rituais arcaicos; emparedadas em conceitos falidos, a Igreja Católica perdeu seus fiéis para os espertos Pastores Evangélicos. Agora, corre atrás do prejuízo.

Empedrada em rituais arcaicos e em mentiras seculares; emparedada em conceitos falidos, a Igreja Católica perdeu seus fiéis para os espertos Pastores Evangélicos. Agora, corre atrás do prejuízo.

E a Igreja Católica que, no passado, sempre se insurgiu contra este estado de coisas, caiu de quatro e, em nome de não sei que Ética nem que Moral, aplaudiu e aceitou o que os brasileiros, em seu íntimo, repudiavam veementemente. Talvez porque estivesse apavorada com a perda de fiéis católicos para o protestantismo evangélico. Mais rígido, mais apegado à letra morta da Bíblia e espertamente e furiosamente doutrinando com o velho sistema católico de amedrontar com as punições de um Deus perverso, mau, os pastores conseguiram convencer os crédulos e tolos da idéia de que através do venal, o dinheiro, é possível comprar os favores de Deus. E assim o evangelismo se espalhou como sarampo pelo nosso território e os “pastores” logo descobriram que séculos de catolicismo emburrecedor era a melhor avenida para eles percorrerem atrás daquilo que o Cristo mais condenou: o vil metal. E deu Silas Malafaia à granel.

A expressão dele é repugnante e lembra algo dantesco...

A expressão dele é repugnante e lembra algo dantesco…

E estes Silas prosperaram sem freios, quando tolos evangelizados passaram a lhes dar o bilhete premiado do ingresso no Poder Terreno: a Política. Ali entronados eles logo se integraram às quadrilhas que no Poder Venal vinham agindo à sorrelfa. E encheram as burras de suas “igrejas”; e encheram as próprias burras bancárias. As “ovelhas” morriam à míngua nas portas de hospitais e postos de saúde, mas isto não os incomodava (e ainda não incomoda), pois suas pregações fascinavam e atraíam mais e mais tolos para o tosqueio.

O Brasil foi estuprado por todos os lados.

"Exagero! Nós só fizemos mal um tiquinho assim. Vejam o que o partido dos coxinhas fizeram. A Lava-Jato está aí descobrindo tudo!"

“Exagero! Nós só fizemos mal um tiquinho assim. Vejam o que o partido dos coxinhas fizeram. A Lava-Jato está aí descobrindo tudo!”

Não se pode prostituir uma Nação como se prostituiu a Nação Brasileira com os descaminhos de um partido político que só visava o Poder Central e o Dinheiro Público e nada mais, sem que uma reação termine por surgir. Em outros países ela viria através das armas e do derramamento de muito sangue. Aqui entre nós, só os criminosos irrecuperáveis ou os desequilibrados psico-emocionalmente são apegados à matança. O povo mesmo; aquele que moureja de sol a sol e que ainda ama sua família, este repudia a matança. Principalmente quando as vítimas são entes queridos seus.

"Calma! Falta um tiquinho assim pra nós botarmos as mãos nele. Esperem e verão!"

“Calma! Falta um tiquinho assim pra nós botarmos as mãos nele. Esperem e verão!”

No entanto, o PT tanto fez que uma parcela significativa desta nação de pacíficos se rebelou e passou a gritar pelo retorno das Forças Armadas como única salvação diante dos descaminhos que, tenazmente, a Polícia Federal, um punhado de Promotores corajosos e um juiz destemido começaram a arrastar para a Luz dos olhos da Nação estarrecida. E o lamaçal da Moralidade Morta e da Ética Prostituída espalhou-se sob os pés dos brasileiros em choque. Ninguém imaginava sequer a décima parte do que os nossos verdadeiros heróis, um Juiz de Primeira Instância (chamado de “juizeco” por um dos corruptos que chefia a mais alta casa do Poder Popular, o Senado Federal), um punhado de Promotores teimosos e a Polícia Federal corajosa passaram a mostrar não somente aos brasileiros, mas também a todos os povos no mundo inteiro.

Que coragem! Que heróis!

"Não tenho pressa nem sou agressivo. Mas também não tenho medo de rugidos desesperados."

“Não tenho pressa nem sou agressivo. Mas também não tenho medo de rugidos de falsos leões desesperados.”

Contra este punhado de homens levantaram-se os Golias do Crime de Colarinho Branco. Mas seus rugidos não amedrontaram o punhado de brasileiros destemidos. E o exemplo deles levou para as ruas a Nação estarrecida e revoltada.

E a guerra à brasileira se firmou. Não com metralhas, embora estas estejam livres nas mãos de bandidos de menor monta. Não com fuzis nem pistolas, que nosso povo detesta o fedor do sangue derramado e misturado com o solo sagrado deste país  tropical abençoado por Deus. Mas com panelas. Sim, com panelas! Foram os sons estridentes dos panelaços que fizeram tremer o chão sob os pés dos dragões de papel, senhores do Crime de Colarinho Branco, lá em Brasília. E aqueles primeiros sons nunca mais os deixaram sossegar. E o verde-amarelo da bandeira brasileira substituiu o feio vermelho-sangue do comunismo tupiniquim. Fidel Castro foi expulso de retorno para sua Cuba escravizada à sua tirania, em que pese os amores dos dois maiores êmulos petistas por sua figura caquética, ultrapassada e morta, ainda que se mexendo e se movendo sobre a Terra, para a maldição desta.

Rico, multimilionário pela graça de Deus, o qual, mesmo insultado pelos evangélicos “malafaicos” diabólicos não se irritou com todo o país e não o puniu com “sua ira”, como a Bíblia negra prega que Ele tem, o Brasil não caiu ao solo quando os punhais dos traidores se afundaram no seu imenso Erário Público. Sangrou o sangue de seus filhos abandonados pelos que se apossaram do Poder que, de verdade e de Lei, lhes pertence. Mas ainda que sangrando, o Brasil permaneceu de pé, para desespero dos comunistinhas de nada.

Nas ruas, unidos, o povo brasileiro mostrou ao mundo que não precisa de fuzis para derrubar um tirano.

Nas ruas, unidos, o povo brasileiro mostrou ao mundo que não precisa de fuzis para derrubar um tirano.

E o povo se rebelou. Sem fuzis nem baionetas, fez o Poder Central se encolher e, agora, mesmo raivoso, mas apavorado, ele trabalha a toque de caixa para sanar nossa aflição e consertar os estragos feitos no nosso país. Mas o que fazem é o que queremos para nós?

Não. Não é.

Nós não queremos criminosos no comando de nossos destinos. Por isto as panelas estão de prontidão em seus quartéis, as cozinhas brasileiras. Por isto o verde-amarelo continua em estado de alerta, pronto para novamente colorir com suas cores alegres e bonitas as ruas de nossas cidades. Contra esta beleza nada pode o vermelho-sangue dos comunistinhas de nada.

Gangues no nosso Poder é o que não falta. Parece brotar do chão.

Gangues no nosso Poder é o que não falta. Parece brotar do chão.

E o Legislativo está arrepiado de MEDO. É incrível, mas os mais poderosos criminosos deste país estão de cabelos em pé diante da fúria pacífica da nossa Nação. E mostramos aos aiatolás do ódio que o Amor vence qualquer guerra sem derramar sangue. Lágrias, sim, ele faz chorar os olhos dos criminosos que se tinham como senhores da Lei e acima de seu alcance. Ah se os adeptos do famigerado Estado Islâmico ainda tivessem mente de pensar e pudessem ver este belíssimo país alijar de si as pulgas do Mal sem derramar sangue, como o mundo estaria festivo!

Mas este tipo de guerra apenas os brasileiros sabem lutar. Um dia seremos realmente o exemplo para o mundo. Se ainda houver mundo a ser ensinado dentro de trezentos ou quinhentos anos, que é o tempo necessário para que amadureçamos e nos tornemos realmente uma Nação.